por Guilherme Oliveira | 29 jan 2020 | Análise de Mercado, Finanças Comportamentais
As finanças comportamentais buscam entender como as pessoas tomam decisões no quesito financeiro. Afinal, ao compreendermos o comportamento dos investidores, conseguimos prevenir erros e melhorar os resultados obtidos com as aplicações financeiras.
Neste artigo, você entenderá como os estudos sobre finanças comportamentais podem lhe auxiliar a obter melhores resultados no portfólio.
Siga a leitura.
Finanças comportamentais: sobre a razão e a emoção na gestão de um portfólio de investimentos
Razão e emoção. Duas palavras que soam como manifestos na contemporaneidade e que nos auxiliam a enxergar, a partir de diferentes perspectivas, o melhor caminho na tomada de decisões nos mais variados setores de nossas vidas.
A Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional (Sbie) explica que o cérebro humano se divide em duas partes: hemisfério esquerdo – responsável pelo racional – e o hemisfério direito – responsável pelo emocional.
Por mais que atuem de forma conjunta, um dos hemisférios é sempre mais predominante que o outro e, assim, cada indivíduo apresenta melhor desenvolvimento em um deles.
Quando falamos investimentos, o tema gera debate. O estudo das finanças comportamentais, um subcampo da economia comportamental, surgiu na década de 1980 e nos mostra que, por mais que o mercado financeiro seja cercado de análises e informações concretas, muitas vezes os investidores tomam atitudes baseadas no hemisfério direito do cérebro.
“O objetivo da finança comportamental é descobrir e remediar os desvios constantes da tomada de decisão racional no processo de investimento.” (Mahmood, Zohidkhan, Ahmad & Anjum, 2011).
Você, investidor, pode acreditar que toma decisões baseadas em informações objetivas, de acordo com as suas metas de investimento. No entanto, os estudos sobre finanças comportamentais indicam que determinados processos de pensamento nos levam a tomar decisões nem tão perfeitas quando o assunto é gestão de patrimônio.
Um desses processos é o chamado viés de atenção. Estudos mostram que as pessoas tendem a investir em organizações que estão nas manchetes de jornais e revistas, mesmo que empresas menos conhecidas apresentem retorno superior.
Outro ponto de atenção se refere subdiversificação, uma tendência que revela o fato dos investidores sentirem-se mais confortáveis em manter pouca diversificação no portfólio, mesmo que isso seja sinônimo de retornos menores.
O excesso de confiança também é um ponto que prejudica a administração de um portfólio, impedindo a mudança de estratégia de investimento, já que confiam (em demasia) na abordagem criada para o portfólio.
Como o estudo sobre finanças comportamentais pode auxiliar o investidor
Claudia Yoshinaga, coordenadora do Núcleo de Finanças Comportamentais (NFC) da Fundação Getulio Vargas (FGV), explica que “o investidor, como indivíduo, é falível, é suscetível a vieses em suas decisões”.
Como pudemos verificar através dos estudos de finanças comportamentais, ao optarmos por determinados investimentos, temos a tendência de agir com o hemisfério direito de nosso cérebro, responsável pelas emoções.
No entanto, devemos utilizar essa sabedoria para obter o melhor de nossas finanças.
Em nossa rotina de trabalho, percebemos o quanto as emoções influenciam a tomada de decisões no quesito investimentos. Ao longo dos anos de atuação, verificamos, por exemplo, clientes que não conseguem se manter emocionalmente em uma posição no momento em que apresenta queda (volatilidade) – o que ocasiona perdas no curto prazo, mas uma enorme oportunidade de rentabilidade no longo prazo.
Quando saímos de uma posição tomando a decisão baseada na emoção, temos uma falsa sensação de ganho (por não ter decréscimos naquele exato momento). No entanto, ao longo prazo, a atitude aflita pode representar uma enorme perda.
Ao trabalhar com uma equipe como a nossa, que é isenta e apresenta uma visão profissional e não emocional sobre a gestão de recursos, você conseguirá traçar um caminho mais claro para atingir as suas metas financeiras, eliminando possíveis armadilhas dos vieses cognitivos e emocionais que influenciam as suas ações.
Nosso trabalho analítico apoia o cliente em um momento como este, garantindo melhor performance a longo prazo, ou se for o caso, sinalizando que uma posição deve ser imediatamente abandonada.
E você, já tomou decisões financeiras baseadas na emoção? Comente!
por Guilherme Oliveira | 23 jan 2020 | Análise de Mercado, Finanças Comportamentais
Como podemos nos inspirar em modelos internacionais para aplicarmos o dinheiro de maneira rentável
É fato que, no Brasil, não há uma cultura enraizada de gestão financeira. Indo um pouco mais além, não aprendemos a investir: como, onde, quais as melhores ferramentas e, quando não temos acesso a essas informações, a quem devemos recorrer. Talvez por isso, muitas plataformas e instituições se aproveitam dessa situação para vender seus produtos – que nem sempre mostram-se vantajosos para o investidor.
Gestão de patrimônio independente: a realidade nua e crua
O pensamento é simples: os bancos têm metas e, para que essas metas sejam alcançadas, é necessário vender – custe o que custar. Por isso, quando vamos a um banco com a ideia de aplicar dinheiro em algum fundo de investimento, é compreensível que eles tentem vender os seus produtos, ao invés de seguir alguns critérios importantes para a obtenção de bons resultados na gestão do patrimônio.
Um dos principais fatores ignorados por grandes bancos e empresas de investimentos que não seguem uma metodologia independente é a personalização: cada pessoa possui uma necessidade, um patrimônio específico e uma expectativa acerca do retorno que busca nos investimentos – seja ele a curto, médio ou longo prazo.
Além disso, existem as temidas taxas, geralmente escondidas nas letras miúdas. Elas “comem” boa parte do patrimônio, fazendo com que percamos um considerável valor sobre os rendimentos obtidos nas aplicações. Tudo isso porque, no Brasil, a concorrência de instituições financeiras é baixa e, além disso, não se possui a consciência sobre a importância da gestão independente na administração do patrimônio.
E como funciona “lá fora”?
Países como Reino Unido, Índia e Estados Unidos possuem mais de 60% dos ativos focados na indústria independente – para um efeito de comparação, no Brasil essa taxa é de 4%. A Suíça é outro país muito lembrado quando falamos de riqueza – boa parte por oferecer vantagens aos investidores, como baixa tributação.
Existem alguns tipos de investimentos muito comuns no exterior, que podemos nos espelhar e, até mesmo, aplicar diretamente do Brasil.
Um deles é o Exchange Traded Fund (ETF), que representam índices e são negociados diretamente na bolsa de valores a um baixo custo em comparação ao retorno. Desde a década de 1990, é muito utilizado nos Estados Unidos, onde é possível aplicar em empresas com um investimento único diversificado.
Outra opção interessante são os fundos imobiliários, que aliam duas estratégias – tanto de ganho de capital como de rendimento. Além disso, os dividendos pagos mensalmente são isentos de IR e geralmente atrelados a contratos atípicos de 5 a 10 anos de duração, trazendo assim maior segurança na hora de investir.
Seja qual for o perfil de investidor ou tipo de investimento que deseja fazer, o ideal é ter uma gestora de recursos independente, capaz de identificar as melhores soluções com os maiores retornos, sempre com transparência e ética.
E é exatamente esse o trabalho feito por nós, da Portofino Investimentos. Contamos com uma equipe multidisciplinar para criar as melhores estratégias para a gestão e proteção de seu patrimônio. Nos inspiramos em modelos de investimentos internacionais, sem riscos, complicações ou as famosas “letrinhas miúdas”.
por danielbarbuglio | 15 jan 2020 | Análise de Mercado, Family Office, Mídia, Multi Family Office, Wealth management
Quase um ano após o desastre de Brumadinho (MG), a Vale praticamente apagou as perdas no valor das ações após a tragédia ocorrida em 25 de janeiro de 2019. Nesta terça, os papéis ordinários da companhia fecharam em alta de 0,61%, cotados a R$ 55,64.Na máxima do dia, o papel chegou a R$ 56,35, quando subia 1,9% — maior preço nos últimos 12 meses. Um dia antes do incidente, estava em R$ 54,91 e no primeiro pregão após o rompimento da barragem foi a R$ 41,45.
O impacto da tragédia em Brumadinho pode ser traduzida no valor de mercado da empresa. Entre janeiro de 2018 e o início de 2019, ele passou de R$ 220,79 bilhões para R$ 296,72 bilhões. Mas, no pregão seguinte ao ocorrido, despencou para R$ 223,96 bilhões, praticamente o mesmo nível observado um ano antes. Nesta terça, atingiu R$ 294 bilhões.
Entre as razões apontadas para a recuperação do ativo estão o afastamento de Fabio Schvartsman e outros executivos do comando da companhia, o fechamento de acordos de indenizações e o aumento dos investimentos em segurança.
Para ler a reportagem completa, com a participação de nosso sócio Adriano Cantreva, clique aqui.
por Guilherme Oliveira | 14 jan 2020 | Análise de Mercado, Mídia
Sem sair muito do lugar, o Ibovespa oscilou entre pequeno altos e baixos durante todo o dia, mas garantiu um avanço modesto no fim do pregão. No fechamento regular, o índice avançou 0,26%, aos 117.632 pontos. O giro financeiro, mais uma vez, encerrou o dia um pouco acima da média esperada e somando R$ 15,8 bilhões na comparação com os R$ 12,3 bilhões vistos nos pregões de 2019.
Com isso, amanhã, o mercado deve operar com as atenções voltadas para a efetiva assinatura do acordo entre China e EUA, marcada para esta quarta-feira.
Antes disso, o clima já era de cautela na bolsa brasileira, após a divulgação de dados fracos de exportação da China, que registrou alta de 0,5% em 2019, uma queda acentuada diante do avanço de 10% em 2018. As importações cederam 2,8%. Os números mostram o enfraquecimento da segunda maior economia do mundo e, em parte, as consequências da guerra co
Para ler a reportagem completa, com a participação de nosso sócio Adriano Cantreva, clique aqui.
por Guilherme Oliveira | 10 jan 2020 | Análise de Mercado, Mídia
Privatizações, novos IPOs (Ofertas Públicas Iniciais, na sigla em inglês), revisão em alta da nota de crédito do Brasil, agenda de reformas, fortalecimento do consumo, queda no desemprego, retomada do crescimento da economia, aumento dos investimentos e taxa básica de juros, a Selic, em patamares historicamente baixos em meio a um cenário externo mais favorável sustentam as expectativas de analistas e gestores de que o Ibovespa, índice de referência da B3 (Bolsa de Valores brasileira), depois de subir 31,58% em 2019, possa alcançar os 150 mil pontos no fim de 2020.
A projeção mais otimista– aposta da Mirae Asset, da Portofino Investimentos, da Mauá Capital e do famoso gestor da Alaska Asset, Henrique Bredda– representa uma alta de 29,7% em relação a 2019, quando o índice terminou nos 115.651 pontos, bateu 37 recordes e chegou a atingir 117.203 pontos, depois de ter iniciado o ano nos 76.462 pontos.
Nas visões mais conservadoras, o avanço do Ibovespa deve ser de pelo menos 8%, o que o levaria para ao menos os 125 mil pontos no fim do ano.
Para ler a reportagem completa, com a participação de nosso sócio Adriano Cantreva, clique aqui.
por Guilherme Oliveira | 9 jan 2020 | Análise de Mercado, Portofino pelo Mundo
Janeiro é tempo de deixar as preocupações de lado e aproveitar as férias com quem você ama. Neste ano, que tal aproveitar a beleza natural do nosso país e explorar praias brasileiras paradisíacas?
Neste artigo, você vai conhecer 5 destinos inusitados, que podem ser aproveitados em um maior período de tempo ou até mesmo em um bate-volta de final de semana.
Siga a leitura para saber mais!
Praia de Lopes Mendes
Se você busca uma experiência realmente paradisíaca – longe de movimento, comércios e com poucas pessoas – a Praia de Lopes Mendes, em Angra dos Reis, é a opção ideal para você.
Ela foi escolhida como a sétima praia do mundo por turistas no TripAdvisor, site que promove um concurso anual.
Para acessar o paraíso, somente duas opções: trilha ou barco. O barco sai da Vila do Abraão (principal povoado de Ilha Grande) e navega por 30 minutos até o cais de Palmas. Depois, é necessário trilhar um caminho íngreme de 20 minutos até a praia. Se você desejar ir por terra, a opção é uma trilha de 10km, de intensidade média-moderada.

Praia de Lopes Mendes
Praia de Muro Alto – Pernambuco
Coqueiros, reserva de mata Atlântica, recifes e piscinas naturais: esse são alguns dos elementos que compõem a Praia de Muro Alto, localizada em Pernambuco. O local é conhecido por abrigar um grande complexo de resorts, que ocupam todo seu litoral. Entre as diferentes opções, recomendamos o clique no site do Nannai Resort & Spa.
A Praia de Muro Alto leva esse nome pois apresenta um paredão de corais com aproximadamente 3 km de extensão. Consequentemente, a maré baixa da praia oferece uma grande piscina natural com águas rasas cristalinas e mornas.

Praia de Muro Alto
Ilha do Papagaio, Santa Catarina
A Ilha do Papagaio é um dos locais mais exclusivos em Santa Catarina. Só existem duas formas de chegar até lá: de helicóptero ou de barco particular.
Atendemos diversas famílias que atualmente residem no exterior, como por exemplo nos Estados Unidos e outros países europeus, mas que desejam continuar aplicado seus recursos com profissionais brasileiros.
A Família Sehn é a proprietária do paraíso. Desde 1992, os descendentes de alemães transformaram as instalações em uma belíssima pousada, que atualmente dispõe de aproximadamente 20 chalés.
Dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras. Por isso, escolhemos uma foto que transmite toda a paz da Ilha do Papagaio.

Ilha do Papagaio
Para saber mais sobre a pousada, clique aqui.
Praia de Ganchos de Fora, Santa Catarina
Se você busca exclusividade, acaba de encontrar o local certo. A Praia dos Ganchos de Fora, localizada em Santa Catarina, é um local exclusivo para os hóspedes do Ponta dos Ganchos Resort. O local também é conhecido com o paraíso das piscinas naturais e é ideal para quem busca menos agito e mais tranquilidade.

Praia de Ganchos de Fora
Itacaré, Bahia
Itacaré, na Bahia, é um verdadeiro paraíso escondido. No local é possível encontrar trilhas, cachoeiras, praias praticamente virgens e paisagens maravilhosas. Para entender: Itacaré é uma cidade, composta por diferentes praias – Concha, Resende, Tiririca, Costa, Ribeira, São José, Prainha, Coroinha, Pontal, Jeribucaçu, Engenhoca, Havaizinho, Itacarezinho e Serra Grande.
As praias mais belas, conhecidas como Praias Selvagens, ficam longe do centro e foram preservadas devido à dificuldade de acesso, que é feito por trilhas (baixa e média dificuldade). São elas: Prainha, Jeribucaçu, Engenhoca e Itacarezinho.

Itacaré
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