Desmistificando a marcação a mercado

Desmistificando a marcação a mercado

(Tempo de leitura: 2 minutos)

O que você precisa saber:
“Mark to Market” (abreviado como MTM) refere-se à prática de avaliar ativos com base em seus preços de mercado atuais. Este método de valoração reflete o valor mais atualizado de um investimento, ao contrário de depender do custo histórico. É muito utilizado na indústria financeira, especialmente para instrumentos como ações, títulos e derivativos.


Neste material produzido pela nossa equipe de Investimentos Internacionais, além de saber o que é marcação a mercado, você também será apresentado a exemplos desse conceito e aos fatores de risco que influenciam o preço de um título de renda fixa.

Para tirar dúvidas sobre marcação a mercado, baixe o material completo no botão abaixo.

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Geração Z: o futuro no trabalho e na vida

Geração Z: o futuro no trabalho e na vida

(Tempo de leitura: 6 minutos)

O que você precisa saber:
A Geração Z está emergindo como uma força influente, marcando presença não apenas no mercado de trabalho, mas também nas esferas sociais e econômicas. Caracterizada por uma mistura única de ansiedade e sucesso financeiro, essa geração está redefinindo conceitos tradicionais de trabalho e priorizando o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.


“A geração Z está assumindo o controle”. Pelo menos é assim que o portal The Economist define como a nova geração têm assumido o protagonismo em diversas esferas da vida, principalmente no mercado de trabalho. Esses jovens nascidos entre 1997 e 2012 estão dando o que falar. 

Caracterizados como “incomuns” pelo artigo, os Zoomers têm características muito particulares e condizentes, uma “vibe” toda própria que combina com os tempos modernos. O psicólogo social Jonathan Haidt, da Universidade de Nova York, defende que a ansiedade é uma das principais marcas desse grupo, consequência de suas rotinas e dependências do mundo virtual e das redes sociais. Pesquisas mostram que os americanos entre 15 e 24 anos passam, em média, apenas 38 minutos por dia em comunicação cara a cara, contra quase uma hora na década de 2000.

O uso exagerado das novas tecnologias está afetando diversos aspectos da vida dessa galera. Relacionamentos estão ficando cada vez mais raros, e a depressão é um mal presente por aí. Governos e especialistas já se movimentam para tentar frear essa dinâmica. 

Entretanto, nem todos concordam com a tese do Sr. Haidt, e os holofotes em torno da ansiedade da Geração Z, camuflou outro motivo pelo qual este grupo difere dos outros. Financeiramente, as coisas estão indo extremamente bem para a Geração Z. Isto, por sua vez, muda a atitude em relação ao trabalho.

No mercado de trabalho americano, o número de membros Zoomers que trabalham em período integral está prestes a ultrapassar o número dos Baby Boomers, nascidos entre 1945 e 1964. O poder também está se movimentando para a Geração Z : existem mais de 6 mil CEOs e mil políticos na América que pertencem à geração Zoomer. À medida que esta geração se torna cada vez mais influente, as empresas, os governos e os investidores precisam compreender isto.

Vamos comparar o cenário dos jovens de hoje com os Millennials, nascidos entre 1981 e 1996, geração que antecedeu a Z. Na época em que estes entraram no mercado de trabalho, o mundo atravessava a crise financeira global de 2007-09, um contraponto com os membros da Geração Z dos países ricos, que enfrentam a taxa de desemprego entre jovens mais baixa desde 1991, em 13%. 

Tal panorama mudou a dinâmica para eles. Hoje, explica o artigo do The Economist, a classe jovem tem o benefício de trocar de emprego se quiserem mais dinheiro. Nos Estados Unidos, o crescimento dos salários por hora entre os jovens entre os 16 e os 24 anos atingiu 13% em relação ao ano anterior, em comparação com 6% para os trabalhadores com idades entre os 25 e os 54 anos. Já na Nova Zelândia, o salário médio por hora para jovens de 20 a 24 anos aumentou 10% em comparação com a média, um indicador de 6%.

Essa situação se reflete na melhor qualidade de vida em comparação a outras épocas. O membro médio da Geração Z com 25 anos tem um rendimento familiar anual superior a 40 mil dólares, o que é mais de 50% superior ao rendimento médio dos Baby Boomers da mesma idade.

E não é só de trabalho que eles vivem. Enquanto os Millennials cresceram acreditando que o trabalho é um privilégio e se comportam de acordo, tratando seus chefes com respeito e os agradando, os Zoomers cresceram com a ideia de que o trabalho é um direito. Eles estão priorizando o autocuidado e a vida fora do escritório. É um novo jeito de encarar o mundo. 

Em 2022, os americanos com idades entre 15 e 24 anos gastaram 25% menos tempo em “trabalho e atividades relacionadas ao trabalho” do que em 2007. 

A adaptação da Geração Z não se limita apenas à esfera tecnológica ou à cultura popular, mas também se estende ao cenário econômico e profissional. À medida que esses jovens assumem papéis de liderança e influência, é essencial que as instituições e os líderes compreendam suas atitudes únicas em relação ao trabalho e ao sucesso. 

Enquanto os Millennials moldaram o ambiente de trabalho com uma ética de trabalho árdua, os Zoomers estão redefinindo as prioridades, colocando um maior foco no equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. Este fenômeno, embora possa suscitar preocupações sobre a motivação e a produtividade, também oferece oportunidades para uma abordagem mais flexível e adaptável ao mundo do trabalho. A ascensão da Geração Z marca não apenas uma mudança geracional, mas também um convite para repensar e remodelar nossas concepções tradicionais de sucesso e realização pessoal. É uma nova era, uma nova forma de ver o trabalho e a vida.

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(Tempo de leitura: 2 minutos)

O que você precisa saber:
A implementação da Lei 14.831/2024 reflete um crescente reconhecimento da sociedade e autoridades sobre os cuidados com a saúde mental. Em parceria com o Instituto Ame Sua Mente, estamos comprometidos em disseminar a conscientização desde o ambiente escolar. 


Você já parou para pensar que cuidar da saúde mental deveria ser tão natural quanto cuidar do corpo? Em um mundo onde as exigências profissionais e as pressões sociais são cada vez mais intensas, é mais importante do que nunca falar sobre o bem-estar da nossa mente.

A recente implementação da Lei 14.831/2024, que institui uma certificação de dois anos para empresas engajadas na promoção da saúde mental, é um sinal de que as autoridades e a sociedade estão dispostas a investir em programas que incentivam os cuidados sobre essa temática. 

Aqui, na Portofino, apoiamos as iniciativas do Instituto Ame Sua Mente , cujo propósito é promover a conscientização da saúde mental no Brasil desde o ambiente escolar, apoiando educadores a identificar e entender o problema, atuando também na prevenção. O instituto foi fundado em 2018, após mais de 10 anos de pesquisas científicas junto a escolas públicas, trabalho realizado por meio do projeto “Cuca Legal”, em parceria com a Escola Paulista de Medicina – EPM/UNIFESP.

Dados:

  • Mais de 75% dos distúrbios mentais são manifestados antes dos 24 anos.
  • Mais de 50% dos distúrbios mentais são manifestados antes dos 14 anos.
  • 8 em cada 10 jovens no Brasil, que sofrem com algum tipo de transtorno, não recebe tratamento.
  • Seja por estigma ou falta de conhecimento, muitos problemas passam desapercebido.

Acreditamos firmemente que cuidar da saúde mental é cuidar do futuro de nossa sociedade, uma causa tão importante que afeta inúmeras pessoas e famílias no mundo todo, muitas vezes, silenciosamente.

Estendemos a você o convite para apoiar o instituto através de doações para proporcionar recursos, workshops e materiais educacionais sobre saúde mental para estudantes, professores e pais. É uma oportunidade não apenas de educar, mas também de contribuir para uma sociedade mais acolhedora e empática para todos.

Se você quiser apoiar o projeto, as doações podem ser realizadas neste link.

Em caso de dúvidas ou sugestões, entre em contato com a gente para respondermos às suas perguntas e discutirmos como você pode fazer parte dessa importante causa.

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Esfera Brasil | Seminário Brasil Hoje 2024: com decisões certas, ciclo virtuoso se avizinha do País

Esfera Brasil | Seminário Brasil Hoje 2024: com decisões certas, ciclo virtuoso se avizinha do País

Por Esfera Brasil

(Tempo de leitura: 6 minutos)

O que você precisa saber:
Uma agenda propositiva, com olhar dedicado às oportunidades e desafios no curto e médio prazo: este foi o enfoque da terceira edição do nosso Seminário Brasil Hoje, realizado na segunda-feira (22), no Palácio Tangará, em São Paulo.


Entre os objetivos dos diálogos promovidos estavam o equilíbrio das contas públicas, a melhora do ambiente de negócios por meio de reformas microeconômicas, a segurança jurídica, o investimento em educação fundamental e a formação de um pacto nacional entre as três esferas federativas e o setor privado com vistas ao fim do crime organizado. Os pontos foram elencados por nossa CEO, Camila Funaro Camargo Dantas, em seu discurso inicial em nome do empresariado.

O evento teve transmissão ao vivo pelo nosso canal do YouTube, e cada um dos painéis pode ser visto e revisto. Abaixo, listamos diferentes opiniões que concentraram a atenção do painelistas e da plateia:

Segurança pública

“Eu penso que a educação, saúde e segurança pública são os três grandes problemas fundamentais que afligem a cidadania brasileira, mas talvez a segurança pública precisasse ser constitucionalizada — o Sistema Único de Segurança Pública, tal como, por exemplo, o SUS, com fundo próprio”.

— Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça e Segurança Pública.

“Para empresa, academicamente falando, as empresas olham o crime organizado como um imposto. Tenho um custo extra, eu tenho incerteza em relação a ele, é um custo de operar. Se eu tenho o crime organizado em algum lugar, a empresa que vem de fora tem menos vontade de estar naquele lugar”.

— Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central.

“As companhias privadas gastaram, em 2022, R$ 171 bilhões com segurança pública, sem contar o gasto indireto decorrente da concorrência desleal. A gente tem instrumentos ou estrutura para enfrentar essa criminalidade? Eu acho que, hoje, não. Nós insistimos naquela solução tradicional de aumentar pena, aumentar o endurecimento da legislação penal e aumentar a prisão”.

— Pierpaolo Bottini, advogado e professor de Direito Penal da USP.

“A ilusão do consumidor que está comprando coisa barata volta contra o consumidor. Em um negócio de postos de combustíveis de 2% a 3%, é impossível competir com a sonegação, crime organizado com margens que chegam a 45%. […] Sonegação, crime organizado e corrupção têm uma ligação. Todo emaranhado tributário presente no Brasil facilita o crime organizado. […] É um problema complexo que tem muito mais a ver com a inteligência do que com a força bruta”.

— Luís Henrique Guimarães, conselheiro da Cosan, Moove, Compass e Vale.

Política fiscal

“A gente tem que deixar muito claro o compromisso com a agenda fiscal. Se isso ficar claro, independentemente da mudança de meta, as pessoas vão acreditar que as coisas vão melhorar ao longo do tempo. […] O mercado de capitais, em 2015, levantava R$ 100 bilhões por ano e, hoje, são R$ 600 bilhões. O governo tem agenda ousada de concessões em várias áreas. Essa agenda caminhando, o setor privado vai dar conta do recado”.

— Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual.

“Somos um dos poucos lugares do mundo com segurança jurídica, democracia, população e oportunidades. O custo do capital é o grande desafio. E, para isso, conseguir demonstrar esse compromisso com as contas públicas é o que vai fazer destravar os investimentos”.

— Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master.

“O risco fiscal vai drenar oportunidades no Brasil. A gente já está vendo isso, estamos perdendo o timing, perdendo o bonde. […] Temos que ser muito mais bem-comportados do que estamos conseguindo ser. Não estamos conseguindo perceber que é necessário enxugar despesa, reservar recurso para fazer investimento, ter capacidade de atrair o capital privado e de liderar a transição energética”.

— Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo.

Transição energética e sustentabilidade

“O Brasil só pode ser líder global se for na liderança ambiental”.

— Helder Barbalho, governador do Pará.

“O sol é hoje uma grande fonte energética. Na área de biocombustíveis, todos sabem sobre o projeto que enviamos ao Congresso Nacional, o Combustível do Futuro. Chegamos a um consenso com o ministro Haddad para descarbonizar a matriz de transporte e mobilidade, mas principalmente criando mais quatro grandes indústrias para o Brasil, criando mandato. Mandato para o diesel verde a partir de 2027, etanol de 27,5% para 35% — tudo isso na cadeia do agronegócio nacional, fortalecendo a nossa grande vocação”.

— Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia.

“A interpretação sobre a exploração de petróleo na Margem Equatorial é o erro mais típico. É possível fazer isso, um bancando o outro […] A Petrobras jamais se furtou ou discutiu a tributação específica do petróleo. Nossa operação da Amazônia tem 35 anos, temos 20 mil empregos gerados em Urucu e municípios vizinhos. A maioria dos trabalhadores nascidos na Amazônia. Sem absolutamente nenhum acidente”.

— Jean Paul Prates, presidente da Petrobras.

“Nós temos materiais estratégicos. O que é o nosso papel no mundo de materiais estratégicos? É entregar o produto industrializado. Porque o carro [movido] a bateria vai resolver uma questão do Hemisfério Norte, onde a matriz energética não possui o biocombustível — ela é 100% a diesel. É mais barato para o Hemisfério Norte trocar o capex do veículo do que aguardar os dez anos [para trocar o] capex do carvão da matriz elétrica”.

— Ana Cabral, CEO da Sigma Lithium.

“Neste momento em que estamos falando muito sobre descarbonização, eu acho que o fertilizante entra como um componente muito forte. Nós precisamos de três macronutrientes. Desses três juntos, nós importamos 85%. Um deles, que é o potássio, nós importamos 95%, da Rússia, Bielorussia, Israel e Canadá. E, desse total, 35% nós importamos de uma reserva indígena no Canadá”.

— Kátia Abreu, ex-ministra da Agricultura.

Eleições municipais

“Há duas teses sobre eleições municipais deste ano. A primeira, do Antonio Lavareda, de que os temas domésticos, como serviços públicos, problemas da rua ou do bairro, questões onde o poder público está mais próximo, serão as centrais. Os temas paroquiais, por assim dizer. Outra tese, sustentada por Thomas Traumann e Felipe Nunes, de que as eleições municipais de 2024 vão consolidar uma tendência de a política no Brasil ficar parecida com os Estados Unidos, onde vão se calcificando blocos políticos cada vez mais rígidos. No Brasil, seriam dois: um em torno da liderança do presidente Lula, heterogêneo, mas orientado por uma perspectiva progressista, e de outro lado um bloco também heterogêneo orientado por uma perspectiva conservadora. Dentro desses blocos, há de tudo um pouco”.

— Juliano Medeiros, ex-presidente do PSOL.

“Eduardo Campos foi candidato querendo romper essa polarização. João Campos é o prefeito mais bem avaliado de capitais do Brasil. Dentro desse eixo, Tabata pode romper essa polarização em São Paulo e em mais nove capitais em que o PSB estará disputando”.

— Felipe Carreras, deputado federal ex-líder do PSB na Câmara.

“Eu acredito que vai prevalecer os votos dos conservadores. As pesquisas que vejo hoje. A análise política vale para o dia. Estamos falando de uma eleição que vai acontecer em cinco meses. O Tarcísio é a maior revelação da política nos últimos dez anos. Não surgiu nada de novo além dele. O Tarcísio, há dois anos, era um extraordinário burocrata, com uma performance do governo Dilma muito bem avaliada — e seguiu no Temer. No governo Bolsonaro, a mesma avaliação. Hoje, é inquestionável que ele faz um bom governo. A dedicação que ele vem tendo na campanha do Nunes pode ser transferida, sim”.

— Gilberto Kassab, secretário de Governo e Relações Institucionais de São Paulo.

Reformas e investimentos

“O Brasil é um país sem proporcionalidade na Câmara. É um absurdo. Único país do mundo, herança da ditadura. Voto tem que ser em lista fechada ou aberta, ou distrital puro, ou distrital misto, como no modelo alemão. Para consolidar nossa democracia. Polarização e radicalização existem porque estão querendo atacar a democracia. O Brasil merece uma oportunidade de diálogo e pacto social e político para enfrentar esse momento do mundo, que é de guerra”.

— José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil e ex-presidente do PT.

“Se o sistema é presidencialista, o congresso tem que seguir os limites. Tem que ter pulso e credibilidade para implementar o que a Constituição define. Ele foi eleito, ele tem que implantar a sua política”.

— Ronaldo Caiado, governador de Goiás.

“Do ponto de vista da Aegea, a gente percebe uma complementaridade entre o público e o privado. Parcerias público-privadas que exploram e capacitam o estado para suprir a deficiência são necessárias. A demanda estrutural do ativo é de tal ordem que a companhia pública não consubstancia o investimento em água e esgoto. Regimes de complementaridade são o que vão prevalecer. É preciso empresariar soluções para este momento”.

— Radamés Casseb, CEO da Aegea.

“Estamos otimistas, com planos de investimentos de R$ 50 bilhões nos próximos três anos. Temos um investimento de R$ 5 bilhões no setor de mineração que vai movimentar a indústria naval, pois vai construir 400 barcaças para transportar minério no rio Paraguai. A JBS tem investimentos de R$ 15 bilhões, mas o principal está no setor de celulose, na Eldorado, projeto que prevê investimento de R$ 25 bilhões na construção de uma segunda linha para adicionar 2,6 milhões de toneladas à nossa capacidade de produção de celulose”.

— Wesley Batista, acionista do Grupo J&F.

Somos parceiros da Esfera BR, uma iniciativa independente e apartidária que fomenta o pensamento e o diálogo sobre o Brasil, um think tank que reúne empresários, empreendedores e a classe produtiva. Todas as opiniões aqui apresentadas são dos participantes do evento. O nosso posicionamento nesta iniciativa é o de ouvir todos os lados, neutro e não partidário.

Clique aqui para ler sobre outras personalidades e eventos promovidos pela Esfera BR e Portofino MFO.

Imagem em destaque: Ciete Silverio / Esfera Diálogos sobre o Brasil – Ricardo Lewandowski, Bruno Dantas, Alexandre Silveira, Nizan Guanaes.

Novas regras de tributação de investimentos no exterior

Novas regras de tributação de investimentos no exterior

(Tempo de leitura: 2 minutos)

O que você precisa saber:
Após a publicação da Lei nº 14.754, em 12 de dezembro de 2023, foi publicada na semana passada a Instrução Normativa da Receita Federal do Brasil (IN RFB) nº 2.180 de 2024, sobre a tributação de aplicações financeiras no exterior, offshores e trusts.


Com uma linguagem simples e termos comerciais, preparamos um resumo das novas regras sobre tributação de investimento no exterior indicando o novo padrão de tributação estabelecido para as pessoas físicas, o regime alternativo de transparência fiscal e a opção única de atualização que pode ser exercida em 2024.

O foco desse material são as orientações para investidores que possuem offshores exclusivas ou detidas em conjunto com familiares, que possuem investimentos financeiros e renda passiva, sem atividade operacional. São estruturas consideradas “controladas” e que, a princípio, estão sujeitas à tributação anual prevista em lei.

A Portofino Multi Family Office não fornece opiniões legais, nem aconselhamento jurídico de qualquer natureza. Recomendamos que você consulte um advogado ou assessor tributário/contábil para orientações específicas.

Faça o download do material completo abaixo.

Além disso, não se esqueça da DCBE

Não se esqueça que também estamos no período de entrega da DCBE (Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior) ao Banco Central. O prazo vai até o dia 05/04/2024, às 18h, com o reporte do valor de mercado em 31.12.2023 dos ativos detidos no exterior.

A DCBE não traz nenhuma obrigação fiscal e não foi alterada pela Lei nº 14.754 de 2023.

Você pode fazer o download do Guia que preparamos sobre a DCBE.

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Esfera BR | Padilha diz que decisão sobre reoneração depende de diálogo com Congresso

Esfera BR | Padilha diz que decisão sobre reoneração depende de diálogo com Congresso

(Tempo de leitura: 5 minutos)

O que você precisa saber:
O ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, em encontro com o Esfera Brasil, debateu sobre temas de interesse público como a interlocução do Executivo com o Congresso, entre outros.


Recebemos na tarde desta sexta-feira, 1º, o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, para debater temas como a interlocução do Executivo com o Congresso na direção de medidas que reflitam na melhoria do ambiente de negócios e crescimento econômico. Entre os temas abordados, a reoneração da folha de pagamentos e o Programa Emergencial da Retomada do Setor de Eventos (Perse).

“Vamos encaminhar até o fim de março a regulamentação da reforma tributária, para tratar de temas como o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e o conselho federativo, o fundo de desenvolvimento regional e o imposto seletivo. A gente ainda não definiu se vão ser quatro projetos diferentes ou um só. São temas e dimensões diferentes, e vamos apresentar até o final de março. Essa é a agenda decisiva que garante o esforço de equilíbrio econômico”, explicou.

Sobre a revisão do Perse defendida pelo governo, o ministro disse que o texto foi uma solução encontrada para um período de exceção, dado o contexto da pandemia de Covid-19 e os consequentes prejuízos para a economia. Padilha destacou que a alternativa passa necessariamente pela construção de um consenso, já que a equipe econômica tem avaliado que os números atuais são acima do que foi projetado anteriormente. Segundo a Fazenda, a medida representou um impacto de R$ 17 bilhões aos cofres públicos no ano passado.

“Vamos construir a solução da forma mais dialogada. Toda vez que se cria um regime específico, caímos nessa dificuldade [de negociação]”, ponderou sobre as demandas dos representantes do setor, que desde o envio da Medida Provisória têm pressionado o Executivo para que o prazo inicial seja mantido. Sobre a relação com o Congresso, o ministro disse aos presentes que todos os dias, ao sair para trabalhar, “deixa o fígado na geladeira e o ego em um baú”. O comentário divertiu a plateia, formada por empresários associados.

Padilha fez questão de destacar que o governo federal trabalha por uma agenda de união e reconstrução.  Segundo ele, o fato de o Executivo tratar a reoneração da folha de pagamentos por meio de um projeto de lei é a prova de que o Planalto está aberto ao diálogo com a sociedade. O texto foi enviado ao Congresso esta semana.

O ministro também citou as conversas envolvendo o projeto de lei do Combustível do Futuro, é um exemplo sobre como essa aproximação tem sido proveitosa. Ele destacou que a medida é fundamental para destravar investimentos e trazer um novo momento para o mercado de transição energética.  A previsão é que o texto seja votado ainda neste mês.

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