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Esfera BR | Em evento, Governador de São Paulo diz não querer governar nem para esquerda e nem para direita, mas para o progresso

Esfera BR | Em evento, Governador de São Paulo diz não querer governar nem para esquerda e nem para direita, mas para o progresso

por danielbarbuglio | 1 jun 2022 | EsferaBR, Family Office, Multi Family Office

Tempo de leitura: 5 minutos

No jantar realizado na terça-feira (31), em evento promovido pela Esfera Brasil, Rodrigo Garcia, governador e pré-candidato ao governo de São Paulo, compartilhou com empresários sua trajetória na política, sua candidatura e a visão dele sobre questões de interesse público, como a Cracolândia e saúde.

Currículo político

Rodrigo Garcia iniciou sua fala reforçando seu histórico na política. Ele contou que está envolvido nesse mundo desde os 24 anos e trabalhou em múltiplos setores, como secretário de algumas pastas, deputado e vice-governador, ressaltando que conhece bastante de gestão política. Humildemente, destacou que entre erros e acertos considera que tem uma trajetória boa e acredita que tem mais erros do que acertos.

Ademais, ele ainda alertou que faz alguns anos que o Brasil, de forma geral, vem deixando a desejar. O governador analisou que quem ocupar as cadeiras do governo de SP e da presidência em 2023 terá muito trabalho para reorganizar o Brasil.

Candidatura a São Paulo

Garcia comentou em sua fala que não quer que o Estado seja lugar para polarização nacional e vai batalhar para que as propostas e feitos sejam analisados antes de qualquer idealização extrema. Ele disse que os adversários dele possuem boas condições para o cargo, mas acredita que ele tem melhores e que vai provar isso a partir do dia 15 de agosto nos debates. Em relação à questão da polarização, o governador comentou que não quer governar nem para esquerda e nem para direita, mas sim para o progresso.

Sobre São Paulo, na visão do candidato, o maior problema do Estado para ser resolvido caso seja eleito está na economia, principalmente com a inflação, algo sentido em todas as classes. 

Por outro lado, ressaltou que, apesar de todas as dificuldades, São Paulo é um Estado que funciona. Neste sentido, ele aproveitou para falar que o estado respeita o teto de gastos, mostrou a relevância da região para o governo federal, pois, segundo Garcia, representa 40% dos impostos que vão à Brasília e que há 4-5 anos esse número ficava em cerca de 32%. Anualmente 400 bilhões são enviados para o governo federal e apenas 47% volta para São Paulo.

Além disso, fechou esse tópico mostrando que um grande problema que enfrentamos é a concentração de renda. Ele explicou que isso é perigoso para o Brasil porque as coisas andam para alguns, contudo é nítido que há mais moradores de rua, por exemplo, e a conta desse desequilíbrio chega para todos, como em termos de segurança.

Confira: Fuja dos riscos locais e cruze fronteiras: Entenda as vantagens e veja para qual perfil os investimentos offshore são indicados

Sabesp

Com o marco regulatório e municípios estratégicos adquiridos em três anos, adicionando três milhões de clientes, como, por exemplo, a cidade de Guarulhos, a Sabesp dobrou de valor. Garcia disse que se as tarifas forem melhores para São Paulo com a empresa sendo estatal ou de capital aberto, ele dará preferência para o que for melhor para a cidade.

Infraestrutura

Neste certame, o governador afirmou que compra três vezes mais asfalto do que o governo federal no Brasil todo e tem o maior programa de infraestrutura do país. Em adição, ele mencionou que receberam 200 obras paradas acima de 50 milhões e todas estão reiniciadas, com exceção para o Rodoanel.

Segurança e Cracolândia

Sobre o assunto, Garcia falou que quem promete dobrar ou triplicar o salário de policial é mentira, pois é muito cara a máquina pública. Ademais, disse que ao promover um capitão renovou a diretoria e mostrou a quem está na ativa que um podia chegar a vez deles. 

Ao ser questionado sobre a questão da Cracolândia, ele citou que a procura por reabilitação voluntária aumentou em 25%, além das operações que a segurança vem fazendo para repressão ao tráfico de drogas.

Saúde

Por fim, Rodrigo Garcia explicou que o Centro de Controle de Doenças foi criado para cuidar das próximas doenças, novas ou antigas, que podem chegar a qualquer momento.

Clique aqui para ler sobre outras personalidades e eventos promovidos pela EsferaBR e Portofino MFO.

Esta é uma iniciativa Portofino Multi Family Office e EsferaBR com o propósito de fomentar o diálogo entre políticos e empresários brasileiros. Todas as opiniões aqui apresentadas são dos participantes do evento. O nosso posicionamento nesta iniciativa é o de ouvir todos os lados, neutro e não partidário.

Causa e Efeito: 27.05.2022

Causa e Efeito: 27.05.2022

por danielbarbuglio | 26 maio 2022 | Análise de Mercado, Causa e Efeito, Family Office, Multi Family Office, Wealth management

Clique no ícone para ouvir no
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Tempo do áudio e leitura: 5 mins

Família Portofino,

Faz algum tempo desde que nos falamos pela última vez. A grande verdade é que, pelo menos do lado macroeconômico, pouco se alterou desde então. Nós, investidores, continuamos debatendo sobre a capacidade dos bancos centrais em lidar com o recente surto inflacionário pós-pandêmico sem que suas ações provoquem um choque recessivo sobre as economias. Esse desafio não se cansa de surpreender a todos dados os sucessivos impactos sobre preços de forma geral.

Já elaboramos neste mesmo fórum, a respeito dos efeitos do crescimento abrupto da demanda por bens durante a pandemia e posterior impacto sobre serviços com a retomada da mobilidade. Falamos também das consequências, além das questões humanitárias, do conflito Rússia-Ucrânia sobre principalmente alimentos e energia. Isso sem deixar de mencionar o custo da desglobalização, da transição energética para uma matriz mais limpa e da nova interrupção das cadeias de produção na China em função de sua política de tolerância zero à propagação de novos casos da COVID-19 e consequentes lockdowns.

Desde então, os analistas vêm alterando suas projeções de crescimento e inflação para, sem exceção, todas as regiões do mundo. Considerando os Estados Unidos e Europa como exemplos, em meados do ano passado projetava-se uma inflação para 2022 não superior a 3%. Nos dias atuais, com todas as surpresas que mencionamos acima, não se espera nada abaixo de 7%. Com o crescimento, aconteceu exatamente o contrário. No início do segundo semestre de 2021 os analistas previam, em média, que as economias americana e europeia cresceriam acima de 4%. Hoje, falar em 2,5% ou menos, passou a ser absolutamente corriqueiro.

Em estágios diferentes, bancos centrais das nações desenvolvidas e emergentes já iniciaram o processo de aperto monetário, mas a tarefa não cansa de se mostrar cada vez mais desafiadora. Mas, se por um lado, o cenário macroeconômico continua nebuloso e com baixa visibilidade, já para os preços dos ativos, a estória começa a parecer diferente. O mercado global de renda fixa, considerando predominantemente os mercados mais desenvolvidos, está tendo em 2022 seu pior desempenho dos últimos 30 anos! De forma agregada, esse mercado cai no ano mais de 10%. Sim, renda fixa, internacional, mercados desenvolvidos e em dólares com rentabilidade negativa.

Confira: Wealth Management: Saiba tudo como funciona esse serviço e qual o momento correto para contratar

Nas ações americanas, leia-se S&P500, a queda nominal esse ano se mostra importante, por volta de 15%. Quando olhamos do ponto de vista de valuation, os preços das ações hoje contra suas projeções de lucro para os próximos 12 meses, mostram um múltiplo próximo da média dos últimos 10 anos. Não há que se falar em barganha, mas longe de se afirmar que os preços se encontram ainda em níveis exagerados. Se analisarmos somente o setor de tecnologia, o impacto é ainda maior. O índice NASDAQ, que concentra apenas ações desse segmento, cai quase 25%. Estratificando ainda mais essa amostra, o ETF ARKK, que agrega apenas companhias relacionadas a tecnologias ditas disruptivas, perde cerca de 2/3 do seu valor desde sua máxima atingida em meados do ano passado.

Isso tudo para dizer que, na linguagem do mercado financeiro, nos parece que já se tem muita coisa no preço. Temos observado alguma recuperação nos mercados nas últimas semanas, mas aqueles investidores mais pessimistas alertam para o que se convencionou chamar bear market rally. Em livre tradução, isso seria uma recuperação acentuada dos preços dos ativos no curto prazo em meio a uma queda mais estrutural no longo prazo. E por falar em pessimismo, índices qualitativos que medem o pessimismo dos investidores mostram-se próximos de seus piores níveis dos últimos 30 anos. Estes indicadores costumam ser ótimos previsores de reversão dos mercados.

Faz alguns meses, nossas carteiras já vinham carregando menor risco de forma geral. Nossa estratégia de renda variável tem sido mais defensiva tanto do ponto de vista do tamanho quanto da composição dos ativos. Privilegiamos o carregamento de ativos pós-fixados, indexados à inflação e de prazos (duration) mais curtos. Não vamos queimar a largada, mas o nosso desconforto hoje está mais em identificar oportunidades que, no longo prazo, se mostrarão certamente rentáveis, do que continuar reduzindo risco. São nesses momentos, com cautela sempre, é verdade, que se ganha dinheiro.

Uma ótima sexta-feira e final de semana para você.

Eduardo Castro

Eduardo Castro é CIO (Chief Investment Officer) na Portofino Multi Family Office.

 ”Causa e Efeito” é um conteúdo exclusivo Portofino MFO que traz uma visão técnica sobre o que acontece no mundo, na semana e seus reflexos nos mercados financeiros globais.

Café da Manhã com Hamilton Mourão

Café da Manhã com Hamilton Mourão

por danielbarbuglio | 25 maio 2022 | Multi Family Office, Family Office

Tempo de leitura: 3 minutos

Família Portofino,

Nesta quarta-feira (25), participamos de um café da manhã, evento promovido pela RPS Capital, com o vice-presidente da República Hamilton Mourão.

Confira a seguir alguns dos principais assuntos abordados no encontro.

Aquecimento global

Dentre os assuntos discutidos, o vice-presidente foi questionado sobre a questão do aquecimento global. Mourão destacou que se o Brasil encerrar o desmatamento já entrega o compromisso de redução de emissão de carbono. “Acabar com o desmatamento é fácil, o difícil é a manutenção”, afirmou ele.

Crise global

A respeito da crise que o mundo todo vive, o ex-militar comentou um pouco sobre a guerra que acontece no leste europeu. Na opinião dele, a Ucrânia se preparou para esse conflito desde a invasão da Crimeia, com o ocidente já auxiliando o país com armas de última tecnologia. Ademais, ele disse não haver um indicativo para o fim do conflito.

Mourão abordou mais dois tópicos referentes à crise mundial. Ele comentou sobre os superciclos de manutenção de poder, tanto na Rússia quanto na China, que querem ficar até 2035 no poder. Além disso, ele também falou da dificuldade que o lado democrático tem em meio a enorme guerra de versões e disputas culturais. 

Saiba mais: Conheça e tire suas dúvidas em nosso guia sobre Family Offices e Multi Family Offices

Dificuldades do Brasil

Trazendo a conversa para o território nacional, o vice-presidente comentou sobre dois pilares: fiscal e produtividade. No âmbito fiscal, ele disse que a reforma da previdência precisará voltar daqui a 5 anos. Complementou também falando que tem que ser aprovada uma reforma administrativa, que já está muito bem formulada e só precisa de empenho político.

No lado da produtividade, para Mourão o primeiro passo é a reforma tributária com um IVA, trocando do imposto do consumo para a renda. Ainda conforme o general da reserva, o segundo passo tem que ser via infraestrutura

Eleições 2022

Por fim, Mourão falou sobre as eleições presidenciais de 2022. Segundo ele, até o meio do ano Bolsonaro deve empatar tecnicamente com Lula. Dessa forma, ele diz não acreditar em terceira via e que as eleições serão acirradas.

O vice-presidente fez questão de ressaltar que não há nenhuma possibilidade de golpe. “Não há espaço na política global para isso. Teríamos sanções ao estilo das que estão ocorrendo na Rússia”, finalizou.

_________________________

Este conteúdo é produzido pela PORTOFINO MULTI FAMILY OFFICE e a nossa posição não é partidária.
As opiniões expressas aqui são dos palestrantes e convidados do evento.

Somos um multi family office independente, de plataforma aberta, mas não estamos isolados.
Podemos gerenciar os seus investimentos em qualquer instituição financeira custodiante no Brasil e no exterior, consolidando as suas posições e cuidando para que a seleção dos ativos utilizados em suas carteiras não tenham nenhuma intermediação, com relatórios mensais integrados para lhe fornecer uma visão global do seu patrimônio.

Nosso trabalho é alinhado exclusivamente aos seus objetivos, sem conflitos de interesses.

Imagem em destaque: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Esfera BR | Em evento, Governador de São Paulo diz não querer governar nem para esquerda e nem para direita, mas para o progresso

Esfera BR | Economista de Ciro Gomes fala sobre Petrobras, reformas e diz que foco é melhorar a produtividade do Brasil

por danielbarbuglio | 24 maio 2022 | EsferaBR, Family Office, Multi Family Office

Tempo de leitura: 5 minutos

Em jantar realizado na última segunda-feira (23), pela Esfera Brasil, Nelson Marconi, assessor de Ciro Gomes na área econômica, compartilhou com empresários sua opinião sobre a política de preços da Petrobras, reformas e as prioridades do governo do candidato à Presidência.

O caso Petrobras

“Esse é um assunto que ninguém tem escapado de responder”. Marconi foi questionado sobre como a Petrobras pode melhorar o “controle” de preços e respondeu que ela deveria focar mais no refino, além de incentivar outras empresas a voltarem a refinar o petróleo para o país ficar próximo de ser autossustentável. Em complemento, ele comentou que a estatal precisa ser sustentável, no mínimo, pelos próximos 20-30 anos.

Sobre a companhia, o economista também foi indagado sobre a privatização da mesma. Na opinião de Marconi, ele não julga que a solução é continuar como está, ou seja, uma parte com capital aberto e outra pública. Neste sentido, ele argumentou que não podemos vender uma empresa com uma atividade tão importante como essa 100% focado no lucro. Ademais, incluiu a Eletrobras nesse argumento, mas fez questão de ressaltar que gostou muito do marco do saneamento, por exemplo, e irá estimular a continuidade de outras privatizações.

Saiba mais: A importância da blindagem patrimonial: Veja as 9 formas para proteger seus ativos

Reformas em pauta

  • Administrativa: a respeito da reforma administrativa, Marconi disse que não precisa criar reformas do zero, pois, segundo ele, existe uma reforma parada na Câmara dos Deputados desde 1999 devido a uma grande resistência. Ele completou explicando que não apoia a meritocracia individual, mas, sim, em grupos e órgãos, o que seria fundamental para uma melhora no desempenho dos prestadores.
  • Trabalhista: “não tem que voltar para CLT de antes”, falou o economista, que completou afirmando que o mais importante são os mecanismos para negociar. Ele ainda destacou que os encargos trabalhistas são muito altos, portanto é “essencial” mudar isso.
  • Tributária: nesse caso, Marconi se mostrou favorável a tributação de dividendos, lembrando que a Eslovênia é o outro único país que não taxa os proventos, além de defender a taxação de grandes fortunas. Entre outros assuntos, o economista falou em subir a tributação dos estados sobre herança, mas foi discutido no grupo de participantes que isso é algo do estado e não do Governo Federal e que Ciro Gomes pode perder poder político entrando em uma discussão que acaba não refletindo em algo que seria do escopo dele.

Banco Central e teto de gastos

Nelson Marconi também foi indagado sobre o que pensa a respeito da autonomia do Banco Central, a qual ele se diz contra. Ele diz acreditar que o Banco Central acaba fazendo uma política monetária que é um grande driver do presidente da República. Em suma, ele respeita a autonomia operacional, mas não a administrativa. “O BC faz política econômica e é um braço muito importante de qualquer governo. O presidente da República tem que ter autonomia para escolher um presidente do Banco Central alinhado com ele”, analisou.

Quando perguntado sobre o teto de gastos, ele disse que concorda, mas vai deixar os investimentos fora do teto, pois é algo fundamental para o crescimento e desenvolvimento do país.

Campanha de Ciro Gomes

Cada vez mais perto das eleições, Marconi teve que responder quais as prioridades do governo Ciro. O economista citou que a criação de emprego, saúde e educação são os principais pontos.

Por fim, encerrou sua participação elogiando Ciro Gomes, dizendo que o que ele fez para o Ceará foi incrível e que a parte da educação é algo que ele quer replicar para o Brasil. Inclusive, cutucou o PT ao falar que Ciro se desvinculou do partido faz tempo, porque não concorda com a corrupção da sigla e desafiou achar algum problema de corrupção do candidato. “O foco principal é melhorar a produtividade do Brasil, não por decreto, e sim criando uma situação para o país crescer e prosperar”, finalizou o economista.

Clique aqui para ler sobre outras personalidades e eventos promovidos pela iniciativa EsferaBR e Portofino MFO.

Esta é uma iniciativa Portofino Multi Family Office e EsferaBR com o propósito de fomentar o diálogo entre políticos e empresários brasileiros. Todas as opiniões aqui apresentadas são dos participantes do evento. O nosso posicionamento nesta iniciativa é o de ouvir todos os lados, neutro e não partidário.

Administradora de bens especializada em famílias milionárias chega a Curitiba

Administradora de bens especializada em famílias milionárias chega a Curitiba

por danielbarbuglio | 12 maio 2022 | Multi Family Office, Family Office

Para ler a matéria no portal Gazeta do Povo, clique aqui.

Com escritórios montados em São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife e Nova Iorque, a Portofino Multi Family Office abriu recentemente uma sede em Curitiba. A empresa é especializada em gestão financeira de famílias milionárias ou de alta renda, e oferece produtos e serviços para diferentes realidades patrimoniais.

Em entrevista à Gazeta do Povo, a CEO da Portofino, Carolina Giovanella, explicou que a empresa surgiu da necessidade da própria família em gerir seu patrimônio. A maior dificuldade, apontou, era encontrar soluções que atendessem os interesses da família, e não só do banco ou da corretora contratada.

“Nós nascemos de uma maneira muito genuína, e nós temos um nível de empatia muito grande com os nossos clientes. Nós somos resultados das dores que sentíamos nesses relacionamentos permeados por conflitos de interesses com bancos e corretoras. No modelo que nós podemos chamar de padrão, o foco é no produto, que é o que esses tentam vender a todo custo, seja ou não indicado para aquele perfil de investidor. No modelo dos Family Offices, o foco é na família, para a qual será montado um plano exclusivo”, explicou.

Empresa atende clientes com patrimônio a partir de R$ 1,5 milhão

Prestes a completar uma década, a Portofino agora conta com um quadro com mais de 80 especialistas em investimentos dentro e fora do país. Em sua carteira, a empresa tem mais de R$ 12,5 bilhões de ativos em gestão junto aos mais de 500 clientes – pessoas, famílias e empresas. De acordo com a CEO, os serviços da Portofino podem ser contratados por clientes com um patrimônio mínimo de R$ 1,5 milhão, um dos menores valores do mercado – para aproveitar toda a experiência da empresa, reforça, o indicado é ter uma realidade patrimonial a partir de R$ 5 milhões.

A chegada da Portofino a Curitiba, definiu Giovanella, vem ao encontro do potencial identificado na região. De acordo com a CEO, o objetivo é atingir não só clientes na capital do estado, mas também no interior. “O interessante é que quando a gente investe junto com o cliente, nós buscamos o ganho junto a esse cliente. Se a família tiver prejuízo, nós teremos perdas também. É a principal diferença do modelo convencional, onde o cliente pode até ter prejuízo, mas a comissão dos operadores vai estar garantida. Nós pensamos com a cabeça do novo, descartando tudo o que for mais ou menos e buscando sempre o ótimo”, concluiu.

Diferenciais incluem transparência e condições exclusivas

Giovanella deu mais detalhes sobre os diferenciais de um Multi Family Office frente às opções tradicionais no mercado de investimentos. Segundo ela, são três os pilares de atuação da empresa: foco no cliente, transparência e acesso a produtos com condições exclusivas. A primeira característica, comentou a CEO, assemelha o trabalho dos consultores da empresa ao de um médico de confiança da família.

“Hoje, quando a gestão de patrimônio é feita diretamente em um banco, há todo um ambiente de eventual potencial conflito de interesses, o foco é todo voltado para o produto que o banco quer vender, seja ele indicado para aquele cliente ou não. Para quem já tem muitos imóveis dentro do portfólio, não é necessário investir em fundos imobiliários, por exemplo. Nós temos esse cuidado de diversificar a carteira, e não buscar algo que só seria interessante para a nossa empresa. Os Family Offices são como aquele médico de confiança da família. Somos os gestores de investimentos de confiança da família”, comparou.

Sobre a transparência junto aos clientes, Giovanella argumenta que a Portofino, diferente de outros players do mercado de investimentos, não possui produtos próprios. Segundo a CEO, assim tanto os analistas quanto os clientes têm mais liberdade para adequarem suas necessidades aos mais diversos produtos oferecidos pelo mercado – inclusive investimentos fora do país. Entre os pontos destacados por ela está a possibilidade de que ganhos não previstos nos investimentos voltem para os clientes.

Cashback para os clientes

“Só no ano passado, nós devolvemos mais de R$ 6 milhões em cashback aos nossos clientes. São benefícios que podem acontecer em algumas aplicações, mas que em 99% das vezes acabam sendo incorporados nos ganhos dos bancos e das corretoras. E nós devolvemos isso em benefício dos clientes, tudo para manter essa relação de transparência. O cliente nos remunera e sabe exatamente quanto a gente ganha. Se houver qualquer ganho que não seja pago pelos nossos clientes, temos o dever contratual de devolver”, confirmou.

Por fim, a CEO reforça que os clientes da empresa conseguem benefícios exclusivos que, de outra forma, seriam praticamente inacessíveis. Giovanella explicou que a atuação da empresa retira os intermediários do meio das negociações, e permite que os clientes tenham acesso a produtos financeiros “no atacado”.

“Nossos clientes se tornam pessoas unidas para, de certa forma, tirar esses intermediários do mercado de investimentos. Hoje, um ativo como renda fixa no mercado padrão, quando chega ao canal de varejo, vem com taxas piores do que aquelas que seriam obtidas pelos próprios bancos nos canais de atacado. Nós tiramos esses intermediários e levamos nossos clientes direto à possibilidade de adquirir esses produtos com as mesmas condições de atacado”, explicou.

#Portofinonamidia

#Portofinonamidia

por danielbarbuglio | 6 maio 2022 | Family Office, Mídia, Multi Family Office

Este é um resumo com as principais notícias e conteúdos da Portofino Multi Family Office, confira:

Portofino vê oportunidade para ganho real em mix de papéis pós-fixados com indexados à inflação

  • Em entrevista ao veículo Valor Econômico, Eduardo Castro (CIO) comentou sobre o momento de pressão inflacionária, tanto no Brasil quanto no exterior;
  • Neste sentido, Castro acrescentou o impacto que o conflito entre Rússia e Ucrânia tem nessa questão, além do novo surto de Covid-19 na China;
  • Edu ainda explicou um pouco sobre a posição da Portofino, falando que a recomendação da gestora foi a redução de alocação na renda variável e aumento na renda fixa.

Link para a análise completa:

https://valor.globo.com/financas/noticia/2022/05/05/portofino-v-oportunidade-para-ganho-real-em-mix-de-papis-ps-com-indexados-inflao.ghtml

Portofino vê oportunidade para ganho real mix de papéis pós-fixados com indexados à inflaçãoBaixar

Renda fixa domina com alta de juros, mas inflação pode ser ‘pegadinha’ para investidor

  • Após as decisões do Banco Central do Brasil e do Fed (banco central americano) de aumentarem as taxas de juros de suas respectivas economias, o CIO da Portofino, Eduardo Castro, falou ao Valor Econômico como esse movimento afeta as carteiras;
  • Em sua participação na matéria, Edu ressaltou o fato de os países emergentes, como o Brasil, terem antecipado o início do aperto monetário e para o brasileiro esse “gap” abriu oportunidade para investir com risco doméstico;
  • Sobre teses de investimentos, o nosso Executivo-Chefe de Investimentos falou sobre as aplicações em bolsa, que ele afirmou que a sugestão é ter posições menores e mais defensivas.

Leia a matéria completa:

https://valor.globo.com/financas/noticia/2022/05/06/com-alta-de-juros-no-brasil-e-nos-eua-renda-fixa-domina.ghtml

Renda fixa domina com alta de juros, mas inflação pode ser ‘pegadinha’ para investidor _ Finanças _ Valor Econômico (2)Baixar
Com alta de juros no Brasil e nos EUA, renda fixa dominaBaixar

Portfólio: Selic a 12,75% exige maior busca por prêmio na renda fixa, mas bolsa deve sentir pouco

  • Thomás Gibertoni, gestor de portfólio da Portofino Multi Family Office, fez uma avaliação geral das taxas de títulos de crédito privado mais interessantes do momento;
  • Além disso, Gibertoni também analisou o comunicado do Banco Central, o qual ele caracterizou como “hawkish“.
  • “O Copom deixa a porta aberta para um aumento além da próxima reunião, o que o mercado ainda não coloca na conta, que pode fazer com que as curvas de juros ‘abram’ mais do que elas estão hoje”, explicou Gibertoni.

Veja a matéria:

https://br.investing.com/news/economic-indicators/copom-tom-duro-e-possiveis-altas-adicionais-da-selic-chamam-atencao–de-analistas-996949

Portfólio: Selic a 12,75% exige maior busca por prêmio na renda fixa, mas bolsa deve sentir poucoBaixar

Estrangeiros de saída? Capital externo da B3 fica negativo em abril

  • Analisando a queda da entrada de capital estrangeiro no Brasil, Thomás Gibertoni analisou que o período de maior entrada de estrangeiros já tenha ficado para trás;
  • “O estrangeiro, que estava sustentando a alta da bolsa brasileira nos últimos meses, parou de segurar”, disse Thomas Gibertoni, gestor de portfólio da Portofino Multi Family Office.

Confira o conteúdo completo:

https://exame.com/invest/mercados/fluxo-de-estrangeiros-chegou-ao-fim-bolsa-perde-capital-externo-em-abril/

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