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Gestão Dinâmica | Tarifas de Trump: o governo nas cordas ganha uma nova narrativa

Gestão Dinâmica | Tarifas de Trump: o governo nas cordas ganha uma nova narrativa

por danielbarbuglio | 11 jul 2025 | Análise de Mercado, Family Office, Wealth management

(Tempo de leitura: 6 minutos)

O que você precisa saber:
Nos últimos dias, o presidente Donald Trump impôs uma tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros. Nesta carta, o nosso sócio e CIO, Eduardo Castro, repercute os impactos dessa decisão do governo americano.


O mercado ontem debateu as consequências do tarifaço de 50% imposto pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, uma medida de cunho político que sacode a economia doméstica e os ativos locais. Contudo, para um governo já nas cordas, a crise oferece uma nova narrativa que pode desviar o foco de suas fragilidades e reacender a polarização em seu favor.

Na carta enviada ao governo brasileiro, Donald Trump justificou as tarifas como resposta à “caça às bruxas” conduzida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. Descrito como uma “vergonha internacional”, o processo foi alvo de exigência de interrupção imediata, grafada em letras maiúsculas. Trump também alegou “censura ilegal” contra plataformas americanas de mídia social e violações à liberdade de expressão. A única justificativa econômica, baseada em dados equivocados sobre déficit comercial, reforça a percepção de que a decisão é movida por antagonismo ideológico com o governo Lula, e não por fundamentos sólidos.

O argumento de uma relação comercial “injusta” não se sustenta. O Brasil é o único entre os países que receberam cartas semelhantes a apresentar déficit comercial consistente com os EUA nos últimos anos. Enquanto isso, a balança comercial americana é amplamente deficitária com parceiros como México, Canadá, China, Alemanha e Japão, expondo a fragilidade da justificativa econômica.

Impactos econômicos: moderados, mas setoriais

Os Estados Unidos são o segundo maior destino das exportações brasileiras, absorvendo, em 2024, US$ 40 bilhões, ou cerca de 11% do total, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). Os principais produtos incluem petróleo bruto (14%), semimanufaturados de ferro ou aço (13%), aeronaves e partes (11%), carne bovina (2%), café (1,7%), celulose (1,5%) e suco de laranja (1,2%).

Embora commodities possam, com o tempo, encontrar novos mercados, empresas como a Embraer e WEG seriam particularmente mais afetadas, dado o peso do mercado americano para suas vendas. Se as tarifas persistirem, o setor enfrenta perdas significativas, evidenciando a fragilidade de áreas dependentes de exportações. Setorialmente, o impacto pode não ser desprezível.

Arena política: das cordas à nova narrativa

O governo Lula já estava nas cordas, acuado por derrotas no Congresso — como a derrubada do aumento do IOF, a reversão de vetos presidenciais e a investigação de fraudes bilionárias no INSS, com potencial de minar ambições de reeleição. Contudo, a crise com Trump oferece uma oportunidade: uma narrativa de resistência ao “imperialismo americano” que pode desviar o foco das fragilidades internas e galvanizar a base petista.

A guerra de narrativas entre esquerda e direita já começou:

Esquerda: acusa Trump de violar a soberania nacional ao tentar pressionar o Executivo a interferir no STF, ferindo a separação de poderes. O PT pode explorar essa narrativa para se posicionar como defensor da independência brasileira, fortalecendo seu discurso contra o “imperialismo yankee”.

Direita: argumenta que a falta de habilidade diplomática de Lula, ao priorizar ideologia, provocou a resposta americana. Citam a negociação pragmática da presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, como um exemplo de diplomacia eficaz que o Brasil não adotou.

Ambas as perspectivas têm racionalidade, mas o caso brasileiro é complexo: como negociar sem comprometer a soberania ou interferir no STF? Para o governo, estar nas cordas já era uma realidade; agora, a crise com Trump oferece um contra-ataque narrativo que pode reenergizar sua base.

Reação dos mercados e o papel de Bolsonaro

Os mercados reagiram com volatilidade moderada: segundo dados de ontem, até o final do dia, os juros futuros abriram 0,20%, o câmbio desvalorizou 0,8% e o Ibovespa caiu menos de 2%. Essa resposta contida reflete a aposta no padrão “TACO” (Trump Always Chickens Out, ou “Trump Sempre Arrega”), termo cunhado pelo Financial Times para descrever a tendência de Trump de anunciar tarifas elevadas, como contra China e União Europeia, e depois recuar ou negociar.

Interlocutores de Jair Bolsonaro sugerem que ele poderia intervir junto à Casa Branca para mitigar os impactos econômicos, já que as tarifas foram justificadas como apoio a ele. Contudo, a polarização dificulta avanços: o PT pode amplificar a narrativa de “nós contra eles”, elegendo o imperialismo americano como inimigo, enquanto Trump usa o Brasil para projetar sua força global, honrando a promessa de “Make America Great Again” (MAGA).

Conclusão: das cordas ao ringue da polarização

Como dizia Tom Jobim: “o Brasil não é para amadores”. A crise das tarifas expõe as fragilidades do governo, mas também lhe dá uma nova narrativa para sair das cordas. Ao posicionar Trump como vilão, o PT pode reacender a polarização contra bolsonaristas, desviando atenções de escândalos e derrotas. Os mercados, por ora, precificam volatilidade, mas apostam em um recuo de Trump. Se o padrão “TACO” prevalecer, o estrago econômico pode ser menor, mas o impacto político já alimenta a imprevisibilidade das eleições de 2026.

Cenas dos próximos capítulos.

Eduardo Castro
Sócio | Chief Investment Officer

“Gestão Dinâmica” é um boletim com pontos relevantes do mercado comentados pelo nosso Chief Investment Officer, Eduardo Castro.

Inflação de junho pressiona, mas pior momento parece ter passado

Inflação de junho pressiona, mas pior momento parece ter passado

por danielbarbuglio | 10 jul 2025 | Análise de Mercado, Family Office, Wealth management

(Tempo de leitura: 2 minutos)

O que você precisa saber:
O IPCA (índice oficial de inflação) de junho ficou acima do esperado pelo mercado (0,20%), mas desacelerou em relação a maio (0,24%, ante 0,26%). No acumulado de 12 meses, porém, houve uma leve alta (de 5,32% para 5,35%).


Inflação dos núcleos (medidas que o BC acompanha de perto):
Algumas dessas medidas subiram mais que o esperado, como serviços (0,44%, ante 0,42%). No entanto, os indicadores suavizados (que mostram tendências) melhoraram significativamente.

  • Indústria: queda de 4,6% para 3,5% em 3 meses.
  • Serviços: queda de 7,4% para 3,5% em 3 meses.
  • Média dos núcleos de inflação: queda de 5,3% para 4,8% em 3 meses.

Conclusão
Apesar de algumas pressões, a inflação de junho reforça que o pior momento já passou. O número não é tão bom quanto os anteriores, mas também não é ruim. A melhora nos indicadores de tendência apoia a visão do Banco Central de que os juros altos já estão fazendo efeito na economia e terão impacto ainda maior no futuro.

Thomás Gibertoni
Sócio | Portfolio Manager

É formado em Administração pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) e possui certificações CGA e CGE. Thomás passou pelo Banco Santander e antes de chegar à Portofino foi Portfolio Manager na Claritas Investimentos.

Powell e Lagarde se encontram em Portugal para falar sobre juros, tarifas e inflação

Powell e Lagarde se encontram em Portugal para falar sobre juros, tarifas e inflação

por danielbarbuglio | 1 jul 2025 | Wealth management, Family Office, Investimentos Internacionais

(Tempo de leitura: 4 minutos)

O que você precisa saber:
Nesta semana, alguns dos nomes mais importantes do mundo dos bancos centrais estão reunidos em Sintra, Portugal, para o tradicional fórum do Banco Central Europeu. E o painel desta terça-feira (1) reuniu duas figuras de peso: Christine Lagarde, do BCE, e Jerome Powell, do Fed.


Como era de se esperar, o trio “tarifas, juros e inflação” dominou a conversa.

Powell foi direto ao ponto: com a economia americana ainda mostrando força, o Fed prefere manter os juros como estão — pelo menos por enquanto. “Acreditamos que o mais prudente é esperar, entender melhor os efeitos das tarifas e observar os dados”, afirmou.

Segundo ele, a política tarifária tem segurado cortes que, de outro modo, talvez já tivessem acontecido. “Se você ignorar as tarifas, a inflação está se comportando exatamente como esperávamos”, comentou. E completou: “A economia americana está em uma posição muito boa. No geral, estamos saudáveis”. Para embasar, citou a inflação em 2,3% e o desemprego em 4,2%.

Sobre os efeitos das tarifas na inflação, o presidente do Federal Reserve explicou que o comitê do BC não esperava manifestação neste momento, mas que espera uma inflação um pouco maior no verão. ”Ela pode vir mais tarde ou mais cedo do que esperávamos”, disse.

Questionado se podemos ver corte de juros ainda este ano, ele respondeu: “Vamos ponderar se podemos seguir com reduções de juros ainda neste ano, vamos monitorar o que aparece e não aparece na inflação e também observar o mercado de trabalho. Mas uma maioria do comitê enxerga que seria apropriado começar a reduzir os juros no decorrer das próximas quatro reuniões”.

As declarações dadas pelo presidente acontecem poucos dias após novas críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Após sugerir até que poderia demitir Powell e chamá-lo de “burro e teimoso”, por não cortar os juros, Trump chegou a escrever uma carta à mão com um ranking das taxas de juros de diversos países ao redor do mundo.

Enquanto isso, do outro lado do Atlântico, o BCE tem sido mais ativo: já cortou os juros oito vezes no último ano. Mas Lagarde manteve o tom de cautela: “os dados vão dizer. Nós estamos determinados a continuar analisando os dados, decidir a partir de cada encontro e não se comprometer com nenhum movimento previamente sobre o caminho dos juros”.

Ainda ontem, durante discurso de abertura do evento, a presidente do BC reiterou que o “trabalho não está terminado” contra a inflação. Apesar de se manter vigilante, ela destacou a importância de atingir a meta de 2% após anos de desafio político para estabilizar a inflação.

Por fim, mesmo com a prévia da inflação na Zona do Euro voltando a subir para 2% em junho (a primeira alta desde janeiro), Lagarde mostrou confiança: “Estamos em uma boa posição para atingir o objetivo e navegar nas águas turbulentas que antecipamos”.

Super Quarta | Análise: BC eleva Selic para 15% ao ano, enquanto Fed mantém taxa de juros inalterada

Super Quarta | Análise: BC eleva Selic para 15% ao ano, enquanto Fed mantém taxa de juros inalterada

por danielbarbuglio | 18 jun 2025 | Family Office, Análise de Mercado, Investimentos Internacionais, Wealth management

(Tempo de leitura: 4 minutos)

O que você precisa saber:
O Banco Central do Brasil aumentou a taxa de juros em 0,25 ponto percentual, para 15%, e sinalizou a manutenção da taxa restritiva por tempo prolongado. Nos EUA, o Federal Reserve manteve a taxa inalterada pelo quarto encontro consecutivo.


O Federal Reserve manteve as taxas de juros inalteradas na reunião de hoje, na faixa entre 4,25% e 4,50%, mas ainda projeta realizar dois cortes até o fim do ano. A autoridade monetária reconhece que a inflação segue um pouco acima do desejado, especialmente com o impacto de novas tarifas sobre bens importados, o que traz incertezas adicionais.

Por outro lado, o crescimento econômico dos EUA deve ser um pouco mais moderado à frente. Embora haja opiniões divergentes dentro do próprio Fed sobre o ritmo e o momento dos cortes, a sinalização central continua sendo de um processo gradual e cuidadoso, à medida que os dados econômicos evoluem.

Adicionalmente, o conflito atual entre Irã e Israel adiciona novos riscos geopolíticos, especialmente sobre o preço do petróleo, o que pode gerar mais volatilidade e incerteza nos mercados. Diante desse cenário, mantemos uma postura conservadora e seletiva na alocação dos portfólios.

Burton Mello
Portfolio Manager


O Banco Central (Copom) decidiu elevar a taxa básica de juros (Selic) para 15% ao ano, com um novo aumento de 0,25 ponto percentual. A medida reflete a preocupação da autoridade monetária com o controle da inflação, mesmo em um cenário econômico já marcado por juros elevados.

No comunicado oficial, o tom foi bastante firme, indicando que os juros devem se manter em um patamar alto por um tempo prolongado—uma estratégia conhecida como política monetária contracionista, que busca frear o consumo e, assim, reduzir a pressão sobre os preços.

O Copom também destacou que os riscos para a inflação estão equilibrados, ou seja, há possibilidades de tanto alta quanto queda nos preços no futuro. No entanto, a análise do Banco Central sugere que as pressões inflacionárias—como o aumento de custos ou a alta da demanda—parecem mais prováveis no momento.

Thomás Gibertoni
Sócio e Portfolio Manager

Alterações de IOF e IR

Alterações de IOF e IR

por danielbarbuglio | 13 jun 2025 | Planejamento, Análise de Mercado, Family Office, Sucessão

(Tempo de leitura: 2 minutos)

O que você precisa saber
Na última quarta-feira (11), o governo federal publicou duas medidas que alteram as regras de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e de tributação de imposto de renda sobre rendimentos financeiros no Brasil e exterior.


O nosso time de Wealth Planning preparou um material para te ajudar a entender as principais mudanças e seus impactos.

Decreto nº 12.499 e Medida Provisória nº 1.303 de 2025 | Alterações de IOF e IR Baixar
Esfera Brasil | Reformas: todo mundo sabe o que fazer

Esfera Brasil | Reformas: todo mundo sabe o que fazer

por danielbarbuglio | 10 jun 2025 | EsferaBR, Family Office, Multi Family Office

(Tempo de leitura: 5 minutos)

O que você precisa saber:
O primeiro dia do 4º Fórum Esfera Brasil teve a presença dos governadores do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, além dos ministros dos Transportes e Cidades.


Por Esfera Brasil

O primeiro dia do 4º Fórum Esfera Brasil foi marcado por discursos contundentes pela defesa de reformas estruturantes para destravar o potencial de crescimento brasileiro. Nomes de peso dos setores público e privado chegaram ao consenso de que o País precisa avançar em reformas políticas e econômicas, na melhoria da governança e em marcos regulatórios de infraestrutura.

“Diagnósticos precisos são feitos no Brasil há muitos anos. O que faz a diferença é saber o que fazer, ter coragem para fazer e ter uma estratégia. É difícil implementar mudanças estruturais no Brasil”, disse o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes.

Em um cenário de restrições orçamentárias e pressões por responsabilidade fiscal, a convergência entre diferentes atores do setor produtivo e representantes do governo apontou para um consenso: sem a revisão de regras e benefícios fiscais, não há ambiente seguro para investimentos de longo prazo. É o que enfatizou o ministro dos Transportes, Renan Filho, ao defender uma reavaliação dos objetivos de isenções tributárias.

“Eu defendo que delimite-se um prazo para fazer uma avaliação dos benefícios [tributários], porque alguns não cumprem seu objetivo. Isso é gasto também. E a gente chama de incentivo fiscal porque é utilizado um eufemismo para não falar em gasto. Isso é fundamental para ajudar o Brasil”, declarou o ministro.

A posição foi reiterada pelo ministro das Cidades, Jader Filho, que defendeu o questionamento sobre o retorno dos benefícios fiscais para a sociedade brasileira. “Benefício fiscal não pode ser para a vida toda. A sociedade não pode pagar por determinado setor econômico do Brasil sem ter um benefício de volta. Quando você está no setor privado, você precisa ter clareza disso. A gente precisa questionar o retorno que a sociedade tem em relação a isso.”

Em contraponto, Bruno Dantas, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), ponderou a necessidade de o Executivo olhar para as despesas e revisar gastos como, por exemplo, os supersalários do funcionalismo público.

Reforma política

“Consistência política, acho que é o que é mais urgente para o Brasil”, afirmou o governador do Pará, Helder Barbalho. A frase ilustra bem o discurso feito por entes federativos presentes no evento. A defesa também ressoou nos discursos dos governadores do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e de Minas Gerais, Romeu Zema.

Segundo diagnóstico de Barbalho, a relação entre Executivo e Congresso Nacional precisa de ajustes, de forma a incutir mais responsabilidades aos parlamentares sobre os projetos que votam.

“O que estamos vendo é uma relação política precária, que faz com o que nós tenhamos uma modalidade de semiparlamentarismo em que se dá os benefícios sem dar as responsabilidades ao Parlamento”, avaliou.

Já o governador carioca apontou a necessidade de uma mudança cultural nos formadores de políticas públicas. “É mais importante entregar um Estado equilibrado do que você ficar com dinheiro na mão. Fazendo gastança, o País não sairá do lugar.”

Infraestrutura

Nas discussões sobre infraestrutura e atração de investimentos estrangeiros, realizadas com a curadoria da Agência iNFRA e Instituto Esfera, respectivamente, representantes dos entes federativos e técnicos também comentaram sobre os investimentos nos estados e a necessidade de avanço na regulamentação de legislações aprovadas pelo Congresso Nacional.

A fragilidade foi apontada por Sérgio Guerra, conselheiro do Instituto Esfera e especialista da Fundação Getulio Vargas (FGV): “Eu diria que não precisa nem de uma grande reforma para o País em termos de infraestrutura. Mas precisamos fazer um fortalecimento da governança regulatória, e uma intervenção para que você tenha a aplicação da lei”.

A ideia foi reforçada por Renata Herani, presidente da Tecnobank. “A gente tem ambiente regulatório adequado e, apesar de muitas vezes termos boas leis, elas dependem de regulamentação para surtirem o efeito esperado”, ponderou.

Somos parceiros da Esfera BR, uma iniciativa independente e apartidária que fomenta o pensamento e o diálogo sobre o Brasil, um think tank que reúne empresários, empreendedores e a classe produtiva. Todas as opiniões aqui apresentadas são dos participantes do evento. O nosso posicionamento nesta iniciativa é o de ouvir todos os lados, neutro e não partidário.

Clique aqui para ler sobre outras personalidades e eventos promovidos pela Esfera BR e Portofino MFO.

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