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Portofino
Esfera Brasil | Na direção de um bem comum

Esfera Brasil | Na direção de um bem comum

por danielbarbuglio | 14 out 2024 | EsferaBR, Family Office, Multi Family Office

(Tempo de leitura: 5 minutos)

O que você precisa saber:
O primeiro dia do II Fórum Esfera Internacional contou com a presença de importantes representantes dos governos brasileiro e italiano, além de empresários de diferentes setores da economia.


Por Esfera Brasil

Para não perder a janela de oportunidade que se apresenta principalmente em relação a investimentos no setor de energia, com a crescente demanda global por fontes renováveis e iniciativas sustentáveis, o Brasil precisa se basear em um caminho de previsibilidade, além de garantir parâmetros de segurança pública para coibir a atuação do crime organizado e combater a desigualdades e a fome.

Leia mais: Confira como foi o segundo dia do II Fórum Esfera Internacional

No primeiro dia do II Fórum Esfera Internacional, os diálogos que envolveram autoridades brasileiras e italianas, além de representantes da classe produtiva, reforçaram a necessidade de pavimentar este caminho com força e otimismo.

“A América do Sul tem 450 milhões de habitantes e o Brasil não consegue se posicionar como um líder, com uma população de 200 milhões, para ser um parceiro estratégico da comunidade europeia, da Ásia e dos Estados Unidos. Cada governo tem um jeito, mais social ou mais liberal. A gente tem que conviver com todos os governos”, defendeu o presidente do Conselho da Localiza, Eugenio Mattar.

Infraestrutura e segurança

E oportunidades de crescimento não faltam, principalmente na área de infraestrutura. O Brasil deve receber um volume de recursos da ordem de R$ 20 bilhões da Enel até 2026, o que pode gerar demanda principalmente em relação a linhas de transmissão. Somado a isso, a ratificação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, cujas negociações estão interrompidas, resultaria em benefícios para ambos os lados. “Pessoas estão perdendo energia hoje no Brasil e na Itália. Precisamos de um grande número de conexões. Os países precisam ser mais resilientes, e precisamos de investimentos específicos para que isso aconteça”, disse Alberto De Paoli, diretor de Resto do Mundo da Enel.

O avanço das organizações criminosas mundo afora, no entanto, é desafiador para o desenvolvimento das nações. Segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública do Brasil, Ricardo Lewandowski, o avanço das atividades ilícitas se equipara, em termos de risco, a conflitos bélicos e também ao aquecimento global.

Em painel com a embaixadora Carla Barroso, representante permanente do Brasil na Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), e com Geyze Diniz, cofundadora do Pacto Contra a Fome, o jurista Pierpaolo Bottini foi na mesma direção de Lewandowski e lembrou que atividades criminosas interferem na segurança alimentar, seja pela adulteração e contrabando de produtos ou extorsão a produtores e manipulação de preços.

“O crime era local. A responsabilidade era da polícia civil, da polícia militar. A União cuidava de crimes que eram de interesse federal. Chegou o momento de fazermos uma reforma constitucional e repensar o modelo de segurança pública pensado há 36 anos, no seu artigo 144. Temos dez polícias no Brasil, e não há, dentro do federalismo brasileiro, uma coordenação entre essas forças”, sugeriu Lewandowski.

Na área econômica, o aumento dos gastos públicos nas últimas décadas é o principal desafio em relação à política fiscal brasileira. Ainda há incertezas de agentes econômicos sobre a real capacidade do arcabouço fiscal tornar sustentável a trajetória da dívida pública nos próximos anos. Por isso, a aprovação de uma reforma administrativa deve ser levada em consideração como alternativa concreta para redução de gastos públicos. 

Harmonia entre Poderes

Baseada, entre outros aspectos, no princípio do equilíbrio entre os Poderes presente na Constituição de 1988, a solidez das instituições democráticas foi saudada pelos participantes como ponto indispensável para a segurança jurídica. Para o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), o País atravessa um momento de “judicialização da política pela própria política”, o que reforça a necessidade de reafirmação do pacto constituinte pela Corte Suprema.

“A sociedade precisa do Estado para se desenvolver, para criar emprego. A sociedade tem pressa. Quando há uma crise na base das instituições, precisamos estar atentos onde estamos falhando. O gestor público e o gestor privado têm que pensar mais rápido”, afirmou Toffoli. “A cultura da judicialização está arraigada na sociedade”, acrescentou.

Próximos passos

Outras autoridades de expressão internacional, como os ministros Alexandre Silveira, de Minas e Energia do Brasil, e Francesco Lollobrigida, da Agricultura da Itália, participaram dos diálogos desta sexta-feira, 11. Assista ao primeiro dia de plenária na íntegra para não perder nenhum detalhe.

Somos parceiros da Esfera BR, uma iniciativa independente e apartidária que fomenta o pensamento e o diálogo sobre o Brasil, um think tank que reúne empresários, empreendedores e a classe produtiva. Todas as opiniões aqui apresentadas são dos participantes do evento. O nosso posicionamento nesta iniciativa é o de ouvir todos os lados, neutro e não partidário.

Clique aqui para ler sobre outras personalidades e eventos promovidos pela Esfera BR e Portofino MFO.

“Se há algo comum entre Kamala e Trumpé a expectativa de governo com déficit crescente”, diz sócio de gestora gaúcha nos EUA.

“Se há algo comum entre Kamala e Trumpé a expectativa de governo com déficit crescente”, diz sócio de gestora gaúcha nos EUA.

por danielbarbuglio | 1 out 2024 | Investimentos Internacionais

Corte pouco usual de juro a um mês e meio da eleição ainda gera especulações sobre motivação e impactos.

Marta Sfredo – Zero Hora.

Leia a matéria completa, direto no Zero Hora, clicando aqui.

A Portofino Multi Family Office, uma gestora de fortunas com raiz gaúcha, tem escritório em Nova York. Lá, o sócio Adriano Cantreva acompanha as movimentações de mercado da maior economia do mundo, agitada com um pouco usual corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos). E cheia de expectativas para a eleição presidencial que deve ser disputa até o último minuto, entre dois candidatos vistos como geradores de ainda mais déficit público, ainda que por motivos diferentes. Cantreva tem
três décadas de experiência no mercado, com passagens por Itaú e XP.

Qual foi aí o tamanho da surpresa com a decisão do Fed?
O mercado estava dividido. Às vésperas da reunião, as apostas de corte maior subiram. Mas essa não é a forma como o Fed costuma atuar. Um corte de 0,25 ponto percentual era consenso na semana anterior. Depois, houve declarações do Fed em off (sem identificação da fonte) de que o corte seria mais ousado, e isso começou a Ermar a expectativa de corte de 0,5 p.p. Embora o mercado tenha ficado um pouco surpreso, não faz tanta diferença. O que pesa mais é a mensagem.

E qual foi a interpretação?
Tem dois contextos. Um é o econômico, de priorizar agora mais a atividade econômica (o Fed tem o chamado “duplo mandato”, ou seja, deve tento conter a inflação quanto propiciar o pleno emprego). É importante, mas estamos a um mês e meio da eleição. Em geral, o Fed tenta ser meio neutro. Esperava-se que, por precaução, optasse por um corte de 0,25 ponto percentual, para não ser acusado de tomar partido.

Existe o risco de a decisão do Fed ser considerada política?
Nunca trabalhei no Fed, mas não é muito claro que seja extremamente apolítico. Sabe-se que há forte pressões internas, esse fator não é desprezível. A gente não Eca surpreso com esse tipo de coisa. Claro, nada é explícito, mas que existem determinadas linhas políticas, existem. Se há algo comum entre Kamala (Harris) e (Donald) Trump é a expectativa de que liderem governo com déficit crescente. Claro, começou a se agravar com a covid, mas o déficit aumentou muito. No caso de Kamala, seria a continuidade da linha de concessão de subsídios do governo Biden. No caso de Trump, mais por cortes de impostos.

Outra leitura não foi a de que o Fed estava chancelando o temor de recessão nos EUA?
Sim, a redução do juro é claramente um fator positivo, mas nos Estados Unidos é um pouco diferente do Brasil. Aqui, a taxa que o Fed controla (a dos Fed Funds é a básica de lá) incide mais sobre aplicações. A taxa que impacta grandes bens de consumo é a taxa dos títulos do Tesouro americano (Tresuries) de cinco ou 10 anos. Há uma compensação entre essas taxas. Quanto mais o Fed baixa a de curto prazo, mais a expectativa das de longo prazo sobe. É o que temos visto depois do corte.

Por que isso ocorre?
Quando o Fed baixa sua taxa, a expectativa é de a in]ação futura seja maior, porque solta o freio à atividade. É um efeito gangorra. E como o Fed e seu presidente, Jerome Powell, deram sinais de mais afrouxamento, o mercado precificou mais um corte de 0,5 ponto percentual lá na frente. E mais in]ação.

Qual é o grande debate econômico da eleição?
O aumento de gasto dos democratas é mais na linha social, assistencial. Propõe reduções no imposto de renda para famílias com crianças e subsídios à moradia. A intenção é aumentar o número de pessoas que já recebe esse benefício, vão baixando a renda. Era a partir de US$ 100 mil (anuais), foi para US$ 150 mil, agora US$ 400 mil já abate, mesmo com outra proporção. O de Trump é mais no corte de impostos. Não aumentaria gastos, mas reduziria a receita.

Esse aumento do déficit não é preocupante, em um país em que a dívida já equivale a 120% do PIB?
Os dois candidatos vão manter o déficit em alta. E fazem isso porque o problema não vai aparecer no curto prazo, só mais adiante. O mercado não foca nisso. Todo mundo sabe que existe uma situação que tem de ser resolvida. Agora mesmo está passando um acordo para elevar o teto da dívida, porque ninguém quer ser culpado por ‘fechar o governo’ (referência ao shut down, situação em que os serviços públicos são paralisados por falta de orçamento). Uma solução de longo prazo vai ter de surgir. Mas por enquanto, nada será feito. O exemplo mais clássico é o Japão, país desenvolvido com a maior dívida (cerca de 250% do PIB), e vem passando por turbulência por conta disso.

É uma piora anunciada, então?
É importante observar que, embora obviamente a eleição presidencial seja decisiva, para implantar de forma completa qualquer programa é preciso ter maioria no Congresso. Se um dos partidos ganhar a presidência, a Câmara e o Senado, vai poder fazer tudo o que planeja. Mas se ficar com democrata na Casa Branca e no Senado, e Câmara republicana, surge o gridlock (impasse legislativo). É um mecanismo que faz parte dos freios e contrapesos e, muitas vezes, acaba que não acontece muita coisa nova. Mas hoje a eleição presidencial está longe de ser decidida, deve ser decidida no último minuto. As bolsas aqui estão em valorização cheia e não expectativa de que vá cair no curto prazo, ainda mais com a baixa do juro. O Trump não fez um bom debate contra Kamala, mas isso não mudou nada.

Há risco de que Trump volte a abandonar o Acordo de Paris?
Ele não tem falado muito no assunto, o candidato a vice, que é mais organizado nos pensamentos, tem falado mais com a imprensa. Mas não se pode garantir nada. Uma das características de Trump é que, dele, se pode esperar tudo. Qualquer coisa pode acontecer, até os 45 minutos do segundo tempo.

O mercado tem mais simpatia por Trump?
O apoio do mercado é mais amplo porque, bem ou mal, ele é uma pessoa de negócios, entende como o mercado funciona. Kamala é vista como burocrata, foi procuradora, é menos ligada ao mundo dos negócios. Biden e os democratas aumentaram muito a burocracia estatal. Isso reduziu muito a construção de casas. Hoje, construir nos EUA é uma dor de cabeça. E há demanda. Precisa ter financiamento barato.

Leia mais na coluna de Marta Sfredo

Esfera Brasil | Relembre o que disse Gabriel Galípolo em sua sabatina anterior

Esfera Brasil | Relembre o que disse Gabriel Galípolo em sua sabatina anterior

por danielbarbuglio | 20 set 2024 | EsferaBR, Family Office, Multi Family Office, Wealth management

(tempo de leitura: 4 minutos)

O que você precisa saber
Gabriel Galípolo, economista e ex-secretário-executivo do Ministério da Fazenda, enfrentará uma nova sabatina no Senado em 8 de outubro, desta vez como indicado à presidência do Banco Central.


Marcada para 8 de outubro, a sabatina de Gabriel Galípolo na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado será no mesmo dia em que o plenário da Casa deverá analisar a indicação do economista à presidência do Banco Central. O economista, contudo, já possui a experiência de ter vivido situação semelhante há pouco mais de um ano.

Em julho de 2023, o nome do então secretário-executivo do Ministério da Fazenda passou pelo escrutínio dos senadores na CAE ao ser indicado para assumir a diretoria de Política Monetária do BC. Visto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como habilidoso no trato com a classe política, Galípolo destacou aos senadores o esforço em conjunto entre os Poderes pela sustentabilidade econômica. Ele teve o currículo elogiado pelos integrantes do colegiado e lembrou que as medidas para promover uma melhora do ambiente econômico tiveram início ainda na transição de governo.

“As medidas até aqui implementadas produziram no primeiro semestre a valorização da nossa moeda, previsões de um déficit primário menor, a aprovação de um conceito de uma nova regra fiscal, projeções de crescimento mais elevado, menor inflação”, defendeu.

Ainda segundo afirmou Galípolo na ocasião da sabatina, economistas não podem, em função da necessidade da discussão técnica e pelo conhecimento adquirido ao longo dos anos, tentar interditar o debate econômico. E também fez questão de dispensar qualquer relação com o conceito de self-made man, que aponta o sucesso do homem como resultado de seus méritos pessoais, independentemente de qualquer influência externa, e muito utilizado para ilustrar trajetórias de sucesso no mundo do mercado financeiro.

“Eu sou eu e minha circunstância. Se eu não tenho condição de salvar a minha circunstância, eu não tenho condição de salvar a mim mesmo. O conceito de viver é o de coexistir”, disse, ao se apresentar aos senadores no início da sabatina. “Não cabe a nenhum economista, por mais excelência que ele tenha, impor o que ele entende ser o destino econômico do País, à revelia da vontade democrática e dos seus representantes eleitos, que são os senhores”, completou.

Gabriel Galípolo nasceu em São Paulo e graduou-se em economia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), em 2004, onde também obteve o título de mestre em Economia Política, em 2008. Foi professor da PUC-SP e do MBA da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) em parceria com a London School of Economics and Political Science.

Aprovação sem sustos

Antes de ser nomeado secretário-executivo da Fazenda e posteriormente diretor de Política Monetária do BC, Galípolo atuou, no estado de São Paulo, na Secretaria de Economia e Planejamento e na Secretaria dos Transportes Metropolitanos. Também foi presidente do Banco Fator, entre 2017 e 2021, e conselheiro da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) em 2022.

Após ser sabatinado pelos parlamentares, a indicação foi submetida à análise do plenário. Por fim, por 39 votos favoráveis, 12 contrários e uma abstenção, Galípolo teve seu nome aprovado para assumir a diretoria do BC. No mesmo dia, Aílton Aquino, servidor de carreira, também teve sua indicação para a Diretoria de Fiscalização confirmada pelos senadores.

Somos parceiros da Esfera BR, uma iniciativa independente e apartidária que fomenta o pensamento e o diálogo sobre o Brasil, um think tank que reúne empresários, empreendedores e a classe produtiva. Todas as opiniões aqui apresentadas são dos participantes do evento. O nosso posicionamento nesta iniciativa é o de ouvir todos os lados, neutro e não partidário.

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Os benefícios dos investimentos de longo prazo

Os benefícios dos investimentos de longo prazo

por danielbarbuglio | 16 set 2024 | Wealth management, Family Office, Finanças Comportamentais, Multi Family Office

(Tempo de leitura: 6 minutos)

O que você precisa saber
Investir a longo prazo é essencial para enfrentar a volatilidade do mercado financeiro e alcançar crescimento sustentável. Essa estratégia permite mitigar riscos, aproveitar os juros compostos e obter benefícios fiscais.


O mercado financeiro, intrinsecamente volátil e repleto de incertezas, representa um desafio contínuo para os investidores. As oscilações nos preços dos ativos, crises econômicas e mudanças políticas são fatores que frequentemente desencorajam e geram desconfiança. No entanto, para investidores UHNW que buscam preservar e ampliar seu patrimônio ao longo das gerações, existe uma estratégia que se destaca pela sua capacidade de mitigar impactos e promover segurança e crescimento: o investimento a longo prazo.

Ao adotar uma perspectiva temporal prolongada, os investidores não apenas minimizam os efeitos da volatilidade de curto prazo, mas também potencializam os benefícios dos juros compostos. Essa abordagem permite uma redução significativa nos riscos do portfólio, aproveitando vantagens fiscais e alinhando-se aos objetivos financeiros de vida. Em essência, é uma estratégia inestimável para aqueles que aspiram a construir e perpetuar um legado financeiro sólido e próspero.

Os investimentos de longo prazo geralmente têm um horizonte superior a cinco anos, podendo se estender por várias décadas, conforme o perfil e os objetivos individuais dos investidores. Entre as opções mais comuns estão fundos de renda fixa, ações, fundos imobiliários e títulos do tesouro. Independentemente da escolha, é fundamental o compromisso com o prazo de resgate para evitar prejuízos e encargos tributários desnecessários.

Vantagens dos investimentos de longo prazo

Crescimento do Capital

O investimento a longo prazo permite que o capital se beneficie exponencialmente do poder dos juros compostos. Reinvestir os lucros ao longo dos anos maximiza o potencial de crescimento, criando uma base sólida para a construção de riqueza duradoura.

Redução do Risco 

Esta estratégia atenua as oscilações de curto prazo do mercado, oferecendo uma proteção mais robusta em cenários de alta volatilidade, inflação, conflitos geopolíticos e mudanças políticas. Para investidores UHNW, que muitas vezes lidam com grandes somas e diversas responsabilidades, essa proteção é crucial.

Benefícios Fiscais

Em muitos países, os investimentos de longo prazo são tributados de maneira mais favorável. Ganhos de capital a longo prazo geralmente têm alíquotas de imposto reduzidas, aumentando os retornos líquidos. Nossa equipe na Portofino está constantemente atenta às mudanças na legislação fiscal para maximizar esses benefícios para nossos clientes.

Planejamento Financeiro

Alinhados com metas de vida como aposentadoria, aquisição de imóveis e financiamento educacional, os investimentos de longo prazo permitem um planejamento financeiro sólido e ajustável ao longo do tempo. Para nossos clientes UHNW, isso significa não apenas segurança financeira, mas a certeza de que seus valores e objetivos serão sustentados ao longo das gerações.

Correção de Rota

Com uma visão de longo prazo, é possível corrigir decisões de investimento ao longo do tempo sem comprometer os objetivos principais, proporcionando um ajuste contínuo e estratégico. Nossa gestão ativa e o suporte dos comitês multidisciplinares asseguram que cada decisão seja ponderada e estratégica.

Oportunidades de Mercado

Investidores de longo prazo têm a vantagem de adquirir ativos a preços baixos durante crises, aproveitando-se das recuperações subsequentes para obter ganhos significativos. Com uma gestão profissional, esses movimentos são identificados e aproveitados de forma disciplinada e racional.

Disciplina e Consistência

Esta abordagem promove disciplina e consistência, essenciais para o sucesso financeiro. Resistir às flutuações do mercado e seguir um plano estruturado contribui para um caminho mais estável rumo aos objetivos financeiros, reduzindo o estresse e evitando decisões impulsivas.

Monitoramento Contínuo e Flexibilidade Estratégica

É importante destacar que, embora o foco seja o longo prazo, isso não significa que os investimentos podem ser deixados de lado no dia a dia. Pelo contrário, exatamente por serem de longo prazo, esses investimentos exigem um monitoramento meticuloso, um olhar atento e uma gestão dinâmica. Na Portofino, entendemos que os resultados a longo prazo são construídos dia após dia, com decisões informadas e ajustadas de acordo com as condições de mercado e os objetivos dos nossos clientes. Além disso, a estratégia de investimento não é estática. Ao longo do tempo, podem surgir novas oportunidades ou desafios que demandam ajustes na estratégia inicial. Nossa equipe está preparada para realizar essas mudanças de forma ágil e estratégica, garantindo que o portfólio continue alinhado com as metas e expectativas dos nossos clientes.

Em síntese, os investimentos de longo prazo oferecem benefícios que transcendem os ganhos financeiros imediatos. Na Portofino, nossa equipe de investimentos está preparada para desenvolver estratégias personalizadas, adaptadas ao seu perfil e objetivos. Através de comitês recorrentes e reuniões periódicas, tomamos decisões colegiadas para proteger e ampliar o patrimônio de indivíduos, famílias e empresas de forma sustentável e multigeracional. Para investidores UHNW, nossa abordagem oferece a tranquilidade de saber que seu patrimônio está em mãos experientes e comprometidas com o seu sucesso a longo prazo.

Além da euforia e do pânico: estratégias para navegar em mercados instáveis

Além da euforia e do pânico: estratégias para navegar em mercados instáveis

por danielbarbuglio | 16 set 2024 | Wealth management, Family Office, Finanças Comportamentais, Multi Family Office

(Tempo de leitura: 5 minutos)

O que você precisa saber
Em momentos de volatilidade, os mercados financeiros desafiam até os investidores mais experientes. Decisões impulsivas podem comprometer objetivos de longo prazo, tornando a disciplina e a diversificação essenciais.


A volatilidade no mercado financeiro é marcada por oscilações rápidas e significativas nos preços dos ativos, criando tanto oportunidades quanto armadilhas. Essas variações provocam uma enxurrada de emoções nos investidores – medo, euforia, pessimismo – que frequentemente resultam em decisões impulsivas e potencialmente desastrosas. Em cenários de estresse, manter a disciplina e a paciência é um desafio monumental. Erros cometidos nessas situações podem comprometer o retorno de longo prazo e até mesmo desviar o investidor de seus objetivos financeiros. Preparar-se para enfrentar esses desafios de maneira racional e estratégica é, portanto, o fator decisivo para alcançar ou comprometer seus objetivos.

Durante momentos de volatilidade, a reação ao pânico é comum. Investidores, dominados por emoções incontroláveis, frequentemente tomam decisões irracionais, como vender seus ativos precipitadamente ao verem seus investimentos caindo, na tentativa de evitar perdas maiores. Esse comportamento, conhecido como efeito manada, é uma das armadilhas mais perigosas do mercado financeiro. Embora possa parecer sensato estancar as perdas vendendo ativos durante uma queda, essa abordagem muitas vezes resulta em danos ainda maiores. Manter a calma e focar no longo prazo é essencial. Um portfólio bem diversificado e equilibrado permite que o investidor perceba que as quedas são temporárias e que a paciência pode, de fato, ser recompensada.

Não diversificar a carteira é outro erro crítico que muitos investidores cometem, especialmente em tempos de incerteza. A concentração excessiva em poucos ativos ou em um único setor pode amplificar as perdas durante períodos de volatilidade. A famosa recomendação de “não colocar todos os ovos em uma única cesta” resume bem a importância da diversificação. Ao distribuir investimentos em diferentes classes de ativos, setores e regiões geográficas, os riscos são diluídos, e o impacto de um único ativo ou setor na performance geral da carteira é significativamente reduzido. Essa estratégia deve estar sempre alinhada com os objetivos e o perfil de investimento do cliente.

O equilíbrio emocional é fundamental para o sucesso no mercado financeiro. Investidores movidos por emoções extremas podem se tornar excessivamente otimistas durante picos de alta ou pessimistas em quedas bruscas, comprometendo seus objetivos de longo prazo. A euforia pode levar a riscos maiores do que o recomendado, enquanto o pânico pode resultar em decisões precipitadas e danosas. Portanto, é essencial manter a disciplina e a visão de longo prazo, tomando decisões baseadas em fundamentos sólidos e alinhadas com os objetivos financeiros.

Ter um plano e objetivos claros é indispensável. Investidores sem uma estratégia bem definida estão mais sujeitos a serem influenciados pelas oscilações do mercado, tomando decisões impulsivas que prejudicam o desempenho de seus portfólios. Quando se tem clareza sobre os motivos de cada investimento, o investidor consegue manter a calma e evitar agir por impulso, mesmo diante de perdas momentâneas.

Para famílias, empresários e investidores UHNW (Ultra High Net Worth), que muitas vezes não dispõem de tempo ou do conhecimento profundo necessário para navegar em mercados financeiros globais tão voláteis, a gestão profissional se torna não apenas importante, mas essencial devido ao alto grau de complexidade e valores das estratégias e operações. Na Portofino, oferecemos um suporte robusto que vai além da simples administração de ativos. Nossos comitês multidisciplinares de investimentos, compostos por profissionais experientes e altamente capacitados de diversos setores, asseguram que as decisões sejam tomadas de forma colegiada, profissional e livre de influências emocionais.

A presença de um CIO e CEO atuando como Minerva em nosso processo decisório garante que cada passo seja dado com a máxima diligência e visão estratégica. Nosso trabalho não é apenas proteger o patrimônio, mas ampliá-lo de forma sustentável e multigeracional, adaptando constantemente os portfólios às mudanças de mercado e buscando sempre as melhores oportunidades. Na Portofino, entendemos que a excelência na gestão de investimentos é o que diferencia um simples retorno financeiro de um legado que atravessa gerações.

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