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IR sobre investimentos: como devo declarar minhas aplicações?

por Guilherme Oliveira | 22 abr 2019 | Análise de Mercado

Você compreende como funciona a tributação do IR sobre investimentos? Entende quais aplicações financeiras são ou não tributáveis? Sabe como declarar investimentos no exterior?

Em 2019, o prazo de entrega do Imposto de Renda para Pessoas Físicas vai até o dia 30 de abril. Por isso, se você investe e ainda não realizou a sua declaração de IR, é chegada a hora de contratar um profissional especializado no serviço.

Para entender mais sobre como declarar investimentos no Imposto de Renda, sejam eles nacionais ou internacionais, siga a leitura do artigo!

IR sobre investimentos: entenda quais são as aplicações tributáveis e não tributáveis no Imposto de Renda

Uma carteira de investimentos assertiva é composta por diferentes tipos de aplicações, como por exemplo os Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC), Debêntures, Fundos de Investimento Exclusivos, ações na Bolsa de Valores e outros. No entanto, ao falarmos de tributação, precisamos compreender que essas aplicações possuem diferentes características.

Investimentos Isentos de IR devem ser declarados, no entanto, não incidem tributação para quem aplica. Merecem destaque:

– CRIs e CRAs

– Debêntures Incentivadas de Infraestrutura

– Fundos de investimentos imobiliários

– LCA, LCI e LH

– Mercados à Vista de Ações (dividendos)

– Mercados à Vista (ações com vendas mensais inferior a R$ 20 mil)

– Ouro (com vendas mensais inferior a R$ 20 mil)

Investimentos NÃO isentos de IR devem ser declarados e possuem alíquota de tributação. Merecem destaque:

– CDBs

– COEs

– Debêntures

– ETFs

– Fundos de Investimentos

– Fundos de Investimentos Imobiliários (venda de cotas)

Devo declarar investimentos no exterior?

Se você possui investimentos no exterior, é importante compreender que o Imposto de Renda é isento apenas se o total das operações realizadas fora do Brasil não ultrapassa R$ 35.000,00 de renda líquida ao mês.

Caso contrário, os rendimentos serão tributáveis.

Os ganhos líquidos devem ser tributados como ganho de capital à alíquota progressiva.

O pagamento do imposto sobre os ganhos líquidos tributáveis auferidos no mercado de renda variável deve ser feito até o último dia útil do mês seguinte ao da operação, através do pagamento do Documento de Arrecadação da Receita Federal (Darf) com o código 8523.

Vale lembrar que tanto os ganhos relativos a ações no Brasil como no exterior são apurados e tributados mês a mês separadamente, não integrando a base de cálculo do imposto sobre a renda na Declaração de Ajuste Anual. Da mesma maneira, o imposto pago não pode ser deduzido do devido na declaração.

Ao declarar investimentos no Imposto de Renda, conte com profissionais especializados

Se as aplicações que constam em sua carteira de investimentos não são isentas de IR, você deve realizar a declaração de acordo com todas as normas previstas.

Para isso, a contratação de profissionais especializados na Declaração de Imposto de Renda é fundamental. Para saber como declarar de forma correta todos os seus rendimentos, entre em contato com o seu advogado e com o seu contador de confiança.

Esclareceu as suas dúvidas sobre o tema? Comente!

Fundos de Investimento: como funciona a seleção de produtos na Portofino

por Guilherme Oliveira | 17 abr 2019 | Análise de Mercado

Compreender como funciona a seleção dos Fundos de Investimento em uma Gestora de Recursos é uma tarefa importante, que deve ser realizada por investidores preocupados com a excelência da gestão de seu patrimônio.

Pensando nisso, este artigo demonstra aos leitores quais são os critérios durante a seleção dos Fundos de Investimento da Portofino e, além disso, relembra as principais vantagens da aplicação em Fundos de Investimento Exclusivos e Restritos.

Para saber mais, siga a leitura!

Fundos de Investimento: como funciona a seleção de produtos realizada pela Portofino? Entenda!

Os Fundos de Investimento se caracterizam por uma estrutura formal de investimento coletivo, onde diferentes investidores reúnem os seus recursos para aplicar de forma conjunta no mercado financeiro.

Eles devem obedecer às normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a um regulamento próprio que estabelece regras relativas aos objetivos, política de investimento, riscos, ativos negociados, regime de tributação e outras informações relevantes.

Entre todas as classes disponibilizadas pelo mercado financeiro, como Renda Fixa, Multimercado, Renda Variável e Alternativo, por exemplo, a Portofino Investimento aplica principalmente através de Fundos.

Dessa forma, nos dedicamos a conhecer os gestores dos Fundos, mantendo um relacionamento próximo e compreendendo o que cada produto consegue agregar em sua classe, para a montagem de carteiras efetivas, que vão de acordo com as necessidades de cada um de nossos clientes.

As debêntures de companhia aberta podem ser distribuídas publicamente, nos termos da Instrução CVM 400/03, ou com restrição na distribuição, para um número limitado de investidores profissionais, nos termos da Instrução CVM 476/09.

Para aprovação dos Fundos, a Portofino dispõem de alguns pilares. São eles:

1) Universo de Fundos: classificação dos produtos pelo primeiro nível de classe, como Renda Fixa, Multimercado, Renda Variável, Alternativo;

2) Classificar em nosso Perfil Interno: a Portofino Investimentos possui um Perfil Interno para definição de suas estratégias. Por isso, é necessário que o Fundo atenda essas necessidades;

3) Uso de Ferramentas Quantitativas: avaliação da performance histórica dos Fundos em diferentes cenários macroeconômicos, performance ajustada pelo risco e consistência e atribuição de performance entre os instrumentos utilizados;

4) Diligência Qualitativa: qualidade da equipe, diferencial competitivo e expertise na atuação, estrutura societária e capacidade de retenção de talentos, estrutura operacional, controle de risco e código de ética;

5) Fit da Estratégia com Cenário Macroeconômico: compatibilidade do estilo de gestão frente à perspectiva macro; vantagem competitiva do gestor em face ao estágio do ciclo econômico;

6) Alocação na Carteira e Monitoramento: acompanhamento periódico (principais posições, risco, performance, alterações na equipe e sociedade, etc) e análise de correlação entre os gestores e concentração do risco;

7) Monitoramento dos Fundos não Aprovados: acompanhamento periódico de retorno frente aos pares que a Portofino utiliza de fundos não aprovados em um primeiro momento, mas que podem ter potencial futuro.

Conheça os Fundos de Investimento Exclusivos e Restritos

Os Fundos de Investimento Exclusivos e Restritos se caracterizam pela união de recursos de um ou mais condôminos (cotistas) investidos sob cuidados de um gestor qualificado. Este segue uma política de investimento, previamente definida em regulamento, buscando produtos e soluções a obter ganhos financeiros e garantir uma série de benefícios fiscais aos cotistas.

Esses fundos se caracterizam por benefícios como compensação e diferimento fiscal, benefícios no planejamento sucessório, auditoria e triplo controle e, além disso, gestão ativa e customizada dos assessores da Portofino Investimentos.

A Portofino Investimentos oferece aos seus clientes assessoria completa na gestão de recursos financeiros e na escolha de Fundos de Investimento que vão de acordo com os seus objetivos e perfil de investidor.

Para saber mais, entre em contato conosco clicando aqui.

Então, gostou do artigo? Se você esclareceu as suas dúvidas sobre como funciona a seleção dos Fundos de Investimento na Portofino, comente!

O que são debêntures e quais os seus benefícios ao investidor

por Guilherme Oliveira | 11 abr 2019 | Análise de Mercado

Você sabe o que são debêntures? Consideradas um dos investimentos mais rentáveis do mercado financeiro, as debêntures são títulos de dívida emitidos por empresas de capital aberto – ou não – a fim de financiarem os seus projetos.

Quer entender melhor o que são debêntures e quais são as vantagens de implementá-las em sua carteira de investimentos?

Siga a leitura!

O que são debêntures? Entenda as características do ativo

Afinal, o que são debêntures? Quais as vantagens do ativo em relação a outros tipos de investimentos?

As debêntures são títulos representativos de dívida, que dão a seus detentores um direito de crédito contra as companhias emissoras, crédito esse que será pago no prazo, na forma, e com os juros e garantias que são apresentados aos investidores no momento de aquisição das debêntures.

Elas são consideradas investimento de renda fixa e, desse modo, podem ter rentabilidade prefixada ou pós-fixada associada a um indicador, como o CDI ou o IPCA. Vale dizer que a rentabilidade das debêntures merece destaque em relação a outros ativos, pois é potencialmente maior do que aqueles emitidos pelo governo e pelos bancos.

Quando emitidas por empresas de capital fechado, as debêntures devem observar as regras previstas na Lei das Sociedades Anônimas (S.A.) e as debêntures não podem ser ofertadas ao público. Se a companhia emissora for de capital aberto, as debêntures devem, além de cumprir a Lei das S.A., observar as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

As debêntures de companhia aberta podem ser distribuídas publicamente, nos termos da Instrução CVM 400/03, ou com restrição na distribuição, para um número limitado de investidores profissionais, nos termos da Instrução CVM 476/09.

No artigo de hoje, traremos mais detalhes sobre as Debêntures emitidas de acordo com a Instrução CVM 476 e conforme a Lei 12.431/11, também conhecidas como Debêntures Incentivadas.

Debêntures incentivadas oferecem isenção do imposto de renda

É cada vez mais recorrente o interesse de pessoas físicas pelas Debêntures Incentivadas, uma vez que uma das principais conveniências desse ativo é o imposto de renda com alíquota zero sobre os rendimentos de pessoas físicas e investidores estrangeiros.

Empresas que desejam realizar projetos de infraestrutura, como construção ou reforma de portos, aeroportos e estradas, podem emitir debêntures incentivadas para facilitar a captação dos recursos. Esses projetos têm como objetivo principal beneficiar a população e, por isso, elas recebem incentivos do governo, que se traduzem na alíquota zero do imposto de renda. Dessa forma, os ganhos obtidos com as debêntures incentivadas não são objeto de cobrança de IR.

Como investir em Debêntures Incentivadas?

Apesar das Debêntures Incentivadas poderem ser distribuídas por meio de oferta com escopo amplo (Instrução CVM 400), quase sempre a sua distribuição ocorre através de esforços restritos, sujeitas às regras mais simples previstas na Instrução CVM 476. No entanto, nessa modalidade a oferta só pode ser dirigida a, no máximo, 75 investidores profissionais – e subscrita por, no máximo, 50 desses investidores.

Como as ofertas restritas possuem um limite máximo de investidores, os distribuidores costumam dar preferência para gestoras de fundos e carteiras que reúnem, em uma única ordem de investimento, os pedidos de todos os seus clientes interessados, permitindo uma captação mais elevada. É por isso que, em grande parte dos casos, as Debêntures 476 são ofertadas para as gestoras de recursos como a Portofino Investimentos, em vez de serem distribuídas individualmente a cada investidor profissional.

Dessa forma, para o investidor ter acesso às Debêntures Incentivadas, a forma mais fácil e segura é ser cliente de uma gestora de recursos como a Portofino Investimentos, que possui acesso a praticamente todas as ofertas restritas de debêntures disponíveis no mercado e que, após uma análise cuidadosa, oferece aos seus clientes aquelas que apresentem melhor relação risco/retorno.

Os clientes da Portofino Investimentos podem investir nas Debêntures Incentivadas através de fundos que apliquem seu dinheiro nas debêntures ou por meio da aquisição direta das Debêntures Incentivadas, através do “espaço” disponibilizado pela gestora a seus clientes.

Ao contar com os serviços de uma gestora de recursos como a Portofino Investimentos, o investidor se beneficia com um processo mais rápido e de amplo acesso a ofertas restritas, viabilizando uma carteira de investimentos diversificada, escolhida por um gestor profissional.

Então, gostou da leitura? Para saber mais sobre o que são debêntures incentivadas, entre em contato conosco!

A “mágica” dos juros compostos: a importância de começar cedo

por Guilherme Oliveira | 28 mar 2019 | Análise de Mercado

Ao planejar sua vida financeira, diversas questões devem ser observadas. Afinal, como sabemos, fatores como prazo, rentabilidade e condições são importantes na hora de montar uma carteira de investimentos.

No entanto, além dos itens listados acima, devemos ter atenção especial em relação aos juros compostos. No mundo dos investimentos, eles são considerados como um fator de alta relevância para a concretização de objetivos em longo prazo.

O artigo de hoje explica o que são os juros compostos, como eles funcionam e porque você deve começar a planejar sua vida financeira o mais cedo possível.

Siga a leitura!

Afinal, o que são os juros compostos?

Ao organizarmos as nossas finanças e nos planejarmos financeiramente, aumentamos as chances de conquistarmos a vida que sempre desejamos. A compra da uma casa de férias, manter o padrão de vida na aposentadoria, passar mais tempo com a família: apenas o planejamento financeiro nos permite conquistar esses e outros sonhos.

Por mais que os objetivos de cada investidor sejam variados, é preciso compreender que quanto maior for o prazo, mais lucrativo será o investimento. O motivo disso se dá pela famosa “mágica” dos juros compostos. Através dela, quanto mais cedo você começar, melhores serão os frutos a longo prazo.

Os juros compostos se referem à modalidade de capitalização onde os juros são incididos em cima dos juros. Em resumo, os juros de um mês rendem em cima dos juros do mês anterior e assim por diante, gerando um acúmulo de patrimônio cada vez maior.

Quanto mais cedo, melhor: os juros compostos e suas vantagens em longo prazo

Como vimos, quanto antes você começar a se planejar financeiramente, maior a chance de atingir os seus objetivos para o futuro. Afinal, aqueles que se conscientizam sobre a importância de começar a investir cedo, absorvem grandes vantagens em longo prazo. Essa é a “mágica” dos juros compostos.

Para entender melhor, veja o exemplo prático abaixo do que aconteceria com R$ 10.000,00 aplicados durante 5 meses na modalidade de capitalização de juros compostos, com uma taxa de juros de 10% ao período.

Na modalidade de capitalização de juros compostos, com uma taxa de 10% ao mês em um período de 5 meses, o investidor transformou seu capital inicial de R$ 10.000,00 para R$ 16.105,10.

Se o mesmo investidor tivesse optado pela modalidade de juros simples, seu capital seria de apenas R$ 15.000,00.

Uma diferença de R$ 1.105,10 em apenas 5 meses. Agora, imagine em longo prazo. Quando falamos de investimentos, o tempo é valioso.

Quanto maior for o tempo de aplicação, maior será o saldo final e isso também potencializa a remuneração da taxa de juros de cada período adicional. Pequenas elevações da taxa de juros ocasionam um efeito cada vez maior na medida em que o tempo passa.

Esclareceu as suas dúvidas sobre juros compostos? Se você possui interesse em saber mais sobre essa modalidade de capitalização, entre em contato conosco!

Como investir fora do Brasil com segurança?

por Guilherme Oliveira | 13 mar 2019 | Análise de Mercado

A alocação de recursos nos Estados Unidos apresenta inúmeros benefícios e, por isso, muitos se questionam como investir fora do Brasil com segurança, de modo que o patrimônio seja preservado, com maximização de ganhos e controle de riscos.

No artigo de hoje, o leitor vai esclarecer a dúvida citada e compreenderá as principais vantagens do investimento internacional.

Siga a leitura!

Entenda como investir fora do Brasil com segurança e benefícios atrativos

Apesar do mercado financeiro brasileiro ser relativamente desenvolvido, ele ainda se demonstra “acanhado” perante os mercados internacionais. Os Estados Unidos, por exemplo, apresentam um mercado composto por uma grande variedade de empresas negociadas, além de uma economia sólida e em expansão. Em razão disso, o país é considerado portador do cenário perfeito para investimentos em sua Bolsa.

Em maio de 2018, o Banco Central do Brasil decidiu manter a Selic em 6,5% ao ano, impactando o diferencial de juros local em relação ao dos Estados Unidos e, consequentemente, tendo influência sobre os investidores.

A expectativa de alta de juros nos Estados Unidos faz com que cresça a perspectiva de ganhos com títulos americanos. Esses ativos internacionais – considerados seguros – se tornam mais atraentes para o investidor em relação aos papéis de países emergentes como o Brasil – considerados mais arriscados.

Pelo fato do Brasil enfrentar intensas mudanças políticas, os planos econômicos sofrem com a inflação e a Selic. Por isso, investir no exterior com expertise é sinônimo de segurança ao patrimônio, já que entre os seus diferentes benefícios, a alocação de recursos fora do Brasil pode oferecer defesa à inflação.

Para investir internacionalmente, o melhor caminho se dá através da contratação de uma gestora de recursos independente como a Portofino, que trabalha com foco total nas necessidades do cliente e não possui conflito de interesses no oferecimento de produtos, hábito comum entre grandes bancos e determinadas corretoras de investimentos.

A Portofino traz aos seus clientes a possibilidade de investir no mercado externo de forma simples e segura, uma vez que o controle e o atendimento são feitos por nossa equipe. Oferecemos a possibilidade de montar fundos exclusivos ou carteiras administradas através das melhores e mais modernas plataformas do mundo, sempre com muita segurança e retornos atrativos.

Investimento internacional promove diversificação de portfólio

A alocação de recursos no exterior traz ao investidor a oportunidade de diversificar ainda mais o seu portfólio, de modo que os riscos de prejuízo sejam minimizados.

É comum que grande parte dos recursos dos investidores brasileiros esteja alocado no Brasil. No entanto, quando há uma piora conjuntural ou sistêmica no país, todos esses ativos podem ser afetados ao mesmo tempo.

Por isso, reservar parte do patrimônio para a alocação no exterior é uma atitude inteligente, que traz ainda mais variação à carteira de investimentos.

Então, esclareceu suas dúvidas sobre o tema? Comente!

Dia Internacional da Mulher: conheça a trajetória de Carolina Giovanella, diretora da Portofino Investimentos

por Guilherme Oliveira | 7 mar 2019 | Análise de Mercado

O Dia Internacional da Mulher, celebrado no dia 8 de Março, nos faz refletir sobre o papel do sexo feminino na sociedade contemporânea. Sabemos a importância do posicionamento das mulheres em todos os campos sociais, políticos e econômicos, no entanto, a desigualdade entre os gêneros ainda marca presença em diversos cenários, como por exemplo no mercado financeiro.

Com o objetivo de gerar reflexão sobre o tema, o artigo de hoje conta a trajetória de Carolina Giovanella, sócia-diretora da Portofino Investimentos e traz considerações relevantes sobre a participação feminina no mundo dos investimentos.

Siga a leitura!

No Dia Internacional da Mulher, conheça a trajetória de Carolina Giovanella

Existem diversas mulheres que representam a luta da igualdade entre os gêneros. Carolina Giovanella, sócia da Portofino Investimentos, é um exemplo próximo dessa questão e do potencial feminino no mercado financeiro.

Fundada em 2012 por Carolina, a Portofino Investimentos surgiu no mercado com o intuito de gerir recursos dos sócios e suas famílias. Pensando no modelo de Multi Family Office, a empresa foi estruturada como uma Gestora de Recursos (CVM), onde realiza uma gestão independente e livre de conflitos de interesses, pautada na remuneração transparente e totalmente alinhada aos seus clientes.

A diretora à frente da Portofino Investimentos é a responsável pelo crescimento exponencial da empresa nos últimos 7 anos, que no final de 2019 pretende concretizar a meta de 4 bilhões sob gestão e projeta para 2020 um patrimônio de 6 bilhões sob gestão. Fundada em São Paulo, a Portofino opera hoje com escritórios localizados na capital paulista, Porto Alegre, Caxias do Sul e em Nova Iorque. Além disso, em breve, a empresa terá outra filial em mais uma capital brasileira.

Carolina sempre buscou se qualificar para trabalhar com o mercado financeiro, de modo que pudesse se destacar em um cenário majoritariamente masculino através de suas competências.

A sócia da Portofino carrega um currículo extenso, com graduação em Ciências Jurídicas e Sociais e em Administração de Empresas pela PUCRS (com Láurea Acadêmica em Administração de Empresas) e especialização em Mercado de Captais pela Fundação Getúlio Vargas e pelo Insper. Além disso, possui o certificado CPA-20 ANBIMA e é profissional CFP® pela IBCFP e gestora de investimentos registrada na CVM. Carolina também possui certificação CGA (Certificação de Gestores Anbima).

Participação feminina no mercado financeiro ainda é baixa, mas efetiva

A população feminina é maior do que a masculina no país, atingindo quase 52%. No entanto, dados do Tesouro Direto nos mostram que apenas 25,2% dos investidores brasileiros são mulheres. Já na Bolsa de Valores, o número é ainda menor: 11,08%. Como podemos perceber, o número de investidorAs é significativamente menor do que investidores.

Por mais que a participação das mulheres no mercado financeiro seja baixa, um estudo realizado pela Warwick Business School e divulgado pela Forbes nos mostra o grande potencial das mulheres que investem. Entre abril de 2012 e julho de 2016, 2.456 investidores, dos quais 450 eram mulheres, foram entrevistados. O grupo de mulheres superou os retornos do sexo masculino no estudo em cerca de 1,2% ao ano.

Quando as mulheres são mais fortes financeiramente, todos se beneficiam. Afinal, proteger o patrimônio é sinônimo de ter mais opções: a escolha de tirar uma folga com a família, trocar de emprego por algo que você ama, viajar pelo mundo, se aposentar mais cedo. Dinheiro é sinônimo de escolhas e, ao mesmo tempo, de liberdade.

Carolina, enquanto mãe, sócia, gestora e representante feminina, compreende a importância de inserir as mulheres no mercado financeiro. Pesquisas demonstram que a maior parte das investidorAs estão em busca de mais segurança financeira e, tendo essa informação em vista, a Portofino Investimentos disponibiliza diversas opções seguras de investimentos, que rendem mais do que a aplicação tradicional em bancos.

Além disso, oferecemos também o trabalho de planejamento financeiro, que possui como principal objetivo proporcionar aos nossos clientes, sejam eles mulheres ou homens, a possibilidade de viver a vida que sempre sonharam. Queremos ajudá-la (ou ajudá-lo!) a alcançar seus planos para o futuro com segurança e transparência.

Então, gostou do artigo? Qual a sua opinião sobre a participação feminina no mercado financeiro? Comente!

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