Somos parceiros da Esfera BR, uma iniciativa independente e apartidária que fomenta o pensamento e o diálogo sobre o Brasil, um think tank que reúne empresários, empreendedores e a classe produtiva. Todas as opiniões aqui apresentadas são dos participantes do evento. O nosso posicionamento nesta iniciativa é o de ouvir todos os lados, neutro e não partidário.
Na tarde desta quarta-feira, 5, recebemos o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, em encontro promovido com alguns dos principais nomes do empresariado brasileiro. Intitulado “Cenário Econômico e Agenda do BC”, o evento tratou de temas como Selic, inflação, reforma tributária, relação com o governo e com o Congresso, moeda digital, estrutura da autarquia e comunicação.
Frente a frente com importantes representantes da sociedade civil, Campos Neto respondeu a perguntas específicas de diferentes setores da economia, bem como a dúvidas gerais que permeiam a atual conjuntura econômica brasileira.
Principal tópico associado ao BC, a Selic surgiu como ponto de atenção em diversos momentos do encontro. Apesar de não poder falar sobre os planos para a taxa básica, já que a decisão é tomada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) em sua totalidade a cada 45 dias, o presidente da autarquia reconheceu que a Selic está alta.
“O juro está alto? Sim. O juro real está alto e é o maior do mundo? Sim. Mas a taxa atual está mais baixa do que a média dos últimos 15 anos no mundo emergente”, afirmou Campos Neto, que também destacou que a taxa de juros real brasileira não é igual ao dobro da mexicana – segunda maior do planeta -, como já foi erroneamente divulgado.
O representante do BC pontuou que o trabalho para combater a inflação da maneira menos custosa para a sociedade é o que a autarquia persegue. “É preciso que saibam que o custo de combater a inflação é muito alto, e, a curto prazo, o custo de não combater é ainda mais alto, mais nocivo e mais perene. Estamos trabalhando para trazer a inflação para a meta”, disse.
Na seara da autonomia do BC, Campos Neto disse que a autarquia não pode ser personalizada e que, por isso, está ganhando institucionalidade concomitantemente à independência. No mesmo sentido, afirmou que a escolha de novos diretores não passa por ideologia, mas sim pela capacidade técnica dos selecionados. Além disso, acrescentou que gostaria que a diversidade dentro do BC aumentasse, mas sempre prezando pela qualidade dos componentes.
Vale lembrar que, com o fim do mandato de dois diretores da autarquia em fevereiro deste ano, novos nomes devem ser divulgados após viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China, de acordo com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Campos Neto também comentou a reforma tributária, sobre a qual se disse “otimista”. “O Congresso está convergindo para a necessidade da reforma. É difícil de fazer, mas vejo todo mundo querendo debater”, pontuou.
O presidente do BC ainda destacou o papel da tecnologia no desenvolvimento econômico do País. Para ele, o grande objetivo é democratizar o espaço financeiro do Brasil, e a tecnologia é a melhor forma para chegar lá. “A tecnologia é o instrumento mais democratizante do mundo”, afirmou. “É difícil não termos um ‘Ministério Digital’. Olhar tech e digital é algo que parece importante olhando para frente”, acrescentou.
O plano do BC, então, consiste em três passos: um trilho comum, um instrumento de comparabilidade e a tokenização – sendo o Pix o primeiro passo. “Ao contrário da Índia, fizemos questão de fazer o Pix de uma forma programável, para podermos colocar smart contracts”, disse.
O segundo passo compreende portabilidade e compatibilidade – daí a ideia do Open Finance. Por fim, o objetivo é o Real Digital, o terceiro passo, que trata da digitalização total dos serviços.
Elogiado por sua forma de se comunicar, Campos Neto foi aconselhado a visitar os principais estados brasileiros, a fim de que se torne um rosto mais conhecido, e expressou preocupação no que diz respeito à conservação da imagem do BC. “Estamos tentando melhorar [a comunicação]. Ir aos estados talvez seja mesmo uma boa ideia”, comentou. “O Banco Central é um órgão técnico. Ficamos preocupados quando tentam nos politizar. Fizemos a maior subida de juros em ano eleitoral da história do Brasil. Isso mostra a independência do Banco Central, e precisamos comunicar isso melhor.”
A Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior (DCBE) conduzida pelo Banco Central do Brasil, tem por objetivo coletar informações estatísticas sobre o ativo externo do País. Para apoiá-lo neste processo, preparamos um Guia.
Fique atento ao prazo final para entrega da Declaração: 05.04.2023 às 18h.
Clique no ícone abaixo para fazer o download do Guia.
Para mais informações sobre este exercício, fale com o seu executivo de relacionamento. Teremos o maior prazer em orientá-lo neste processo.
Depois de muita espera e suposições, o governo federal finalmente anunciou o novo arcabouço fiscal para dar mais clareza ao mercado financeiro em meio a um cenário conturbado. A proposta apresentada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, chega para substituir o antigo teto de gastos.
A regra prevê zerar o déficit em 2024 e impõe um limite para o aumento das despesas. A proposta prevê zerar o déficit da União em 2024 e indica o compromisso de gerar superávit primário de 0,5% em 2025 e, em 2026, último ano de governo, aumentar o saldo positivo para 1% do PIB. O governo definiu uma tolerância de 0,25 ponto percentual para cima ou para baixo em cada uma dessas metas, algo semelhante ao que acontece com a meta da inflação.
Outro aspecto da proposta, é o aumento do gasto acima da inflação. A estratégia é limitar o aumento anual das despesas federais a 70% da variação da receita dos últimos 12 meses. É previsto ainda um piso e um teto para o avanço real dos gastos (acima da inflação). Independentemente do resultado da receita, as despesas não poderão crescer menos de 0,6% nem mais de 2,5% ao ano.
Está na proposta também um mecanismo de correção da trajetória dos gastos. Ou seja, se o governo não conseguir atingir o piso da meta de superávit primário, o crescimento das despesas será limitado a 50% das receitas no ano seguinte. Na questão dos investimentos, a pedidos do presidente Lula, se o superávit primário ficar acima do teto da banda da meta anual, será permitido que o valor excedente seja destinado para financiar investimentos públicos.
Mesmo ainda faltando detalhes e sob possíveis mudanças durante a tramitação, o fato da proposta ter sido apresentada traz visibilidade e cria uma base para o mercado. Durante o anúncio, o ministro disse que a nova regra não resolve tudo, “mas é o começo de uma longa jornada”. Haddad também disse que não irá aumentar a carga tributária, mas pode buscar aumentos de receita com a taxação de alguns com privilégios fiscais.
Após a apresentação da proposta, o Ibovespa, principal indicador acionário da bolsa brasileira, subiu 1,89%, com o dólar recuando 0,73%.
O mês de março revisitou sérias questões envolvendo grandes bancos mundiais. A partir da falência do Silicon Valley Bank, o 16º maior banco dos Estados Unidos, e o anúncio de fechamento do Signature Bank, não demorou muito para as primeiras referências serem feitas à crise bancária de 2008 e o temor de um flashback balançar o mercado. Além da inflação e alta de juros, os investidores e economistas ganharam mais um vilão enquanto vislumbram por dias melhores.
A ruína do Silicon Valley Bank e, após dois dias e o anúncio de fechamento do Signature Bank deram início a um estremecer do mercado apontando que uma crise bancária poderia estar diante de nós.
Atuação do governo americano
A resposta rápida à crise pelo governo americano, assim como na Suíça, e as mudanças no setor financeiro de 2008 para cá, mostram que lições foram aprendidas e alimentam a esperança de que nenhum filme precisará ser feito para representar uma nova crise com as dimensões do que vimos há 15 anos. Mesmo assim, em audiência no Congresso Americano, supervisores do FED (Banco Central Americano) e sistema regulatório foram duramente criticados. “Toda nossa economia foi prejudicada e abalada pelo que aconteceu neste mês. Nosso sistema regulatório bancário tem algumas falhas reais”, disse o democrata e congressista Brad Sherman, da Califórnia.
Os agentes globais tentam emplacar que essa crise é diferente do que foi visto em 2008 e constantemente afirmam sobre a solidez e a saúde do sistema financeiro. Mas, mesmo assim, é inegável que o sistema bancário e órgãos e sistemas reguladores estejam sob forte pressão.
Em meio a tudo isso, ainda houve a reunião do Federal Reserve para definir a taxa de juros, os famosos Fed Funds. A decisão foi de elevar em 0,25 pontos percentuais os juros americanos, para 5% ao ano, a maior taxa desde 2007. Antes do caos do Silicon Valley Bank, as projeções apontavam para uma alta maior, de 0,5 pontos percentuais, mas Powell, presidente do Federal Reserve, e o comitê optaram por um ajuste mais modesto, já que a crise foi causada justamente pelos juros altos.
No comunicado, a sutil mudança no texto, de “aumentos futuros seriam necessários” para “algumas políticas adicionais podem ser apropriadas” não descarta mais aumentos, porém sinaliza o impacto da crise bancária e o aperto pode ser mais brando. Jerome Powell ressaltou a solidez e resiliência do sistema bancário americano e que o “Fed está preparado para usar todas as suas ferramentas para mantê-lo são e salvo”. Sobre os impactos, contudo, “ainda é muito cedo para dizer”.
Aquisição
O First Citizens Bank, um dos maiores bancos regionais dos EUA, fechou acordo para comprar o Silicon Valley Bank que no dia 27 já teve as suas agências abertas com a nova bandeira.
Os donos do First Citizens Bank são de uma família bilionária que está construindo um império bancário silenciosamente, através da aquisição de instituições com problemas, como esta ocorrida. A sua última grande aquisição, antes do SVB, foi o CIT Group em janeiro de 2022. No caso do SVB, em comunicado, seu CEO acredita que esta transação se baseia nas capacidades do grupo nos setores de inovação e tecnologia e que há ventos favoráveis seculares de longo prazo apoiando negócios de tecnologia e saúde que continuarão a impulsionar o crescimento no futuro.
Na Europa, também acompanhamos de perto a compra do Credit Suisse pelo UBS por US$ 3,25 bilhões, após o CS revelar que identificou “debilidades significativas” em seus procedimentos de balanços e controles nos últimos dois anos.
Neste domingo, 2, o procurador-geral da Suíça abriu uma investigação sobre a compra do Credit Suisse pelo banco UBS, com uma ação que busca averiguar possíveis violações da lei criminal por parte de funcionários do governo, reguladores e executivos dos dois bancos. O UBS concordou em comprar o banco rival suíço Credit Suisse em uma fusão forçada para evitar uma crise no mercado bancário global.
Cautela
Com tudo isso acontecendo no cenário internacional, a crise no setor bancário e a alta dos juros, adotamos uma postura de grande precaução no momento. A situação ainda é de indefinição e muita complexidade. Por um lado, a inflação segue em patamares elevados, impulsionado pelo mercado de trabalho extremamente apertado. Por outro, a fragilidade identificada em bancos regionais americanos e bancos europeus contrata uma restrição de crédito com característica recessiva.
Ainda, o que deixa o cenário bastante imprevisível, é a necessidade dos bancos centrais manterem políticas monetárias restritivas devido ao nível de inflação e, ao mesmo tempo, a necessidade de reduzir os juros, devido ao problema de liquidez dos bancos. É momento de sermos mais conservadores e ficarmos de olho nas possíveis oportunidades que tudo isso poderá trazer.
Aplicar seus recursos em investimentos internacionais é uma ótima maneira de diversificar seus ativos e obter um retorno ainda maior com aplicações financeiras.
Afinal, os ganhos são em dólar, uma das moedas mais fortes do mundo.
Do mesmo modo, é uma ótima oportunidade de acessar mercados mais maduros que o brasileiro, outros emergentes e também ações e índices compostos por grandes empresas dos mais diversos setores, como tecnologia, healthcare, consumo, bancário, entre outros, contribuindo com a proteção e crescimento do seu patrimônio.
Se você já possui uma carteira equilibrada e está pensando em otimizar os ganhos, essa pode ser uma alternativa interessante de médio e longo prazo.
O que são investimentos internacionais?
Os investimentos internacionais consistem em uma forma de aplicar dinheiro em mercados, índices e ativos de outros países e, assim, ter uma rentabilidade em moedas mais valorizadas como o dólar, euro, libra, marco alemão, entre outras.
Esta categoria de estratégia tem sido bastante procurada por brasileiros que procuram evitar a perda de patrimônio provocada por crises econômicas e a instabilidade política que impacta o nosso país, bem como a desvalorização do real.
Ademais, o cenário internacional oferece uma diversidade muito maior de ativos e ações se compararmos com o mercado local.
Por que diversificar a carteira de ativos com investimentos internacionais?
A vida financeira da grande maioria dos investidores brasileiros está atrelada ao que chamamos “Risco Brasil”, ou seja, são fundadores, sócios ou assalariados por empresas sediadas no país, possuem imóveis, sejam eles para moradia, passeio ou investimento, também no Brasil e grande parte de seu patrimônio líquido investido e custodiado por corretoras e bancos nacionais.
As incertezas político-econômicas do nosso país tornam esse risco ainda maior e a alternativa de enviar recursos para fora é um meio de descorrelacionar os seus recursos financeiros.
Seguindo esse pensamento, o cenário de investimentos internacionais nunca esteve tão favorável.
Nesse sentido, quem opta por diversificar sua carteira com ativos internacionais, pode correr menos riscos e obter uma rentabilidade maior, principalmente para estratégias com maior horizonte de tempo.
Ou seja, o investidor consegue diversificar seus investimentos internacionais com maior abrangência e liquidez, proteger seu patrimônio diante de crises nacionais e ainda ter ganhos reais sobre o capital.
Se antes os brasileiros tinham a impressão de que operações internacionais eram algo “fora da lei”, devido à presença constante da palavra “offshore” na mídia como protagonista em notícias sobre ocultação de patrimônios provenientes de ações criminosas, hoje vemos o contrário.
Aqui na Portofino Multi Family Office você pode ter acesso a diferentes veículos financeiros e investir nos mais altos padrões e pré-requisitos regulatórios.
Quais os benefícios de ter investimentos internacionais?
Apesar dos ativos estrangeiros proporcionarem segurança e maior rentabilidade, suas vantagens vão além.
Ter parte do seu patrimônio dolarizado, como se diz no jargão do mercado financeiro, é uma maneira legítima de valorizá-lo.
Contudo, é importante entender tudo que se pode dos mercados internacionais antes de compor uma carteira diversa, mas, antes, confira algumas vantagens de ter investimentos internacionais no portfólio:
Mais oportunidades de aplicações
Enquanto no mercado brasileiro é possível investir em ações de apenas 400 empresas, nos Estados Unidos esse número ultrapassa 6 mil.
Ou seja, o investidor internacional tem uma maior diversificação de investimentos e a possibilidade de aplicar recursos em inúmeros ativos, dos mais tradicionais aos alternativos, de diversas empresas e segmentos.
Aplicar em mercados mais maduros
Mercados como o norte-americano e o europeu possuem experiências não só em períodos de alta, mas também em momentos de crises e pânico.
Se analisarmos a crise causada pela pandemia, no ano passado, a economia americana, com ações rápidas do FED (Federal Reserve, o Banco Central americano), foi uma das primeiras a colocar em prática iniciativas de recuperação, em plena corrida eleitoral.
Sabemos que os países do primeiro mundo estão muito mais estruturados economicamente do que o nosso.
Assim, eles oferecem mais segurança, principalmente no longo prazo, para os investidores.
Montar uma carteira com ativos que não encontramos no Brasil
Outra vantagem de investimentos internacionais consiste no fato de poder investir em ativos específicos de outros países, como os papéis da Berkshire Hathaway.
A empresa, de Warren Buffett, localizada em Nebraska, teve um crescimento de 23% em 2020.
Além disso, existem classes de investimentos internacionais pouco explorados no Brasil, como os ADRs, ETFs setoriais, commodities e fundos de hedge, venture capital, private equity, real estate, as alternativas são inúmeras.
Maior proteção ao viés local
Os investimentos internacionais ainda garantem mais preservação de capital.
Ou seja, a capacidade do poder de compra que um investidor tem no longo prazo.
Nos últimos 20 anos, a inflação subiu 250% no Brasil, enquanto nos Estados Unidos não ultrapassou 53%.
Nesse sentido, o brasileiro perdeu cinco vezes mais o seu poder de compra e os investimentos em dólar tiveram uma maior proteção.
Do mesmo modo, ter recursos alocados em mercados estrangeiros, garantem a rentabilidade do capital mesmo enquanto se enfrenta crises políticas ou sanitárias em seu próprio país.
Diversificação qualificada
Investir no exterior também permite uma diversificação não só geográfica, mas também econômica e de ativos, afinal, hoje em dia, só o fuso horário separa os mercados.
Primeiramente, os investimentos internacionais oferecem ao investidor exposição global.
Eles também possibilitam o acesso às diversas moedas, inclusive as consideradas mais seguras, como o franco suiço e o iene japonês.
Além disso, o investidor consegue buscar diversos ativos que proporcionem redução de risco e ainda oferecem um maior retorno.
A maioria deles não são tão comuns no Brasil, como os ETFs ou Commodities.
Ganhos com variação cambial
Ter uma carteira de ativos exposto às moedas internacionais, como o dólar, representa um menor impacto dos efeitos da inflação local, lucra com ganhos da rentabilidade convencional, além de possíveis ganhos excedentes com a valorização das moedas
Quais são os tipos de ativos para investir no exterior?
Alguns tipos de investimentos internacionais que existem no exterior também têm equivalências aqui no mercado financeiro brasileiro.
A diferença é que quando você abre as opções para o nível mundial, começam a surgir ativos muito mais diversos para compor uma carteira bem recheada.
Ações
Essas são conhecidas do investidor brasileiro, e investir fora do país é relativamente semelhante como é por aqui.
As bolsas dos países recebem os IPOs (abertura de capital) e as ações dessas empresas passam a ficar disponíveis para compra de qualquer investidor cadastrado nas corretoras.
Se pegarmos de exemplo as bolsas americanas, cujo símbolo máximo é Wall Street, várias empresas entraram diariamente, não só nessa como em outras.
Por lá funcionam vários mercados além do Wall Street, que é famoso por ser o maior, por isso a economia é muito mais estruturada, pois as opções são muito mais vastas.
Aqui, no Brasil, a maioria das empresas com capital aberto na B3 são gigantes, mas em outros países, você tem opções de possuir ações de empresas menores, que estão apenas começando, e pode conseguir um ativo que vai valorizar muito em pouquíssimo tempo.
Quanto maior o seu portfólio de investimento, maiores as chances de ganho.
REITs
O Real Estate Investment Trusts é o equivalente aos fundos imobiliários que temos por aqui, com a diferença que no mercado internacional, os dividendos vem em dólar, euro e afins.
Talvez a diferença mais relevante entre as REITs e os fundos de investimento imobiliários brasileiros é que nos Estados Unidos, por exemplo, o investimento é feito como de uma ação.
Ou seja, você adquire parte de uma empresa que gerencia determinados imóveis, enquanto no Brasil há fundos que permitem a arrecadação do dinheiro para construção de empreendimentos.
Por fim, as REITs são opções interessantes para ter uma carteira de investimentos internacionais, pois apesar de serem variáveis, são fixadas em imóveis que tendem a render lucros bem consistentes.
ETFs (Fundos de Índice)
Os ETFs são fundos de índices que geralmente são administrados por uma gestora profissional.
Isso é uma boa opção para investir em diversificação, sem precisar ter que escolher as empresas uma a uma, pois a gestora é quem faz essa seleção.
A vantagem de um ETF é que as empresas da carteira sempre irão variar, baseadas em estimativas de índices específicos, visando uma maior lucratividade.
O investidor precisa fazer muito pouco nesse caso, desde que escolha uma gestão profissional eficiente para administrar o investimento.
No mercado internacional, isso é potencializado, pois as opções são ainda mais variadas, e uma boa gestora vai conseguir manter sempre um bom conjunto de ativos na carteira.
Investimento Direto
Investimento Direto é uma modalidade em que uma empresa ou indivíduo injeta capital diretamente em uma empresa estrangeira, adquirindo uma participação societária significativa e influência na gestão da empresa.
Essa forma de investimento é diferente de investimentos em ações negociadas em bolsa, em que o investidor não possui controle sobre a empresa em que está investindo.
As vantagens do Investimento Direto incluem maior controle e influência, maior potencial de retorno, diversificação geográfica, acesso a novos mercados, transferencia de conhecimento e tecnologia, entre outros.
COEs
COE significa “Certificado de Operações Estruturadas”. Trata-se de um produto financeiro que combina características de renda fixa e variável, oferecido por instituições financeiras.
Basicamente, o COE é um investimento que tem um capital protegido, ou seja, o investidor não corre o risco de perder o valor principal investido, e um componente de renda variável que pode oferecer ganhos maiores do que a renda fixa convencional.
A estrutura é montada de forma personalizada, com uma combinação de ativos financeiros, como ações, moedas, commodities, índices, entre outros.
As principais vantagens do COE são a proteção do capital, um potencial de ganhos maiores, maior flexibilidade e acesso a ativos financeiros normalmente restritos.
Fundos de Investimento no Exterior
Fundos de investimento no exterior são fundos que investem em ativos financeiros em outros países. Esses ativos podem incluir ações, títulos, fundos imobiliários, entre outros.
Esses fundos podem ser gerenciados por gestores brasileiros ou estrangeiros e podem ser oferecidos tanto para investidores institucionais quanto para pessoas físicas.
As vantagens dos fundos de investimento no exterior incluem a diversificação de risco, já que o investidor pode investir em ativos que não estão disponíveis no mercado brasileiro e em diferentes setores e países.
Além disso, esses fundos proporcionam acesso a mercados com maior potencial de retorno e oferecem proteção contra a desvalorização da moeda brasileira.
Outra vantagem é a possibilidade de investir em empresas de tecnologia e inovação que não estão presentes no mercado brasileiro e que podem ter potencial de crescimento acelerado.
Alguns fundos de investimento no exterior também oferecem opções de hedge cambial para minimizar o risco de flutuações cambiais.
No entanto, é importante ressaltar que investir em fundos de investimento no exterior envolve riscos e é necessário avaliar cuidadosamente as opções disponíveis, bem como considerar as taxas e impostos envolvidos na operação.
Além disso, é importante buscar informações sobre a legislação e regulamentação aplicáveis a esse tipo de investimento, tanto no Brasil quanto no exterior.
BDRs
BDR (Brazilian Depositary Receipt) é um certificado de depósito de valores mobiliários emitido por instituições financeiras brasileiras que representa uma ação negociada no exterior.
Em outras palavras, é uma forma de investir em ações estrangeiras por meio da bolsa de valores brasileira.
As vantagens dos BDRs incluem diversificação da carteira, acesso a empresas de grande porte, a facilidade no investimento, proteção cambial e a conversão simplificada.
Ainda assim, é importante ressaltar que investir em BDRs envolve riscos, como qualquer investimento em renda variável.
Por isso, é fundamental que o investidor faça uma análise cuidadosa dos BDRs disponíveis, levando em consideração sua situação financeira, objetivos e perfil de investimento.
Moedas
Investir em moedas pode ser feito por meio do mercado de câmbio, também conhecido como Forex (Foreign Exchange), que é o mercado de negociação de moedas estrangeiras.
As vantagens de investir em moedas incluem a diversificação de investimentos, potencial em ganhos, acesso global e o baixo custo.
No entanto, é importante ressaltar que investir em moedas estrangeiras também pode ser arriscado.
Os movimentos do mercado de câmbio podem ser voláteis e imprevisíveis, o que pode levar a perdas significativas.
Por isso, é importante que os investidores obtenham informações e conhecimentos sólidos sobre o mercado de câmbio antes de começar a investir.
Além disso, é recomendado contar com a ajuda de profissionais de gestão de patrimônio ou de consultores financeiros especializados em investimentos em moedas estrangeiras, a fim de tomar decisões mais informadas e estratégicas.
Commodities
Por fim, commodities são produtos básicos, geralmente produzidos em grande quantidade e padronizados em termos de qualidade e especificações, que podem ser negociados em mercados financeiros.
Alguns exemplos de commodities incluem metais preciosos (ouro, prata, platina), petróleo, gás natural, grãos (trigo, milho, soja), açúcar, café, algodão, entre outros.
Investir em commodities pode ser feito por meio de contratos futuros, opções, ETFs (Exchange-Traded Funds) ou investimentos diretos em empresas do setor de commodities.
O investidor também pode optar por injetar capital em empresas que usam commodities como matéria-prima em seus processos produtivos, como mineradoras e empresas de energia.
Uma das principais vantagens de investir em commodities é a diversificação da carteira de investimentos, uma vez que o desempenho desses ativos não está diretamente relacionado com o desempenho de outros tipos de investimentos, como ações e títulos.
Além disso, a demanda por commodities é geralmente estável, o que pode proporcionar retornos consistentes para os investidores.
Outra vantagem é que as commodities podem ser usadas como uma forma de proteção contra a inflação, uma vez que o aumento nos preços desses produtos geralmente está correlacionado com o aumento dos preços no mercado em geral.
Portanto, se a inflação estiver alta, os preços das commodities também devem subir.
Mercados maduros e com muitas oportunidades
Hoje, o Brasil representa apenas 3% dos mercados financeiros internacionais, e apesar de termos batido recordes de CPFs cadastrados na B3 nos últimos anos, ainda é um número muito baixo comparado a nações de primeiro mundo.
Ao buscar ativos no exterior, o investidor passa a acessar outros 97% de possibilidades e oportunidades, além de se proteger dos momentos de crise e incertezas locais.
Além disso, o seu patrimônio fica dolarizado, ou seja, muito menos suscetível a variação da economia nacional, inflação e afins.
Quais os melhores ativos internacionais?
É difícil afirmar qual é o melhor ativo internacional, uma vez que essa escolha depende dos objetivos financeiros, perfil de risco e horizonte temporal de cada investidor.
Existem muitos ativos internacionais disponíveis, como ações, títulos, ETFs, moedas e commodities, cada um com suas particularidades e riscos.
Dessa forma, é importante que o investidor faça uma análise criteriosa de seus objetivos e perfil de investimento antes de tomar uma decisão sobre os ativos internacionais que deseja incluir em sua carteira.
Além disso, contratar serviços de wealth management e gestão patrimonial pode ser uma boa opção para investidores que desejam maximizar seus investimentos e garantir uma gestão eficiente de suas finanças.
A Portofino Multi Family Office, por exemplo, oferece serviços de gestão de patrimônio, planejamento sucessório, gestão de investimentos e outras soluções financeiras personalizadas, de acordo com as necessidades de cada cliente.
Essa abordagem personalizada pode ajudar os investidores a encontrar os melhores ativos internacionais para suas carteiras, além de auxiliá-los na gestão de riscos e na tomada de decisões financeiras mais acertadas.
Conclusão
Aqui, na Portofino, estamos preparados para apoiá-lo a navegar em outros mercados com segurança, resultados e um alinhamento exclusivo aos seus objetivos.
Somos uma das poucas gestoras de patrimônio brasileiras com escritório e estrutura no exterior, isso nos fornece uma conexão direta com o que há de melhor lá fora.
Nossa equipe tem experiência prática, e um ótimo exemplo disso é Adriano Cantreva (foto), sócio Portofino que nasceu no Brasil, mas viveu muito mais no exterior, conhece como ninguém os mercados financeiros globais e já dirigiu empresas como JP Morgan, Itaú, XP Inc, entre outras.
Os benefícios que nosso time de Nova York poderá te oferecer são inúmeros, a começar pelo suporte bilíngue, relatórios unificados com as suas posições locais e internacionais, acesso a plataformas com os menores custos transacionais, tudo para apoiá-lo na construção de um futuro financeiro equilibrado para a sua família e para você.
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Administrar uma carteira de investimentos não é tão intuitivo quanto parece, pois sem o conhecimento adequado sobre mercado financeiro, o mínimo erro pode ser tornar um grande prejuízo.
Ainda mais nos dias de hoje, em que a economia brasileira anda instável, começar a investir de qualquer jeito não é uma boa ideia.
Destaque para a nossa Carteira Administrada, que é um dos serviços mais procurados aqui da Portofino Multi Family Office.
Conheça as vantagens desse serviço e boa leitura.
O que é uma carteira administrada?
Em termos simples, o serviço consiste em contar com profissionais que serão responsáveis por fazer a gestão dos seus investimentos, ou seja, uma equipe dedicada ao dia a dia da seleção, alocação e acompanhamento dos melhores investimentos para o seu perfil, alinhado aos seus planos e visão de futuro.
Dessa forma, é possível conquistar a tão sonhada tranquilidade para focar em outros aspectos da sua vida, enquanto um time de profissionais certificados e preparados trabalham para ampliar seu patrimônio.
Entretanto, ainda é comum encontrar pessoas céticas em confiar seu patrimônio na mão de terceiros.
Por isso, aqui abordaremos os principais pontos sobre a Carteira Administrada: entender como funciona, para quem se aplica, seus principais benefícios, quais as precauções a serem consideradas, e como contratar o serviço.
Como funciona a carteira administrada?
A Carteira Administrada é uma estratégia que funciona como um elemento-chave para diversificar e, consequentemente, proteger e ampliar o patrimônio financeiro.
Com ela, todo o processo de investimentos é conduzido por profissionais competentes e capacitados como já mencionamos.
É bastante importante destacar que o mercado financeiro traz consigo diversas complexidades para quem investe.
Assim, é preciso que exista um nível de acompanhamento regular dos números e das movimentações, além de um profundo conhecimento dos mercados, para que as melhores escolhas e decisões sejam tomadas, com bastante agilidade.
Este trabalho só pode ser realizado por empresas certificadas e reguladas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), garantindo uma maior segurança aos envolvidos.
Desta forma, há a segurança de que o seu patrimônio estará na responsabilidade de profissionais que selecionaram os melhores ativos conforme o seu perfil, compor um plano personalizado para os seus investimentos e cuidar de tudo, desde o processo operacional até o monitoramento constante, para que os diferentes cenários de altas e baixas do mercado não afetem os resultados de maneira negativa.
Mesmo com o advento das fintechs, ou seja, bancos digitais que resolvem tudo online, ainda há o investidor que só consegue usar o modo tradicional do olho no olho.
De fato, não há problema em ter seus investimentos de renda fixa e até variável no banco tradicional onde você pode tomar um café com o gerente.
Porém, você pode estar deixando dinheiro na mesa, pois geralmente os bancos oferecem produtos de investimento de prateleira, que vão favorecer muito mais a instituição do que à você.
Via de regra, as instituições financeiras nem vão muito a fundo para saber seu perfil de investidor, então acabam montando uma carteira muito mais alinhada com os interesses do banco.
Isso quando não tentam empurrar um título de capitalização pouco atrativa, como se fosse a maior oportunidade do mercado.
Por isso que a modalidade de carteira administrada, quando feita com uma empresa séria, é muito mais condizente com o seu perfil investidor.
Antes de tudo é analisado os objetivos do cliente para traçar quais ativos serão mais adequados para alcançar um resultado satisfatório num determinado período.
Não só isso, pois sempre terá um especialista analisando as variações do mercado para poder fazer ajustes no percurso, sempre com muita transparência, incluindo apresentação de demonstrativos das taxas operacionais e comissões.
Dessa forma, é possível obter resultados mensuráveis e constantes.
Alinhamento de interesses
A corretora, assim como os bancos tradicionais, tem interesse que você ganhe, mas também precisa faturar.
A diferença é que o banco não quer fazer muito esforço para que você ganhe, pois os rendimentos da instituição são obtidos de outra maneira.
Então, antes de qualquer coisa, alinhar os interesses da empresa com os do cliente é fundamental para que todas as partes fiquem satisfeitas.
Na Portofino, por exemplo, montamos portfólios que se alinhem com seu objetivo, seja ele de curto ou longo prazo, pois o importante é que você fique confortável enquanto investidor.
Cobrança transparente
Não tem taxas escondidas ou cobranças indevidas, as comissões são estabelecidas antes mesmo do processo começar, para que você saiba exatamente quanto está custando a administração do seu investimento.
A escolha tem quer ser feita pela credibilidade e eficiência, não por preço, pois é o seu dinheiro que estará em jogo, então não pode haver margem para riscos.
Monitoramento constante
Toda carteira administrada aqui da Portofino, por exemplo, tem sempre o acompanhamento de um ou mais especialistas, pois sabemos da volatilidade do mercado.
Então não tem mágica, não basta montar um portfólio diversificado, sentar e esperar, tem que fazer ajustes constantes, em busca da otimização do investimento.
Com esse monitoramento constante, os riscos de perda diminuem muito, enquanto os lucros podem ser otimizados.
Consolidação das informações financeiras
Além de todo o controle das operações, oferecemos uma consolidação das informações através de relatórios periódicos, tanto para que você possa acompanhar o andamento do processo quanto para fins contábeis e jurídicos.
Gestão profissional capacitada
Todos os profissionais com acesso a sua carteira administrada têm que possuir formação específica na área, bem como estar devidamente regularizado junto à CVM.
Na Portofino, todos nossos gestores de carteiras são extremamente capacitados e experientes, para entregar resultados consistentes, sempre com muita transparência, para que o cliente tenha tranquilidade.
Eficiência tributária e fiscal
Não é só investir, há todo um entorno que faz parte do processo, como a parte tributária e fiscal.
Não tem como fugir dessas burocracias, afinal são importantíssimas para legitimar o processo. Por isso, aqui levamos isso muito a sério, e nossos profissionais são muito capacitados para entregar de forma eficiente.
Desde documentações até assessoria, para que seus investimentos cumpram com a legalidade fiscal.
Blindagem patrimonial
Investir é uma boa forma de aumentar o patrimônio, ainda mais se for com uma carteira diversificada e bem administrada.
Porém, uma vez que o patrimônio está consolidado, é preciso protegê-lo. Para isso, temos também os serviços de blindagem patrimonial.
São várias as formas de proteger os seus bens, e aqui analisaremos suas necessidades para indicar qual se encaixa melhor na sua realidade.
Como criar uma carteira administrada?
Criar uma carteira administrada envolve contratar uma equipe de profissionais competentes e capacitados para gerir seus investimentos, de modo a selecionar, alocar e acompanhar os melhores ativos financeiros para o seu perfil, alinhado aos seus planos e visão de futuro.
Confira a seguir um passo a passo para criar uma carteira administrada:
Defina o seu perfil de investidor
O primeiro passo para criar uma carteira administrada é definir o perfil de investimento do cliente.
Essa é uma etapa crítica, pois determinará a alocação de ativos da carteira, ou seja, como os recursos financeiros serão distribuídos entre diferentes tipos de ativos financeiros, como ações, títulos, fundos imobiliários, fundos de investimento, entre outros.
Para definir o perfil de investimento, o gestor da carteira geralmente faz uma série de perguntas ao cliente, como a idade, renda, experiência prévia em investimentos, horizonte de investimento, necessidades de liquidez, objetivos financeiros e tolerância ao risco.
Com base nas respostas do cliente, o gestor pode classificá-lo em um perfil conservador, moderado ou agressivo.
Um investidor conservador, por exemplo, prefere investimentos de menor risco, como títulos de renda fixa e fundos imobiliários.
Investidores moderados, por sua vez, são mais abertos ao risco e podem investir em uma combinação de ativos de renda fixa e variável, enquanto um investidor agressivo está disposto a correr mais risco, investindo em ações e fundos de maior volatilidade.
Uma vez definido o perfil do investidor, o gestor da carteira pode começar a construir a alocação de ativos, selecionando os ativos financeiros que melhor se adequam ao perfil e objetivos do cliente.
A alocação de ativos deve ser cuidadosamente planejada para garantir uma combinação de ativos que atenda às necessidades de retorno e risco do investidor.
É importante destacar que o perfil de investimento pode mudar ao longo do tempo, à medida que as circunstâncias financeiras do investidor mudam.
Por este motivo, a carteira administrada deve ser regularmente revisada e ajustada para garantir que continue alinhada com os objetivos e necessidades do cliente.
Selecione uma empresa certificada e regulada pela CVM
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é a agência reguladora do mercado de valores mobiliários no Brasil.
Ela é responsável por proteger os investidores e garantir a transparência e a integridade do mercado financeiro.
Quando se trata de selecionar uma empresa para investir em uma carteira administrada, é fundamental escolher uma que seja devidamente certificada e regulada pela CVM.
A CVM tem um papel crucial na supervisão e regulamentação das atividades das empresas que atuam no mercado financeiro brasileiro.
Empresas que oferecem serviços de investimento, como as que gerenciam carteiras administradas, precisam obter a autorização da CVM para operar.
Essa autorização significa que a empresa passou por um rigoroso processo de avaliação para garantir que cumpre com todas as normas e requisitos estabelecidos pela CVM.
Empresas fiscalizadas pela CVM são mais seguras e transparentes, portanto, verifique a reputação da empresa no mercado antes de fazer sua escolha.
Contrate um serviço
Contratar o serviço é uma escolha que deve ser feita com cautela, pois a pessoa ou empresa escolhida será responsável por gerenciar todo o patrimônio do investidor.
Após escolher a instituição financeira ou gestor, o investidor deve formalizar o contrato de prestação de serviços, que deve conter as informações sobre as condições e prazos para resgate, as taxas de administração e performance, os critérios de alocação dos recursos, entre outras informações relevantes.
Lembrando que a contratação do serviço não é uma decisão definitiva. O investidor pode optar por mudar de gestor ou instituição financeira a qualquer momento, caso não esteja satisfeito com o desempenho da sua carteira administrada ou com os serviços oferecidos.
No entanto, mudanças muito frequentes também podem impactar negativamente a rentabilidade da carteira devido aos custos de transação e às diferenças na estratégia de investimento.
Acompanhe os resultados
Por fim, acompanhar os resultados permite ao investidor avaliar se a sua estratégia de investimento está funcionando ou não e fazer ajustes para garantir que irá atingir seus objetivos financeiros no futuro.
Existem algumas métricas-chave que os investidores devem acompanhar ao avaliar os resultados da sua carteira administrada.
A primeira é o retorno da carteira em relação ao seu benchmark. O benchmark é um índice que representa o desempenho médio do mercado ou de um setor específico e é usado para avaliar o desempenho da carteira.
Se o retorno da sua carteira for inferior ao do benchmark, isso pode ser um sinal de que você precisa ajustar sua estratégia de investimento ou escolher um gestor de carteira mais eficiente.
Além disso, é importante avaliar a volatilidade da sua carteira.
A volatilidade é uma medida de quão rapidamente o valor da carteira muda ao longo do tempo. Se a sua carteira tiver uma volatilidade muito alta, isso pode indicar que você está investindo em ativos muito arriscados e pode precisar reconsiderar sua alocação de ativos.
Outra métrica importante é a taxa de desempenho do seu gestor de carteira.
A taxa de desempenho é uma taxa cobrada pelo gestor de carteira em cima da taxa de administração para incentivar o gestor a obter um bom desempenho.
Se o desempenho da carteira não for superior ao benchmark, pode ser difícil justificar o pagamento da taxa de desempenho.
Por fim, é importante avaliar o impacto das taxas e impostos sobre o retorno da carteira.
É importante lembrar que todas as taxas e impostos reduzem o retorno sobre o valor investido, então você precisa considerá-los ao avaliar os resultados da sua carteira.
Carteira administrada x fundo exclusivo
Em linhas gerais, o fundo exclusivo, como o nome deixa claro, é administrado com muita proximidade entre o gestor e o investidor, por isso costuma ser uma modalidade que tem um custo administrativo maior, porém pode ter vantagens tributárias atrativas.
Já na carteira administrada, o investidor tem acesso aos resultados, porém fica a cargo do gestor todas as decisões estratégicas, por isso é indicado para o iniciante que não tem tempo para se debruçar sobre o assunto.
Carteira administrada x consultoria de investimentos
A consultoria já é uma modalidade onde quem gere todas as operações é o próximo investidor, porém, conta com o auxílio de um consultor devidamente certificado pela CVM que vai aconselhar e dar suporte para a realização da compra e venda de ativos financeiros.
Geralmente é possível começar com uma consultoria e quando criar confiança no consultor passar para carteira administrada e ter mais tempo para focar nas suas atividades do dia a dia enquanto o gestor cuida do seu dinheiro investido.
Para quem serve a carteira administrada?
A Carteira Administrada é ideal para quem busca ampliar seu patrimônio, sem dedicar muito do seu tempo útil para isso.
Tudo acontece em um procedimento único e sofisticado, realizado por uma empresa com profissionais extremamente capacitados, como fazemos aqui na Portofino Multi Family Office.
Assim, é possível aproveitar os melhores momentos e direcionar sua energia para a família, o trabalho, e o lazer, enquanto profissionais trabalham para proteger e ampliar seu patrimônio de maneira exclusiva e dedicada.
Ou seja, é um modelo para quem quer tranquilidade, segurança e resultado. Em suma, esse é o modelo ideal para quem busca:
● Resultados melhores;
● Segurança para o futuro;
● Processo personalizado;
● Tratamento exclusivo.
Quanto custa o serviço de carteira administrada?
Essa é uma pergunta que tem aquela resposta que ninguém gosta: depende.
Na verdade, tudo vai partir da empresa que vai administrar essa carteira, pois cada uma vai trabalhar com taxas específicas.
Na média do mercado financeiro, as taxas administrativas ficam entre 0,5% e 2% do valor investido.
Por isso, é uma modalidade de investimento mais indicada para quem já tem um bom patrimônio, mas não tem tempo para administrar.
O que avaliar em uma empresa para contratar o serviço?
O ponto principal a ser considerado é a credibilidade. Afinal, você vai estar depositando parte do seu patrimônio na mão de um terceiro, então é importante que haja confiança.
Busque por empresas idôneas, que trabalham com profissionais certificados e tenham resultados para comprovar sua eficiência.
A oferta no mercado é grande, porém tem muita gente que apenas busca se aproveitar de novos investidores desavisados.
Dessa forma, busque empresas com gestores profissionais, registrados e autorizados pela CVM, que isso é uma boa chancela de credibilidade.
Selecionar um parceiro autorizado pela CVM
A Comissão de Valores Monetários, também conhecida apenas como CVM, é a entidade federal diretamente vinculada ao Ministério da Fazenda, que legisla e regula sobre as transações do mercado financeiro.
Todas companhias que administram carteiras administradas entre outros tipos de investimento, precisa estar devidamente cadastrada e em dia com as obrigações impostas pela CVM.
É de responsabilidade do órgão fiscalizar e autuar empresas que operam no mercado financeiro de forma irregular.
Portanto, sempre que for buscar uma gestora para seus investimentos, certifique-se de que esteja totalmente regularizada na CVM, pois a entidade é um indicativo da idoneidade da empresa que vai cuidar do seu dinheiro.
Porte para conseguir as melhores negociações
Ter uma carteira administrada por uma gestora competente pode ajudar a atender vários objetivos do investidor.
Um deles é o aumento de capital no curto ou médio prazo, quando a opção for por um portfólio mais arrojado, e dessa forma aumentar a capacidade de negociação para buscar novos investimentos.
A vantagem de uma carteira diversificada é poder fazer apostas em ativos promissores, sem comprometer o patrimônio.
Por isso, busque uma empresa com profissionais que consigam traçar um plano de ação que auxilie na conquista do seu objetivo, sempre trabalhando com a menor margem de risco possível
Histórico comprovado no mercado
No fim das contas, o que destaca uma empresa das suas concorrentes são os cases de sucesso.
É jargão no mercado que: “lucros passados não garantem lucratividade no futuro”. Porém, ter sua carteira administrada por uma empresa experiente que já mostrou um bom trabalho é sempre mais reconfortante.
Até porque, é muito mais fácil quem já fez sucesso replicar a dose, do que um concorrente que nunca mostrou nada.
Na hora de analisar o destino dos seus investimentos, leve em conta o bom trabalho, de empresas que são destaques no mercado.
Serviço de carteira administrada com a Portofino Multi Family Office
Aqui, na Portofino Multi Family Office, oferecemos este serviço. Somos um escritório especializado em todo o processo de planejamento e gerenciamento de patrimônio.
Nosso objetivo é apresentar uma metodologia de investimentos moderna, sofisticada e, principalmente, personalizada para cada pessoa, família e empresa que atendemos.
Com profissionais treinados e experientes no assunto, oferecemos o serviço de Carteira Administrada para clientes no Brasil e no exterior.
Enfim, ter uma carteira administrada pode ser a sua porta de entrada para o mundo dos investimentos, e assim agregar muito mais valor ao seu patrimônio atual.
O seu tempo é precioso, tanto quanto seus ativos, assim, deixar quem entende do assunto cuidar do seu dinheiro é fundamental para multiplicar o patrimônio de forma segura e com resultados mensuráveis.
Conheça os serviços exclusivos da Portofino Multi Family Office e veja como podemos administrar sua carteira de investimento com excelência.