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Portofino

Mudança estrutural e juro baixo estimulam a tomada de risco

por Guilherme Oliveira | 27 ago 2019 | Análise de Mercado, Mídia

Em entrevista para o portal Valor Econômico, Adriano Cantreva, sócio da Portofino, diz que devem haver mudanças na estrutura de remuneração dos multimercados. De acordo com ele, “aos poucos o investidor vai atentar para a seletividade na hora de escolher os gestores, e só devem permanecer os que de fato agregarem valor.”

Para saber mais sobre o tema, acesse o artigo clicando aqui.

Patrimônio de ETFs tem crescimento acelerado

por Guilherme Oliveira | 27 ago 2019 | Análise de Mercado, Mídia

“Comuns em outros mercados, os Exchange Traded Funds (ETFs) ganham fôlego no país. Em julho, o patrimônio líquido dos fundos de índice atingiu R$ 19,4 bilhões, cifra quase três vezes maior que os R$ 6,85 bilhões registrados no mesmo mês de 2018, conforme dados da Anbima.”

Em entrevista, Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, comentou que os ETF’s demonstram um crescimento acelerado pois “a estrutura dos fundos com taxa de administração de 2% e 20% de performance passa a ficar cara.” Para saber mais, clique aqui e acesse a reportagem completa.

Nível de exposição da carteira de investimentos

por Guilherme Oliveira | 22 ago 2019 | Análise de Mercado

Você compreende qual a relação entre o nível de exposição de uma carteira de investimentos e os riscos ao patrimônio?

No artigo de hoje, esclareceremos as principais dúvidas relacionadas ao nível de exposição de um portfólio e a gestão de riscos nos investimentos.

Siga a leitura!

O que significa exposição e qual a sua relação com a carteira de investimentos?

Quando falamos sobre investimentos, a exposição pode ser compreendida como a quantidade de dinheiro que o investidor pode perder em determinada aplicação, podendo ser expressa em termos monetários (reais, euros, dólares) ou como uma porcentagem da carteira de investimentos.

O termo “exposição” é utilizado de diferentes formas no mercado financeiro. Observe:

  • Exposição financeira: quantia de dinheiro que pode ser potencialmente perdida em determinada aplicação.
  • Exposição à moeda: as moedas – como o real, dólar, euro e libra – sempre flutuam em relação ao valor.
  • Exposição de mercado: a forma como os ativos são divididos dentro de uma carteira de investimentos;
  • Exposição as ações: refere-se a exposição dos investidores em determinada ação.

Para entender qual a relação entre a exposição e os investimentos, siga a leitura.

Nível de exposição e riscos em uma carteira de investimentos

Quanto mais exposta se encontra uma carteira de investimentos, maiores são os riscos ao capital do investidor. Por isso, monitorar a exposição é uma parte importante do gerenciamento de risco em um portfólio de aplicações e que deve ser realizada regularmente.

Algumas estratégias ajudam a compreender os riscos de determinados investimentos. A gestão de riscos em aplicações compreende possíveis turbulências e depois tenta encontrar formas de minimizar as chances de um mal desempenho da carteira.

Quando falamos sobre nível de exposição de uma carteira, é interessante que tenhamos conhecimento sobre os principais riscos ao investir. São eles: risco de mercado, risco de crédito e o risco de liquidez.

O risco de mercado, também conhecido como risco sistêmico, se relaciona às mudanças de preços e variações de indicadores econômicos, como por exemplo a taxa de juros ou a variação cambial.

Já o risco de liquidez se associa a possibilidade de o agente não possuir recursos financeiros suficientes em uma data determinada para efetuar o pagamento ao investidor. Assim, esse risco estima a facilidade em resgatar um investimento – quanto mais fácil for esse resgate, mais alta é a liquidez da aplicação.

A importância de contar com profissionais para a gestão de riscos de investimentos

Como vimos, monitorar a exposição é uma parte importante do gerenciamento de risco em uma carteira de investimentos e que deve ser realizada regularmente por uma gestora de recursos competente.

Na Portofino, o acompanhamento contínuo de profissionais especializados garante uma carteira de investimentos muito mais robusta, como a maximização de ganhos devido ao controle de riscos. Além disso, nossa equipe analisa e estrutura diariamente as carteiras, conforme o perfil e objetivo de investimento do cliente. Assim, a realocação ocorre automaticamente, quando o gestor vislumbra melhores oportunidades de investimento.

Então, gostou da leitura? Se você possui alguma dúvida relacionada ao tema, comente!

Portofino realiza evento de inauguração em POA e fala sobre cenário macroeconômico

por Guilherme Oliveira | 15 ago 2019 | Análise de Mercado

A Portofino Investimentos inaugurou recentemente um novo escritório em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e, para comemorar a conquista, realizou evento com um time de especialistas para falar sobre o cenário macroeconômico.

A escolha pelo local do novo escritório da Portofino – que tem sua matriz na capital paulista – levou em consideração o grande número de clientes localizados no Rio Grande do Sul e, além disso, a capacidade empreendedora dos gaúchos. Carolina Giovanella, sócia da Portofino Investimentos, disse estar muito contente com a inauguração do escritório no estado, que é sua terra natal.

Para saber mais sobre o evento, siga a leitura do artigo!

Convidados da Portofino Investimentos debatem sobre cenário macroeconômico em evento de inauguração em Porto Alegre

Com o objetivo de promover informação de qualidade aos seus clientes, a Portofino, em parceria com a BTG Pactual, realizou um evento com a presença de Roberto Sallouti, presidente do BTG Pactual, Rogério Xavier, sócio-fundador da SPX e André Vainer, sócio-fundador e CIO da Athena Capital.

No primeiro bloco, Sallouti trouxe questionamentos sobre o cenário macroeconômico para Xavier. O sócio-fundador da SPX comentou que estamos vivendo em um mundo desinflacionário, com uma política monetária expansionista.

“Se percebe uma queda generalizada de produtos ao redor do mundo. Para o próximo ano, por exemplo, está previsto um PIB global de 2,5%, o que indica uma sensação de recessão global. As taxas de juros caem drasticamente. Estamos vivendo em um mundo desinflacionário. Política monetária expansionista. Neste mundo, percebemos que este foi o único instrumento que restou”. Rogério Xavier.

Xavier explicou que o cenário externo afeta o Brasil e nós, investidores, não estaremos imunes a um evento maior. Por isso, “é necessário analisar o cenário e o preço” e “contar com o avanço brasileiro nas reformas do Estado.”

“Precisamos recuperar nossa credibilidade, nossas solvências. Avançamos nos juros, mas precisamos também avançar nas outras áreas. O Brasil possui muitas oportunidades pela frente, principalmente no setor privado. Estamos deixando de ser um país hostil aos investimentos e, quando as pessoas perceberem isso, vamos nos sentir incentivados a fazer mais e mais. Mas, para isso, a agenda precisa avançar. ” Rogério Xavier

Andre Vainer, sócio-fundador e CIO da Athena Capital, também trouxe grandes contribuições para a noite, falando sobre o cenário macroeconômico e citando a relevância dos fundos de investimentos, tendo em vista a conjuntura econômica e política do Brasil e do mundo.

“Não apenas o macro está evoluindo – as empresas também. Sobre o cenário atual, o que mais importa é o fato de que o mercado voltou a olhar para empresas e resultados, deixando de operar macro via ações ou cenários binários.” Andre Vainer

Quando questionado sobre onde se encontram grandes oportunidades de investimentos, Vainer explicou que a Athena Capital “não tem como meta investir em uma empresa de um nicho específico. As empresas que têm capital em excesso, boas estratégias e oportunidades de capturar ganho de mercado, podem trazer bons resultados”.

Já em relação ao mercado de capitais, Vainer explicou que “esse movimento tem aumentado. No Brasil, o nível de capitais tem uma movimentação muito baixa. É um caminho sem volta. Com o aumento de empresas no mercado brasileiro, o volume da Bolsa tem aumentado de forma exponencial”.

Para Vainer, quando falamos sobre renda variável, contar um gestor profissional é de suma importância, afinal, “não podemos confundir investimentos de longo prazo com o ato de compra e esquecimento de ações de empresas”.

E você, possui alguma dúvida sobre o cenário macroeconômico do Brasil e do mundo? Comente!

Nervosismo com recessão global cai, Fed ajuda e Bolsa vira; dólar sobe menos

por Guilherme Oliveira | 8 ago 2019 | Análise de Mercado, Mídia

Recentemente, Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, comentou em reportagem para o portal Economia Bárbara, sobre os últimos fatos do cenário econômico americano, que afetam o Brasil e o mundo.

Na entrevista, Cantreva comenta que os últimos acontecimentos “trouxeram ansiedade maior com receio de uma recessão nos EUA e no mundo. Essa recessão ainda não chegou. É que quando os mercados andam com os nervos à flor da pele qualquer novidade estressa.”

Para ler a reportagem na íntegra, clique aqui.

Reforma da Previdência 2019: os impactos no mercado financeiro

por Guilherme Oliveira | 7 ago 2019 | Análise de Mercado

A proposta da Reforma da Previdência (2019), recebida pelo Congresso Nacional em 20 de fevereiro e elaborada pela equipe econômica do governo de Jair Bolsonaro, apresenta mudanças para o sistema previdenciário.

Os elevados gastos públicos, aumento da expectativa de vida do brasileiro e crescimento da população idosa no Brasil são alguns dos fatores que justificam a decisão do governo de buscar a aprovação da reforma da previdência em 2019.

Neste artigo, você entenderá quais são os impactos da Reforma da Previdência 2019 no mercado financeiro e como as suas aplicações poderão ser influenciadas com a aprovação da proposta.

Siga a leitura do artigo para entender mais sobre o assunto.

Siga a leitura do artigo!

O que o mercado espera com a Reforma da Previdência 2019

Desde 2014, o Brasil enfrenta dificuldades em sua gestão orçamentária. Devido a baixa arrecadação do Governo Federal e o crescimento das despesas obrigatórias, nosso país conta com uma baixa nos investimentos em infraestrutura e aumento na dívida pública.

Com isso, a tendência foi o aumento da desconfiança dos investidores estrangeiros e a retirada de suas aplicações realizadas em nosso país. Um impacto considerável, resultado da falta de confiança de grandes investidores, foi o aumento dos juros. Com isso, tivemos como resultado o descontrole inflacionário e a degradação da atividade econômica.

Mas, afinal, o que muda com a Reforma da Previdência 2019? Quais são os seus impactos para o mercado financeiro?

O principal objetivo da Reforma da Previdência é a redução do déficit atual e futuro. De acordo com as projeções realizadas pela equipe econômica do governo, a Reforma promete economizar cerca de 1 trilhão de reais em dez anos.

Isso implica no equilíbrio das contas públicas, crescimento do PIB e manutenção dos baixos juros. Além disso, a tendência é que a Reforma aumente a confiança dos empresários brasileiros e estrangeiros, gerando crescimento e atraindo mais investidores ao nosso país.

Reforma da Previdência 2019 e os seus impactos nos investimentos

Se a Reforma da Previdência for aprovada e as contas públicas, juros, câmbio e inflação se mantiverem sob controle, teremos um impacto positivo em relação a Bolsa e em diversos tipos de investimentos.

Analistas prevêem que a melhora na conjuntura representará uma rápida retomada do mercado, o que impactará diretamente no resultado das empresas listadas, e assim elevando o índice Ibovespa.

No cenário mencionado, a Bolsa de Valores tende a apresentar um movimento de alta expressivo. Assim, os investidores com uma carteira diversificada terão mais chances de obter melhores rendimentos.

No entanto, isso não significa que todo o capital deverá ser investido em ações. Atualmente, existem também outras aplicações interessantes aos investidores, como os Fundos de Investimento (Fundo Multimercado, Fundos de Investimentos em Ações, Fundos no Exterior e Fundos Alternativos, por exemplo), Debêntures Incentivadas, entre outros.

Enquanto o cenário não se define, o ideal é diversificar a carteira de investimentos. Assim, você estará preparado caso a reforma seja ou não aprovada – por mais que a sua aprovação seja vista com otimismo pelo mercado financeiro.

Possui alguma dúvida em relação a Reforma da Previdência 2019? Comente!

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