Pular para o conteúdo principal
  • Investimentos
  • Investimentos Internacionais
  • Planejamento Patrimonial
  • Imobiliário (Real Estate)
  • Esporte, Arte e Entretenimento
  • Fusões e Aquisições (M&A)
  • Portofino On
  • Contato
Portofino

FIDC: como funciona os investimentos em direitos creditórios

por Guilherme Oliveira | 28 fev 2019 | Análise de Mercado

Buscando entender mais sobre FIDC e como funciona este tipo de fundo de investimento?

Muitos investidores, sejam eles iniciantes ou experientes no mercado financeiro, possuem dúvidas em relação sobre o que é FIDC e como analisar as características do Fundo.

Para esclarecê-las, siga a leitura do artigo!

Afinal, o que é FIDC (Fundo de investimento em direitos creditórios) 

Popularmente chamados de FIDC, os Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios são reconhecidos no mercado financeiro pelo excelente retorno que oferecem, podendo alcançar retornos superiores a 150% do CDI.

Para entendermos o funcionamento de FIDC, é preciso compreender o que é o Direito Creditório. 

Ele se refere ao direito a um crédito originário de operações realizadas nas instituições financeiras, indústrias e serviços. 

Quando uma empresa realiza determinada venda a prazo, ela tem o direito de receber o valor. Esse recebível, no caso, pode ser securitizado e transformado em um ativo para ser negociado e vendido para um FIDC.

Sendo assim, o FIDC oferece um capital de giro para a empresa e lhe dá garantia de recebimento.

Em um artigo publicado no portal InfoMoney, Carolina Giovanella, sócia da Portofino Investimentos, explica que os FIDC apresentam duas principais categorias de cotas: 

“As cotas subordinadas cedem o direito de preferência para as cotas seniores para fim de resgate e amortização, sendo geralmente subscritas pelos empreendedores do fundo e funcionando como meio de garantia para as cotas seniores.

As cotas seniores, por sua vez, têm preferência para fins de resgate e amortização e remuneração pré-definida”.

Quem pode aplicar em FIDCs? 

Como vimos, o FIDC merece destaque em comparação com outros tipos de investimentos, já que pode oferecer retornos superiores a 150% do CDI. 

Porém, não são todos os investidores que podem adquirir cotas dos Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios.

Normalmente, os FIDCs são ofertados a investidores qualificados, ou seja, a pessoa física ou jurídica que possui mais de R$ 1.000.000,00 em investimentos no mercado financeiro e que ateste essa condição em documento. 

Essa classificação é realizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e tem como objetivo designar os investidores que possuem uma elevada quantia em investimentos e que detêm conhecimentos adequados sobre investimentos financeiros e os riscos envolvidos.

Nos últimos tempos, o FIDC foi alvo de preconceitos devido aos escândalos que envolveram algumas organizações do mercado financeiro. 

No entanto, como vimos, este tipo de fundo é uma opção atraente para os investidores, já que a sua excelente estrutura possibilita a existência de cotas subordinadas, que amortecem a inadimplência.

Quais são os riscos de investir em FIDICs?

Assim como qualquer tipo de investimento, o FIDC também oferece alguns riscos. Confira mais detalhes:

Risco de Crédito

O principal risco do FIDC é o crédito da carteira de recebíveis, ou seja, a inadimplência dos recebíveis que formam o lastro da carteira.

Como o fundo tem, no mínimo, 50% dos seus ativos em títulos de crédito (contas a serem pagas), pode haver atraso no pagamento ou até mesmo calote por parte dos investidores.

Para que esse risco seja minimizado e o patrimônio dos nossos clientes esteja sempre protegido, os profissionais da Portofino analisam questões como:

  • Prospecto;
  • Diversificação do fundo;
  • Histórico de inadimplência;
  • Recebimentos dos anos anteriores.

Dessa forma, evitando qualquer tipo de questão que possa interferir na sua segurança ao investir em FIDCs.

Risco de Liquidez

Por ser um fundo para investidores com perfil bastante restrito, o FIDC não costuma ter muitos compradores.

Com uma demanda baixa, se comparado com outras opções de ativos, pode ser mais demorado vender suas cotas no mercado secundário.

Risco de Mercado

Fatores de mercado (internos ou externos), como aumento da inflação ou taxa de juros, podem afetar o FIDC de alguma forma.

Dependendo da volatilidade, fatores como a rentabilidade, preço e valor dos ativos do FIDC podem ser impactados.

Nós da Portofino temos o objetivo de entregar resultados sempre acima da inflação, prezando pela cautela. 

Somos diligentes e, na dúvida, optamos por não tomar risco e preservar a integridade do seu patrimônio financeiro.

Estratégias de FIDCs

Confira abaixo as duas principais estratégias usadas por FIDCs dentro do mercado financeiro:

Direitos Creditórios Performados

Nesse tipo de fundo, o direito creditório está performando quando a venda do produto ou execução do serviço já foi realizada/entregue.

Como o contrato de compra e venda não pode ser desfeito, não existe chance de não-execução das operações do fundo.

Nesse caso, o risco está apenas na inadimplência dos consumidores.

Por ser uma estratégia menos arriscada, a maioria dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios funciona deste modo.

Direitos Creditórios Não-Performados

Nesse caso, o direito creditório ainda não está performando, ou seja, não houve finalização/entrega do produto ou serviço.

Um exemplo conhecido é a antecipação de recebíveis de um apartamento adquirido ainda na planta.

Quando isso ocorre, existe tanto o risco de inadimplência quanto do contrato de compra e venda deixar de existir por problemas na construção.

Por ser mais arriscado, esse tipo de FIDC oferece um potencial de retorno mais alto do que a modalidade performada.

Como investir no FIDC?

É possível investir em um FIDC com condomínio aberto, em que há possibilidade de resgate de cotas a qualquer momento, e fechado, quando o resgate ocorre apenas no final do prazo estabelecido na assinatura do contrato.

Por não ser um fundo disponível para qualquer investidor, é preciso que o interessado prove ser um profissional da área para conseguir aplicar seu patrimônio.

Isso pode ser feito com a classificação de investidor profissional ou com a certificação CVM de registro de agente autônomo, analista, administrador de carteira ou consultor de valores mobiliários.

A pessoa física ou jurídica ainda precisa provar, por termo assinado, que possui mais de R$1 milhão aplicado em investimentos.

Vale ressaltar que o investimento inicial de um FIDC é a partir de R$25 mil.

Conclusão

Os FIDCs são fundos de investimento com baixa volatilidade e alto potencial de rendimento.

Mesmo sendo bastante atrativos para os investidores, suas características e riscos exigem bastante conhecimento do investidor sobre o mercado financeiro.

Para além da rentabilidade e volatilidade, a análise de um FIDC para investir deve incluir também indicadores de subordinação, grau de recompra, grau de perda e outros.

Por isso, o mais indicado para investir em um FIDC é contar com o apoio de uma gestora de recursos como a Portofino Multi Family Office.

Desde 2012, oferecemos um serviço de assessoria patrimonial sob medida para pessoas, famílias e empresas com elevado patrimônio.

Possuímos mais de R$10 bilhões em ativos sob a gestão dos nossos mais de 40 especialistas (AUM).

Descubra as vantagens de contar com a Portofino na gestão do seu patrimônio! 

4 dicas para seguir ao montar a sua carteira de investimentos

por Guilherme Oliveira | 7 fev 2019 | Análise de Mercado

Muitos investidores possuem dúvidas em relação a como montar uma carteira de investimentos eficiente na gestão de patrimônios. Pensando nisso, separamos 3 dicas que irão lhe auxiliar na escolha de ativos financeiros para o seu portfólio.

Continue a leitura!

Como montar uma carteira de investimentos? Confira 3 dicas

Qualquer tipo de investidor – seja ele experiente no mercado financeiro ou não – precisa estar inteirado a respeito de sua carteira de investimentos, ou seja, do conjunto de ativos financeiros escolhidos para a preservação e crescimento de seu patrimônio.

Por mais simples que possam parecer, certas dicas são fundamentais e auxiliam aqueles que desejam montar uma carteira de investimentos mais efetiva aos seus interesses. Entenda:

1. Conheça os diferentes fundos e ativos para aplicar

Na hora de investir seu patrimônio, uma dica é sempre válida: “não coloque todos os ovos na mesma cesta”.

Com tantas opções de ativos e fundos no mercado financeiro, é importante entender quais as vantagens oferecidas por cada um para que sua decisão de alocação seja a mais assertiva possível.

Por isso, antes de montar uma carteira de investimentos, conheça mais sobre diferentes fundos de investimento e pesquise sobre ativos que possam combinar com seu perfil de investidor.

2. Aposte em investimentos internacionais

Como demonstrado no artigo “Mercado financeiro no Brasil: o que esperar para 2019?“, na maior parte dos casos, grande parte dos recursos dos investidores brasileiros está alocado no Brasil. 

 No entanto, quando há uma piora conjuntural ou sistêmica no país, todos esses ativos podem ser afetados ao mesmo tempo. 

 Por isso, reservar parte do patrimônio para a alocação no exterior é uma atitude inteligente, que traz ainda mais variação à carteira de investimentos..

3. Descubra o seu perfil de investidor

Se você não souber quais são os seus objetivos específicos com a criação de uma carteira de investimentos, dificilmente obterá resultados atrativos na gestão de seu patrimônio. 

 Entender quais são suas expectativas e metas para o futuro permitem um portfólio eficiente do ponto de vista fiscal e na relação de risco/retorno.

 No entanto, não acredite em perfis prontos, como aqueles que lhe definem em investidor com perfil “arrojado”, “moderado” ou “conservador”. 

 Para a real compreensão do objetivo de um cliente é preciso ir além e, por isso, a Portofino utiliza métricas claras, que revelam através de números os melhores caminhos para a montagem de uma carteira de investimentos verdadeiramente personalizada.

4. Diversifique o seu portfólio

A diversificação de portfólio permite a maximização de ganhos e o controle de riscos. 

 Em artigo publicado no Infomoney, Carolina Giovanella, sócia-proprietária da Portofino Investimentos, relembra a filosofia de Benjamin Graham, o guru de Warren Buffett. 

 Entre suas diferentes estratégias para driblar a volatilidade do mercado, merece destaque a diversificação. 

 Carolina explica que, na teoria da Graham, misturar ativos de risco com conservadores em uma carteira de investimentos é fundamental para a preservação de capital em mercados de baixa.

 É por isso que a Portofino realiza essa variação por classe de ativos, com os melhores produtos do país. 

A empresa também faz uso de indicadores estatísticos como forma de auferir perda máxima da carteira.

Carteira de investimentos administrada, como funciona?

A carteira administrada consiste em um portfólio de investimentos gerido por uma empresa para um cliente.

Nessa estratégia de investimento, a gestora da carteira fica responsável por aplicar o dinheiro em diferentes ativos do mercado financeiro.

No entanto, é necessário seguir uma estratégia pré-estabelecida de acordo com os objetivos do investidor.

O cliente apenas delega o poder de decisão sobre a escolha dos ativos aos profissionais responsáveis pela carteira administrada.

O propósito disso é identificar e aproveitar os melhores ativos para realizar os desejos do investidor, e não da instituição.

Por isso, a remuneração de gestoras de recursos costuma ser atrelada à sua performance na gestão de investimentos.

Algo que não acontece com as corretoras, que lucram a partir dos ativos sugeridos aos seus clientes.

Em um mercado financeiro pouco transparente e com investidores não especializados, contar com a experiência de um gestor de carteiras de investimento é bastante vantajoso.

O que é o serviço de carteira administrada?

O serviço de carteira administrada é executado por profissionais especializados e habilitados para atuar no mercado financeiro.

Para aproveitá-lo, os investidores podem contratar uma gestão de carteira personalizada ou investir por meio de um fundo de investimento.

Em ambos os casos, a gestão do capital é feita de acordo com os objetivos e necessidades dos investidores, respeitando as diretrizes estabelecidas em contrato.

No caso dos fundos, a diferença está na menor personalização das aplicações e na alocação por meio da compra de cotas.

Vantagens da carteira administrada

Nos últimos anos, o acesso a conteúdos e informações sobre o mercado financeiro vem se tornando cada vez mais acessível aos investidores.

E isso é algo bastante positivo. Afinal de contas, quando se fala em investir o próprio patrimônio, ter autonomia é algo fundamental. 

O mercado, antes exclusivo aos bancos e suas “oportunidades” de investimento, agora abre espaço para mais e mais opções a serem aproveitadas.

Para quem tem tempo disponível, um ambiente bastante favorável: até mesmo quem não é um especialista consegue criar uma carteira de investimentos diversificada e rentável por conta própria.

Mas isso não quer dizer que quem não dispõe de tempo livre ou simplesmente não tem interesse em se aprofundar no assunto está fadado a investir mal.

Para esses indivíduos, uma alternativa para o investimento amador é delegar a gestão dos investimentos a profissionais especializados.

Com uma carteira administrada, você conta com uma estratégia prática e totalmente adequada ao seu perfil de risco.

No longo prazo, a gestão de investimentos também garante uma maior rentabilidade ao garantir o constante balanceamento de ativos. 

Isso porque, sempre que é feito um novo aporte, a distribuição dos recursos é atualizada para que os percentuais pré-estabelecidos sejam mantidos.

A importância do auxílio profissional na gestão de carteiras

Com toda certeza, contar com o apoio de um gestor profissional para investir seu patrimônio é algo bastante vantajoso.

Ao invés de se preocupar com a aplicação de ativos individualmente, o investidor apenas define seus objetivos e passa a acompanhar o trabalho do gestor ao ver seu dinheiro se multiplicar.

O acompanhamento profissional também ajuda a evitar erros e prejuízos por falta de conhecimento ou experiência no mercado financeiro.

Sendo assim, uma excelente alternativa para quem deixa de investir na renda variável por ter um perfil mais conservador.

Além disso, quando voltada para um fundo de investimento, a carteira administrada ainda permite a aplicação em diversas opções de ativos por muito menos do que se o aporte fosse feito de forma individual.

Logo, você tem a oportunidade de montar uma carteira de investimentos diversificada de modo prático e acessível, diluindo riscos e potencializando ganhos.

Portofino oferece aos seus clientes o serviço de carteira administrada

Carteira administrada é um serviço de gestão e execução de investimentos, onde a Portofino busca administrar os recursos do cliente de forma mais eficiente do ponto de vista fiscal e na relação risco/retorno. 

 Com a ajuda de um sistema robusto de consolidação de informações, o gestor visualiza a carteira do cliente como um todo, acompanhando-a diariamente e modificando posições quando necessário.

 Na Portofino, o acompanhamento contínuo de profissionais especializados garantem uma carteira de investimentos muito mais robusta, como maximização de ganhos e controle de riscos. 

 Além disso, nossa equipe analisa e estrutura diariamente as carteiras, conforme o perfil e objetivo de investimento do cliente. 

 Assim, a realocação ocorre automaticamente, quando o gestor vislumbra melhores oportunidades de investimento.

 Saiba mais sobre o trabalho de gestão de investimentos da Portofino!

 Gostou da leitura? Deixe o seu comentário!

Fundos de investimento exclusivos: o que são e como aplicar

por Guilherme Oliveira | 31 jan 2019 | Análise de Mercado

Você sabia que determinadas estruturas financeiras permitem que investidores realizem aplicações sem incidência de impostos? Os fundos de investimento exclusivos são reconhecidos pelas vantagens que apresentam quando comparados às demais opções do mercado financeiro. Eles possibilitam a alocação de recursos personalizada e com maior adequação às necessidades do cliente, principalmente em relação a gestão de risco e a conservação patrimonial.

Siga a leitura!

Afinal, o que são fundos de investimento exclusivos?

Podemos definir os fundos de investimento exclusivos como a união de recursos de um ou mais condôminos (cotistas) investidos sob cuidados de um gestor qualificado. Este segue uma política de investimento, previamente definida em regulamento, buscando produtos e soluções a obter ganhos financeiros e garantir uma série de benefícios fiscais aos cotistas.

Podemos entender os fundos de investimento exclusivos como instrumentos de “holdings financeiras”, já que oferecem ao cliente vantagens como o planejamento sucessório, planejamento tributário, planejamento financeiro e blindagem patrimonial. No entanto, os fundos exclusivos se sobressaem em relação às holdings, pois permitem de fato a redução da carga tributária.

Uma das características que mais chama a atenção de investidores nos fundos de investimento exclusivos é que nesta estrutura financeira o investidor não paga imposto de renda pelas movimentações internas que realiza. Os recursos podem ser migrados de um ativo para o outro dentro do fundo, sem que impostos ou custos adicionais incidam sobre o patrimônio. Dessa forma, o investidor usufrui de mais possibilidades de aplicações e não prejudica sua rentabilidade. Nos fundos exclusivos, o imposto de renda é descontado apenas na amortização e na sua liquidação, possibilitando melhores rendimentos.

Outro grande benefício dos fundos de investimento exclusivos tem relação a sucessão patrimonial, já que eles tornam possível a doação de cotas para herdeiros ainda em vida, orientando como eles vão usufruir dos bens e evitando a burocracia de um inventário. A principal vantagem da sucessão patrimonial por meio dos fundos de investimento exclusivos é o recolhimento de parte do imposto sobre o valor do patrimônio no presente. Caso o mesmo fosse recolhido no futuro, o patrimônio possivelmente estaria maior e consequentemente os impostos apresentariam aumento.

Por fim, vale ressaltar que os fundos exclusivos oferecem acesso a produtos inacessíveis para pessoas físicas. Dessa forma, eles permitem até mesmo a estruturação de produtos de previdência exclusivos, como PGBL e VGBL, o que se demonstra bastante interessante, já que a maioria dos PGBL e VGBL ofertados à pessoas físicas possuem taxas elevadas e prejudicam a rentabilidade do investidor.

Entenda como aplicar em fundos de investimento exclusivos

Os fundos de investimento exclusivos são indicados para investidores ou empresas que possuem grandes patrimônios. Cada cliente possui demandas que exigem uma estruturação específica, por isso, profissionais especializados devem ser procurados para melhor aconselhamento de investimento, com o objetivo de garantir total segurança e maior rentabilidade ao cliente.

A Portofino Investimento oferece aos seus clientes assessoria completa na gestão de recursos financeiros. Dessa forma, a empresa estrutura seus processos em 5 principais etapas:

1. Levantamento de informações: compreensão das necessidades e objetivos do cliente (leia nosso artigo “Investidor com perfil arrojado, moderado ou conservador: termos que não lhe definem”;

2. Elaboração da política de investimento: definição e estratégia;

3. Alocação;

4. Gestão: Rebalanceamento de acordo com o cenário;

5. Prestação de contas.

Esclareceu suas dúvidas sobre fundos de investimento exclusivos? Se o artigo foi relevante para você, deixe o seu comentário!

Investidor com perfil arrojado, moderado ou conservador: termos que não lhe definem

por Guilherme Oliveira | 24 jan 2019 | Análise de Mercado

Em geral, bancos e corretoras de investimentos tradicionais enquadram seus clientes da seguinte forma: investidor com perfil arrojado, moderado ou conservador. De fato, para a construção de um portfólio customizado e que atenda todas as expectativas em relação a preservação do capital, a compreensão do perfil e dos objetivos de cada cliente é muito importante. No entanto, a Portofino não acredita em termos prontos para a definição de um perfil.

Pensando na relevância da personalização para a elaboração de um planejamento financeiro, criamos um artigo que explica porque termos prontos não são o bastante para a preservação do capital de um investidor.

Continue a leitura!

Por que termos como investidor com perfil arrojado, moderado e conservador não são suficientes para a preservação do capital

Grande parte das corretoras de investimentos utilizam três termos para a definição de “tipos” de pessoas atuantes no mercado financeiro: o investidor com perfil arrojado, moderado e conservador. No entanto, a Portofino não acredita que essas definições prontas sejam suficientes para a compreensão real dos objetivos de um cliente.

Por mais que o mercado utilize palavras para definir perfis de investidores, entendemos que cada cliente é único e, por isso, os termos podem se confundir. Uma pessoa com o perfil considerado conservador, por exemplo, pode ter vários aspectos de um perfil moderado e assim por diante.

Antes de tomar qualquer decisão relacionada a um portfólio de investimentos para a preservação de seu capital, é muito importante compreender quais são suas expectativas e os seus objetivos para o futuro. Afinal, somente desta forma o serviço de gestão e execução de investimentos poderá ser realizado com excelência, resultando em eficiência do ponto de vista fiscal e na relação de risco/retorno.

Em nosso sistema são avaliadas questões como a volatilidade, retorno e a distribuição por classes de ativos. Para a real compreensão do objetivo de um cliente é preciso ir além e, por isso, a Portofino faz uso de métricas claras, que revelam através de números os melhores caminhos para a construção de um portfólio de investimentos verdadeiramente personalizado.

Qual é a melhor opção de investimento? Tudo dependerá do seu perfil

Como vimos, diferentes perfis de investidores demandam tipos diversificados de investimentos. Não há uma fórmula mágica para investir bem. Na verdade, um bom portfólio de investimentos será aquele que é totalmente estruturado com relação às demandas do cliente.

A atuação da Portofino é clara e personalizada para atingir os objetivos de cada cliente. Cada um dos nossos processos são estruturados para facilitar o seu investimento. Por isso, um dos primeiros passos da empresa é a compreensão do perfil e dos objetivos do investidor, com intuito de constituir um portfólio customizado, que atenda suas expectativas e que conserve o seu patrimônio.

Então, gostou da leitura? Se o artigo foi relevante para você, comente!.

Mercado financeiro no Brasil: o que esperar para 2019?

por Guilherme Oliveira | 10 jan 2019 | Análise de Mercado

Compreender o mercado financeiro no Brasil e saber o que esperar para 2019 é muito importante para aqueles que desejam preservar o seu capital e, consequentemente, o futuro de sua família.

É por isso que hoje, no primeiro artigo publicado pelo blog da Portofino Investimentos, alertamos sobre previsões para a economia brasileira em 2019, que impactam diretamente no mercado financeiro. Além disso, esclarecemos potenciais dúvidas sobre a validade da alocação de recursos no exterior.

Siga a leitura!

Previsões para o mercado financeiro no Brasil em 2019

O ano de 2018 trouxe consigo inúmeras variações no cenário político e econômico que, consequentemente, impactaram também o mercado financeiro. Em apenas 1 ano, diversos fatos ocorreram, lidamos com muitas turbulências no cenário nacional e internacional e um novo presidente foi eleito pela população brasileira.

Sabemos que tudo aquilo que ocorre na esfera política e econômica influencia diretamente o mercado financeiro. Por isso, a candidatura de um novo presidente apresenta um impacto direto nos investimentos.

Dessa forma, é preciso estar atento aos acontecimentos do próximo ano, para saber como se preparar em meios aos possíveis cenários.

De acordo com Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, é esperado que o crescimento global diminua no próximo ano e o crescimento dos Estados Unidos se estabilize em um nível mais alto em comparação com outros países, mesmo quando os efeitos do estímulo fiscal de 2018 diminuírem.

Cantreva explica que o crescimento dos lucros globais também devem ser moderados em 2019, acompanhando as perspectivas de crescimento mais ponderadas.

Por fim, apesar do tom mais suave do FED em sua última reunião, para 2019 a perspectiva é que continuem aumentando os juros gradualmente, visto que estão chegando próximo das metas de desemprego e inflação.

Afinal, investir no exterior vale a pena? Entenda

Diante de tantas incertezas no mercado financeiro no Brasil, muitos investidores desejam compreender se investir no exterior vale a pena ou o mercado financeiro brasileiro supre todas as demandas de uma carteira de investimentos.

Nós, da Portofino Investimentos, acreditamos que a alocação de recursos no exterior traz ao investidor a oportunidade de diversificar ainda mais o seu portfólio, de modo que os riscos de prejuízo sejam minimizados. É comum que grande parte dos recursos dos investidores brasileiros esteja alocado no Brasil. No entanto, quando há uma piora conjuntural ou sistêmica no país, todos esses ativos podem ser afetados ao mesmo tempo. Por isso, reservar parte do patrimônio para a alocação no exterior é uma atitude inteligente, que traz ainda mais variação à carteira de investimentos.

É importante compreender que para aplicar no mercado internacional é necessário amplo conhecimento na área, principalmente em relação aos riscos e à política do mercado estrangeiro, como o câmbio e o momento econômico que o país enfrenta. Por isso, contar com profissionais especializados no assunto pode ser uma atitude decisiva para a preservação do capital.

Gostou do artigo? Se você possui dúvidas em relação ao mercado financeiro no Brasil, deixe o seu comentário!

Fundos exclusivos permitem escapar da alta do imposto sobre herança e organizar sucessão

por Guilherme Oliveira | 24 mar 2017 | Análise de Mercado, Mídia

Com os governos estaduais altamente endividados e enfrentando dificuldades para ajustar suas contas, crescem as chances de aumentos no Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), o imposto sobre heranças cobrados por essas administrações. Alguns Estados, como Bahia, já elevaram as alíquotas, mas outros, como São Paulo, ainda não, o observa Carolina Giovanella, sócia fundadora da Portofino Investimentos. “Mas há fortes indícios de que este ano possa ter aumento”, diz a gestora. Por isso, aumenta a procura de investidores por mecanismos de sucessão que permitam antecipar o imposto e evitar um custo maior.

Para ler a reportagem na íntegra, clique aqui.

« Entradas Antigas
Próximas Entradas »

Posts recentes

  • A sua próxima taça de vinho pode vir do fundo do mar
  • CEO Conference 2026 | BTG Pactual – Dia 2
  • CEO Conference 2026 | BTG Pactual – Dia 1
  • Nova proposta de Imposto sobre Grandes Fortunas
  • A Groenlândia no centro da crise geopolítica. Os EUA arriscam as relações pela a ilha

11 2592 4484

info@pmfo.com.br

INFORMAÇÕES REGULATÓRIAS E POLÍTICAS DE OPERAÇÃO.

CANAL DE DENÚNCIAS

CANAL DPO

DISCLAIMER

  • Investimentos
  • Investimentos Internacionais
  • Wealth Planning
  • Real Estate
  • Fusões e Aquisições
  • Esportes, Artes e Entretenimento
  • Nossos escritórios
  • Portofino On
  • Imprensa
  • Trabalhe conosco
  • Contatos
  • Seguir
  • Seguir
  • Seguir