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Eleição americana: o primeiro debate entre Donald Trump e Joe Biden

Eleição americana: o primeiro debate entre Donald Trump e Joe Biden

por danielbarbuglio | 28 jun 2024 | Investimentos Internacionais, Family Office, Wealth management

(Tempo de leitura: 9 minutos)

O que você precisa saber:
Donald Trump e Joe Biden se enfrentaram no primeiro debate presidencial em 2024, e tiveram que discutir sobre temas relevantes para o resultado das eleições, como economia, imigração, política externa e mais.


Nesta quinta-feira (27), o pontapé inicial na campanha eleitoral americana foi dado com o primeiro debate entre Donald Trump e Joe Biden. Em um debate diferente do que ocorreu em 2020, com mais civilidade e um pouco de posicionamento político, os insultos e ataques pessoais foram frequentes. 

Trump se apresentou um pouco diferente de como costuma aparecer. Apesar de trabalhar com um conteúdo agressivo contra Biden e atacar o adversário de forma firme, o ex-presidente se mostrou mais contido e passando uma imagem mais serena ao falar com bastante efetividade e calma, porém sendo acusado de disseminar muitas mentiras.. Por outro lado, por muitas vezes tentou se esquivar de perguntas mais ríspidas dos mediadores, como quando questionado sobre a invasão no Capitólio e a denúncia de fraude nas últimas eleições.

No lado democrata, a repercussão não foi positiva para o presidente Biden. Uma das maiores preocupações do eleitorado americano é a idade do candidato, de 81 anos, e se ele ainda tem energia e condições de saúde para comandar o país. E ao que parece Biden não conseguiu passar essa sensação. Com um começo devagar e com dificuldades em atacar seu adversário, o presidente passou uma sensação de fragilidade, com momentos de lapso, dificuldades de concluir um raciocínio e uma rouquidão aparente. Entretanto, quanto mais o debate caminhava, Biden conseguiu também se mostrar agressivo contra Trump, o chamando de “mentiroso” e “condenado”. 

Economia

Logo de início, economia foi o tema de discussão. O atual presidente afirmou que herdou um cenário econômico “caótico”, além de dizer que Trump sentia “orgulho” de fazer uma economia que beneficiava os ricos e punia os pobres. O republicano foi categórico ao dizer que “fez a melhor economia da história do país” e que “todos os outros países copiaram o seu modelo”. “Fizemos um trabalho excelente e tudo estava indo muito bem até o covid”, concluiu Trump.

Porém, não demorou muito para a imprensa começar a fazer os “fact check” do debate. Em publicação nas redes sociais, a CBS desmentiu o ex-presidente e concluiu que o seu mandato não foi responsável pela “melhor economia da história do país”.

Imigração

Outro hot topic para essa eleição é a imigração. Essa questão sempre foi amplamente debatida entre os americanos, mas ganhou proporções ainda maiores nos últimos anos, especialmente após o ex-presidente dizer que construiria um muro na fronteira com o México. O número de imigrantes atingiu uma máxima histórica em dezembro, com 249.785 prisões na divisa mexicana, um aumento de 31% em relação a novembro e de 13% em relação a dezembro de 2022, o recorde anterior

Sobre este assunto, Trump não poupou esforços para atacar o adversário e a todo momento que tinha oportunidade tocava neste tópico. O candidato do partido republicano falou que Biden criou empregos para imigrantes ilegais e ressaltou que tinha a fronteira mais segura da história do país, além de acusar Biden de “abrir a fronteira para criminosos e terroristas”. O democrata, por sua vez, se defendeu dos ataques e refutou que entraram criminosos e terroristas pelas fronteiras.

Aborto

Esse assunto é encarado como a questão social de maior discussão para os democratas, e foi por isso que Biden se mostrou mais ativo nessa discussão e apontando dedos para Trump. A todo momento o presidente destacou que a decisão do aborto é uma conversa entre a mulher e o médico e que os políticos não podem tomar decisões sobre a saúde da mulher.

Já Trump se mostrou mais ponderado nesse tema, o qual é importante para tentar angariar votos de pessoas que ainda estão indecisas ou mais indicadas a votar em Biden. O ex-presidente falou que não irá proibir medicamentos e que sua intenção sempre foi dar a cada Estado o poder de determinar suas próprias leis sobre o assunto. Ele também comentou que é a favor do aborto em casos de crime, como estupros, mas disse que Biden é radical por ser a favor do aborto em qualquer situação.

Biden se defendeu das acusações, citou os casos de muitas mulheres que são estupradas e não tem mais o direto do aborto e se mostrou contrário a deixar o poder na mão dos Estados ao apoiar uma Lei Federal sobre o assunto.

Política externa

As guerras entre Rússia e Ucrânia e Israel e Palestina também ganharam espaço no debate, também com ataques de um ao outro.

Sobre a guerra no leste europeu, Biden acusou Trump de encorajar Putin a fazer o que ele quisesse e foi além ao afirmar que o presidente da Rússia quer restabelecer o império soviético e dominar os países da região. Nesta questão, Trump disse que o democrata não é respeitado e por isso Putin invadiu a Ucrânia. Ele ainda chegou a dizer que é culpa de Biden a Rússia ter invadido a Ucrânia e que já teria resolvido a questão se fosse presidente.

No Oriente Médio, o republicano também colocou a culpa no democrata, o qual falou que é o grande apoiador de Israel, que quer eliminar o Hamas, mas citou que é preciso ter cuidado com a questão humanitária.

Invasão ao Capitólio e resultado das eleições

Como era de se esperar, Trump evitou falar sobre esse assunto, se defendeu e a todo momento tentava atrair a atenção para outras questões, mas argumentou que solicitou mais segurança para aquele dia. Quando questionado se aceitaria o resultado das eleições, disse que sim, contudo que fossem justas e limpas, apesar de ter tentado se esquivar da pergunta.

Biden aproveitou a ocasião e foi incisivo contra Trump. Disse que o republicano não pediu para que as pessoas parassem a invasão e, para finalizar, foi contundente sobre o fracasso do ex-presidente em admitir a derrota há quatro anos: “Você não suporta a derrota”.

Quem é o melhor no golfe?

Assim como em todos os debates eleitorais, tivemos um momento particular entre Biden e Trump quando os dois começaram a discutir quem é melhor no golfe. O momento rendeu piadas nas redes sociais e para analistas internacionais é por momentos como esse que não é difícil compreender a razão de os eleitores dizerem nas pesquisas de opinião que não querem participar na escolha que lhes foi oferecida este ano.

A eleição americana ocorre somente em novembro e até lá muita coisa ainda irá acontecer. O debate ocorreu antes mesmo de cada americano ser formalmente nomeado nas suas respectivas convenções e a repercussão pode impactar os rumos. Por fim, depois do embate, o visual apático de Biden e sua performance no início do debate não tranquilizou o Partido Democrata e alguns correspondentes comentaram que membros partidários começaram a discutir uma possível substituição do candidato na corrida presidencial, apesar de não ser uma decisão fácil.

O “Segundo capítulo: a revanche” entre Trump e Biden está apenas começando.

Neste link, você consegue acompanhar o debate, em inglês, na íntegra.


Este é um texto apartidário e tem por objetivo apenas informar sobre as eleições americanas, sem nenhuma preferência, inclinação ou envolvimento com partidos, ideologias ou debates políticos.

ETF: o que é, benefícios e mais

ETF: o que é, benefícios e mais

por danielbarbuglio | 31 maio 2024 | Investimentos Internacionais, Análise de Mercado, Family Office, Wealth management

(Tempo de leitura: 2 minutos)

O que você precisa saber:
Um Exchange-Traded Fund (ETF), ou fundo de índice, é um fundo de investimento negociado na Bolsa de Valores. A maioria dos ETFs acompanham um índice, como o de ações ou de títulos de renda fixa.


O material produzido pela nossa equipe de Investimentos Internacionais explica o que é ETF e a importância desses fundos na composição de portfolio. A apresentação fala como os estudos de mercado apontam a importância da diversificação de alocação, um dos principais benefícios dos ETFs. Além disso, o investimento nessa classe de fundos traz outros benefícios, como: baixo custo, liquidez, transparência e tributação.

Baixe e confira o material completo para tirar possíveis dúvidas sobre os Exchange-Traded Funds (ETFs).

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O dilema do crescimento

O dilema do crescimento

por danielbarbuglio | 31 maio 2024 | Family Office, Investimentos Internacionais, Wealth management

(Tempo de leitura: 5 minutos)

O que você precisa saber:
O mercado financeiro utiliza muitas nomenclaturas e siglas, como “Value” e “Growth”, que refletem diferentes estratégias de investimento. O texto destaca a trajetória de empresas de crescimento, como a Uber, que enfrentam desafios ao buscar expansão acelerada.


O mercado financeiro tem a mania de criar nomenclaturas e siglas para tudo, como se tivesse um vocabulário único (relembre de alguns que explicamos neste artigo: Glossário Portofino). 

Uma das principais discussões entre investidores é a de quais são as melhores empresas para investir: as de valor (Value) ou crescimento (Growth). De fato, não há uma resposta absoluta, as duas estratégias possuem características e objetivos diferentes. Nesse texto, vamos desmistificar um pouco da segunda tese e trazer desafios enfrentados pelos fundadores e gestores dessas empresas ao longo do tempo.

Na realidade, todo negócio de sucesso já passou por essa fase, faz parte do processo, mas o mundo é repleto de histórias de empresas que aspiram crescimento exponencial a qualquer custo e acabam se deparando com uma realidade completamente diferente. Um termo que frequentemente acompanha esse fenômeno é o cash burn – queima de caixa – que se refere à rapidez com que uma empresa gasta seu capital para sustentar seu crescimento. Empresas como Amazon, Tesla, Netflix, Airbnb e Twitter utilizaram esse método, mas um exemplo emblemático é a Uber. A empresa de transporte iniciou com um serviço de excelência, mas enfrentou dificuldades em manter o mesmo nível de qualidade após uma expansão global acelerada. 

O que me motivou a escrever esse texto foi uma simples conversa com um motorista da Uber que fez parte da primeira leva de condutores em São Paulo. Em meados de 2015, quando a empresa estava focada na expansão, havia treinamentos esporádicos de como se portar com o cliente, como reagir a situações inusitadas, como puxar uma conversa ou saber a hora de ficar calado e outras habilidades sociais para dar uma boa experiência e ganhar as tão desejadas “5 estrelas”. 

Naquela época, estar bem ranqueado gerava mais incentivos para novas corridas e, consequentemente, mais dinheiro no bolso. Para o bem-estar dos motoristas, a Uber também disponibilizava pontos estratégicos na cidade onde podiam parar os seus carros, descansar, comer alguma coisa ou interagir com colegas. Criava-se uma cultura entre eles e olha que nem mencionei as balas e águas que ganhávamos nas corridas. 

Era uma relação ganha-ganha, o motorista feliz gerava clientes satisfeitos e maior fluxo de corridas. Isso era o crescimento, o futuro da empresa dependia disso, porém, em sua sede nos Estados Unidos, os números não estavam indo tão bem assim. A empresa enfrentava outros desafios também – aproveito para recomendar a série “Super Pumped: The Battle for Uber” que conta bastante sobre esse caso -, mas o fato é que o fascínio pelo crescimento ficou insustentável ao ponto de terem que tirar o fundador do cargo de CEO em 2017. O novo diretor assumiu com três objetivos principais: mudar a cultura, fazer o IPO (abrir capital na bolsa, que aconteceu em 2019) e virar o fluxo de caixa para positivo. Esse último acontecimento só foi ocorrer em 2022, depois de um árduo processo de corte de custos. 

A conclusão de tudo isso é que o crescimento é uma peça-chave para o sucesso das empresas, impulsionando inovação e expansão, é ele que diferencia as líderes de mercado das empresas comuns. No entanto, deve ser gerenciado com cautela para evitar gastos excessivos.

Quando a busca pelo crescimento se torna descontrolada, o risco de desperdício financeiro e cash burn aumenta, afetando a qualidade do serviço e impactando negativamente os clientes. Portanto, equilibrar o crescimento com a responsabilidade financeira é essencial para garantir que a expansão seja sustentável e estruturada, para que os clientes continuem a receber um serviço de qualidade e personalizado. 

Na Portofino, trabalhamos com um rigoroso processo de escolha das empresas nas quais investimos, buscando sempre um equilíbrio entre potencial de crescimento e sustentabilidade financeira. Analisamos relatórios detalhados fornecidos por nossos bancos parceiros, realizamos uma avaliação de risco própria e submetemos ao comitê para aprovação. 

Nossas decisões são colegiadas, envolvendo equipes tanto onshore quanto offshore, assegurando que as áreas tenham espaço para trazer os seus pontos e perspectivas, sejam elas positivas ou negativas. Assim que aprovado, cada equipe fica encarregada de alocar os recursos conforme perfil de risco dos clientes, monitorar os preços diariamente e reportar qualquer evento ou alteração da perspectiva, se necessário. 

Esse cuidado e metodologia nos permitem identificar oportunidades de crescimento, mas com o objetivo central de proteger o capital dos nossos clientes e garantir que nossas escolhas estejam alinhadas com seus objetivos de longo prazo.

Fernando Godoy cursou Administração de Empresas na FGV com foco em Gestão Estratégica, atuou por 2 anos em empresa de capital aberto e possui 8 anos de experiência no mercado financeiro, com ênfase em investimentos internacionais. Está no time da Portofino MFO há 6 anos, 4 deles como sócio.

Biden x Trump: a eleição americana é o grande evento do ano

Biden x Trump: a eleição americana é o grande evento do ano

por danielbarbuglio | 30 abr 2024 | Investimentos Internacionais, Family Office, Wealth management

(Tempo de leitura: 4 minutos)

O que você precisa saber:
A eleição americana de 2024 promete uma disputa acirrada entre Donald Trump e Joe Biden, com temas como economia, imigração e política externa em destaque.


As eleições americanas deste ano despertam grandes expectativas, com a “revanche” entre Donald Trump e Joe Biden adicionando um elemento extra de tensão a esse evento político crucial. Em um momento no qual as questões geopolíticas globais estão especialmente delicadas e o cenário econômico requer cuidado e atenção, o vencedor dessas eleições assumirá o comando de uma nação com importantes decisões a serem tomadas, incluindo o posicionamento em relação à guerra no leste europeu, as relações com a China e o envolvimento no conflito no Oriente Médio.

Os prognósticos apontam para uma disputa acirrada entre os dois candidatos. O nosso Co-CIO e responsável pelas operações internacionais, Adriano Cantreva, que reside nos Estados Unidos, explica que, embora a economia americana esteja crescendo, a inflação e os juros altos estão pesando negativamente para o presidente, o que desperta uma visão pessimista no eleitor e prejudica a sua popularidade.

Com a economia sendo um ponto negativo para Biden, as questões sociais ganham destaque na tentativa de reverter o cenário. Enquanto, o atual presidente e os democratas enxergam o aborto como a questão social de maior discussão, para grande parte do eleitorado de Trump, a imigração é o tema central, representando um ponto de fraqueza de Biden.

Essa questão sempre foi amplamente debatida entre os americanos, mas ganhou proporções ainda maiores nos últimos anos, especialmente após o ex-presidente dizer que construiria um muro na fronteira com o México. O número de imigrantes atingiu uma máxima histórica em dezembro, com 249.785 prisões na divisa mexicana, um aumento de 31% em relação a novembro e de 13% em relação a dezembro de 2022, o recorde anterior.

Além disso, a disputa nas urnas também deve passar pela política externa e geopolítica. Em um contexto global de guerras, o posicionamento e discurso dos dois candidatos podem angariar ou afastar votos, ao mesmo tempo que interfere no futuro dos conflitos no Oriente Médio e no Leste Europeu.

Por fim, Trump, que lidera as pesquisas até o momento, inclusive nos swing states – estados onde os resultados são imprevisíveis e podem balançar entre os partidos Democrata e Republicano, precisa lidar com os desafios impostos pelas questões judiciais durante sua campanha. O ex-presidente enfrenta uma série de processos que ameaçam minar sua credibilidade e impactar sua capacidade de conquistar eleitores indecisos. Enquanto Trump busca manter o foco em suas realizações durante seu mandato anterior, os processos judiciais lançam uma sombra sobre sua imagem pública e alimentam a narrativa de algumas pessoas que ele não é um candidato totalmente confiável.

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Desmistificando a marcação a mercado

Desmistificando a marcação a mercado

por danielbarbuglio | 29 abr 2024 | Investimentos Internacionais, Análise de Mercado, Family Office, Wealth management

(Tempo de leitura: 2 minutos)

O que você precisa saber:
“Mark to Market” (abreviado como MTM) refere-se à prática de avaliar ativos com base em seus preços de mercado atuais. Este método de valoração reflete o valor mais atualizado de um investimento, ao contrário de depender do custo histórico. É muito utilizado na indústria financeira, especialmente para instrumentos como ações, títulos e derivativos.


Neste material produzido pela nossa equipe de Investimentos Internacionais, além de saber o que é marcação a mercado, você também será apresentado a exemplos desse conceito e aos fatores de risco que influenciam o preço de um título de renda fixa.

Para tirar dúvidas sobre marcação a mercado, baixe o material completo no botão abaixo.

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Novas regras de tributação de investimentos no exterior

Novas regras de tributação de investimentos no exterior

por danielbarbuglio | 20 mar 2024 | Family Office, Investimentos Internacionais, Wealth management

(Tempo de leitura: 2 minutos)

O que você precisa saber:
Após a publicação da Lei nº 14.754, em 12 de dezembro de 2023, foi publicada na semana passada a Instrução Normativa da Receita Federal do Brasil (IN RFB) nº 2.180 de 2024, sobre a tributação de aplicações financeiras no exterior, offshores e trusts.


Com uma linguagem simples e termos comerciais, preparamos um resumo das novas regras sobre tributação de investimento no exterior indicando o novo padrão de tributação estabelecido para as pessoas físicas, o regime alternativo de transparência fiscal e a opção única de atualização que pode ser exercida em 2024.

O foco desse material são as orientações para investidores que possuem offshores exclusivas ou detidas em conjunto com familiares, que possuem investimentos financeiros e renda passiva, sem atividade operacional. São estruturas consideradas “controladas” e que, a princípio, estão sujeitas à tributação anual prevista em lei.

A Portofino Multi Family Office não fornece opiniões legais, nem aconselhamento jurídico de qualquer natureza. Recomendamos que você consulte um advogado ou assessor tributário/contábil para orientações específicas.

Faça o download do material completo abaixo.

Tributação de offshores e aplicações financeiras no exteriorBaixar

Além disso, não se esqueça da DCBE

Não se esqueça que também estamos no período de entrega da DCBE (Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior) ao Banco Central. O prazo vai até o dia 05/04/2024, às 18h, com o reporte do valor de mercado em 31.12.2023 dos ativos detidos no exterior.

A DCBE não traz nenhuma obrigação fiscal e não foi alterada pela Lei nº 14.754 de 2023.

Você pode fazer o download do Guia que preparamos sobre a DCBE.

Guia DCBE anual 2024Baixar

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