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Portofino estuda aquisições de olho em IPO para 2022

Portofino estuda aquisições de olho em IPO para 2022

por Guilherme Oliveira | 14 jul 2020 | Análise de Mercado, Multi Family Office, Wealth management

Na mão inversa, uma gestora de patrimônio que tem a ambição de fazer aquisições no segmento é a Portofino Investimentos. Criada em 2012 pelos irmãos Carolina e Enzo Giovanella, a empresa nasceu da base do single-family office que cuidava do dinheiro da família. Agora, a ambição é fazer voos mais altos.

“Pensando na reforma da regulação pela CVM, têm gestoras de patrimônio que ficaram muito pequenas e começam a não se pagar, a conta não fecha por causa das exigência regulatórias, há oportunidades de consolidação”, diz Carolina.

A ideia é fomentar o modelo de comissionamento baseado no patrimônio administrado do cliente, em vez do transacional, em que os assessores são remunerados pelos produtos que vendem. É esse o desenho da maioria dos escritórios de gestão de fortunas e a intenção é levá-lo para bolsos menores. Ela também vê a tendência de os próprios assessores independentes buscarem essa forma de atuação.

“Lá atrás eu sentia as dores quando fazia os investimentos da minha família, porque nos bancos e corretoras eu via o modelo conflitado”, diz Carolina. “Por mais boa intenção que tenha o gerente do banco ou o agente autônomo da corretora, o foco é em produto e se perde no que o cliente precisa.”

Com expansão dos ativos sob gestão em 47% nos primeiros cinco meses do ano, a R$ 4,7 bilhões, ela calcula fechar 2020 com R$ 7 bilhões e dobrar de tamanho até o fim de 2021. Outro passo que pretende dar é preparar o negócio para fazer uma oferta pública de ações (IPO) em 2022, afirma Carolina.

“Considerando que a Portofino quer seguir fazendo consolidação e dado o ritmo de crescimento, estou muito otimista e no processo de escolher um banco para mandatar.”

Confira a matéria na integra:

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Mercados globais se preocupam mais com Biden do que com Trump

por Guilherme Oliveira | 10 jul 2020 | Análise de Mercado, Mídia

Na tarde da quinta-feira, 9, o candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Joe Biden, favorito nas pesquisas, apresentou seu plano econômico no estado da Pensilvânia, próximo a sua cidade natal. O pronunciamento impactou levemente o mercado financeiro porque vai em direção contrária ao “America’s First” (América Primeiro) de Donald Trump. Próximo ao pronunciamento, o S&P 500, índice que compõe 500 ativos nas bolsas americanas Nasdaq e NYSE, sofreu uma queda pequena, inferior a 100 pontos e nesta sexta-feira, 10, continua operando em ligeira baixa, de 0,7%. Apesar de o discurso ter sido claramente anti-mercado, a influência nas bolsas não foi maior porque o favoritismo de Biden ainda não é significativamente maior ao de Trump nos colégios eleitorais. “Durante essa crise, Donald Trump focou quase singularmente nas bolsas, no Dow Jones e na Nasdaq, não em vocês, nas suas famílias”, disse Biden em seu discurso.

A eleição de Biden preocupa bastante o mercado porque, como ex-vice-presidente de Barack Obama, pretende dar continuidade ao programa democrata, que prioriza o bem-estar social em detrimento ao mercado financeiro. Sob o protecionismo conservador do presidente Donald Trump que apertou o cerco aos imigrantes e extinguiu o “Obama Care”, programa de saúde gratuito às pessoas mais vulneráveis, as moradias se valorizaram, a confiança dos investidores aumentou e a inflação se manteve em patamares baixos. Tudo isso contribuiu para que, antes da Covid-19, a economia dos Estados Unidos acelerasse e conquistasse as taxas de desemprego mais baixas dos últimos 50 anos.

Biden, por sua vez, coloca em primeiro lugar a proteção às camadas mais pobres, aumento do emprego, investimento em infraestrutura e maior salário para professores, tudo isso, entretanto, seria contrabalanceando com o aumento de impostos. “Trump diminuiu bastante as regulamentações, do sistema financeiro, do meio ambiente, tudo isso deixou o mercado mais livre. Biden preocupa muito o mercado porque junto com esse aumento de tributos deve vir um possível aumento nas regulamentações”, diz Adriano Canteva, sócio da Portofino Investimentos.

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Sinais de retomada animam mercado e Ibovespa encosta em 100 mil pontos

por Guilherme Oliveira | 8 jul 2020 | Análise de Mercado, Mídia

Seguindo a tendência de retomada da atividade econômica e dos números positivos da indústria e do comércio no país, o Ibovespa, principal indicador da bolsa brasileira, encostou nos 100 mil pontos, patamar que não atingia há quatro meses, desde o aumento da contaminação pelo novo coronavírus do país e o derretimento da bolsa brasileira. Nesta quarta-feira, 8, a bolsa fechou nos 99.769 pontos, alta de 2,05%, refletindo valorização generalizada dos papéis negociados na B3 com as sinalizações de que o ponto mais agudo da crise para a economia ficou para trás.

A principal influência na alta desta quarta foi a divulgação de números do varejo brasileiro, superior ao dobro da expectativa do mercado. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostraram que em maio as vendas no varejo cresceram 13,9% em relação a abril, quando houve queda brutal de 16,8% no comércio. Apesar de a base de comparação com abril ser baixa, as informações do comércio indicam que o ponto mais difícil foi superado e que a reabertura gradual e a adaptação do comércio a nova realidade ajudou a não parar a movimentação econômica. No acumulado do ano, no entanto, os índices estão em -3,9% em relação a 2019, o que mostra que ainda há um longo caminho para voltar aos patamares pré-pandemia e podem haver novas ondas de pessimismo.

“A maioria dos países colocou na economia cerca de 10% de déficit nominal. Com os juros baixos, isso incentiva as pessoas a tomarem empréstimos e consumir mais”, diz Thomas Gilbertoni, especialista da Portofino Investimentos. O otimismo que ocorreu hoje na bolsa brasileira após os dados do IBGE está relacionado a essas medidas que mantém empregos e animam a aquisição de bens e consumo.

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Uber, Spotify, Tesla: empresas que o público adora, mas vêm acumulando prejuízos

por Guilherme Oliveira | 7 jul 2020 | Análise de Mercado, Mídia

Os preços de ações praticados pelo mercado financeiro se movem conforme as expectativas dos investidores em relação ao futuro das empresas. E, o que sempre foi regra, hoje em dia é potencializado pela tecnologia, já que startups crescem apostando em produtos que a população nem sabia que precisava, mas se torna rapidamente dependente do seu uso.

As ações da Tesla, por exemplo cresceram 229% de janeiro até esta terça-feira (7). No mesmo período, a Nikola, marca de caminhões elétricos que quer fazer frente a Elon Musk, subiu 299%. Os papéis de Spotify e Snapchat também voaram: 76% e 56%, respectivamente, de valorização. Virgin Galactic saltou 42% e até a Uber, diretamente afetada pela pandemia do novo coronavírus, está 11% positiva.

Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, a palavra de ordem é disrupção (no sentido positivo, quando algo muda nossa maneira de agir). “Muitas dessas empresas ainda estão crescendo, então seguem investindo para ampliar seu market share”, diz. “Se houver disrupção de mercado nos produtos ofertados, os investidores vão ter mais paciência e esperarão essas empresas amadurecerem.”

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Dólar salta 3,3% e tem maior alta em 3 meses com aversão global a risco

por Guilherme Oliveira | 24 jun 2020 | Análise de Mercado, Mídia

O dólar saltou mais de 3% ante o real nesta quarta-feira, puxado por dia de forte aversão a risco no mundo diante de renovados temores sobre impactos econômicos do Covid-19 e depois de os EUA reascenderem preocupações sobre guerra comercial.

“Ainda vamos ter muitos soluços nos mercados no curto prazo”, disse Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos. Para ele, o cenário de médio e longo prazo ainda aponta real em desvalorização, para patamares perto da faixa entre 5,50 por dólar e 5,75 por dólar.

“Não há grandes fatores para justificar apreciação do real. No passado tínhamos os juros mais altos, hoje não mais. O real tem de andar com as próprias pernas, mas andar com as próprias pernas significa maior diferencial de crescimento a favor do Brasil, e nisso vemos o país em desvantagem”, completou.

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Apesar de indefinição externa, Ibovespa cai, enquanto avalia cenário político

por Guilherme Oliveira | 22 jun 2020 | Análise de Mercado, Mídia

O Ibovespa tentou engatar a quinta alta consecutiva na abertura desta segunda-feira, mas o sinal de baixa das bolsas em Nova York nesta manhã, em meio a temores sobre uma possível nova onda de covid-19, preocupa. Neste sentido, a percepção de que a retomada em alguns países, sobretudo nos Estados Unidos e que tende a reforçar a estimativa de investidores de esse sinal de recuperação também respingará pelo mundo, fica em segundo plano. Além disso, o mercado segue atento aos desdobramentos no noticiário político domestico, que tem como pano de fundo a prisão de Fabrício Queiroz, policial militar aposentado e ex-assessor de Flavio Bolsonaro, na semana passada. Aliás, o advogado da família Bolsonaro, Frederick Wassef, declarou ontem que resolveu deixar de defender de Flavio, no esquema de “rachadinha”.

Wassef é proprietário da casa onde Queiroz foi preso. Primeiro negou que soubesse que Queiroz estava na casa dele e disse ser “mentira” que ele residisse em sua casa.

Tanto no Brasil quanto no exterior, Adriano Cantreva, sócio da gestora de recursos Portofino, que fica no escritório em Nova York, observa que há muitas informações conflitantes, deixando muitas vezes o investidor sem saber qual direção seguir. “A pandemia de coronavírus é uma variável nova, porém, como os EUA têm papel preponderante na economia mundial e o que eles fazem os outros países seguem ou ao menos sentem os efeitos, isso pode prevalecer”, observa.

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