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Portofino

Com alta do dólar e de ações estrangeiras, fundos de BDR já sobem 30% no ano

por Guilherme Oliveira | 30 nov 2019 | Análise de Mercado, Mídia

Diz a máxima que rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. A forte alta registrada pelos fundos de BDR, no entanto, tem despertado a atenção dos investidores brasileiros.

Os Brazilian Depositary Receipts são recibos de ações negociados no Brasil com lastro em valores mobiliários emitidos por companhias estrangeiras. Assim, um dos caminhos para se investir em uma companhia estrangeira, como Amazon, Apple ou Google, é comprar esses ativos.

Para ler a reportagem completa, com a participação de nosso sócio Adriano Cantreva, clique aqui.

 

Como investir em ouro? Devo considerar a aplicação? Entenda a opinião dos especialistas da Portofino

por Guilherme Oliveira | 28 nov 2019 | Análise de Mercado

Em 2019, o valor do ouro chegou ao nível mais alto em seis anos, atingindo em torno de US$ 1.557,11 a onça. Apenas neste ano, o preço do metal precioso subiu mais de 34%. Além disso, economistas preveem que o valor deve continuar crescendo em 2020.

 

 

Por esse motivo, “como investir em ouro?” é um dos principais questionamentos dos investidores.

 

 

Para descobrir a resposta da pergunta citada, siga a leitura do artigo.

 

 

Como investir em ouro? Entenda a alta no preço do metal precioso

 

 

Nos últimos meses, diferentes portais de notícias citaram o ouro como um ativo interessante para variar as aplicações financeiras.

 

 

O aumento do preço do metal precioso entre 2018 e 2019 ocorre por conta do comportamento dos investidores que, com medo de uma nova recessão mundial, derivada pelas mudanças na política e na economia externa, consideram mais seguro investir no ouro do que em outras áreas da economia ou do mercado financeiro.

 

 

A guerra comercial entre EUA e China e a recente explosão da refinaria de petróleo mais importante da Arábia Saudita – por conta do conflito no Iêmen – são alguns dos motivos que causam a incerteza aos investidores.

 

 

Como o valor do ouro está atrelado ao dólar, no momento em que a moeda estadunidense sobe de valor, o preço da onça também apresenta aumento. Sendo assim, como recentemente o valor da moeda tem avançado, o custo do ouro apresenta crescimento.

 

 

Como investir em ouro no Brasil? Devo considerar o metal em minhas aplicações?

 

 

Apesar de uma queda em outubro, a tendência é que o ouro continue como um bom investimento para quem quer segurança em tempos de crise.

 

 

Quem quer investir em ouro possui três opções. Uma delas é comprar ouro físico com vendedores especializados, no entanto, é a opção menos indicada.

 

 

Por meio da B3, o investidor tem outra forma de comprar o metal. Para isso, você deve abrir uma conta em uma corretora que possui aprovação da Bolsa de valores, como a BTG Pactual. Cabe ressaltar que essa forma é a mais segura, já que o investidor não precisa manter as barras físicas consigo.

 

 

A última opção é investir em fundos lastreados em contratos financeiros de ouro.

 

 

Mesmo assim, em tempos de instabilidade global, será que o ouro é realmente a melhor opção aos investidores?

 

 

Em entrevista para o portal Estadão, Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, explicou que o baixo patamar dos juros também contribui para a valorização do ouro.

 

 

“Hoje mais da metade das taxas de juros no mundo está negativa. Um investidor alemão, por exemplo, não vai investir em um título de trinta anos em seu país que vai pagar menos do que ele colocou. Nesse cenário, para preservar valor a pessoa corre para ouro”, explica.

 

 

Entretanto, Cantreva chama atenção que, historicamente, o ouro não tem boa rentabilidade de longo prazo. “De tempos em tempos ele sobe, quando há algum estresse no mercado. É um hedge (proteção financeira) em tempos de medo.”

 

 

De acordo com o time de especialistas da Portofino Investimentos, existem outros recursos mais rentáveis e mais seguros a longo prazo do que o investimento no metal precioso.

 

 

Como explica Mario Kepler, uma das principais sugestões dos gestores é a alocação em ativos de renda variável, como por exemplo os fundos de ações, pois as empresas tendem a se beneficiar nesse cenário de juros baixos, assim tendo uma performance melhor durante esse ciclo. Nós, da Portofino, preferimos fazer esse tipo de alocação direto em fundos com gestores focados no longo prazo, investindo em empresas perenes.

 

 

Outra opção interessante são os fundos imobiliários, que aliam duas estratégias – tanto de ganho de capital como de rendimento. Além disso, os dividendos pagos mensalmente são isentos de IR e geralmente atrelados a contratos atípicos de 5 a 10 anos de duração, trazendo assim maior segurança na hora de investir. Durante o ciclo expansionista, a vacância tende a diminuir e o valor dos imóveis a se apreciar, fazendo com que o valor da cota dos FIIs mantenham sua tendência a subir e ter um retorno maior que a taxa de juros.

 

 

Possui alguma dúvida sobre o tema? Comente!

 

 

 

Apesar da cautela no exterior, Ibovespa passa por ajuste pós-feriado e sobe

por Guilherme Oliveira | 22 nov 2019 | Análise de Mercado, Mídia

Mesmo com os investidores estrangeiros ainda cautelosos diante dos impasses envolvendo o acordo comercial entre China e Estados Unidos, o Ibovespa encontra espaço para subir nesta quinta-feira. Às 10h51, o índice avançava 0,43%, aos 106.315 pontos.

O movimento é, principalmente, um ajuste técnico, já que o mercado ficou fechado na quarta-feira por causa do feriado do Dia da Consciência Negra. No pregão de terça, o Ibovespa tinha encerrado em queda de 0,38%, aos 105.864 pontos, e um giro financeiro fraco de R$ 10,1 bilhões, bastante penalizado pelo cenário internacional.

Para ler a reportagem completa, com a participação de nosso sócio Adriano Cantreva, clique aqui.

 

Guerra comercial entre EUA e China: onde investir?

por Guilherme Oliveira | 21 nov 2019 | Análise de Mercado

No último ano, o mundo tem sentido os efeitos da guerra comercial entre EUA e China. Com a chegada de Trump à Casa Branca, os Estados Unidos têm fortalecido a retórica contra as relações comerciais dos dois países. Sendo assim, o presidente norte-americano anunciou tarifas para a importação de produtos chineses, limitando o comércio entre as duas maiores economias do mundo.?

Nesse artigo explicaremos o contexto da guerra comercial entre EUA e China e quais podem ser os efeitos para a economia mundial e para a sua carteira de investimentos.

Siga a leitura!

Compreendendo o contexto da guerra comercial entre EUA e China

Os Estados Unidos são o maior mercado para os produtos da China que, por sua vez, é o país com mais exportações em todo o mundo.

Ao assumir a presidência dos Estados Unidos, Trump decretou o aumento de impostos aos produtos chineses. Para os EUA, as medidas tomadas no último ano se explicam pelo que o país considera como relações comerciais injustas e desequilibradas.

Por mais que os dois países tenham iniciado negociações ao longo do ano com o objetivo de melhorar as relações comerciais, as tarifas impostas por Donald Trump podem chegar a um total de US$ 540 bilhões, afetando uma lista abrangente de produtos chineses como equipamentos de telecomunicação, peças de computador, motocicletas, peças de carro.

Por conta disso, o país oriental retaliou os Estados Unidos, taxando produtos agrícolas e manufaturados. Os principais produtos atingidos foram a soja, a carne suína e os carros norte-americanos. Além de aumentar as taxas de importação para os produtos norte-americanos, a China também desvalorizou a sua moeda, tornando os produtos chineses mais competitivos para os outros países.

Como investir em meio a uma Guerra Comercial entre as duas maiores potências do mundo?

Em recente entrevista para a Reuters, Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, disse ser inevitável o impacto da Guerra Comercial ao mercado brasileiro. De acordo com ele, do lado doméstico, persiste a agenda econômica de reformas e privatizações, embora o mercado brasileiro acabe sentindo o “vaievém” no cenário externo em razão da movimentação dos fluxos de recursos no mundo. “Mas comparativamente a outros emergentes estamos melhor”, afirmou.

Os Estados Unidos e a China, além de estarem em guerra comercial, são os dois maiores parceiros econômicos do Brasil. Até o meio do ano, a China somava 27.9% das exportações brasileiras, enquanto os EUA representaram 13,4%.

Ainda que o Brasil esteja em uma melhor posição diante de outros países emergentes, diante do cenário instável e de alta volatilidade, é preciso ter expertise na hora de investir. Mario Kepler, integrante do time de especialistas da Portofino Investimentos, explica que além de diversificar a carteira de investimentos, é necessária a aplicação em produtos inteligentes, como o Fundo Multimercado.

E você, possui alguma dúvida sobre o reflexo da Guerra Comercial entre EUA e China nos investimentos? Comente!

O que são fundos imobiliários? Entenda as características do produto

por Guilherme Oliveira | 14 nov 2019 | Análise de Mercado

Você sabe o que são fundos imobiliários?

De acordo com a Anbima, no 1º semestre de 2019 os fundos imobiliários atingiram o recorde de 1 milhão de cotistas. Enquanto em 2018 a marca de R$ 1 bilhão por mês foi ultrapassada, neste ano, a média mensal no quadrimestre está em torno de R$ 1,4 bilhões.

Devido a inflação e os juros baixos, os investidores têm buscado aplicações com melhores retornos e, desta forma, o segmento imobiliário tem se beneficiado.

Para saber mais o que são os fundos imobiliários, siga a leitura do artigo!

Afinal, o que são fundos imobiliários?

Aplicar em um fundo imobiliário é sinônimo de comprar uma pequena parte de vários imóveis. Desta forma, a aplicação é indicada para investidores que não desejam realizar a compra.

Os FII’s, como também são conhecidos, são indicados para quem deseja obter rendimentos sobre imóveis. No entanto, ao invés de gerir os ativos individualmente, o investidor compra cotas de um fundo de investimento, delegando o trabalho para gestores especializados.

Os investidores usufruem as vantagens resultantes da propriedade de imóveis sem serem responsáveis pelas obrigações decorrentes da operação do imóvel em si. Eles participam de vários segmentos do mercado imobiliário – escritórios, shoppings, imóveis residenciais, hotéis – em diferentes ciclos de desenvolvimento e, desta forma, se deparam com a possibilidade de otimizar o rendimento total, escolhendo a estratégia de investimento mais assertiva.

Entenda as vantagens de investir em um fundo de investimento imobiliário

No atual cenário macroeconômico, que apresenta baixa inflação e redução da taxa de juros, o mercado imobiliário é um dos que mais se beneficia. A queda da Selic contribui para o aumento da rentabilidade das cotas dos fundos de investimento imobiliários, assim como o mercado de infraestrutura.

Uma das principais vantagens de aplicar em um fundo de investimento imobiliário é a alta liquidez oferecida pelo produto. Como a sua participação em uma cota é negociada na Bolsa de Valores, em aproximadamente dois dias já é possível realizar a venda de sua posição – prazo que, comparado com um imóvel físico e até mesmo outros tipos de aplicações, é excelente.

Além disso, os fundos imobiliários oferecem diversificação, já que permitem investir em diferentes tipos de imóveis, desde shoppings centers até lajes corporativas.

Outro atrativo dos fundos de investimento imobiliário é a isenção de IR para pessoas físicas.

Para saber mais, siga a leitura.

Fundo imobiliário e isenção de IR para pessoas físicas

Através de determinadas condições, é possível investir em um fundo imobiliário e usufruir da isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas.

Para obter a isenção, é necessário que o investidor detenha menos de 10% do total de cotas de um fundo imobiliário, desta forma, ele só será isento se ele tiver, no máximo, 9,99% de um fundo.

Além disso, o fundo deve ter no mínimo 50 cotistas e precisa estar listado em bolsa ou balcão organizado. Por fim, a isenção só é válida para rendimentos periódicos do fundo. Isso significa que no momento em que o investidor se desfaz da cota, ele está sujeito a um desconto de 20% de imposto sobre o ganho de capital.

Vale a pena investir em fundos imobiliários? Entenda a opinião do time de especialistas da Portofino

Em resposta ao questionamento anterior, sim, vale a pena investir em fundos imobiliários. No entanto, assim como em outras aplicações, é preciso ter expertise ao escolher o melhor produto para a carteira de investimentos.

Em nossa visão os fundos de desenvolvimento imobiliário serão o grande diferencial na classe dos FIIs, onde entraremos como investidores no projeto desde o momento inicial. De forma resumida, podemos entender os fundos de desenvolvimento imobiliário como aplicações onde o gestor investe na construção de imóveis, os quais são revendidos com a expectativa de obtenção de lucro.

Estes ativos costumam gerar muito mais retorno, em torno de 25%a.a., pois são de longo prazo e apresentam o risco de implantação do imóvel. Contudo, quando selecionados com expertise, mostram-se como uma excelente alternativa de investimento, sendo descorrelacionados aos fundos imobiliários de renda.

Esclareceu as suas dúvidas sobre o que são os fundos imobiliários? Se você possui interesse em saber mais detalhes sobre a aplicação, entre em contato com nossos assessores clicando no chat localizado na parte direita da tela.

Conheça o fundo de litígios, investimento com alto retorno financeiro

por Guilherme Oliveira | 24 out 2019 | Análise de Mercado

Os fundos de litígios são destaque entre os investidores de países como Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha, já que apresentam retornos consideráveis, de até 30% do valor da indenização recebida por aqueles que obtém o financiamento.

O artigo de hoje traz a contribuição de nosso amigo Artur Paulon Rodrigues, especialista em Arbitragem e sócio do escritório Hackmann, Costa & Advogados Associados, sobre a aplicação em fundos de litígios no Brasil.

Para saber mais sobre o tema, siga a leitura do artigo!

O que são os fundos de litígios e porque eles oferecem um alto retorno financeiro?

No Brasil, os fundos de litígio vêm se multiplicando e se tornando uma alternativa altamente atrativa às partes – tanto físicas quanto jurídicas – envolvidas em litígios complexos, submetidos aos procedimentos de arbitragem.

A arbitragem, de forma bastante resumida, é o mais conhecido e disseminado meio alternativo/adequado de solução de disputas (“ADR”). Trata-se da possibilidade das partes envolvidas em negócios jurídicos de algum nível de sofisticação optarem por submeter eventual controvérsia a um ou mais árbitros privados, que passarão a ter poderes jurisdicionais sobre aquele caso específico, proferindo, ao final, uma sentença definitiva como eficácia de decisão judicial transitada em julgado.

Artur explica que, em detrimento de uma longa batalha jurídica judicial, as partes podem se valer desse instituto para instituir “tribunais privados”, compostos por especialistas na matéria em disputa, que deverão proferir sentença definitivo e não sujeita a qualquer recurso posterior.

Essa possibilidade de fugir do Judiciário e seus conhecidos problemas no Brasil, sobretudo a falta de especialidade dos julgadores – a depender do local onde a disputa deverá ser resolvida – e a inexplicável morosidade, fez com que a arbitragem passasse, portanto, a se tornar um mecanismo atrativo ao mundo corporativo.

Se, de um lado, os principais players do mundo corporativo sofriam e ainda sofrem com riscos inerentes a um litígio judicial e toda a insegurança jurídica oriunda de um longa disputa jurídica, de outro, a arbitragem trouxe a possibilidade de que profissionais renomados do mercado privado e de alta expertise em suas áreas passem a ser indicados a resolver casos pontuais em que as partes possuem liberdade de delimitar todas as fases do procedimento, incluindo o prazo máximo para que os julgadores profiram sentença definitiva e irrecorrível, trazendo maior eficiência e segurança às partes.

Mas, naturalmente, existem custos envolvidos na instauração e manutenção de uma arbitragem que nem sempre pode ser suportados por alguma das partes envolvidas na disputa. Árbitros, advogados, assistentes, peritos e toda a vasta gama de profissionais envolvidos no procedimento precisam ser remunerados de forma compatível com as responsabilidades assumidas em litígios complexos.

Dessa forma, sociedades que se deparam, por exemplo, com crises abruptas de liquidez, mas que já estavam vinculadas a uma cláusula de arbitragem anterior, precisam de uma alternativa viável a financiar eventuais disputas surgidas no decorrer de sua atividade.

É para solucionar essas questões que passam a surgir os fundos de financiamento de litígios. São fundos especializados na análise de probabilidade de vitória/derrota casos complexos, atuantes no mercado de crédito em geral, e necessariamente desvinculados originalmente da causa e das partes envolvidas. Esses fundos terceiros podem, pois, a partir de seu know how, financiar um dos litigantes apostando em êxito futuro como forma de remuneração do aporte inicial.

Nos fundos de litígios, o investidor arca com as taxas, perícias, honorários de advogados e árbitros e demais custos relacionados a disputa. O retorno surge a partir da troca, em que a parte entrega um percentual sobre o ganho obtido – caso vença no tribunal arbitral.

Para usufruir dos altos retornos dos fundos de litíguos, contar com gestores especializados é fundamental, pois somente desta forma é possível obter maior garantia de segurança e consistência nestes êxitos.

Sou brasileiro. Posso investir em fundos de litígios?

Por mais que os fundos de litígios sejam uma tendência internacional, o Brasil também oferece possibilidades de investimentos neste tipo de produto. De acordo com o portal Valor Econômico, ao menos 20 processos que tramitam nas câmaras de arbitragem brasileiras estão sendo financiados por terceiros, sendo que alguns desses situam-se na casa de milhões de dólares.

A Leste Litigation Finance, parceira da Portofino Investimentos, tem atuação destacada em fundos de litígios no Brasil, sendo uma das pioneiras no mercado nacional. Em entrevista ao portal Valor Econômico, o sócio da Leste Litigation Finance, Leonardo Viveiros, explica que a carteira do fundo para disputas arbitrais é de R$ 80 milhões.

Ele explica que foram patrocinados 18 casos até agora, sendo que 5 já se encerraram e o índice de acerto foi altíssimo. Isso se deve a uma avaliação de risco criteriosa, visto que o retorno vem exclusivamente do resultado positivo da parte financiada.

Qual a importância da arbitragem para a eficácia de um fundo de litígio?

As arbitragens domésticas possuem um tempo médio de resolução de 13 meses, a contar de seu início formal até que se tenha uma sentença definitiva e irrecorrível. Desta forma, quando comparada ao tempo médio de tramitação dos processos de conhecimento no Brasil, a arbitragem doméstica mostra-se extremamente ágil.

Afora os demais fatores geradores de insegurança jurídica em longas disputas judiciais, a simples demora na resolução do conflito pela via do Judiciário pode tornar ineficaz o resultado num cenário de alta volatilidade do mercado em geral.

Apostando em know-how de todos os envolvidos e na celeridade dos procedimentos, a Hackmann, Costa & Advogados Associados vem através de equipe especializada atuando há anos nos procedimentos de arbitragem.

Artur explica que a ampliação desse ramo de atuação, contudo, traz problemas que demandam soluções igualmente modernas. A necessidade de capitalização das partes para iniciar ou manter os procedimentos complexos é um desses problemas, cuja resposta está na parceria com gestoras como a Portofino Investimentos, que garantem a plena possibilidade das partes apostarem nas demandas a que entendem fazer jus.

Se você deseja saber mais sobre os fundos de litígios, entre em contato com um de nossos assessores.

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