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Portofino
Administradora de bens especializada em famílias milionárias chega a Curitiba

Administradora de bens especializada em famílias milionárias chega a Curitiba

por danielbarbuglio | 12 maio 2022 | Multi Family Office, Family Office

Para ler a matéria no portal Gazeta do Povo, clique aqui.

Com escritórios montados em São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife e Nova Iorque, a Portofino Multi Family Office abriu recentemente uma sede em Curitiba. A empresa é especializada em gestão financeira de famílias milionárias ou de alta renda, e oferece produtos e serviços para diferentes realidades patrimoniais.

Em entrevista à Gazeta do Povo, a CEO da Portofino, Carolina Giovanella, explicou que a empresa surgiu da necessidade da própria família em gerir seu patrimônio. A maior dificuldade, apontou, era encontrar soluções que atendessem os interesses da família, e não só do banco ou da corretora contratada.

“Nós nascemos de uma maneira muito genuína, e nós temos um nível de empatia muito grande com os nossos clientes. Nós somos resultados das dores que sentíamos nesses relacionamentos permeados por conflitos de interesses com bancos e corretoras. No modelo que nós podemos chamar de padrão, o foco é no produto, que é o que esses tentam vender a todo custo, seja ou não indicado para aquele perfil de investidor. No modelo dos Family Offices, o foco é na família, para a qual será montado um plano exclusivo”, explicou.

Empresa atende clientes com patrimônio a partir de R$ 1,5 milhão

Prestes a completar uma década, a Portofino agora conta com um quadro com mais de 80 especialistas em investimentos dentro e fora do país. Em sua carteira, a empresa tem mais de R$ 12,5 bilhões de ativos em gestão junto aos mais de 500 clientes – pessoas, famílias e empresas. De acordo com a CEO, os serviços da Portofino podem ser contratados por clientes com um patrimônio mínimo de R$ 1,5 milhão, um dos menores valores do mercado – para aproveitar toda a experiência da empresa, reforça, o indicado é ter uma realidade patrimonial a partir de R$ 5 milhões.

A chegada da Portofino a Curitiba, definiu Giovanella, vem ao encontro do potencial identificado na região. De acordo com a CEO, o objetivo é atingir não só clientes na capital do estado, mas também no interior. “O interessante é que quando a gente investe junto com o cliente, nós buscamos o ganho junto a esse cliente. Se a família tiver prejuízo, nós teremos perdas também. É a principal diferença do modelo convencional, onde o cliente pode até ter prejuízo, mas a comissão dos operadores vai estar garantida. Nós pensamos com a cabeça do novo, descartando tudo o que for mais ou menos e buscando sempre o ótimo”, concluiu.

Diferenciais incluem transparência e condições exclusivas

Giovanella deu mais detalhes sobre os diferenciais de um Multi Family Office frente às opções tradicionais no mercado de investimentos. Segundo ela, são três os pilares de atuação da empresa: foco no cliente, transparência e acesso a produtos com condições exclusivas. A primeira característica, comentou a CEO, assemelha o trabalho dos consultores da empresa ao de um médico de confiança da família.

“Hoje, quando a gestão de patrimônio é feita diretamente em um banco, há todo um ambiente de eventual potencial conflito de interesses, o foco é todo voltado para o produto que o banco quer vender, seja ele indicado para aquele cliente ou não. Para quem já tem muitos imóveis dentro do portfólio, não é necessário investir em fundos imobiliários, por exemplo. Nós temos esse cuidado de diversificar a carteira, e não buscar algo que só seria interessante para a nossa empresa. Os Family Offices são como aquele médico de confiança da família. Somos os gestores de investimentos de confiança da família”, comparou.

Sobre a transparência junto aos clientes, Giovanella argumenta que a Portofino, diferente de outros players do mercado de investimentos, não possui produtos próprios. Segundo a CEO, assim tanto os analistas quanto os clientes têm mais liberdade para adequarem suas necessidades aos mais diversos produtos oferecidos pelo mercado – inclusive investimentos fora do país. Entre os pontos destacados por ela está a possibilidade de que ganhos não previstos nos investimentos voltem para os clientes.

Cashback para os clientes

“Só no ano passado, nós devolvemos mais de R$ 6 milhões em cashback aos nossos clientes. São benefícios que podem acontecer em algumas aplicações, mas que em 99% das vezes acabam sendo incorporados nos ganhos dos bancos e das corretoras. E nós devolvemos isso em benefício dos clientes, tudo para manter essa relação de transparência. O cliente nos remunera e sabe exatamente quanto a gente ganha. Se houver qualquer ganho que não seja pago pelos nossos clientes, temos o dever contratual de devolver”, confirmou.

Por fim, a CEO reforça que os clientes da empresa conseguem benefícios exclusivos que, de outra forma, seriam praticamente inacessíveis. Giovanella explicou que a atuação da empresa retira os intermediários do meio das negociações, e permite que os clientes tenham acesso a produtos financeiros “no atacado”.

“Nossos clientes se tornam pessoas unidas para, de certa forma, tirar esses intermediários do mercado de investimentos. Hoje, um ativo como renda fixa no mercado padrão, quando chega ao canal de varejo, vem com taxas piores do que aquelas que seriam obtidas pelos próprios bancos nos canais de atacado. Nós tiramos esses intermediários e levamos nossos clientes direto à possibilidade de adquirir esses produtos com as mesmas condições de atacado”, explicou.

#Portofinonamidia

#Portofinonamidia

por danielbarbuglio | 6 maio 2022 | Family Office, Mídia, Multi Family Office

Este é um resumo com as principais notícias e conteúdos da Portofino Multi Family Office, confira:

Portofino vê oportunidade para ganho real em mix de papéis pós-fixados com indexados à inflação

  • Em entrevista ao veículo Valor Econômico, Eduardo Castro (CIO) comentou sobre o momento de pressão inflacionária, tanto no Brasil quanto no exterior;
  • Neste sentido, Castro acrescentou o impacto que o conflito entre Rússia e Ucrânia tem nessa questão, além do novo surto de Covid-19 na China;
  • Edu ainda explicou um pouco sobre a posição da Portofino, falando que a recomendação da gestora foi a redução de alocação na renda variável e aumento na renda fixa.

Link para a análise completa:

https://valor.globo.com/financas/noticia/2022/05/05/portofino-v-oportunidade-para-ganho-real-em-mix-de-papis-ps-com-indexados-inflao.ghtml

Portofino vê oportunidade para ganho real mix de papéis pós-fixados com indexados à inflaçãoBaixar

Renda fixa domina com alta de juros, mas inflação pode ser ‘pegadinha’ para investidor

  • Após as decisões do Banco Central do Brasil e do Fed (banco central americano) de aumentarem as taxas de juros de suas respectivas economias, o CIO da Portofino, Eduardo Castro, falou ao Valor Econômico como esse movimento afeta as carteiras;
  • Em sua participação na matéria, Edu ressaltou o fato de os países emergentes, como o Brasil, terem antecipado o início do aperto monetário e para o brasileiro esse “gap” abriu oportunidade para investir com risco doméstico;
  • Sobre teses de investimentos, o nosso Executivo-Chefe de Investimentos falou sobre as aplicações em bolsa, que ele afirmou que a sugestão é ter posições menores e mais defensivas.

Leia a matéria completa:

https://valor.globo.com/financas/noticia/2022/05/06/com-alta-de-juros-no-brasil-e-nos-eua-renda-fixa-domina.ghtml

Renda fixa domina com alta de juros, mas inflação pode ser ‘pegadinha’ para investidor _ Finanças _ Valor Econômico (2)Baixar
Com alta de juros no Brasil e nos EUA, renda fixa dominaBaixar

Portfólio: Selic a 12,75% exige maior busca por prêmio na renda fixa, mas bolsa deve sentir pouco

  • Thomás Gibertoni, gestor de portfólio da Portofino Multi Family Office, fez uma avaliação geral das taxas de títulos de crédito privado mais interessantes do momento;
  • Além disso, Gibertoni também analisou o comunicado do Banco Central, o qual ele caracterizou como “hawkish“.
  • “O Copom deixa a porta aberta para um aumento além da próxima reunião, o que o mercado ainda não coloca na conta, que pode fazer com que as curvas de juros ‘abram’ mais do que elas estão hoje”, explicou Gibertoni.

Veja a matéria:

https://br.investing.com/news/economic-indicators/copom-tom-duro-e-possiveis-altas-adicionais-da-selic-chamam-atencao–de-analistas-996949

Portfólio: Selic a 12,75% exige maior busca por prêmio na renda fixa, mas bolsa deve sentir poucoBaixar

Estrangeiros de saída? Capital externo da B3 fica negativo em abril

  • Analisando a queda da entrada de capital estrangeiro no Brasil, Thomás Gibertoni analisou que o período de maior entrada de estrangeiros já tenha ficado para trás;
  • “O estrangeiro, que estava sustentando a alta da bolsa brasileira nos últimos meses, parou de segurar”, disse Thomas Gibertoni, gestor de portfólio da Portofino Multi Family Office.

Confira o conteúdo completo:

https://exame.com/invest/mercados/fluxo-de-estrangeiros-chegou-ao-fim-bolsa-perde-capital-externo-em-abril/

Esfera BR | Em evento, Montezano destaca “volta por cima” do BNDES e novas tendências do mercado

Esfera BR | Em evento, Montezano destaca “volta por cima” do BNDES e novas tendências do mercado

por danielbarbuglio | 28 abr 2022 | EsferaBR, Family Office, Multi Family Office

Tempo de leitura: 3 minutos

Família Portofino,

Em jantar realizado nesta quarta-feira, 27, pela Esfera Brasil, Gustavo Montezano, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento, o BNDES, compartilhou com empresários os avanços em sua gestão nos últimos três anos.

A nova realidade ESG

Montezano iniciou o jantar contando como chegou ao comando do BNDES. Ele relembrou que na época estava morando em Londres e percebeu, enquanto analisava o mercado, o aumento da procura por ativos ESG. Neste sentido, quando foi avaliar o Brasil, ele percebeu o potencial que o país teria e o quão pouco se falava sobre isso. Assim, por acreditar que seria a próxima sacada, ele decidiu voltar para o Brasil.

Além disso, ele comentou também da mudança em relação a focar em empresas pequenas e médias e usou muito a expressão “banco tridimensional”, ou seja, quando você se preocupa com a parte Social, Ambiental e Infraestrutura do país. Segundo o presidente, é para isso que o BNDES serve.

Mudança energética

Ademais, ele ressaltou a importância da transição energética. Sobre o tema, Montezano comentou que qualquer instituição tem um departamento para cuidar disso, seja para rodovias, portos, estradas, exportações, indústria e agropecuária. 

Ele destacou que é preciso aprender sobre o clima e mensurar os impactos dos financiamentos e projetos. Ainda nesse assunto, o presidente do BNDES explicou que às vezes os gastos são um pouco mais altos, porém é em detrimento de ter um rendimento melhor no futuro. Completou dizendo que isso é uma tendência irreversível, pois gera vantagem competitiva.

No campo da energia limpa, ele também dedicou um tempo do jantar para falar sobre crédito de carbono. Montezano disse que essa seria uma iniciativa do banco para financiar projetos relacionados ao mercado livre de energia e lembrou que o BNDES é o terceiro maior financiador de energia limpa do mundo e o maior estruturador de concessões ambientais. Para fechar esse tema, finalizou afirmando que o foco é a transformação do setor energético brasileiro.

Veja também: Conheça os Fundos de Investimento Exclusivos: Veja como funcionam e para quem são indicados

Volta por cima

Em um dos últimos assuntos debatidos no evento, Montezano comentou sobre o trabalho na recuperação da imagem do BNDES e disse que o banco está preparado para responder a questionamentos que podem voltar durante as eleições presidenciais deste ano.

“Implementamos uma mudança cultural no BNDES, que era um banco fechado, com medo de se expor. O banco apanhou muito em sua reputação e não vou entrar em meandros jurídicos. Mas até hoje nenhuma irregularidade foi verificada”, destacou Montezano.

O presidente do banco aproveitou para falar sobre a importância do trabalho público-privado nos últimos anos, principalmente depois das mudanças regulatórias, como saneamento e aeroportos. Na visão dele, isso traz otimismo sobre novos investimentos. Em adição, disse que o Brasil tem muito espaço de evolução no quesito, pois quando comparado com os países vizinhos, como Chile, Peru, Colômbia e México, estamos muito atrás.

Por fim, para ele, a prestação contínua de contas à sociedade transformou a imagem do banco, que hoje trabalha com a lógica de projetos, com visibilidade para a sociedade brasileira.

Clique aqui para ler sobre outras personalidades e eventos promovidos pela iniciativa EsferaBR e Portofino MFO.

Esta é uma iniciativa Portofino Multi Family Office e EsferaBR com o propósito de fomentar o diálogo entre políticos e empresários brasileiros. Todas as opiniões aqui apresentadas são dos participantes do evento. O nosso posicionamento nesta iniciativa é o de ouvir a todos os lados, neutro e não partidário.

Causa e Efeito 26.04.2022

Causa e Efeito 26.04.2022

por danielbarbuglio | 25 abr 2022 | Causa e Efeito, Análise de Mercado, Multi Family Office, Wealth management


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Tempo do áudio e leitura: 4 mins

Família Portofino,

Após um mês de março onde basicamente todas as classes de ativos performaram satisfatoriamente, caminhamos para o fim do mês com resultados menos auspiciosos. O que alterou de fato nesse ínterim para justificar a realização que observamos principalmente nos mercados acionários e, mais recentemente, na desvalorização do real? Do ponto de vista macro, não muito, é verdade. O principal tema continua a ser o desafio dos bancos centrais, principalmente aqueles dos países desenvolvidos, em lidar com uma inflação disseminada e crescente sem que suas ações afetem significativamente a atividade econômica.

Para termos noção do quão hercúlea é essa missão, segundo a revista The Economist desta semana, nos últimos 60 anos, somente em três oportunidades o banco central americano, o FED, conseguiu administrar a redução da inflação sem que houvesse uma desaceleração importante da economia. E em nenhuma delas, ele teve que lidar com um volume de estímulos tão expressivos como os de agora, uma injeção de dinheiro novo em volumes sem precedentes e taxas de juros reais negativas, portanto estimulativas, por tantos anos.

É esse equilíbrio instável entre a necessidade de se combater o aumento generalizado de preços de um lado e uma potencial recessão, do outro, que vem afetando o humor dos investidores. Agravando a situação, ainda se tem a percepção de que o FED está atrasado nesse processo corretivo. Ter que correr atrás do atraso justamente por não ter iniciado o movimento de subida de juros há mais tempo, joga sobre as expectativas a sombra do erro. Exatamente por não ter se antecipado ao problema, corre-se o risco hoje de se precisar de uma dose maior do remédio para lidar com a doença. É como se diz: a diferença entre o remédio e o veneno é a dose. E nesse caso o paciente em risco é o crescimento mundial.

Confira: Carteira administrada: Saiba o que é, como funciona e para quem serve esse serviço

No mundo, temos indutores e receptores de crescimento. Os Estados Unidos, com a China, estão entre os principais indutores. Como se não bastassem todas as dúvidas em relação às chances de um pouso suave da economia americana capaz de arrefecer o problema inflacionário, temos recentemente convivido com as incertezas geradas pela nova explosão de casos da COVID-19 na China e insistência da estratégia de restrição à mobilidade imposta pelo governo chinês. Nas últimas 4 semanas estima-se que pelo menos 25 milhões de pessoas tenham sido impedidas de deixar as suas residências. Das 100 cidades que mais contribuem para o PIB chinês, pelo menos a metade delas ainda se encontra em lockdown ou com alguma categoria de restrição. Mais uma vez o mundo se vê em risco de ter que conviver não só com a potencial redução de consumo da China bem como com eventual disrupção adicional nas cadeias produtivas globais.

As incertezas quanto a continuidade do crescimento mundial nos níveis que observamos, na margem, permanecem e continuarão a ser a principal fonte de volatilidade para os mercados por algum tempo. Nos mantemos cautelosos nas alocações privilegiando ativos de renda fixa, preferencialmente isentos. Continuamos mais defensivos na estratégia de ações, porém mais agressivos na alocação em multimercados. Na nossa opinião, os multimercados macro são, desde que escolhidos de forma correta e técnica, os ativos mais preparados para se beneficiarem dessa incerteza que não amenizará tão cedo.

Eduardo Castro

Eduardo Castro é CIO (Chief Investment Officer) na Portofino Multi Family Office.

 ”Causa e Efeito” é um conteúdo exclusivo Portofino MFO que traz uma visão técnica sobre o que acontece no mundo, na semana e seus reflexos nos mercados financeiros globais.

Ativos Alternativos: benefícios, exemplos e como investir

Ativos Alternativos: benefícios, exemplos e como investir

por danielbarbuglio | 22 abr 2022 | Análise de Mercado

De modo geral, muitos investidores ainda observam os Investimentos Alternativos como parte de uma classe exclusiva de ativos.

No entanto, a aplicação em Fundos Alternativos, como Private Equity, Distressed Assets e Event Driven, por exemplo, oferece benefícios consideráveis para o portfólio de investimentos.

Diferente do que se imagina, esses ativos são uma ótima ferramenta para proteger o investidor de grandes variações no mercado.

Afinal de contas, eles promovem a diversificação, diminuindo a volatilidade e impulsionando os retornos da carteira de ativos no longo prazo.

Pensando em te ajudar a ter mais segurança ao buscar uma melhor alocação dos seus recursos, preparamos este conteúdo completo.

Siga a leitura do artigo para saber mais sobre os Investimentos Alternativos e descobrir se eles são vantajosos para você!

Afinal, o que é um investimento alternativo?

Os Investimentos Alternativos consistem em uma classe de ativos que não se encaixa em categorias convencionais de investimento no mercado financeiro.

São considerados “alternativos”, pois são oportunidades iniciais de investimento que não apresentam dados claros sobre relevância e rentabilidade.

E por esse motivo, ainda não passaram a ser completamente difundidas no mercado.

Diferente dos investimentos comuns, que se dedicam a aplicações em renda fixa ou à compra de ações na bolsa, os investimentos alternativos se relacionam com projetos específicos, ligados a setores como:

  • Mercado Imobiliário;
  • Agronegócio;
  • Distressed Assets (Ativos Judiciais);
  • Comércio;
  • Geração Distribuída de Energia.

Por estarem diretamente relacionados à economia real (e não financeira), eles não costumam ser impactados pela volatilidade da bolsa de valores.

A rentabilidade dos investimentos alternativos é obtida através da exploração de áreas novas ou em desenvolvimento, que possibilitam a alocação de recursos em oportunidades inovadoras.

É o mesmo que voltar 20 anos no tempo e investir em empresas de tecnologia como Google e Facebook, percebe?

Nesse sentido, apesar de não estar consolidado no momento atual, nada impede que um investimento alternativo possa se tornar tradicional no futuro.

A melhor parte é que, caso as expectativas se concretizem, o retorno financeiro tende a ser muito mais expressivo do que o de ativos já consolidados.

Investimentos Alternativos x Tradicionais

Na comparação direta, alguns são mais vantajosos que outros, porém a grande sacada é justamente pelo fato dos alternativos não serem tão previsíveis nos ganhos quanto aos ativos tradicionais.

O que acontece é que os investimentos tradicionais estão nos principais bancos, o que passa uma maior segurança e credibilidade ao investidor, inclusive com opções em renda fixa, que apesar dos ganhos não serem expressivos, são constantes.

Já com as opções alternativas, a situação muda de figura, principalmente porque hoje em dia, startups conhecidas como fintechs vêm trazendo opções com rentabilidade altíssima, mas sem a chancela das instituições financeiras.

Por isso é muito comum que os novos investidores, com perfis mais arrojados, busquem por ativos alternativos.

Mas não se enganem, até investidores acostumados a operar no tradicional, tem colocado em suas carteiras alguns investimentos alternativos, justamente para não perder uma nova oportunidade, como foi com o Bitcoin há alguns anos atrás.

Atualmente o mercado financeiro tem ficado de olho nas NFTs e no Metaverso, que prometem gerar muitas opções de ativos alternativos, porém as possibilidades de ganho são um pouco incertas no momento.

investimentos alternativos pros e contras

Vale a pena fazer investimentos alternativos?

Sempre que falamos de investimentos, temos que levar em conta o perfil de cada investidor, e normalmente, investimentos alternativos tendem a ser mais arriscados, uma vez que costumam ser oportunidades novas e de difícil parametrização.

No entanto, é possível tirar proveito deles, mas sempre lembrando que jamais você deve comprometer parte substancial do seu patrimônio, mas sim, investir pouco, principalmente no início para conhecer como funcionam as operações.

Para te ajudar e ver esse universo com mais clareza, separamos algumas vantagens e desvantagens dos investimentos alternativos:

Vantagens

  • Possibilidade de altos ganhos
  • Retorno mais rápido que o mercado convencional
  • Diversificação do portfólio
  • Investimentos em projetos inovadores que podem trazer benefícios para você e para o mundo

Desvantagens

  • Exposição maior ao risco
  • Previsão de ganhos muito mais volátil

Neste sentido, as desvantagens ressaltam a importância de se ter um gestor com experiência e conhecimento de mercado para tomar as melhores decisões em prol de maximizar os rendimentos sem trazer riscos, assim como é feito na Portofino Multi Family Office.

Quais são os tipos de ativos alternativos?

Algumas categorias de ativos alternativos existem há um bom tempo, enquanto outras vieram com o avanço da tecnologia, e o que todas têm em comum é o fato de serem uma opção fora das bolsas de valores.

Na prática, isso significa possibilidade de altos ganhos, mas também com certo risco, por isso, especialistas financeiros recomendam a nunca ter mais que 40% do seu patrimônio em ativos alternativas, para proteção dos seus bens.

Um ponto a ser destacado é que o que hoje são chamados de investimentos alternativos, podem vir a se tornar tradicionais, à medida que o mercado passa a entender melhor os mecanismos envolvidos e incorpora o ativo.

Então, vamos conhecer a seguir as principais opções de ativos alternativos que você pode aproveitar.

Venture Capital

Esse tipo de investimento visa colocar capital em uma empresa que está iniciando, mas apresenta grandes perspectivas de crescimento, como aconteceu com algumas startups famosas.

Muitas vezes, essas empresas tem apenas uma ideia inovadora para um produto, e buscam investidores justamente para viabilizar a criação e comercialização disso.

É o tipo de investimento que prevê ganhos em longo prazo, sob a condição da empresa realmente prosperar como as projeções indicam.

Normalmente, quem investe em venture capital tem uma boa noção do mercado e da gestão de empresas para conseguir avaliar e fazer o aporte em uma ideia promissora.

O retorno financeiro de um investimento desses pode ser enorme em caso de startups que se tornam unicórnios (passam de 1 bilhão de dólares em valor de mercado) como foi o caso do Nubank, mas podem não dar em muita coisa caso a ideia não vá para frente.

Por isso que quem investe nessa modalidade faz aportes em várias empresas embrionárias ao mesmo tempo, pois se uma for bem sucedida, compensa as demais.

Fundos de Hedge

Os hedge funds são um tipo de investimento alternativo que apresenta estratégias mais liberais, visando uma rentabilidade bem alta em curto ou médio período.

Por se tratar de ativos altamente especulativos, os fundos de hedge oferecem algumas proteções contra perdas financeiras, por isso são modelos que funcionam bem até quando o mercado está em baixa.

Atualmente, os maiores hedge funds do mundo são:

  • Bridgewater Associates
  • Renaissance Technologies
  • Man Group
  • AQR Capital Management
  • OCH-ZIFF Capital Management Group LLC
  • Two Sigma Investments
  • Brevan Howard
  • Blackrock
  • Citadel
  • Davidson Kemper Capital

Crédito Privado

O investimento em crédito privado é uma forma de adquirir títulos de instituições financeiras e empresas para se beneficiar da taxa de juros oferecida, tendo assim uma maior rentabilidade.

Na prática, funciona como um empréstimo, onde o pagamento é feito com juros, por isso o retorno tende a ser maior do que em ativos tradicionais.

Por ser uma modalidade dessa categoria, o investidor pode sofrer com a inadimplência da instituição, por isso é importante ter contramedidas para combater esse risco.

investimentos alternativos imobiliário

Real Estate

Investir em real estate é investir no mercado imobiliário, e não só em imóveis de fato, mas também em fundos, onde a rentabilidade é bastante interessante e sem a dor de cabeça de ter que lidar com burocracias.

Por se tratar de investimentos em algo tangível, a mensuração dos ganhos pode ser feita de maneira bem assertiva, sendo um dos investimentos mais rentáveis e seguros a se fazer.

Investir nos fundos imobiliários e não nos imóveis é uma boa opção para ter liquidez, porém, tendo um imóvel bem localizado, a valorização dele pode ser muito alta, então a escolha deve pesar as vantagens e os riscos de cada modalidade.

Na dúvida, aposte na diversificação do seu portfólio.

investimentos alternativos commodities

Commodities

Commodities são as mercadorias globais básicas, ou seja, que possuem demanda constante para todos os países, por isso, são produtos muito comercializados que possuem valores tabelados.

É o exemplo do barril de petróleo, da soja, ferro entre outros insumos que são fundamentais para o funcionamento dos países, funcionando como matéria prima base para muitos produtos utilizados no cotidiano.

Por isso, investir em commodities é adquirir contratos futuros que estarão atrelados ao preço desse insumo, estando exposto a variação da cotação deste no mercado internacional.

Produtos Estruturados

Esse tipo de investimento se trata da aquisição de ativos compostos por um ou mais derivativos que podem ser usados também como hedge para minimizar as chances de perdas.

investimentos alternativos criptomoeda

Criptoativos

Atualmente são os investimentos mais badalados, principalmente após a explosão da valorização do Bitcoin, que fez com que muitos investidores tradicionais olhassem para o mercado de criptomoedas com mais atenção.

Os criptoativos são moedas geradas a partir de um complexo sistema tecnológico feito na Blockchain, uma tecnologia que garante a autenticidade de um ativo virtual e tem sido utilizada também nas recentes NFTs.

A ideia dos criptoativos é bastante disruptiva e à medida que vem ganhando adeptos influentes no mundo como Elon Musk, CEO da Tesla e da SpaceX, passam a se tornam opções de investimento atrativas, com altas chances de ganho.

Ainda assim, é um mercado bastante volátil, que deve ser encarado com muita cautela.

Riscos dos investimentos alternativos

Mesmo os investimentos tradicionais representam algum tipo de risco, afinal, o mercado bem como a economia estão sujeitos a imprevisibilidades de grande impacto, como por exemplo a pandemia do coronavírus em 2020.

Ainda assim, tem-se a falsa impressão de que ativos alternativos são muito mais arriscados, única e exclusivamente por serem alternativos, ou seja, não ter a chancela de grandes instituições financeiras, mas isso não é bem verdade na prática.

Os riscos de investimentos alternativos podem ser maiores ou menores a depender do tipo de ativo que você adquire, como já mostramos nos exemplos acima.

Estratégias de multiplicar o patrimônio de forma rápida sempre serão mais arriscadas, enquanto ações que visam o longo prazo, tendem a ser mais seguras.

A relação é sempre risco-retorno, por isso, antes de escolher no que investir é importante se preparar e alinhar suas expectativas, mas fundamentalmente, o bom investidor sabe que a diversificação é o caminho mais seguro.

Investir com eficiência é um jogo de longo prazo, então ter uma carteira bem diversa, com ativos de renda fixa e investimento alternativos, é uma boa maneira de gerir e multiplicar o seu patrimônio.

Ademais, é de suma importância contar com o auxílio e a expertise de profissionais com experiência no mercado para realizar as melhores escolhas.

investimentos alternativos private equity

5 Estratégias de Fundos Alternativos de Investimento

Para investir em ativos alternativos não dá para fazer de qualquer forma, é preciso ter uma boa estratégia para conseguir aproveitar as vantagens desse investimento.

Por isso, separamos 5 estratégias para que você construa uma carteira com fundos de investimento alternativo e outras opções de ativos para obter resultados mais assertivos e com menos riscos de perda.

1. Fundos de Private Equity

Podemos definir Private Equity como o aporte de recursos em empresas que estão em processo de consolidação e fazem parte de áreas não acessadas pelo mercado de ações.

Nesse sentido, os Fundos de Private Equity são aqueles que investem em empresas não listadas na bolsa de valores.

Com foco no longo prazo, os gestores de Private Equity participam ativamente da gestão de negócios emergentes.

O objetivo é desenvolvê-los para uma posterior abertura de capital, fusão ou venda para outras grandes empresas.

Consequentemente, resultando em retornos superiores ao do mercado acionário ao final do período.

Em geral, o principal objetivo das empresas que investem através de Fundos de Private Equity é proporcionar o crescimento de outras organizações promissoras.

Assim, colaborando para que elas entrem na lista de empresas disponíveis para compra e venda de ações na Bolsa de Valores.

Além do capital, a empresa que investe por meio de Private Equity também agrega ao negócio sua expertise administrativa, aperfeiçoando métodos e processos.

Feito isso, ela pode vender sua parte das ações para outros investidores por preços bem mais elevados, resultando em lucros atrativos.

  Diferença entre Fundo de Private Equity e Fundo de Ações

A principal diferença entre os Fundos de Private Equity e os Fundos de Ações está na forma de participação na empresa.

Nos Fundos de Ações, as aplicações resultam em uma fração do capital social de empresas com capital aberto na bolsa de valores.

Os investidores, nesse caso, se tornam sócios minoritários, participando dos lucros e prejuízos como qualquer empresário, mas sem influência direta na gestão.

Já através de fundos de Private Equity, os investidores costumam participar ativamente da gestão e administração das empresas, além de adicionarem capital para a companhia.

Os Fundos de Private Equity também são fundos fechados, com prazo de duração normalmente superior a 5 anos.

Desta forma, acabam sendo direcionados aos investidores que podem dedicar uma parcela de seus recursos para o longo prazo.

Vale ressaltar que a liquidez desse tipo de ativo no mercado secundário é muito baixa.

2. Fundos Distressed

Os Distressed Assets são ativos que ganham cada vez mais destaque entre os investidores brasileiros.

Esse tipo de investimento se beneficia tanto das crises ou cenários de volatilidade quanto dos ciclos econômicos favoráveis.

Isso porque um Distressed Asset se define por um ativo depreciado, emitido por uma companhia que está passando por grandes dificuldades financeiras.

Pelo fato da empresa em questão enfrentar problemas financeiros, o ativo irá desvalorizar.

Dessa forma, um Distressed Asset pode ser uma boa oportunidade para compra quando o investidor acreditar que as dificuldades poderão ser superadas.

Considera-se a dívida “distressed” como os títulos, empréstimos e outras obrigações de empresas que já se encontram em Recuperação Judicial.

Em outros casos, demonstram indicações de que a mesma pode recorrer a essa proteção legal ou a outras formas de renegociar suas obrigações.

3. Fundos Event Driven

O Event Driven é uma estratégia onde se busca capturar oportunidades de fusões e aquisições em eventos corporativos.

Quando o evento corporativo é anunciado, o gestor começa acompanhar todo desenvolvimento da operação.

Ou seja: os documentos publicados, o processo regulatório ou o processo de financiamento do comprador.

Com isso, é analisado se o preço praticado no mercado está embutido no prêmio de risco para o fechamento da operação.

A partir disso, torna-se possível decidir se vale a pena, ou não, entrar na operação.

Como o preço de compra já está definido, o risco deixa de ser de mercado e passa a ser do sucesso ou não da aprovação.

Quando a operação não é aprovada, a tendência é que a ação volte a negociar nos patamares de antes da anunciação do ‘deal’.

Isso significa que o gestor consegue prever tanto o quanto pode ganhar quanto pode perder.

Sendo essa uma estratégia bastante descorrelacionada e que traz menor risco de cauda quando pensamos em uma carteira global de investimentos.

4. Fundos de Infraestrutura

De acordo com a Instrução CVM 578, os Fundos de Investimento em Infraestrutura (FI-Infra), como o nome já indica, investem em projetos de infraestrutura, realizando o desenvolvimento e inovação no território nacional.

Através deles, é possível investir em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs)

No entanto, o foco dos FI-Infra são as Debêntures Incentivadas, títulos de crédito emitidos por empresas privadas.

O dinheiro é emprestado por um prazo pré-estabelecido em troca de uma remuneração.

Por iniciativa do Governo Federal, este tipo de fundo de investimento possui vantagens fiscais aos investidores pessoas físicas.

Um exemplo disso é a isenção de Imposto de Renda sobre rendimentos e ganhos de capital e amortização.

Na prática, os Fundos de Infraestrutura oferecem um risco balanceado e funcionam como uma alternativa à volatilidade das ações e às limitações da renda fixa.

5. Fundos para “Special Situations”

Como o próprio nome sugere, os Special Situations são situações especiais em que um investimento mostra valer muito a pena – geralmente pelo seu alto potencial de lucro no futuro.

Portanto, o objetivo do fundo é identificar um ativo que esteja desvalorizado e que possua algum fator que justifique uma correção futura.

Ou seja, que tenha boas chances de receber uma forte valorização no curto, médio ou até no longo prazo.

Um exemplo disso é uma empresa mal precificada que, após uma mudança positiva na administração, pode ter suas ações fortemente valorizadas.

É um tipo de investimento de alto risco e que exige bastante conhecimento do gestor do fundo sobre o mercado em que o negócio está inserido.

Para que uma Special Situation exista, é comum que os ativos possuam uma menor liquidez.

Isso porque, por característica, eles são menos utilizados pela maioria dos investidores.

Como investir em ativos alternativos?

Antes de escolher um ativo pela possibilidade de ganhos, é fundamental ter uma carteira rentável e diversa, por isso a melhor forma é ter uma assessoria para acompanhar a construção do seu portfólio de ativos.

Aqui na Portofino, somos um escritório Multi Family Office e nosso objetivo é proteger, gerir e aumentar o patrimônio da sua família, por isso, quando vamos indicar investimentos alternativos, trabalhamos de forma a trazer possibilidades de ganhos recorrentes sem trazer riscos.

Opções mais voláteis, como criptomoedas, são sim consideradas, porém os investimentos são menores para jamais comprometer o patrimônio, tudo feito sempre com muito estudo de mercado pelos nossos especialistas.

Temos um serviço de carteira administrada, por exemplo, que já deu bastante resultados, vale a pena conferir.

Principais tendências em investimentos alternativos

É inegável que com a implementação do conceito de metaverso em larga escala, ativos como NFTs e criptomoedas passarão a ser cada vez mais tendência para novos investimentos, então a aposta no mercado digital é alta.

No mundo físico, é notável que a aceitação com relação à cannabis recreativa e seus derivados tem aumentado, e os impactos da legalização na economia dos Estados americanos que aderiram a legalização da planta foram extremamente positivos.

O setor de produção de cannabis, tem chamado a atenção dos investidores, e à medida que a legalização avança, mais oportunidades devem surgir.

Vale lembrar que apesar dessas tendências citadas, os outros ativos jamais saem de moda, então agregue novas possibilidades a sua carteira, sem abrir mão do que tem dado certo.

Conclusão

Por fim, investimentos alternativos nada mais são que uma forma de ampliar as opções e diversificar ainda mais a sua carteira de ativos, pensando sempre em ganhos consistentes e com riscos controlados. Na hora de investir, vale muito a pena ter contigo uma assessoria especializada, e para isso, a Portofino Multi Family Office é a parceira ideal para cuidar do seu patrimônio. Conheça nossas soluções.

Leia também Desafios nas empresas familiares: saiba quais são e como evitar

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