O primeiro dia do Fórum Esfera 2023, na sexta, 25, em Guarujá, no litoral de São Paulo, iniciou com o painel “Os Desafios da Infraestrutura Brasileira: O Novo PAC 2023”, que contou com a participação de Aloizio Mercadante, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Bruno Dantas, ministro e presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Dario Durigan, ministro da Fazenda em exercício, e André Esteves, sênior partner do BTG Pactual.
No debate, Durigan afirmou que o Orçamento de 2024 terá déficit zero, “com perfeito equilíbrio entre despesas e receitas”. “As estimativas de receita que foram feitas, para muitos casos, foram conservadoras, nos vários projetos, nos vários trackings que a gente tem acompanhado. Eu acompanhei isso de perto a pedido do ministro [Fernando Haddad] e transmito a vocês essa segurança, essa tranquilidade de caminhar para buscar zerar o déficit do ano que vem no Orçamento”, disse.
Questionado sobre o que irá prevalecer para o governo quando houver um choque entre as demandas de investimento e as de metas fiscais, Durigan afirmou que nada será feito “sem contas públicas em dia”. Para isso, citou o arcabouço fiscal.
Em sua fala, Mercadante explicou como o BNDES pretende financiar R$ 270 bilhões no novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “São 51 bilhões de reais em andamento que estão no nosso pipeline em evolução. Nós estamos falando aqui de uma estimativa de 1 trilhão e 700 bilhões de reais: 670 bi seriam do setor privado, 350 bi, em grosso número, seriam dos setores estatais, principalmente da Petrobras, os bancos públicos ficariam com 440 bi, e o BNDES, com 270 bilhões”, afirmou.
Ao tratar de investimentos no País, Mercadante propôs a criação de um “Desenrola empresarial”, um programa similar ao Desenrola, lançado pelo governo para renegociar dívidas de pessoas físicas. “Vamos pegar as dívidas ativas, que são trilhões de reais que o Estado não consegue cobrar. As empresas não pagam, e isso fica no passivo delas. Elas não conseguem ter financiamento, porque têm um passivo fiscal gigantesco”, comentou.
Já sobre a fiscalização das obras do novo PAC pelo TCU, Bruno Dantas afirmou que o tribunal atuará de maneira mais pedagógica, acompanhando os projetos para ver onde há falhas e sinalizá-las e buscando solução consensual para problemas complexos “que não se resolvem mais na base do porrete”. “Estamos fazendo isso para que o TCU não seja um entrave, para que as fiscalizações do TCU possam dar respostas rápidas e que, se há falhas, elas sejam corrigidas a tempo e os projetos não sejam paralisados”, acrescentou.
O empresário André Esteves afirmou que tem visto a marca do bom senso em várias ações do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva até agora. “O ministro Dario falou sobre a aprovação do arcabouço fiscal. Seguimos o bom senso. Qual é o bom senso? Um país, assim como uma pessoa, não gasta mais do que arrecada”, disse.
Transição energética
O painel que encerrou o primeiro dia de debates foi “Economia Verde: Agro, Mineração e Baixo Carbono”.
A mesa contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, do governador do Piauí, Rafael Fonteles, do presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo, da diretora de sustentabilidade da JBS, Liège Correia, e da CEO da Sigma Lithium, Ana Cabral-Gardner.
Fonteles disse que o País não pode perder a oportunidade de liderar uma transição energética com o hidrogênio verde e fez um apelo ao Congresso para que a pauta de sua regulamentação seja prioritária.
Sobre a decisão favorável da AGU em relação à liberação da prospecção de petróleo na região da margem equatorial, que abrange a Floresta Amazônica, Silveira disse restar ao Ibama dar continuidade ao processo de licenciamento. “Não é razoável que o Brasil deixe de explorar seu solo”, avaliou. Para o ministro, o Brasil ainda precisa do petróleo “para sermos competitivos”. “Falamos de transição energética, não mudança”.
O primeiro dia de debates do Fórum Esfera Brasil 2023 também tratou de “Segurança Jurídica e Integridade”, num painel com a presença de Jorge Messias, ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Vinícius de Carvalho, ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Alexandre Barreto, superintendente-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Jarbas Soares, procurador-geral de Justiça de Minas Gerais, e Marcus Vinicius Coelho, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Já a composição do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro foi a pauta do painel que reuniu Margarete Coelho, diretora de Administração e Finanças do Sebrae, Igor Calvet, presidente da Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), e Bruna Assumpção, presidente da Líder Aviação.
Somos parceiros da Esfera BR, uma iniciativa independente e apartidária que fomenta o pensamento e o diálogo sobre o Brasil, um think tank que reúne empresários, empreendedores e a classe produtiva. Todas as opiniões aqui apresentadas são dos participantes do evento. O nosso posicionamento nesta iniciativa é o de ouvir todos os lados, neutro e não partidário.
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O nosso mais recente encontro foi com o secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Pinto, que se reuniu com representantes da sociedade civil organizada para falar sobre os próximos passos da pasta, bem como para ouvir quais são os principais desafios de diferentes setores da economia brasileira.
As reformas foram o ponto central do bate-papo. “O Brasil está estagnado desde 90. Se tirar o agro, é provável que até regredimos. Para ganhar produtividade, precisamos avançar na agenda micro. O grande foco no momento é a reforma tributária, que é uma reforma micro, não macro. Não é para acertar as contas, é para manter a carga tributária, mas acabar com as distorções”, afirmou Pinto. “Já perdemos muitos investimentos por causa do nosso sistema tributário”.
O secretário ainda falou sobre a reforma administrativa, sobre a qual disse haver ainda um longo processo adiante. “O principal problema é que o diferencial entre o salário na iniciativa privada e salário no setor público é maior no começo da carreira, e isso é ruim para a administração e para a pessoa. É preciso segurar salários – mas não há o menor clima para isso”, explicou.
Desenrola Brasil
O programa Desenrola Brasil também ganhou holofote durante a conversa. Parabenizado pelos empresários presentes, Pinto discorreu sobre o projeto, que, segundo números divulgados pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), já ultrapassou a marca de R$ 5 bilhões em dívidas renegociadas.
“E a segunda fase ainda nem chegou. Hoje, temos mais de 300 pessoas trabalhando numa plataforma que une bureaus de crédito, a B3, bancos e o varejo — que está começando a se cadastrar no que vai ser uma grande plataforma de renegociação”, declarou o secretário. Na avaliação de Pinto, há um “espaço enorme para essas renegociações ocorrerem”, por isso “quero que, como legado, o Desenrola continue a existir”.
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Nesta quinta-feira (17.08.23), aconteceu o AgroForum, evento realizado pelo BTG Pactual, que discutiu diversos assuntos relacionados ao agronegócio com a presença de importantes nomes da economia e política brasileira, como os governadores de São Paulo, Mato Grosso e Goiás, Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, e outros diretores de grandes empresas do setor.
Energia Verde: Investindo em Biometano e Biogás
Neste primeiro painel, o BTG Pactual recebeu Marcel Jorand, CEO da Gás Verde, Renato J.S. Pereira, VP da Adecoagro, e José Fernando Mazuca, CEO da UISA. Os três executivos debateram ao longo de 40 minutos sobre o investimento em Biometano e Biogás e como suas respectivas empresas têm atuado no mercado.
Jorand mostrou uma visão positiva para os próximos passos, afirmando que “a festa está só começando” Ele também aproveitou para ressaltar que eles não competem com o álcool ou a gasolina. Mazuca, por outro lado, apontou os desafios do setor, explicando que o maior deles é encontrar uma forma de linearizar a produção o ano todo.
Soluções em Biocombustíveis de Grãos
Na sequência, foi a vez de Luiz Dumoncel, CEO da 3Tentos, Erasmo C. Battistella, fundador da Be8, e Rafael Abud, CEO da FS Bio. Durante o painel, eles concordaram que o Brasil é uma vitrine e referência mundial quando o assunto é biocombustíveis de grãos. Eles atribuíram isso à grande frota flex e às políticas públicas que estão contribuindo para o país ser um exemplo no setor.
A perspectiva para o futuro é boa também. O painel debateu que o país possui um grande potencial de exportação e que é importante olhar para esse mercado que está se desenvolvendo mundialmente. Por fim, o debate ficou em torno do que é necessário fazer daqui para frente, e foi abordado que é preciso cada vez mais alimentos, energia e se atentar às mudanças climáticas. No Brasil, temos boas condições de mostrar o potencial em bioenergia.
Os Caminhos para Transição Energética
O terceiro painel do dia teve como convidado o Ministro Alexandre Silveira, de Minas e Energia, que explicou que não há como enxergar o desenvolvimento do setor de energia sem caminhar com a sustentabilidade. “Temos que criar o ambiente para que no médio prazo a gente esteja na nova economia, a economia verde”, disse ele.
O ministro analisou que o passo para o horizonte é a compatibilização da nova economia. Segundo a sua análise, o Brasil – e a Índia talvez -, pela pujança e posição geográfica, é o país que, se acertar nas políticas, pode aproveitar esse novo momento e sair na frente como protagonista político e econômico. “Estamos vivendo um ambiente de muitas oportunidades e com um desafio enorme”, afirmou.
Na sua participação, Silveira ainda falou sobre a importância do gás natural, citando a insegurança energética que a guerra no leste europeu despertou, e a necessidade de trabalhar em integração energética.
A Força da Indústria no Campo
Nicole Trennepohl, Diretora Executiva da Stara, George Vital, CEO da Fockink, Denis Alves, CEO da Grunner, e Sérgio Carvalho, CEO da Randoncorp, foram os convidados para debater neste painel.
Vital e Carvalho mostraram uma visão positiva para o agronegócio no resto deste ano e para 2024. O CEO da Fockink citou as políticas públicas e o avanço da reforma tributária, por exemplo, como aspectos que contribuem para essa perspectiva. Denis Alves pontuou que o agro está sempre olhando para o futuro e acredita que o Brasil continuará sendo uma potência agro energética nos próximos anos.
Os integrantes do painel ainda falaram sobre inovação e sustentabilidade. Alves citou que a Grunner faz parte do programa Rota 2030, iniciativa do Governo Federal para estimular o investimento e o fortalecimento das empresas brasileiras do setor automotivo por meio do desenvolvimento e da aplicação de novas tecnologias. Sérgio Carvalho destacou que a Randocorp está investindo muito em tecnologias para reduzir os custos de transporte dos grãos brasileiros. Também afirmou que atuam no ESG de uma maneira muito ampla e arrojada, como reduzir a geração de gás estufa até 2030, o qual possuem a expectativa de atingir a meta.
O Momento do Setor de Proteínas
Seguindo o dia de debates no AgroForum, Ricardo Faria, Presidente do Conselho da Granja Faria, Eduardo Miron, CEO da Frigol, e Gilberto Tomazoni, CEO da JBS, falaram sobre o setor de proteínas.
Na visão de Miron, o momento das proteínas no curto prazo é preocupante, onde algumas das variáveis que definem os resultados das empresas estão em um movimento contrário. Ele citou o câmbio e a dependência muito grande da China, como exemplos para a sua opinião. No entanto, sua visão para o longo prazo é de que “temos tudo para ter muito sucesso. Estruturalmente, o Brasil está super bem posicionado”.
Um assunto bastante debatido foi a respeito da China. Apesar de Miron colocar que hoje há um problema no país asiático, Tomazoni se disse otimista com o país. “Mesmo durante a crise que teve com o suíno, o consumo bovino não teve nenhuma mudança. No longo prazo, a carne bovina vai continuar crescendo na China”, afirmou. Ele complementou analisando que o sudeste asiático como um todo tem perspectiva de crescimento e o Brasil está em uma posição privilegiada para se aproveitar.
Dentre os demais assuntos, a sustentabilidade surgiu à pauta. Miron explicou que a Frigol é uma das poucas empresas que fazem relatório de sustentabilidade. “As empresas que quiserem sobreviver terão que olhar para essas questões”, disse ele. Já Ricardo contou que a Granja Faria encara a sustentabilidade como obrigação, e não como retórica. “A gente acredita na diversidade, pontos de vista distintos. Não estamos fazendo sustentabilidade por moda”, disse Faria.
Brasil: Potência do Agronegócio
O segundo painel da tarde reuniu Tarcísio de Freitas, Mauro Mendes e Ronaldo Caiado, respectivos governadores de São Paulo, Mato Grosso e Goiás.
Tarcísio destacou que o Brasil é uma potência agroambiental, que sobretudo é sustentável e referência para todo o mundo. “O agro vai nos dar muitas alegrias no ramo da transição energética”, afirmou. Mendes seguiu na mesma linha, com a explicação de que o agronegócio é desenvolvido no país inteiro. “Dentro do nosso país e no mundo, não tem nenhum setor tão representativo quanto”, disse.
Foto: Divulgação BTG Pactual
Os políticos também navegaram por outras questões, como infraestrutura. O governador de São Paulo disse que, embora o estado tenha uma infraestrutura de boa qualidade, o grande desafio é retomar as ferrovias. Ronaldo Caiado analisou que a logística é fundamental, e que “quando você pensa em logística no Brasil, a discussão é sempre Atlântico Norte e Sul. Eu entendo que para as regiões do Norte e Centro-Oeste, a grande saída é o Pacífico. Nós seríamos muito mais competitivos”.
Além disso, tecnologia também foi tema de debate, com o investimento nesse setor sendo fundamental, assim como segurança pública. Mauro Mendes falou sobre o futuro do agro: “O agro tem um futuro interessante, mas existem desafios, como as mudanças climáticas, que podem proporcionar uma grande oportunidade para o Brasil, mas também uma dificuldade”.
Bioinsumos: Sustentabilidade e Inovação
No penúltimo painel do dia, Fabrício Simões, CEO da Ubyfol, Jorge Almeida, Diretor Geral Brasil da Rovensa, e Antônio Gissi, CEO da Essere, comentaram sobre os avanços dos bioinsumos.
Simões falou que o setor de insumos no Brasil está cada vez mais se reinventando. “Quando olhamos para o futuro vamos ter que produzir mais e melhor. O desafio é cada vez mais levar tecnologia, ainda mais com a necessidade de aumento de produtividade que vai ser exigido da agricultura brasileira”, analisou.
Ao fazer uma “retrospectiva”, Gissi explica que, antigamente, os biológicos eram utilizados de forma muito errada, fazendo com que o produtor deixasse essa tecnologia adormecida. Ele ainda atribuiu a ascensão da sustentabilidade como um dos motivos para a volta do uso dos bioinsumos. “Os bioinsumos não vieram para substituir o defensivo químico. Eu acho que os químicos devem ceder espaço aos biológicos, mas eles vão sempre trabalhar juntos”, finalizou.
Cenário Econômico e Político Brasileiro
Para encerrar o evento, André Esteves, Chairman e Sócio Sênior do BTG Pactual, e Mansueto Almeida, Economista-chefe do BTG Pactual, analisaram o cenário econômico e político no Brasil e no mundo.
O economista-chefe revelou que tem a impressão de que hoje o Brasil está em um momento bem melhor do que no início do ano. “No começo do ano, não sabíamos a posição e estratégia do governo em muitas questões”, afirmou Almeida.
Ele comentou que ao longo do ano houveram algumas surpresas positivas que levaram o Brasil a estar em uma posição melhor, tal qual o novo plano fiscal que colocou um limite para o crescimento do gasto (com grande apoio da Câmara dos Deputados) e o crescimento da produção agrícola em 2023, sendo muito maior do que o dimensionado. O economista também destacou a mudança de comportamento em relação à independência do Banco Central. Ele explicou que atualmente, quando alguém critica a independência do BC, escutamos líderes políticos criticando, o que era diferente há anos atrás.
Esteves concordou que o Brasil melhorou muito, destacando também o arcabouço fiscal e os benefícios das reformas discutidas. O chairman analisou a situação na China e nos Estados Unidos. Em relação aos americanos, ele falou sobre a política monetária, que o Federal Reserve está próximo do fim de altas. Na China, ele comentou sobre o setor imobiliário, o qual está vivendo uma “crise clássica”. A China é o país do G20 mais dependente do setor imobiliário. “Me preocupa também o estilo da liderança chinesa, a qual se preocupa mais com a política do que com a economia”, comentou. Por fim, ele disse que está pessimista com o curto prazo chinês, apesar de ponderar que é difícil apostar contra.
Este é um conteúdo produzido por PORTOFINO MULTI FAMILY OFFICE e fomenta o diálogo sobre a política e o empresariado brasileiro. A nossa opinião é neutra e não é partidária. Quer acessar outros mais?Clique aqui.
Em um mundo cada vez mais globalizado, os mercados financeiros assumem papel central na economia e no dia a dia das pessoas. Esses mercados são ricos em terminologias, conceitos e jargões que, muitas vezes, podem parecer um idioma à parte para aqueles que não estão intimamente familiarizados com o setor.
Como vocês sabem, o nosso propósito aqui na Portofino Multi Family Office é “proteger e ampliar o patrimônio de pessoas, famílias e empresas de forma sustentável e multigeracional”, apoiando nossos clientes na tomada de decisões e em todos os dilemas enfrentados nos mercados financeiros globais.
Os termos financeiros, quando não compreendidos, podem ser barreiras à participação efetiva dos indivíduos, dificultando decisões informadas e criando obstáculos à educação financeira. Este dicionário busca, portanto, ser mais do que uma mera coletânea de definições; é uma ferramenta para ampliar o entendimento e a acessibilidade ao complexo mundo financeiro.
Nós o convidamos a mergulhar neste universo, a explorar cada termo e a desvendar os mistérios da linguagem do mercado financeiro. Em um mundo em constante mudança, a educação e o entendimento são os faróis que iluminam nosso caminho.
Que este dicionário seja um apoio em sua jornada de descoberta e aprendizado e, ao mesmo tempo, tenha a certeza de que estamos aqui para apoiar e cuidar de tudo que for mais importante para você.
Ativos e termos relacionados
Stock: ação de uma empresa.
Equity: participação acionária de uma empresa.
Small-Cap, Mid-Cap, Large-Cap: as ações são frequentemente categorizadas pelo tamanho da capitalização de mercado da empresa.
Fixed Income: Renda Fixa. Inclui títulos de dívida emitidos por governos e empresas, como títulos do tesouro, títulos corporativos e municipais.
Bond: título de renda fixa de um governo ou empresa.
Treasury Bonds: títulos de dívida emitidos pelo governo federal.
Corporate Bonds: títulos emitidos por empresas privadas ou públicas.
Municipal Bonds: emissões de dívida por governos locais.
Cash and Equivalents: ativos líquidos de baixo risco, como dinheiro em caixa, depósitos bancários e títulos do mercado monetário.
Rating: agências de classificação de risco como Standard & Poor’s, Fitch e Moody’s atribuem notas para a solvência de empresas e países que variam de D (mais arriscado) a AAA (menos arriscado).
High Grade: empresas com baixa classificação de risco. Em sua maioria AA ou AAA.
Investment Grade: empresas classificadas com “grau de investimento”. Em sua maioria de BBB- a AAA.
High Yield: empresas com classificação média de risco, geralmente entre B- e BB+. Investidor espera retornos mais elevados para esses títulos.
Fallen Angels: termo utilizado para empresas que eram classificadas como investment grade, mas hoje estão enquadradas no universo de high yields.
Preferreds: títulos de renda fixa com características de renda variável. Eles ocupam uma posição intermediária de subordinação entre as ações ordinárias (common stock) e os títulos de dívida tradicionais (bonds). Equivalentes as Letras Financeiras do Brasil.
Junk Bonds: termo usado no mercado para empresas com alta classificação de risco. Normalmente de CCC+ até D. Risco de inadimplência, porém alta expectativa de retorno.
Real Estate: investimentos em propriedades comerciais, residenciais ou industriais.
REITs (Real Estate Investment Trusts): fundos de investimento que detêm e gerenciam propriedades imobiliárias.
Bridge-Loans: empréstimo-ponte. Frequentemente usados por incorporadoras para financiar início de obras no setor imobiliário.
Commodities: matérias-primas físicas, como ouro, prata, petróleo, gás natural, trigo, milho, soja, etc.
Private Equity: investimentos em empresas não listadas em bolsa (privadas), geralmente através de aquisições diretas ou fundos.
Venture Capital: os fundos de venture capital investem em startups e empresas em estágios iniciais de desenvolvimento, geralmente em setores de alta tecnologia e inovação.
Buyout: os fundos de private equity buyout focam na aquisição de empresas inteiras ou de uma participação majoritária em empresas. Em sua maioria, empresas já estão maduras e os fundos buscam aumentar o valor da empresa por meio de otimização operacional, expansão e outras estratégias.
Growth Equity: uma empresa “growth” é aquela que prioriza e busca atingir o crescimento exponencial em um curto período. Os fundos de growth equity investem nessas empresas, que normalmente se encontram em estágios intermediários de desenvolvimento e estão buscando financiamento para expansão.
Value Equity: a ideia por trás da value equity é encontrar oportunidades de investimento em empresas que, por diversos motivos, estão sendo negociadas a preços mais baixos do que realmente valem. Normalmente já são empresas estabilizadas que geram fluxo de caixa positivo.
Distressed: fundos de private equity distressed se concentram em investir em empresas em situações financeiras difíceis, como falências ou reestruturações. Eles buscam oportunidades para adquirir ativos a preços descontados e, após a reestruturação, procuram obter lucro com a recuperação da empresa.
Special Situations: situações atípicas ou operações não corriqueiras no mercado financeiro. A maioria dos fundos de Special Sits (nome usado pela indústria) focam na recuperação de empresas em dificuldade, com um certo grau de depreciação em seu valor visando altos retornos no longo prazo.
Secondary: os fundos de private equity secundários compram participações em fundos de private equity existentes de outros investidores, geralmente quando o fundo não está no período de resgate, gerando liquidez para o detentor do ativo.
FoF (Fund of Funds): fundo que investe em outros fundos.
Private Credit: investimentos em dívida ou empréstimos emitidos por empresas que não são negociados em bolsas de valores públicas.
Hedge Fund: um fundo de investimento que busca retornos elevados usando várias estratégias de investimento, como juros, moedas, ações, commodities e outros, frequentemente incluindo derivativos. Estrutura similar aos fundos multimercado no Brasil.
Legal Claims: venda de crédito contido em processos judiciais.
Co-investment: investimento minoritário feito diretamente em uma empresa operacional, juntamente com um patrocinador financeiro ou outro investidor de capital privado.
Index: índices de mercado. Uma medida estatística do desempenho de um grupo de ações ou ativos financeiros. Esses índices podem ser relacionados a qualquer classe de ativos, sendo os mais comuns de renda fixa e renda variável.
ETF (Exchange Trade Fund): fundo de índice, negociado em bolsa.
UCITS (Undertakings for Collective Investment in Transferable Securities): organismos de investimento coletivo em valores mobiliários. Grosso modo, são os ETFs europeus.
Mutual Fund: fundo de investimento. Em sua maioria, investem em ativos mais líquidos.
Serviços
Investment Banking (IB): oferece uma variedade de serviços financeiros para empresas e governos, incluindo emissão de títulos, captação de recursos, consultoria financeira estratégica e M&A. Normalmente são acionados para operações de grande porte.
Mergers and Acquisitions (M&A): processo de fusão ou aquisição de empresas.
Asset Management: gestão de ativos. Envolve a administração de portfólios de investimentos em nome de investidores individuais, institucionais e corporativos. Isso pode incluir gestão de ações, títulos, imóveis e outros ativos.
Wealth Planning: planejamento financeiro. Oferece orientação e estratégias personalizadas para indivíduos e famílias gerenciarem suas finanças pessoais, economizarem para metas de longo prazo e planejarem a sucessão patrimonial. Frequentemente envolvem questões jurídicas.
Private Banking: fornece serviços financeiros personalizados e de alto nível para indivíduos de alto patrimônio líquido, incluindo gestão de investimentos, planejamento financeiro, crédito e serviços bancários.
Banker: pessoa encarregada de atender clientes em uma instituição bancária.
Broker Dealer: uma empresa que facilita a compra e venda de ativos financeiros em nome dos investidores.
Brokerage: comissão do banker ou time detentor do relacionamento da conta.
Banking: serviços bancários corriqueiros, como soluções para cartões de crédito e débito, transferências, pagamentos, entre outros.
Termos gerais
Stock Exchange: bolsa de valores. As maiores do mundo são NYSE (Bolsa de Valores de Nova York), NASDAQ, Shanghai Stock Exchange, EuroNext e Japan Exchange Group.
Initial Public Offering (IPO): é o processo pelo qual uma empresa se torna de capital aberto.
Derivatives: instrumentos financeiros cujo valor é derivado de outro ativo subjacente, como futuros, opções e swaps.
Forex ou FX: o mercado onde as moedas estrangeiras são compradas e vendidas.
SOFR (Secured Overnight Funding Rate): taxa de juros overnight americana, recente substituta da LIBOR (London InterBank Offered Rate). Se equivale ao CDI no Brasil.
FED (Federal Reserve): banco central dos EUA.
FOMC (Federal Open Market Committee): Comitê Federal, equivalente ao COPOM. Nele é decidida a variação da taxa de juros e outros assuntos importantes para a economia americana.
Interest Rate: taxa de juros.
Suitability: análise do perfil do investidor.
KYC (Know Your Client): processo frequentemente usado na abertura de contas em instituições financeiras. Serve como diligência para comprovar a origem dos recursos.
POA (Power of Attorney): Mandato. É um documento legal assinado por duas partes, no qual uma delas concede o direito de atuar em nome da outra perante instituições financeiras. Normalmente restringindo apenas para investimentos.
Termos relacionados a investimentos
Bullish: perspectiva otimista em relação a um ativo ou ao mercado em geral. Um investidor ou trader é considerado “bullish” quando acredita que os preços irão subir. Bull de touro.
Bearish: uma perspectiva pessimista em relação a um ativo ou ao mercado em geral. Um investidor ou trader é considerado “bearish” quando acredita que os preços irão cair. Bear de urso.
Dovish: uma política ou postura monetária que favorece taxas de juros mais baixas, flexibilidade e estímulo econômico. Por exemplo, um comunicado “dovish” de um banco central pode indicar a possibilidade de cortes nas taxas de juros.
Hawkish: política ou postura monetária que favorece taxas de juros mais altas e um controle mais rígido da inflação. Um comunicado “hawkish” de um banco central pode indicar a possibilidade de aumentos nas taxas de juros.
Long: uma posição em que um investidor possui um ativo na expectativa de que seu preço aumentará, permitindo que ele venda a um preço mais alto no futuro.
Short: uma posição em que um investidor vende um ativo que não possui, com a expectativa de que seu preço diminuirá. Eles planejam comprar o ativo a um preço mais baixo para obter lucro.
Over/Under Weight: quando gestor está com um viés maior ou menor, respectivamente, para uma determinada estratégia.
Resistance: um nível de preço em que um ativo historicamente teve dificuldade em romper para cima. Pode indicar uma possível reversão de tendência.
Support: nível de preço em que um ativo historicamente teve dificuldade em cair abaixo. Pode indicar um nível em que a demanda pelo ativo é mais forte.
Trend: a direção geral em que os preços de um ativo estão se movendo ao longo do tempo. Pode ser de alta (ascendente), de baixa (descendente) ou lateral (sem direção clara).
Moving Average: um indicador técnico que suaviza os preços ao longo de um período, ajudando a identificar tendências. Média móvel.
Candlestick: gráfico que mostra os preços de abertura, fechamento, alta e baixa de um ativo em um determinado período. Os padrões de candlestick podem ser usados para analisar a ação dos preços.
Gap: diferença no preço entre o final de um período de negociação e o início do próximo período, geralmente devido a eventos significativos durante a noite.
Leverage: alavancagem. O uso de fundos emprestados para aumentar o potencial de retorno de um investimento. No entanto, também aumenta o risco. Usa-se muito nos EUA a carteira de ativos como colateral para pegar empréstimos, também caracterizado como uma alavancagem.
Spread: a diferença entre os preços de compra (ask) e venda (bid) de um ativo. Quanto menor o spread, mais líquido é o mercado.
Benchmark: padrão de referência do mercado utilizado para avaliar o desempenho de uma estratégia.
Coupon: pagamento por um investimento de um valor pré-acordado, pode ser uma porcentagem com taxa pré (mais comum) ou pós-fixada. O montante pode ser pago na conta corrente do investidor ou dentro de um veículo que faz o reinvestimento.
Yield: taxa de retorno recebida ao investir em um bond, determinada pela variação do seu preço e dos cupons recebidos durante a vida do investimento. Existem vários tipos usados por investidores de renda fixa. Os quatro mais comuns são:
Yield to Maturity: é a taxa de juros que iguala o valor presente dos fluxos de caixa futuros de um bond ao seu preço atual, basicamente é o retorno que o investidor obtém ao manter o título até o vencimento;
Yield to Call: mais comum entre emissores com ratings abaixo de grau de investimento. Certos bonds permitem que o emissor pague o principal antes do vencimento. Mede o retorno até a data específica de call;
Yield to Worst: menor yield entre as diferentes datas de call. Mede o menor retorno possível no investimento no bond (assumindo que o emissor não entre em default);
Current Yield: cupom dividido pelo preço. Uma forma simples de medir o carrego do bond.
Default: termo para o popular calote. Inadimplência e não cumprimento de condições legais.
Duration: duração de um ativo financeiro que consiste em fluxos de caixa fixos, como um título. É a média ponderada dos tempos até que esses fluxos de caixa fixos sejam recebidos. Em palavras mais simples, é o tempo que o investidor recebe o valor que aportou de volta contando com o recebimento de juros. Duration também é constantemente associado a taxa de juros, no qual, mantendo outras variáveis constantes, é o que um ativo tende a variar com aumento e diminuição relativa a 1% na taxa de juros.
Trigger: eventos específicos que desencadeiam ações ou mudanças nas condições de um investimento.
Este conteúdo é regularmente atualizado com novos termos do mercado. Se desejar conversar sobre algum deles ou sugerir a inclusão de outros, estamos à sua disposição.
Fernando Godoy cursou Administração de Empresas na FGV com foco em Gestão Estratégica, atuou por 2 anos em empresa de capital aberto e possui 7 anos de experiência no mercado financeiro, com ênfase em investimentos internacionais. Está no time da Portofino MFO há 5 anos, 3 deles como sócio.
A agência de classificação de risco, Fitch Ratings, nas últimas semanas, tomou as manchetes de diversos portais com atualizações das notas de crédito soberano dos Estados Unidos e Brasil.
A decisão mais recente, e que pegou todo mundo de surpresa, foi o rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos, de AAA para AA+, com perspectiva estável. Em nota, a agência disse que a decisão reflete a deterioração fiscal esperada para os próximos três anos, assim como a crescente dívida do governo geral.
“Na visão da Fitch, houve uma deterioração constante nos padrões de governança ao longo dos últimos 20 anos, incluindo questões fiscais e de dívida, não obstante o acordo bipartidário de junho para suspender o limite da dívida até janeiro de 2025”, apontou o comunicado.
Explicando, a nota anterior era a mais alta, que significava risco quase zero de um calote americano. Agora, o nível de confiança continua alto, porém um degrau abaixo.
Os impasses e deterioração constante nos padrões de governança ao longo dos últimos 20 anos, incluindo questões fiscais e de dívida, são motivos que levaram a essa decisão. Há dois meses os EUA passaram novamente por essa situação, que vem acontecendo recorrentemente desde 1960, com Washington negociando novas leis que permitam aumentar o teto. Por mais que a maioria dos agentes de mercado acreditassem que o governo chegaria a um acordo, a apreensão causou estresse.
A decisão foi criticada por muitos especialistas nos Estados Unidos, inclusive pela secretária do Tesouro, Janet Yellen, que, em comunicado, afirmou: o rebaixamento de rating “não mudou o que os americanos, investidores e pessoas de todo o mundo já sabem: que os títulos do Tesouro continuam sendo o ativo líquido e seguro preeminente do mundo”.
Apesar da repercussão, essa não é a primeira vez que uma agência rebaixa a nota dos EUA. Em 2011, a S&P Global Ratings fez o mesmo movimento. À época, no longo prazo, o movimento foi de pouco impacto no mercado, pois, mesmo com esse downgrade, a possibilidade dos Estados Unidos darem calote seguia baixíssima e os títulos públicos americanos continuaram com a reputação de serem os mais seguros do mundo.
O Brasil evolui
Por outro lado, enquanto os Estados Unidos caiu um degrau, o Brasil subiu. Em julho, a agência elevou a nota de crédito soberano do país de BB- para BB, com perspectiva estável. E a Fitch não foi a única a enxergar melhorias no Brasil. Em junho, a S&P Global Ratings elevou a perspectiva de crédito para “positiva”, apesar de não ter alterado a nota.
No relatório da Fitch, a agência disse que a decisão foi pautada após observar um desempenho melhor do que o esperado em termos macroeconômicos e fiscais. Além disso, a despeito das tensões políticas desde 2018, ano em que o país teve um downgrade no rating, segundo o comunicado, o Brasil alcançou progresso em importantes reformas para enfrentar os desafios econômicos e fiscais.
Dentre outras coisas, a agência destacou que, apesar do governo Lula defender um afastamento da agenda econômica liberal de governos anteriores, ela espera que o pragmatismo e os freios e contrapesos institucionais mais amplos evitem desvios radicais de macro ou micropolítica, enquanto o governo também está buscando iniciativas para apoiar o setor privado, como o esforço para a aprovação da reforma tributária.
A tensão entre o chefe do Executivo e Roberto Campos Neto, presidente do BC, e as expectativas de inflação melhores, também foram questões que influenciaram na atualização do rating.
Quais os países que possuem as melhores notas?
O que essas mudanças significam?
As três principais agências de classificação de risco (Fitch Ratings, Moody’s e S&P) têm sistemas de notas similares. Quanto mais alta a nota, maior é a capacidade do país em honrar seus compromissos financeiros. Do outro lado, quanto menor a nota, menor é essa capacidade e maior a chance de dar calote.
No caso do Brasil, com o upgrade ele se aproxima do corte dos países que possuem o chamado “grau de investimento”, que no caso da Fitch é “BBB”. Chegar a esse grupo é importante para a atratividade do país para os investidores e para se colocar como alternativa a diversos veículos de investimentos internacionais.
O Dia dos Pais é uma das datas mais prestigiadas no mundo todo, aquele dia dedicado a ter um momento especial com seu pai, seja ele de sangue ou aquela pessoa vista como referência e exemplo em nossas vidas. Mas você sabia que a data começou a ser comemorada nos Estados Unidos como forma de homenagear um veterano de guerra e que no Brasil foi um diretor do jornal O Globo e da rádio que teve a ideia de comemorar a data?
O primeiro Dia dos Pais da história
A comemoração do Dia dos Pais tem origens que remontam a diferentes culturas e tradições ao longo da história, mas a celebração moderna, como a conhecemos hoje, tem suas raízes nos Estados Unidos. Acredita-se que a ideia de um dia dedicado aos pais tenha surgido a partir de uma iniciativa da filha de um veterano da Guerra Civil Americana chamada Sonora Smart Dodd.
Em 1909, Sonora propôs a criação de um dia especial para homenagear os pais. Ela desejava honrar seu pai, William Jackson Smart, um veterano da Guerra Civil americana que criou os filhos sozinho após a morte da esposa. Em 19 de junho de 1910, aniversário de seu pai, a filha enviou à Associação Ministerial de Spokane, em Washington, uma solicitação para tornar a data oficial.
Em 1972, o presidente Richard Nixon oficializou o Dia dos Pais como feriado nacional nos Estados Unidos, tornando-o uma data oficial de celebração em todo o país no terceiro domingo de junho de todo ano.
E no Brasil, como surgiu ?
Por aqui, a data foi impulsionada pelo publicitário Sylvio Bhering. Em 1953, precisamente no dia 16 de agosto, Bhering, diretor do jornal O Globo, teve a iniciativa de criar uma campanha para homenagear os pais brasileiros. A campanha ganhou força, e o Dia dos Pais passou a ser oficialmente comemorado no Brasil. Assim como em outros países, a data do Dia dos Pais no Brasil é móvel, sendo celebrada no segundo domingo de agosto.
Ao longo dos anos, a comemoração no Brasil se consolidou, seguindo o exemplo dos Estados Unidos, com troca de presentes, homenagens e gestos de carinho em direção aos pais e figuras paternas.
Neste sentido, o Dia dos Pais também tem uma importância comercial muito grande. Nas datas comemorativas, é comum encontrar restaurantes e lojas cheios, promoções de presente e outras iniciativas para o “presente perfeito” para os homenageados.
Já é hora de planejar
O Dia dos Pais está chegando e você já pode começar a planejar o que fazer nesta data especial. Por isso, separamos aqui, com base nas cidades em que temos escritório no Brasil, uma lista de eventos que podem te ajudar no planejamento do dia.
Apaixonados por futebol
Exposições e shows
Elementar: Fazer Junto – Museu da Arte Moderna de São Paulo
O Dia dos Pais também é marcado pelos presentes. E essa muitas vezes é uma tarefa muito difícil, saber o que a outra pessoa quer ou gostaria. Pensando nisso, separamos aqui alguns presentes menos tradicionais do que outros.
Hotel de luxo em Roma
O Hotel de Russie, apelidado pelo poeta francês Jean Cocteau em 1917 como “paraíso na terra”, foi eleito o melhor de Roma pelo Travel + Leisure World’s Best Awards 2023.
Localizado na Via del Babuino, perto da famosa Piazza del Popolo, é famoso por receber artistas, políticos, escritores, entre outros. Pensando em aproveitar o verão europeu, as diárias neste hotel 5 estrelas começam em € 15,4 mil.
Divulgação/Hotel de RussieDivulgação/Hotel de RussieDivulgação/Hotel de RussieDivulgação/Hotel de Russie
Passeio no Sudeste Asiático
Uma viagem de trem que dura três noites pode ser uma oportunidade para conhecer o sudeste asiático, com diferentes rotas, por R$ 16 mil. Em 2024, The Eastern & Oriental Express – A Belmond Train lançará duas viagens sazonais de ida e volta de Cingapura, passando pela Malásia e com paradas em destinos populares, como Penang, Langkawi e o Parque Nacional Taman Negara.
Serão oferecidas duas experiências para os clientes. A primeira é a “Essence of Malaysia: A Gateway into Malay Culture”, que explora o oeste da Malásia indo de Cingapura através de Kuala Lumpur até a ilha de Langkawi e depois Penang. A outra é a “Wild Malaysia: Exploring Sights Unseen”, que, por sua vez, viaja pela costa leste do país.