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Esfera BR | 1º Diálogos Esfera reúne Legislativo e Executivo em torno de prioridades

Esfera BR | 1º Diálogos Esfera reúne Legislativo e Executivo em torno de prioridades

por danielbarbuglio | 13 jun 2023 | EsferaBR, Family Office, Multi Family Office, Wealth management

(Tempo de leitura: 5 minutos)

*Por Esfera Brasil

Na noite desta segunda-feira, 5, nós, com o apoio do Tecnobank, promovemos mais um de nossos essenciais diálogos sobre o Brasil. Estavam na pauta o novo Marco Legal de Garantias e as prioridades do Congresso Nacional, com destaque para a reforma tributária e o arcabouço fiscal.

O primeiro painel da noite reuniu o senador Weverton Rocha, relator do Projeto de Lei (PL) 4188/2021 – que trata do marco – na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) no Senado, o também senador Ciro Nogueira, o secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Pinto, e o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, que introduziu brevemente o tema antes do bate-papo. “A gente precisa ter alavancas e âncoras para fazer o Brasil ter um crescimento sustentável”, defendeu Sidney, que prevê que garantias mais efetivas devem diminuir as taxas de juros.

Rocha comentou sua expectativa para a aprovação do PL no Senado. “Antes do recesso, vamos conseguir dar uma resposta importante”, afirmou o senador. De acordo com ele, contudo, será barrada do texto original a permissão para penhora de imóvel considerado bem de família.

Além disso, o parlamentar disse que também pretende tirar do texto a criação das Instituições Gestoras De Garantias (IGGs). Berenguer, porém, sugeriu que elas permaneçam, mas de forma facultativa.

Enviado ao Congresso pelo governo de Jair Bolsonaro em 2021, o PL acabou ganhando o apoio do Ministério da Fazenda do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, que quer rapidez na apreciação da matéria. “Pode destravar muito crédito no País. O que queremos é preservar o centro do projeto, onde há consenso, e tentar ouvir o Senado e a Câmara para aprovar com a maior celeridade possível”, declarou Pinto.

Já o segundo painel, mediado pela jornalista Luciana Barreto, contou com a presença do presidente da Câmara, deputado Arthur Lira, e do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, que falaram sobre pautas prioritárias para o Brasil.

Questionado sobre a reforma tributária, há décadas discutida, Lira preferiu não se comprometer com o resultado da tramitação. “Nosso compromisso é pautá-la antes do recesso deste semestre. Não posso, não tenho a ousadia – e nem faria – de dizer que garanto a aprovação”, afirmou o deputado.

Após uma semana dos contratempos na articulação política do governo, Lira e Lula se encontraram nesta mesma segunda-feira para um diálogo, que o parlamentar descreveu como “amistoso”, uma vez que Lula é “agradável no trato, bom de conversa e de relacionamento”. “Nós temos dado toda a contribuição para que o governo tenha a oportunidade de formar a sua base. E essa atribuição não é do presidente da Câmara”, disse Lira. “O governo precisa fazer, junto com seus líderes, o processo de arregimentação de uma base que se mostre cristalina. Hoje, o governo tem contado com a boa vontade desses partidos”, acrescentou.

Lira ainda comentou o arcabouço fiscal, que julga ser uma pauta positiva para unir o Brasil. O texto do PL 93/2023 já foi aprovado na Câmara e segue em apreciação na CAE, onde o senador Omar Aziz, relator, deve acatar mudanças de colegas da Casa.

Castro, por sua vez, criticou o distanciamento do governo federal em relação aos estados e culpou o pacto federativo. “Começa muito bem-intencionado, mas as sequências de crise acabam dificultando o processo de diálogo”, avaliou, destacando que, com R$ 460 bilhões pagos em impostos federais, o Rio de Janeiro só perde para São Paulo no ranking de quem mais contribui anualmente com a União. “Temos uma dívida que aumentou 2.000%, enquanto o ICMS cresceu 700%. A União pega o nosso dinheiro e nos empresta com juros.”

Somos parceiros da Esfera BR, uma iniciativa independente e apartidária que fomenta o pensamento e o diálogo sobre o Brasil, um think tank que reúne empresários, empreendedores e a classe produtiva. Todas as opiniões aqui apresentadas são dos participantes do evento. O nosso posicionamento nesta iniciativa é o de ouvir todos os lados, neutro e não partidário.

Clique aqui para ler sobre outras personalidades e eventos promovidos pela Esfera BR e Portofino MFO.

Dia dos namorados! Conheça os diversos tipos de relacionamentos e os possíveis efeitos patrimoniais de cada um deles.

Dia dos namorados! Conheça os diversos tipos de relacionamentos e os possíveis efeitos patrimoniais de cada um deles.

por danielbarbuglio | 12 jun 2023 | Uncategorized

Neste Dia dos Namorados, preparamos um conteúdo para você saber um pouco sobre os diversos tipos de relacionamento e os possíveis efeitos patrimoniais de cada um deles.

Namoro e união estável:
O namoro é uma relação afetiva em que as partes ainda não possuem o desejo presente de constituir família, por isso sem efeitos patrimoniais. Namorado não herda, não tem direito a bens do outro, nem à pensão alimentícia. Mas cuidado, as relações duradouras podem evoluir ao longo do tempo e, dependendo das características, um namoro pode se tornar uma união estável.

A união estável tem como principais elementos a convivência pública, contínua, duradoura e, principalmente, o objetivo de constituir família. Nesse caso, se caracterizada a união estável, os efeitos são os mesmos de um casamento: na morte o companheiro passa a ser herdeiro e em vida, numa separação, pode ser necessário partilhar os bens ou até pagar pensão.

Enquanto um relacionamento não tiver as características de uma união estável, você sabia que é possível assinar um contrato de namoro? Esse contrato reforça a intenção das partes sobre a natureza do relacionamento e pode evitar discussões sobre efeitos patrimoniais.

Quer dar mais um passo? Casamento:
O casamento é uma instituição civil entre duas pessoas, com direitos e obrigações, que requer o cumprimento de formalidades legais, como habilitação prévia pelos noivos, definição do regime de bens e celebração perante um Juiz de Paz.

Além do vínculo afetivo e da mudança de estado civil, o casamento tem consequências patrimoniais: na maioria dos regimes de bens o cônjuge sobrevivente é herdeiro legal e, em caso de divórcio, pode ser necessária a partilha de bens e a definição de pagamento de pensão alimentícia.

Regimes de bens:
O casal pode escolher qual regime de bens será aplicado sobre o patrimônio dos cônjuges, durante o casamento:
Comunhão parcial de bens:

Se o casal não optar por um regime específico, esse é o regime “padrão”, previsto em lei.
De forma resumida, esse regime prevê que todo o patrimônio adquirido durante o casamento pelos cônjuges (bens e dívidas) deve ser dividido entre o casal – tanto no cenário de falecimento, quanto no cenário de divórcio.

Comunhão universal de bens:
Era o regime padrão, previsto na lei como regra geral até 1977. Hoje, para um casal adotar esse regime, a escolha precisa ser registrada previamente em pacto antenupcial.
Neste regime, regra geral todos os bens do casal (adquiridos antes ou depois do casamento) passam a ser patrimônio comum dos cônjuges. Isso significa que nos cenários de falecimento ou divórcio, cada uma das partes ou a parte sobrevivente tem direito à metade do patrimônio.

Separação total de bens:
A escolha desse regime também depende de definição prévia e formalização em pacto antenupcial. De forma bastante resumida, nesse regime os bens e dívidas de cada um dos cônjuges não se misturam. No cenário de divórcio, não há bens a serem partilhados, mas atenção – em caso de falecimento, ao contrário do que muitos pensam, o cônjuge sobrevivente herda.

Alteração de regime de bens:
Após o casamento, a lei permite que o casal altere o regime de bens. Para isso é necessária uma ação judicial e, dependendo do regime de bens em vigor e da mudança pretendida, pode ser necessário realizar uma partilha.

Quem ama, cuida.
Conversar e escolher o melhor modelo, em comum acordo, traz ao casal mais tranquilidade, evitando problemas e conflitos familiares.

E viva o amor!

Conteúdo produzido por Portofino Multi Family Office

Fundo de investimento fechado: crescimento seguro no longo prazo

Fundo de investimento fechado: crescimento seguro no longo prazo

por danielbarbuglio | 12 jun 2023 | Fundos de Investimentos

Você já ouviu falar em fundo de investimento fechado? Esse é um tipo de fundo que tem um capital fixo e uma duração pré-definida. 

Isso significa que ele não permite a entrada ou a saída de cotistas ao longo do tempo, a não ser que eles negociem suas cotas em mercado secundário.

Possui diferenças claras quanto aos fundos abertos, que permitem a compra e o resgate de cotas a qualquer momento. 

Essa diferença traz alguns benefícios e desafios para os investidores que optam por esse tipo de fundo.

Confira neste conteúdo todos os detalhes sobre este tipo de investimento e quais são as suas vantagens.

O que é um fundo de investimento fechado?

Um fundo de investimento fechado é um pool de investimentos que reúne recursos de vários investidores para aplicar em uma carteira diversificada de ativos financeiros. 

Esses ativos podem ser de renda fixa, renda variável, imóveis, moedas, commodities ou outros.

É administrado por um gestor profissional, que cobra uma taxa de administração pelo seu trabalho. 

O gestor tem a responsabilidade de escolher os melhores ativos para compor a carteira do fundo, seguindo a política e o objetivo definidos no regulamento.

Possui prazo de duração pré-definido em regulamento, que pode variar de alguns anos até décadas a depender da natureza do investimento. 

Durante esse período, o fundo não aceita novas aplicações ou resgates dos cotistas. Ou seja, o número de cotas e cotistas é fixo.

Para sair ou entrar nesse tipo de fundo é preciso negociar as cotas em um mercado secundário via bolsa ou plataformas especializadas.

vantagens do fundo de investimento fechado

Fundo de investimento fechado: quais as vantagens?

Investir em um fundo de investimento fechado tem algumas vantagens para quem busca ganhos no longo prazo.

O fundo é gerenciado por um profissional experiente que vai selecionar os melhores ativos baseados em uma estratégia eficiente para otimizar os ganhos.

Além disso, por se tratar de um pool com vários ativos, há uma diversificação maior dentro da carteira, o que reduz riscos e aumenta os resultados positivos no longo prazo.

Por fim, ainda permitem alavancagem pela aquisição de recursos de terceiros a fim de aumentar a exposição dos ativos e potencializar os ganhos.

Fundo de investimento fechado x fundo de investimento aberto: quais as diferenças?

Uma das principais diferenças entre fundo de investimento fechado e fundo de investimento aberto é a forma como os cotistas podem entrar ou sair do fundo. 

Enquanto no fundo aberto é possível comprar e resgatar cotas a qualquer momento, no fechado isso só é possível durante o período de captação ou em mercado secundário.

No fundo aberto, há incidência de Imposto de Renda a cada seis meses, por meio do “come-cotas“, e também no resgate das cotas, seguindo a tabela regressiva mencionada.

Até 2023, no fundo fechado o Imposto de Renda só era cobrado no resgate das cotas, podendo chegar a 10% para prazos acima de 10 anos. A partir de 2024, com a aprovação da Lei nº 14.754 de 2023, há incidência de come-cotas semestral 15% IRPF, nos meses de maio e novembro de cada ano, para fundos de longo prazo.

Além disso, os fundos fechados costumam ter uma liquidez menor do que os fundos abertos, pois dependem da existência de compradores e vendedores interessados nas cotas. 

Por outro lado, eles podem ter uma rentabilidade maior já que podem investir em ativos mais arriscados e alavancados.

Como abrir um fundo de investimento fechado?

Os fundos de investimentos fechados são ideais para quem tem perfil conservador ou quer ampliar a diversificação.

Ainda assim, é importante pesquisar os tipos de fundos, pois alguns podem ser mais atrativos que outros quanto a flexibilidade para negociação das cotas.

Após comparar os fundos e escolher o que mais se adequa ao seu perfil e objetivo, você pode fazer a sua aplicação. 

Você pode comprar as cotas do fundo durante o período de captação ou em mercado secundário. 

Geralmente na fase de captação a aquisição é mais vantajosa e mais rentável a depender da política de investimentos do fundo em questão.

Acompanhe o desempenho do fundo e peça ao gestor relatórios periódicos para entender a rentabilidade do seu investimento.

Quando ter um fundo exclusivo é uma boa ideia?

Quando ter um fundo exclusivo é uma boa ideia?

Um fundo exclusivo é um tipo de fundo de investimento criado para atender às necessidades específicas de um único cotista ou grupo familiar. 

Também chamado de fundos restritos, podem ter gestão personalizada e uma tributação diferenciada, além de oferecer maior controle e transparência sobre os ativos da carteira.

É mais indicado para quem busca resguardar ou rentabilizar o patrimônio familiar com maior controle dos riscos.

Geralmente esse tipo de fundo demanda um capital mínimo alto e tem alguns custos administrativos e operacionais.

Portanto é preciso uma gestão tributária eficiente e um wealth management bem organizado para que o ROI seja lucrativo.

Também é importante considerar o planejamento sucessório, uma vez que esse investimento visa a proteção do patrimônio familiar no longo prazo, que eventualmente será herdado.

Quais os custos do fundo de investimento fechado?

Assim como os fundos abertos, os fundos fechados também cobram taxas e custos dos cotistas para remunerar os serviços prestados pelos profissionais envolvidos na gestão e administração do fundo. 

As principais taxas e custos são:

  • Taxa de administração: cobrada anualmente sobre o patrimônio do fundo para remunerar o administrador e pode variar de acordo com o tipo, a estratégia e a complexidade do fundo;
  • Taxa de performance: é o percentual cobrado sobre o rendimento do fundo que supera um índice de referência ou um determinado percentual. Por exemplo, um fundo fechado pode cobrar uma taxa de performance de 20% sobre o que exceder 100% do CDI;
  • Taxa de entrada e saída: são taxas que incidem no momento da aplicação ou do resgate das cotas do fundo e visam compensar os custos operacionais e evitar a diluição da rentabilidade dos demais cotistas;
  • Taxa de custódia: cobrada pelo serviço de custódia do fundo, que consiste em guardar e movimentar os ativos da carteira e pode ser fixa ou variável, dependendo do contrato.

Quem pode investir no fundo fechado?

Se você quer rentabilizar seu patrimônio de forma segura com gestão profissional, pode investir em fundo fechado, de preferência com quem entende do assunto.

A Portofino Multi Family Office oferece soluções exclusivas e personalizadas para a gestão de patrimônio de famílias com realidade patrimonial elevada.

Entre os serviços prestados, está o desenvolvimento de uma estratégia sólida para os investimentos dos seus clientes, considerando o seu perfil de risco, o seu horizonte de investimento e o seu objetivo financeiro.

Temos acesso a produtos exclusivos, restritos a investidores institucionais, que podem incluir fundos fechados de diversos tipos, como:

  • Imobiliários; 
  • Multimercados; 
  • Previdenciários; 
  • Exclusivos.

Além disso, a Porto Fino conta com uma equipe de especialistas que acompanha o desempenho dos fundos fechados e faz ajustes na estratégia conforme as condições de mercado. 

Portanto, se você quer diversificar seus investimentos e elevar seu patrimônio, saiba tudo que a Porto Fino Multi Family Office pode fazer por você e sua família.

Conclusão

Um fundo de investimento fechado é um tipo de fundo que tem um capital fixo e uma duração definida. 

Vimos que ele não permite a entrada ou a saída de cotistas ao longo do tempo, a não ser que eles negociem suas cotas em mercado secundário.

Contudo oferece vantagens para os investidores, como acesso a gestão profissional, diversificação da carteira, tributação diferenciada e possibilidade de alavancagem.

Também apresenta alguns riscos e desvantagens, como baixa liquidez, maior volatilidade, custos elevados e falta de transparência.

Por isso, para investir nesses fundos é preciso estratégia, e na Portofino você encontra equipe multidisciplinar para uma gestão eficiente dos seus patrimônios.

Dessa forma você diversifica seus investimentos e aumenta suas chances de rentabilizar seu capital.

Portofino Real Estate – Explorando oportunidades exclusivas de investimentos imobiliários internacionais.

Portofino Real Estate – Explorando oportunidades exclusivas de investimentos imobiliários internacionais.

por danielbarbuglio | 12 jun 2023 | Real Estate, Análise de Mercado, Family Office, Investimentos Internacionais, Multi Family Office, Portofino On - Insights, Wealth management

(Tempo de leitura: 3 mins)

O nosso sócio, Lucas Reis, um dos responsáveis pela área de Real Estate, recentemente esteve em Miami, a convite da Leste Group, dando sequência na iniciativa de diligenciar e identificar novas oportunidades de investimentos fora do Brasil. Durante a visita, conheceu e avaliou diversos projetos internacionais, entre eles o Sunny Isles St. Regis Residences, localizado em Sunny Isles Beach, área nobre no condado Miami.

Sobre o projeto: Sunny Isles St. Regis Residences

O projeto está sendo desenvolvido pela Château e Fortune, incorporadores com profunda experiência no mercado local e importantes realizações num passado recente. Um projeto similar, entregue anteriormente, em 2020, o Sunny Isles Ritz Residences, teve uma média de vendas de aproximadamente US$2.000 por pé quadrado (1 metro quadrado equivale a 10,76 pés quadrados). Além do Sunny Isles Ritz Residences, a Château e a Fortune, realizaram muitos projetos em Miami, e possuem fortes relações locais, além de uma ampla experiência em desenvolvimento.

Dado o sucesso dos empreendimentos anteriores, a parceria das incorporadoras lança agora o Sunny Isles St Regis Residences, avaliado em 2 bilhões de dólares, projetado pelo renomado escritório de arquitetura Arquitectonica.

Com torres residenciais ultra luxuosas de frente para a praia e uma vista privilegiada do Oceano Atlântico, o empreendimento oferece uma ampla gama de comodidades luxuosas, incluindo beach club, restaurantes, bares, spa, academia, suíte para convidados, espaço para crianças e centro de negócios.

A construção está programada para iniciar no segundo semestre deste ano, com previsão de conclusão total em um período de 5 a 7 anos.

Confira abaixo as fotos reais do local, tiradas por drones, refletindo a vista da cobertura:

Clique aqui para ver o material completo do empreendimento.

O mercado de Miami

O mercado imobiliário em Miami há muito tempo tem sido influenciado pelos fluxos de capital latino-americanos, além das flutuações cambiais. Nos últimos anos, observou-se uma mudança estrutural neste cenário, com a migração de americanos de outras partes do país, influenciados pelos benefícios fiscais disponíveis no estado da Flórida, melhores níveis de qualidade de vida e temperaturas mais agradáveis. Esse movimento vem resultando em uma valorização dos preços dos projetos imobiliários da região.

“Estamos em contato constante com diversos parceiros no Brasil e no mundo, analisando novos projetos para identificar as melhores oportunidades para nossos clientes, seguindo os padrões e propósito Portofino, ou seja, sem intermediação ou qualquer conflito de interesse, bem como, investimentos onde o risco condiz com o retorno. Essa iniciativa é ampla e não se resume somente ao mercado de Miami”, explica Lucas Reis.

Aqui, na Portofino Multi Family Office, fornecemos uma visão holística e estratégica para otimizar o patrimônio dos nossos clientes. Entendemos que o patrimônio vai além dos ativos financeiros líquidos e compreende também, resumidamente, propriedades imobiliárias, suas empresas e participações societárias em negócios.

Dado isso, seja para investir ou estruturar soluções no setor imobiliário, através da nossa vertical de Real Estate oferecemos expertise em investimentos imobiliários, realizando análises detalhadas, due diligence minuciosa, construção de fundos exclusivos e gestão ativa desses ativos.

Nossa equipe está preparada para identificar oportunidades imobiliárias no Brasil e no exterior, seja em propriedades residenciais, comerciais ou industriais, buscando o máximo retorno para nossos clientes.

Para saber mais sobre os nossos serviços, fale com seu Executivo de Relacionamento.

Como funciona Fundos de Private Equity? Entenda a estratégia

Como funciona Fundos de Private Equity? Entenda a estratégia

por danielbarbuglio | 8 jun 2023 | Finanças Comportamentais

Não é novidade que os investimentos alternativos têm se expandido consideravelmente no Brasil e no mundo. Segundo o site Valor Econômico, a sua taxa de crescimento é mais do que o dobro do que a do mercado como um todo. E é nesse cenário de expansão que os fundos de Private Equity têm ganhado espaço.

Sim, essa modalidade de investimento alternativo já representa 0,7% do PIB nacional, como indicou o portal InfoMoney. E é claro que esse número pode representar muito, sobretudo quando o assunto é o mercado financeiro.

Por isso, se você é um investidor, ou pretende se tornar um muito em breve, precisa conhecer mais sobre os fundos de Private Equity, essa tendência que vem se consolidando no mundo dos investimentos.

Continue a leitura para descobrir como funciona esse investimento e se vale a pena investir nele!

O que são Fundos de Private Equity (PE) e como são classificados?

Os fundos de Private Equity (PE) são um tipo de investimento alternativo focado em empresas que ainda estão no início de seu desenvolvimento, mas que já representam um grande potencial de crescimento e, obviamente, de retorno.

Nesse sentido, pode-se dizer que os Private Equity têm um funcionamento e estrutura bem similares aos dos fundos de Ações tradicionais. O que os distingue é o fato de a maioria dos investimentos do PE serem em empresas de capital fechado, isto é, que não estão na Bolsa de Valores.

Convém mencionar ainda que, nessa modalidade, é muito comum os gestores participarem ativamente das ações internas da empresa como forma de contribuir para o seu crescimento rápido.

Os fundos Private Equity costumam ser divididos em duas categorias: Venture Capital e LBO (Leveraged Buyout). Vamos conhecer melhor cada um deles!

Venture Capital

O Venture Capital é um investimento aplicado em empresas pequenas e que se encontram em estágio inicial, como startups. Geralmente, elas têm alto potencial de crescimento, mas ainda não apresentam lucros e nem estabilidade. 

Em razão desse cenário, o VC é considerado como um investimento de alto risco. Afinal, trata-se de um negócio emergente, que ainda não apresenta garantias. No entanto, caso o potencial da empresa se consolide, os retornos para o investidor podem ser surreais.

LBO (Leveraged Buyout)

O Leveraged Buyout (LBO), por sua vez, consiste em uma “aquisição alavancada”, na qual, para se adquirir o controle acionário de determinado negócio, contrai-se um empréstimo.    

Nesse caso, o mais comum é que uma pequena empresa seja criada para contrair o financiamento. Assim, a partir desse empréstimo, será possível adquirir uma empresa que possui um custo muito elevado ou que apresenta um considerável endividamento.  

Em seguida, as duas empresas se fundem e o financiamento adquirido pela empresa pequena torna-se também da que foi comprada. 

Como funciona um Fundo de Private Equity?

Como funciona um Fundo de Private Equity?

Como mencionamos, o fundo de Private Equity consiste em um mercado que investe em empresas de capitas fechados e que ainda estão dando os seus primeiros passos.

Naturalmente, para que ocorra o investimento, é visualizada uma oportunidade em determinado negócio, como, por exemplo, um grande potencial de crescimento, de desenvolvimento e de um alto retorno financeiro para os seus investidores no futuro.

Além disso, como o aporte é realizado em empresas emergentes, o prazo de duração desse investimento costuma ser maior quando comparado com o dos fundos de Ações tradicionais, por exemplo. A média é de 7 a 10 anos para que o retorno aconteça.

Agora vejamos quais são as principais etapas na execução de um Private Equity!

1. Captação

A primeira etapa é a de captação de recursos. Nela, o gestor solicita aos investidores o investimento. Esses, por sua vez, se comprometem formalmente com os aportes de capital. Ou seja, ocorre a assinatura de documentos que firmem essa promessa.

Convém mencionar que nesse momento o gestor conhecerá a quantia que terá disponível para investir e alimentar a carteira desse fundo de investimento. 

2. Investimento

Nessa segunda etapa, que é a mais longa, o gestor selecionará e investirá nas empresas que apresentem certo potencial. Aqui, serão levadas em consideração diversas questões, como risco e possibilidades de retorno.

Vale dizer que esse processo de investimento e, principalmente, de administração é contínuo e estratégico, pois é ele que possibilitará o retorno financeiro ao fundo.

3. Desinvestimento

Por fim, a etapa de desinvestimento ocorre quando os retornos de capital começam a cobrir os gastos e investimentos iniciais. Ou seja, esse é o momento em que os investidores começam, de fato, a visualizar o retorno do negócio. 

Estratégias de saída (exits) dos Fundos do Private Equity

Se você já estuda investimentos há algum tempo, deve saber que as estratégias de saída são planos que estruturam a forma e o momento certo para a retirada do dinheiro investido e de seus ganhos, é claro.

No caso dos fundos de Private Equity, existem algumas estratégias que podem ser utilizadas, seja para uma saída total ou parcial.

No caso da saída total, elas são:

  • Venda comercial para outro comprador;
  • Realização de Leveraged Buyout (LBO) por outra empresa de Private Equity;
  • Recompra de ações.

Já no caso da saída parcial, as estratégias possíveis são:

  • Venda de uma parte do negócio para outro investidor;
  • Reestruturação societária;
  • Realização do Corporate Venturing.

Existe ainda uma estratégia que mistura a saída total e parcial. Nela, uma parte da empresa é vendida em uma Bolsa de Valores pública. Assim, os fundos de Private Equity desfazem gradativamente a sua participação acionária. 

A Curva J em Fundos de PE

Quando consideramos a evolução de um fundo de Private Equity, é comum atribuirmos a essa o nome de “Curva J”. Isso porque essa letra representa o fluxo de caixa característico das etapas desse modelo de investimento. Mas como assim?

Se você analisar o gráfico do Private Equity encontrará a seguinte estrutura: no início do investimento são desembolsadas grandes quantias de dinheiro para o aporte.

Ou seja, a curva do gráfico apresenta uma depressão justamente pelo fato de haver mais saídas e nenhuma entrada. Isso equivale ao início da letra “J”.

Quando os anos se passam e o fundo entra na fase de desinvestimento, os retornos começam a acontecer. Logo, a curva cresce consideravelmente e chega ao seu ápice, representando a subida da letra “J”. 

Qual o perfil para investir em private equity?

Embora seja uma opção lucrativa, investir em private equity também envolve riscos e demanda uma abordagem de longo prazo.

O investimento só é adequado para investidores experientes e com uma compreensão sólida do mercado financeiro, pois é importante ter conhecimento das melhores práticas de investimento e estar disposto a dedicar tempo e recursos para avaliar cada oportunidade.

Além disso, é fundamental ter uma mentalidade de longo prazo, pois os investimentos em private equity geralmente têm um prazo de retorno de sete a dez anos.

Outro aspecto importante é ter uma tolerância ao risco mais elevada. Os investimentos em private equity são considerados de alto risco, pois envolvem empresas em estágio inicial ou em fase de reestruturação.

Portanto, os investidores devem estar preparados para lidar com a possibilidade de perdas no curto prazo, mas com a expectativa de retornos substanciais no longo prazo.

Como adquirir equity?

Adquirir equity, ou participação acionária, em uma empresa de private equity geralmente ocorre por meio da compra de ações ou da participação em um fundo de investimento. Existem diferentes formas de adquirir equity, dependendo do tipo de investidor e do objetivo do investimento. Vamos explorar algumas dessas opções abaixo.

Uma maneira comum de adquirir equity é por meio da compra de ações diretamente de uma empresa durante os estágios iniciais, quando ela ainda está levantando capital para financiar seu crescimento.

Investidores que acreditam no potencial de crescimento da empresa podem adquirir equity por meio de ofertas públicas iniciais (IPOs), ofertas privadas ou negociações privadas diretas com a empresa.

Outra opção é investir em um fundo de private equity, que nada mais é do que um grupo que reúne capital de vários investidores para aplicar em empresas de maneira coletiva, em nome dos investidores do fundo, que podem comprar ou vender suas cotas e participações.

Essa opção é gerenciada por profissionais com experiência e conhecimento no mercado de private equity, permitindo uma diversificação da carteira, pois o capital é investido em várias empresas, reduzindo o risco concentrado.

Por fim, outra forma de adquirir equity é por meio de fusões ou aquisições.

Nesses casos, os investidores adquirem uma participação em uma empresa existente por meio da compra de suas ações ou ativos, uma estratégia comumente usada em transações de alavancagem (LBOs), em que o investidor adquire uma empresa usando capital próprio e financiamento adicional por meio de empréstimos.

Quanto ganha em private equity?

A remuneração em private equity pode variar significativamente e está sujeita à influência direta de diversos fatores, como o desempenho do fundo, o nível de envolvimento do investidor e a estrutura de remuneração acordada, só para citar alguns exemplos.

Geralmente, os retornos em private equity são atrativos, porém é importante manter as expectativas realistas e compreender todos os diversos fatores que afetam os ganhos potenciais no curto, médio e longo prazo.

Os ganhos em private equity são geralmente obtidos por meio de duas fontes principais: valorização do investimento e taxas de gestão e desempenho.

A valorização do investimento ocorre quando a empresa em que o investidor adquiriu equity tem um desempenho positivo e aumenta seu valor ao longo do tempo, quando a empresa é vendida ou quando a participação é vendida para outro investidor.

Já as taxas de gestão e desempenho dizem respeito aos valores cobrados pelos gestores do fundo de private equity para cobrir a operação e uma porcentagem dos lucros obtidos pelo fundo, geralmente cobrada quando um determinado nível de retorno é alcançado.

Exemplos de empresas que receberam investimentos de fundos de Private Equity

Os fundos de Private Equity têm sido responsáveis por impulsionar o crescimento de várias empresas de sucesso em todo o mundo.

Por meio desses investimentos, empresas promissoras conseguiram expandir seus negócios e alcançar valorizações expressivas.

Veja a seguir alguns exemplos de empresas que receberam investimentos de fundos de Private Equity e alcançaram grande sucesso:

Airbnb

Conhecida como a plataforma de hospedagem e que revolucionou a indústria do turismo ao conectar viajantes a acomodações únicas oferecidas por anfitriões locais, a Airbnb recebeu um investimento de US$ 112 milhões do fundo de Private Equity Andreessen Horowitz.

Uber

O aplicativo de viagens de carro se tornou sinônimo de transporte moderno, mas também  recebeu investimentos significativos de diversos fundos de Private Equity, como o Saudi Arabia’s Public Investment Fund.

Spotify

imagem: fundos-de-private-equity-spotify

O Spotify, plataforma de streaming que revolucionou a forma como as pessoas consomem música, recebeu investimentos de vários fundos de Private Equity, incluindo o Founders Fund e o Technology Crossover Ventures.

Afinal, vale a pena investir em Fundos de Private Equity?

Como deu para perceber, os fundos de Private Equity podem ser um tanto quanto paradoxos. Afinal, esses são investimentos de alto risco, uma vez que são direcionados para empresas iniciantes no mercado. Ou seja, não é possível ter a certeza se ela vai se consolidar e garantir retornos.

Por outro lado, o PE pode trazer um retorno elevadíssimo. Primeiro porque o valor do aporte é menor quando comparado com o de negócios consolidados. Além disso, a empresa pode se transformar em um potente ativo e trazer retornos extraordinários.

Portanto, é necessário conhecer bem o mercado dos fundos de Private Equity para decidir se ele realmente se encaixa no seu perfil de investidor e nas suas expectativas.

Para isso, você pode contar com a ajuda da Portofino, que possui uma equipe especializada capaz de te ajudar nesse processo de descobertas e de investimentos assertivos!

Conte com a assessoria da Portofino para descobrir se os fundos de Private Equity são os mais indicados para o seu perfil de investidor!

Conclusão

Os fundos de Private Equity são uma modalidade de investimento alternativo que têm ganhado destaque e impulsionado o crescimento de empresas em todo o mundo.

Embora sejam considerados investimentos de alto risco, eles oferecem a oportunidade de obter retornos substanciais, pois tem um foco em empresas com alto potencial de crescimento.

Para investir em Private Equity, é importante entender as etapas do processo, como captação de recursos, seleção de empresas para investimento e desinvestimento.

Além disso, as estratégias de saída dos fundos de Private Equity são essenciais para maximizar os retornos dos investidores e se proteger contra prejuízos eventuais.

Ou seja, não se trata de um investimento para todo mundo. É fundamental ter um perfil de investidor adequado para esse tipo de investimento, com uma compreensão sólida do mercado financeiro e uma abordagem de longo prazo e com expectativas realistas.

Exemplos de empresas como Airbnb, Uber, Spotify, SpaceX, entre outras, ilustram como os fundos de Private Equity podem impulsionar o crescimento e o sucesso de negócios inovadores em diversos setores.

Contudo, a decisão de investir em fundos de Private Equity deve ser cuidadosamente avaliada, levando em consideração o perfil e os objetivos do investidor e com a assessoria de especialistas, como a Portofino Multi Family Office.

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