Esfera BR | Campos Neto fala sobre Selic, inflação, fiscal e tecnologia

Esfera BR | Campos Neto fala sobre Selic, inflação, fiscal e tecnologia

(Tempo de leitura: 5 min)

Somos parceiros da Esfera BR, uma iniciativa independente e apartidária que fomenta o pensamento e o diálogo sobre o Brasil, um think tank que reúne empresários, empreendedores e a classe produtiva. Todas as opiniões aqui apresentadas são dos participantes do evento. O nosso posicionamento nesta iniciativa é o de ouvir todos os lados, neutro e não partidário.

Na tarde desta quarta-feira, 5, recebemos o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, em encontro promovido com alguns dos principais nomes do empresariado brasileiro. Intitulado “Cenário Econômico e Agenda do BC”, o evento tratou de temas como Selic, inflação, reforma tributária, relação com o governo e com o Congresso, moeda digital, estrutura da autarquia e comunicação.

Frente a frente com importantes representantes da sociedade civil, Campos Neto respondeu a perguntas específicas de diferentes setores da economia, bem como a dúvidas gerais que permeiam a atual conjuntura econômica brasileira.

Principal tópico associado ao BC, a Selic surgiu como ponto de atenção em diversos momentos do encontro. Apesar de não poder falar sobre os planos para a taxa básica, já que a decisão é tomada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) em sua totalidade a cada 45 dias, o presidente da autarquia reconheceu que a Selic está alta.

“O juro está alto? Sim. O juro real está alto e é o maior do mundo? Sim. Mas a taxa atual está mais baixa do que a média dos últimos 15 anos no mundo emergente”, afirmou Campos Neto, que também destacou que a taxa de juros real brasileira não é igual ao dobro da mexicana – segunda maior do planeta -, como já foi erroneamente divulgado.

O representante do BC pontuou que o trabalho para combater a inflação da maneira menos custosa para a sociedade é o que a autarquia persegue. “É preciso que saibam que o custo de combater a inflação é muito alto, e, a curto prazo, o custo de não combater é ainda mais alto, mais nocivo e mais perene. Estamos trabalhando para trazer a inflação para a meta”, disse.

Na seara da autonomia do BC, Campos Neto disse que a autarquia não pode ser personalizada e que, por isso, está ganhando institucionalidade concomitantemente à independência. No mesmo sentido, afirmou que a escolha de novos diretores não passa por ideologia, mas sim pela capacidade técnica dos selecionados. Além disso, acrescentou que gostaria que a diversidade dentro do BC aumentasse, mas sempre prezando pela qualidade dos componentes.

Vale lembrar que, com o fim do mandato de dois diretores da autarquia em fevereiro deste ano, novos nomes devem ser divulgados após viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China, de acordo com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Campos Neto também comentou a reforma tributária, sobre a qual se disse “otimista”. “O Congresso está convergindo para a necessidade da reforma. É difícil de fazer, mas vejo todo mundo querendo debater”, pontuou.

O presidente do BC ainda destacou o papel da tecnologia no desenvolvimento econômico do País. Para ele, o grande objetivo é democratizar o espaço financeiro do Brasil, e a tecnologia é a melhor forma para chegar lá. “A tecnologia é o instrumento mais democratizante do mundo”, afirmou. “É difícil não termos um ‘Ministério Digital’. Olhar tech e digital é algo que parece importante olhando para frente”, acrescentou.

O plano do BC, então, consiste em três passos: um trilho comum, um instrumento de comparabilidade e a tokenização – sendo o Pix o primeiro passo. “Ao contrário da Índia, fizemos questão de fazer o Pix de uma forma programável, para podermos colocar smart contracts”, disse.

segundo passo compreende portabilidade e compatibilidade – daí a ideia do Open Finance. Por fim, o objetivo é o Real Digital, o terceiro passo, que trata da digitalização total dos serviços.

Elogiado por sua forma de se comunicar, Campos Neto foi aconselhado a visitar os principais estados brasileiros, a fim de que se torne um rosto mais conhecido, e expressou preocupação no que diz respeito à conservação da imagem do BC. “Estamos tentando melhorar [a comunicação]. Ir aos estados talvez seja mesmo uma boa ideia”, comentou. “O Banco Central é um órgão técnico. Ficamos preocupados quando tentam nos politizar. Fizemos a maior subida de juros em ano eleitoral da história do Brasil. Isso mostra a independência do Banco Central, e precisamos comunicar isso melhor.”

Campos Neto - Esfera Brasil
Foto: Esfera Brasil

Fonte: Esfera Brasil

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Arcabouço fiscal movimenta mercado depois de longa espera

Arcabouço fiscal movimenta mercado depois de longa espera

(Tempo de leitura: 3 min)

Depois de muita espera e suposições, o governo federal finalmente anunciou o novo arcabouço fiscal para dar mais clareza ao mercado financeiro em meio a um cenário conturbado. A proposta apresentada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, chega para substituir o antigo teto de gastos.

A regra prevê zerar o déficit em 2024 e impõe um limite para o aumento das despesas. A proposta prevê zerar o déficit da União em 2024 e indica o compromisso de gerar superávit primário de 0,5% em 2025 e, em 2026, último ano de governo, aumentar o saldo positivo para 1% do PIB. O governo definiu uma tolerância de 0,25 ponto percentual para cima ou para baixo em cada uma dessas metas, algo semelhante ao que acontece com a meta da inflação.

Outro aspecto da proposta, é o aumento do gasto acima da inflação. A estratégia é limitar o aumento anual das despesas federais a 70% da variação da receita dos últimos 12 meses. É previsto ainda um piso e um teto para o avanço real dos gastos (acima da inflação). Independentemente do resultado da receita, as despesas não poderão crescer menos de 0,6% nem mais de 2,5% ao ano. 

Está na proposta também um mecanismo de correção da trajetória dos gastos. Ou seja, se o governo não conseguir atingir o piso da meta de superávit primário, o crescimento das despesas será limitado a 50% das receitas no ano seguinte. Na questão dos investimentos, a pedidos do presidente Lula, se o superávit primário ficar acima do teto da banda da meta anual, será permitido que o valor excedente seja destinado para financiar investimentos públicos. 

Mesmo ainda faltando detalhes e sob possíveis mudanças durante a tramitação, o fato da proposta ter sido apresentada traz visibilidade e cria uma base para o mercado. Durante o anúncio, o ministro disse que a nova regra não resolve tudo, “mas é o começo de uma longa jornada”. Haddad também disse que não irá aumentar a carga tributária, mas pode buscar aumentos de receita com a taxação de alguns com privilégios fiscais.

Após a apresentação da proposta, o Ibovespa, principal indicador acionário da bolsa brasileira, subiu 1,89%, com o dólar recuando 0,73%.

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A transformação no mercado de M&A e o olhar para além dos deals

(Tempo de leitura: 5 min)

O mercado de operações de M&A (Fusões e Aquisições) vem nos últimos anos se destacando pelos grandes volumes de negociações. Após ter em 2021 um ano recorde, as transações caíram 43% em 2022, segundo a consultoria global Bain & Company. Os dados mostram que houve uma redução no volume negociado entre esses dois anos, entretanto, mesmo assim, 2022 foi o segundo melhor ano do setor, nos últimos 20 anos. Essa leitura mostra como o mercado vem mudando e se fortalecendo.

Portofino inaugura área de M&A e amplia portfólio de soluções para clientes

“O número de empresas que fazem M&A aumentou. Se olhássemos há 5 anos, a gente brincava que M&A era negócio de gente grande”, diz Luiz Guimarães, sócio Portofino MFO – Fusões e Aquisições. Comprar e investir em empresas eram atividades dos grandes fundos e corporações globais, mas, ao longo dos anos, o M&A foi desmistificado. Empresas médias começaram a perceber que elas podem comprar outras empresas e o universo de players aumentou.

Muito dessa transformação passa pelo amadurecimento e mudança de mindset por parte dos empresários. As empresas e os empreendedores perceberam que ter profissionais mais capacitados e reduzir o nível de informalidade era um preço justo a se pagar para obter ganhos futuros.

“Quando uma empresa estrangeira vinha fazer aquisições aqui, era receita por fora, sonegação de imposto, falta de controle financeiro. Com o fechamento do cerco da Receita Federal para ilegalidades, houve um amadurecimento do empresário em entender que a informalidade não vale a pena”, comenta Luiz.

A desmistificação, em conjunto com o amadurecimento dos players, reflete em um mercado mais resiliente. “Por mais que o volume [de negociações] caia neste ano, provavelmente será um dos melhores anos também”, prevê o executivo, mesmo em um ambiente econômico e político longe do ideal e bastante desafiador.

Falando em mercado…

Duas tendências podem se destacar ao longo do ano: o private equity e as negociações middle market.

“O mercado de private equity está super capitalizado. E, geralmente, os gestores aproveitam essa baixa do mercado para fazer investimentos”, explica Thiago Barros, sócio Portofino MFO – Fusões e Aquisições (M&A). 

Os investimentos nessa linha devem aumentar bastante já que, via de regra, nos sinais de turbulência, o private equity, que está capitalizado, tenta avançar. “Devemos ter bastante investimento de private equity, até porque o private equity também é uma opção à bolsa”, analisa Thiago. 

Depois da “enxurrada” de IPOs em 2020 e 2021, em 2022 houve uma “seca” de abertura de capital com nenhuma empresa entrando na bolsa, o primeiro ano desde 1998 que isso aconteceu. “Os IPOs, de acordo com o que temos acompanhado no mercado, devem voltar a acontecer no segundo semestre. Quem estava com plano de fazer no primeiro semestre, vai ter que se financiar de outra forma”, afirma Barros.

Devido ao cenário econômico já mencionado, os mega deals devem ser mais incomuns ao longo do ano, abrindo espaço para as negociações middle market. Com o mercado de capitais fechado, sem dívida para financiar crescimento, os compradores vão ser um pouco mais seletivos com os investimentos.

Em um cenário como esse, com alta taxa de juros e o aumento do preço do dinheiro, é imprescindível contar com a expertise de um time sênior, com tempo e conhecimento para ajudar na assessoria de compra, venda e, principalmente, captação de recursos para a sua empresa.

Na Portofino, o M&A vai além dos deals

A Portofino possui um amplo portfólio de soluções que funciona como uma “central de inteligência” para pessoas, famílias e empresas. Do planejamento estratégico, patrimonial, sucessório à gestão de recursos, em todas as suas iniciativas, o alinhamento com o cliente vem em primeiro lugar, mitigando qualquer conflito de interesses. Na vertical de Fusões e Aquisições (M&A), esse propósito se fortalece.

Em um trabalho que vai muito além das transações, Luiz Guimarães e Thiago Barros ressaltam a importância deste momento na vida dos empresários, seja na compra, na venda, em uma fusão ou captação de recursos. “É um momento muito importante na vida dos donos e sócios e, ao mesmo tempo, super complexo. Por isso, optar por uma casa com propósito, independente, imparcial e com um portfólio de soluções tão completo, traz uma conveniência que com certeza será revertida em eficiência para todo o patrimônio”.

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Crise bancária desperta lembranças negativas no mercado

(Tempo de leitura: 6 min)

O mês de março revisitou sérias questões envolvendo grandes bancos mundiais. A partir da falência do Silicon Valley Bank, o 16º maior banco dos Estados Unidos, e o anúncio de fechamento do Signature Bank, não demorou muito para as primeiras referências serem feitas à crise bancária de 2008 e o temor de um flashback balançar o mercado. Além da inflação e alta de juros, os investidores e economistas ganharam mais um vilão enquanto vislumbram por dias melhores.

A ruína do Silicon Valley Bank e, após dois dias e o anúncio de fechamento do Signature Bank deram início a um estremecer do mercado apontando que uma crise bancária poderia estar diante de nós. 

Atuação do governo americano

A resposta rápida à crise pelo governo americano, assim como na Suíça, e as mudanças no setor financeiro de 2008 para cá, mostram que lições foram aprendidas e alimentam a esperança de que nenhum filme precisará ser feito para representar uma nova crise com as  dimensões do que vimos há 15 anos. Mesmo assim, em audiência no Congresso Americano, supervisores do FED (Banco Central Americano) e sistema regulatório foram duramente criticados. “Toda nossa economia foi prejudicada e abalada pelo que aconteceu neste mês. Nosso sistema regulatório bancário tem algumas falhas reais”, disse o democrata e congressista Brad Sherman, da Califórnia.

Os agentes globais tentam emplacar que essa crise é diferente do que foi visto em 2008 e constantemente afirmam sobre a solidez e a saúde do sistema financeiro. Mas, mesmo assim, é inegável que o sistema bancário e órgãos e sistemas reguladores estejam sob forte pressão.

Em meio a tudo isso, ainda houve a reunião do Federal Reserve para definir a taxa de juros, os famosos Fed Funds. A decisão foi de elevar em 0,25 pontos percentuais os juros americanos, para 5% ao ano, a maior taxa desde 2007. Antes do caos do Silicon Valley Bank, as projeções apontavam para uma alta maior, de 0,5 pontos percentuais, mas Powell, presidente do Federal Reserve, e o comitê optaram por um ajuste mais modesto, já que a crise foi causada justamente pelos juros altos. 

No comunicado, a sutil mudança no texto, de “aumentos futuros seriam necessários” para “algumas políticas adicionais podem ser apropriadas” não descarta mais aumentos, porém sinaliza o impacto da crise bancária e o aperto pode ser mais brando. Jerome Powell ressaltou a solidez e resiliência do sistema bancário americano e que o “Fed está preparado para usar todas as suas ferramentas para mantê-lo são e salvo”. Sobre os impactos, contudo, “ainda é muito cedo para dizer”.

Aquisição

O First Citizens Bank, um dos maiores bancos regionais dos EUA, fechou acordo para comprar o Silicon Valley Bank que no dia 27 já teve as suas agências abertas com a nova bandeira.

Os donos do First Citizens Bank são de uma família bilionária que está construindo um império bancário silenciosamente, através da aquisição de instituições com problemas, como esta ocorrida. A sua última grande aquisição, antes do SVB, foi o CIT Group em janeiro de 2022. No caso do SVB, em comunicado, seu CEO acredita que esta transação se baseia nas capacidades do grupo nos setores de inovação e tecnologia e que há ventos favoráveis ​​seculares de longo prazo apoiando negócios de tecnologia e saúde que continuarão a impulsionar o crescimento no futuro.

Na Europa, também acompanhamos de perto a compra do Credit Suisse pelo UBS por US$ 3,25 bilhões, após o CS revelar que identificou “debilidades significativas” em seus procedimentos de balanços e controles nos últimos dois anos.

Neste domingo, 2, o procurador-geral da Suíça abriu uma investigação sobre a compra do Credit Suisse pelo banco UBS, com uma ação que busca averiguar possíveis violações da lei criminal por parte de funcionários do governo, reguladores e executivos dos dois bancos. O UBS concordou em comprar o banco rival suíço Credit Suisse em uma fusão forçada para evitar uma crise no mercado bancário global.

Cautela

Com tudo isso acontecendo no cenário internacional, a crise no setor bancário e a alta dos juros, adotamos uma postura de grande precaução no momento. A situação ainda é de indefinição e muita complexidade. Por um lado, a inflação segue em patamares elevados, impulsionado pelo mercado de trabalho extremamente apertado. Por outro, a fragilidade identificada em bancos regionais americanos e bancos europeus contrata uma restrição de crédito com característica recessiva.

Ainda, o que deixa o cenário bastante imprevisível, é a necessidade dos bancos centrais manterem políticas monetárias restritivas devido ao nível de inflação e, ao mesmo tempo, a necessidade de reduzir os juros, devido ao problema de liquidez dos bancos. É momento de sermos mais conservadores e ficarmos de olho nas possíveis oportunidades que tudo isso poderá trazer.

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O que é carteira administrada e como funciona o serviço?

O que é carteira administrada e como funciona o serviço?

Administrar uma carteira de investimentos não é tão intuitivo quanto parece, pois sem o conhecimento adequado sobre mercado financeiro, o mínimo erro pode ser tornar um grande prejuízo.

Ainda mais nos dias de hoje, em que a economia brasileira anda instável, começar a investir de qualquer jeito não é uma boa ideia.

No entanto, é possível notar que o mercado está cheio de oportunidades, inclusive a B3 bateu recordes de CPFs cadastrados no último ano, o que é um ótimo sinal.

Mas o que os novos investidores percebem ao ingressar nesse mercado é que é necessário dedicar um tempo para cuidar dos seus ativos, ainda mais sem o devido conhecimento.

Por isso, no artigo de hoje vamos te trazer os benefícios de contar com uma gestão profissional para administrar sua carteira de investimentos, de forma eficiente e lucrativa.

Destaque para a nossa Carteira Administrada, que é um dos serviços mais procurados aqui da Portofino Multi Family Office.

Conheça as vantagens desse serviço e boa leitura.

O que é uma carteira administrada?

Em termos simples, o serviço consiste em contar com profissionais que serão responsáveis por fazer a gestão dos seus investimentos, ou seja, uma equipe dedicada ao dia a dia da seleção, alocação e acompanhamento dos melhores investimentos para o seu perfil, alinhado aos seus planos e visão de futuro.

Dessa forma, é possível conquistar a tão sonhada tranquilidade para focar em outros aspectos da sua vida, enquanto um time de profissionais certificados e preparados trabalham para ampliar seu patrimônio. 

Entretanto, ainda é comum encontrar pessoas céticas em confiar seu patrimônio na mão de terceiros.

Por isso, aqui abordaremos os principais pontos sobre a Carteira Administrada: entender como funciona, para quem se aplica, seus principais benefícios, quais as precauções a serem consideradas, e como contratar o serviço.

Como funciona a carteira administrada?

A Carteira Administrada é uma estratégia que funciona como um elemento-chave para diversificar e, consequentemente, proteger e ampliar o patrimônio financeiro.

Com ela, todo o processo de investimentos é conduzido por profissionais competentes e capacitados como já mencionamos. 

É bastante importante destacar que o mercado financeiro traz consigo diversas complexidades para quem investe.

Assim, é preciso que exista um nível de acompanhamento regular dos números e das movimentações, além de um profundo conhecimento dos mercados, para que as melhores escolhas e decisões sejam tomadas, com bastante agilidade.

Este trabalho só pode ser realizado por empresas certificadas e reguladas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), garantindo uma maior segurança aos envolvidos.

Desta forma, há a segurança de que o seu patrimônio estará na responsabilidade de profissionais que selecionaram os melhores ativos conforme o seu perfil, compor um plano personalizado para os seus investimentos e cuidar de tudo, desde o processo operacional até o monitoramento constante, para que os diferentes cenários de altas e baixas do mercado não afetem os resultados de maneira negativa.

Conheça os nossos serviços de estruturação de Fundos Exclusivos

Quais as vantagens da carteira administrada?

Mesmo com o advento das fintechs, ou seja, bancos digitais que resolvem tudo online, ainda há o investidor que só consegue usar o modo tradicional do olho no olho.

De fato, não há problema em ter seus investimentos de renda fixa e até variável no banco tradicional onde você pode tomar um café com o gerente.

Porém, você pode estar deixando dinheiro na mesa, pois geralmente os bancos oferecem produtos de investimento de prateleira, que vão favorecer muito mais a instituição do que à você.

Via de regra, as instituições financeiras nem vão muito a fundo para saber seu perfil de investidor, então acabam montando uma carteira muito mais alinhada com os interesses do banco.

Isso quando não tentam empurrar um título de capitalização pouco atrativa, como se fosse a maior oportunidade do mercado.

Por isso que a modalidade de carteira administrada, quando feita com uma empresa séria, é muito mais condizente com o seu perfil investidor.

Antes de tudo é analisado os objetivos do cliente para traçar quais ativos serão mais adequados para alcançar um resultado satisfatório num determinado período.

Não só isso, pois sempre terá um especialista analisando as variações do mercado para poder fazer ajustes no percurso, sempre com muita transparência, incluindo apresentação de demonstrativos das taxas operacionais e comissões.

Dessa forma, é possível obter resultados mensuráveis e constantes.

Alinhamento de interesses

A corretora, assim como os bancos tradicionais, tem interesse que você ganhe, mas também precisa faturar.

A diferença é que o banco não quer fazer muito esforço para que você ganhe, pois os rendimentos da instituição são obtidos de outra maneira.

Então, antes de qualquer coisa, alinhar os interesses da empresa com os do cliente é fundamental para que todas as partes fiquem satisfeitas.

Na Portofino, por exemplo, montamos portfólios que se alinhem com seu objetivo, seja ele de curto ou longo prazo, pois o importante é que você fique confortável enquanto investidor.

Cobrança transparente

Não tem taxas escondidas ou cobranças indevidas, as comissões são estabelecidas antes mesmo do processo começar, para que você saiba exatamente quanto está custando a administração do seu investimento.

A escolha tem quer ser feita pela credibilidade e eficiência, não por preço, pois é o seu dinheiro que estará em jogo, então não pode haver margem para riscos.

Monitoramento constante

Toda carteira administrada aqui da Portofino, por exemplo, tem sempre o acompanhamento de um ou mais especialistas, pois sabemos da volatilidade do mercado.

Então não tem mágica, não basta montar um portfólio diversificado, sentar e esperar, tem que fazer ajustes constantes, em busca da otimização do investimento.

Com esse monitoramento constante, os riscos de perda diminuem muito, enquanto os lucros podem ser otimizados.

Consolidação das informações financeiras

Além de todo o controle das operações, oferecemos uma consolidação das informações através de relatórios periódicos, tanto para que você possa acompanhar o andamento do processo quanto para fins contábeis e jurídicos.

Gestão profissional capacitada

Todos os profissionais com acesso a sua carteira administrada têm que possuir formação específica na área, bem como estar devidamente regularizado junto à CVM.

Na Portofino, todos nossos gestores de carteiras são extremamente capacitados e experientes, para entregar resultados consistentes, sempre com muita transparência, para que o cliente tenha tranquilidade.

Eficiência tributária e fiscal

Não é só investir, há todo um entorno que faz parte do processo, como a parte tributária e fiscal.

Não tem como fugir dessas burocracias, afinal são importantíssimas para legitimar o processo. Por isso, aqui levamos isso muito a sério, e nossos profissionais são muito capacitados para entregar de forma eficiente.

Desde documentações até assessoria, para que seus investimentos cumpram com a legalidade fiscal.

Blindagem patrimonial

Investir é uma boa forma de aumentar o patrimônio, ainda mais se for com uma carteira diversificada e bem administrada.

Porém, uma vez que o patrimônio está consolidado, é preciso protegê-lo. Para isso, temos também os serviços de blindagem patrimonial.

São várias as formas de proteger os seus bens, e aqui analisaremos suas necessidades para indicar qual se encaixa melhor na sua realidade.

Como criar uma carteira administrada?

Criar uma carteira administrada envolve contratar uma equipe de profissionais competentes e capacitados para gerir seus investimentos, de modo a selecionar, alocar e acompanhar os melhores ativos financeiros para o seu perfil, alinhado aos seus planos e visão de futuro.

Confira a seguir um passo a passo para criar uma carteira administrada:

Defina o seu perfil de investidor

O primeiro passo para criar uma carteira administrada é definir o perfil de investimento do cliente.

Essa é uma etapa crítica, pois determinará a alocação de ativos da carteira, ou seja, como os recursos financeiros serão distribuídos entre diferentes tipos de ativos financeiros, como ações, títulos, fundos imobiliários, fundos de investimento, entre outros.

Para definir o perfil de investimento, o gestor da carteira geralmente faz uma série de perguntas ao cliente, como a idade, renda, experiência prévia em investimentos, horizonte de investimento, necessidades de liquidez, objetivos financeiros e tolerância ao risco.

Com base nas respostas do cliente, o gestor pode classificá-lo em um perfil conservador, moderado ou agressivo.

Um investidor conservador, por exemplo, prefere investimentos de menor risco, como títulos de renda fixa e fundos imobiliários.

Investidores moderados, por sua vez, são mais abertos ao risco e podem investir em uma combinação de ativos de renda fixa e variável, enquanto um investidor agressivo está disposto a correr mais risco, investindo em ações e fundos de maior volatilidade.

Uma vez definido o perfil do investidor, o gestor da carteira pode começar a construir a alocação de ativos, selecionando os ativos financeiros que melhor se adequam ao perfil e objetivos do cliente.

A alocação de ativos deve ser cuidadosamente planejada para garantir uma combinação de ativos que atenda às necessidades de retorno e risco do investidor.

É importante destacar que o perfil de investimento pode mudar ao longo do tempo, à medida que as circunstâncias financeiras do investidor mudam.

Por este motivo, a carteira administrada deve ser regularmente revisada e ajustada para garantir que continue alinhada com os objetivos e necessidades do cliente.

Selecione uma empresa certificada e regulada pela CVM

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é a agência reguladora do mercado de valores mobiliários no Brasil.

Ela é responsável por proteger os investidores e garantir a transparência e a integridade do mercado financeiro.

Quando se trata de selecionar uma empresa para investir em uma carteira administrada, é fundamental escolher uma que seja devidamente certificada e regulada pela CVM.

A CVM tem um papel crucial na supervisão e regulamentação das atividades das empresas que atuam no mercado financeiro brasileiro.

 Empresas que oferecem serviços de investimento, como as que gerenciam carteiras administradas, precisam obter a autorização da CVM para operar. 

Essa autorização significa que a empresa passou por um rigoroso processo de avaliação para garantir que cumpre com todas as normas e requisitos estabelecidos pela CVM.

Empresas fiscalizadas pela CVM são mais seguras e transparentes, portanto, verifique a reputação da empresa no mercado antes de fazer sua escolha.

Contrate um serviço

Contratar o serviço é uma escolha que deve ser feita com cautela, pois a pessoa ou empresa escolhida será responsável por gerenciar todo o patrimônio do investidor.

Após escolher a instituição financeira ou gestor, o investidor deve formalizar o contrato de prestação de serviços, que deve conter as informações sobre as condições e prazos para resgate, as taxas de administração e performance, os critérios de alocação dos recursos, entre outras informações relevantes.

Lembrando que a contratação do serviço não é uma decisão definitiva. O investidor pode optar por mudar de gestor ou instituição financeira a qualquer momento, caso não esteja satisfeito com o desempenho da sua carteira administrada ou com os serviços oferecidos.

No entanto, mudanças muito frequentes também podem impactar negativamente a rentabilidade da carteira devido aos custos de transação e às diferenças na estratégia de investimento.

Acompanhe os resultados

Por fim, acompanhar os resultados permite ao investidor avaliar se a sua estratégia de investimento está funcionando ou não e fazer ajustes para garantir que irá atingir seus objetivos financeiros no futuro.

Existem algumas métricas-chave que os investidores devem acompanhar ao avaliar os resultados da sua carteira administrada.

A primeira é o retorno da carteira em relação ao seu benchmark. O benchmark é um índice que representa o desempenho médio do mercado ou de um setor específico e é usado para avaliar o desempenho da carteira.

Se o retorno da sua carteira for inferior ao do benchmark, isso pode ser um sinal de que você precisa ajustar sua estratégia de investimento ou escolher um gestor de carteira mais eficiente.

Além disso, é importante avaliar a volatilidade da sua carteira.

A volatilidade é uma medida de quão rapidamente o valor da carteira muda ao longo do tempo. Se a sua carteira tiver uma volatilidade muito alta, isso pode indicar que você está investindo em ativos muito arriscados e pode precisar reconsiderar sua alocação de ativos.

Outra métrica importante é a taxa de desempenho do seu gestor de carteira.

A taxa de desempenho é uma taxa cobrada pelo gestor de carteira em cima da taxa de administração para incentivar o gestor a obter um bom desempenho.

Se o desempenho da carteira não for superior ao benchmark, pode ser difícil justificar o pagamento da taxa de desempenho.

Por fim, é importante avaliar o impacto das taxas e impostos sobre o retorno da carteira.

É importante lembrar que todas as taxas e impostos reduzem o retorno sobre o valor investido, então você precisa considerá-los ao avaliar os resultados da sua carteira.

Carteira administrada x fundo exclusivo

Em linhas gerais, o fundo exclusivo, como o nome deixa claro, é administrado com muita proximidade entre o gestor e o investidor, por isso costuma ser uma modalidade que tem um custo administrativo maior, porém pode ter vantagens tributárias atrativas.

Já na carteira administrada, o investidor tem acesso aos resultados, porém fica a cargo do gestor todas as decisões estratégicas, por isso é indicado para o iniciante que não tem tempo para se debruçar sobre o assunto.

Carteira administrada x consultoria de investimentos

A consultoria já é uma modalidade onde quem gere todas as operações é o próximo investidor, porém, conta com o auxílio de um consultor devidamente certificado pela CVM que vai aconselhar e dar suporte para a realização da compra e venda de ativos financeiros.

Geralmente é possível começar com uma consultoria e quando criar confiança no consultor passar para carteira administrada e ter mais tempo para focar nas suas atividades do dia a dia enquanto o gestor cuida do seu dinheiro investido.

Para quem serve a carteira administrada?

A Carteira Administrada é ideal para quem busca ampliar seu patrimônio, sem dedicar muito do seu tempo útil para isso.

Tudo acontece em um procedimento único e sofisticado, realizado por uma empresa com profissionais extremamente capacitados, como fazemos aqui na Portofino Multi Family Office.

Assim, é possível aproveitar os melhores momentos e direcionar sua energia para a família, o trabalho, e o lazer, enquanto profissionais trabalham para proteger e ampliar seu patrimônio de maneira exclusiva e dedicada.

Ou seja, é um modelo para quem quer tranquilidade, segurança e resultado. Em suma, esse é o modelo ideal para quem busca:

●        Resultados melhores;

●        Segurança para o futuro;

●        Processo personalizado;

●        Tratamento exclusivo.

Quanto custa o serviço de carteira administrada?

Essa é uma pergunta que tem aquela resposta que ninguém gosta: depende.

Na verdade, tudo vai partir da empresa que vai administrar essa carteira, pois cada uma vai trabalhar com taxas específicas.

Na média do mercado financeiro, as taxas administrativas ficam entre 0,5% e 2% do valor investido.

Por isso, é uma modalidade de investimento mais indicada para quem já tem um bom patrimônio, mas não tem tempo para administrar.

O que avaliar em uma empresa para contratar o serviço?

O ponto principal a ser considerado é a credibilidade. Afinal, você vai estar depositando parte do seu patrimônio na mão de um terceiro, então é importante que haja confiança.

Busque por empresas idôneas, que trabalham com profissionais certificados e tenham resultados para comprovar sua eficiência.

A oferta no mercado é grande, porém tem muita gente que apenas busca se aproveitar de novos investidores desavisados.

Dessa forma, busque empresas com gestores profissionais, registrados e autorizados pela CVM, que isso é uma boa chancela de credibilidade.

Selecionar um parceiro autorizado pela CVM

A Comissão de Valores Monetários, também conhecida apenas como CVM, é a entidade federal diretamente vinculada ao Ministério da Fazenda, que legisla e regula sobre as transações do mercado financeiro.

Todas companhias que administram carteiras administradas entre outros tipos de investimento, precisa estar devidamente cadastrada e em dia com as obrigações impostas pela CVM.

É de responsabilidade do órgão fiscalizar e autuar empresas que operam no mercado financeiro de forma irregular.

Portanto, sempre que for buscar uma gestora para seus investimentos, certifique-se de que esteja totalmente regularizada na CVM, pois a entidade é um indicativo da idoneidade da empresa que vai cuidar do seu dinheiro.

Porte para conseguir as melhores negociações

Ter uma carteira administrada por uma gestora competente pode ajudar a atender vários objetivos do investidor.

Um deles é o aumento de capital no curto ou médio prazo, quando a opção for por um portfólio mais arrojado, e dessa forma aumentar a capacidade de negociação para buscar novos investimentos.

A vantagem de uma carteira diversificada é poder fazer apostas em ativos promissores, sem comprometer o patrimônio.

Por isso, busque uma empresa com profissionais que consigam traçar um plano de ação que auxilie na conquista do seu objetivo, sempre trabalhando com a menor margem de risco possível

Histórico comprovado no mercado

No fim das contas, o que destaca uma empresa das suas concorrentes são os cases de sucesso.

É jargão no mercado que: “lucros passados não garantem lucratividade no futuro”. Porém, ter sua carteira administrada por uma empresa experiente que já mostrou um bom trabalho é sempre mais reconfortante.

Até porque, é muito mais fácil quem já fez sucesso replicar a dose, do que um concorrente que nunca mostrou nada.

Na hora de analisar o destino dos seus investimentos, leve em conta o bom trabalho, de empresas que são destaques no mercado.

Serviço de carteira administrada com a Portofino Multi Family Office

Aqui, na Portofino Multi Family Office, oferecemos este serviço. Somos um escritório especializado em todo o processo de planejamento e gerenciamento de patrimônio.

Nosso objetivo é apresentar uma metodologia de investimentos moderna, sofisticada e, principalmente, personalizada para cada pessoa, família e empresa que atendemos.

Com profissionais treinados e experientes no assunto, oferecemos o serviço de Carteira Administrada para clientes no Brasil e no exterior.

Por isso, agende uma conversa com os nossos especialistas em Carteira Administrada e entenda como ela pode ser útil para você.

Conheça todos os serviços oferecidos pela Portofino Multi Family Office!

Conclusão

Enfim, ter uma carteira administrada pode ser a sua porta de entrada para o mundo dos investimentos, e assim agregar muito mais valor ao seu patrimônio atual.

O seu tempo é precioso, tanto quanto seus ativos, assim, deixar quem entende do assunto cuidar do seu dinheiro é fundamental para multiplicar o patrimônio de forma segura e com resultados mensuráveis.

Conheça os serviços exclusivos da Portofino Multi Family Office e veja como podemos administrar sua carteira de investimento com excelência.

Sócios Portofino Real Estate explicam parceria em novo projeto imobiliário. Desintermediação e acesso.

Sócios Portofino Real Estate explicam parceria em novo projeto imobiliário. Desintermediação e acesso.

(Tempo de leitura: 4 minutos)

Desintermediação e Acesso

A nossa área de Real Estate, faz parte da nossa estrutura que leva soluções estratégicas completas para atender as mais variadas necessidades dos nossos clientes, neste caso, soluções do setor imobiliário. Com profissionais altamente capacitados e especializados no setor, a vertical tem como foco trazer um olhar mais profundo para o patrimônio (ilíquido) do cliente, estendendo essa análise para o “tijolo”, oferecendo acesso e desintermediação a investimentos únicos e exclusivos, sem nenhum conflito de interesses, como tudo que fazemos.

Como exemplo recente, temos o empreendimento que investimos através do Speciale Real Estate Developmente, chamado AYMIRÁ, da JALGP, na qual os nossos clientes podem investir no fundo que apoia na viabilização do empreendimento e até obter benefícios na aquisição do imóvel, caso queira também morar lá.

Conheça o empreendimento

O residencial Amyrá Moema, fruto de uma parceria com a Portofino Multi Family Office, é o mais novo projeto da JALGP. Localizado na Avenida Jamaris, 879, em Moema, na cidade de São Paulo, o empreendimento está em um dos bairros mais valorizados da cidade, próximo a uma gama de serviços.

Com arquitetura de Königsberger Vannucchi, paisagismo de Roberto Riscala e decoração de Suite Arquitetos, os 17 apartamentos, um por andar, contam com uma arquitetura autoral e estão de forma elegante e sofisticada distribuídos em uma única torre, em apartamentos conceituais 259m² (237m² de área residencial + 22m² de personal space) e cobertura duplex de 413m² (391m² de espaço residencial + 22m² de studio integrado).

“Além de poderem investir no fundo de desenvolvimento imobiliário que apoia na viabilização deste projeto, os nossos clientes contam com benefícios diferenciados e totalmente alinhados aos nossos valores e atributos, caso queiram adquirir um dos apartamentos. Os benefícios são: tarifa zero de corretagem e desconto adicional que pode variar de acordo com os prazos de pagamento. Não recebemos valor nenhum na venda do imóvel, o nosso objetivo é acelerar o processo de aquisição e por consequência a performance do fundo. É bom para todos!

Leonardo Bersot, Sócio Portofino MFO.

Ao inserir empreendimentos deste nível em nossos fundos e, além disso, oferecer benefícios também na aquisição para os nossos clientes, aceleramos o processo de ocupação trazendo performance para o fundo. Os nossos clientes são beneficiados em todos os sentidos, além dos stakeholders, toda a cadeia envolvida no projeto sai ganhando de forma justa e sustentável.

Neste sentido, Lucas Reis e Leonardo Bersot, sócios e responsáveis pelas soluções de Real Estate na Portofino, contam que estão prestes a lançar um novo produto que, segundo eles, será uma “segunda versão” do Speciale Real Estate Development. Os especialistas explicam que o ciclo atual é mais favorável para a negociação e compra de terrenos, que em 2020 e 2021, por exemplo. Anos nos quais os donos de terrenos estipulavam valores muito mais altos, dificultando aquisições.

“Vemos o mercado de São Paulo, nos últimos dois anos, caminhar muito bem”, comenta Bersot. Ele explica que o segmento de incorporação residencial lida com o desafio das altas taxas de juros que afetam o financiamento dos construtores e os consumidores finais, porém o especialista entende que “a classe de altíssimo padrão é muito menos suscetível a essa retração, postergação da tomada de decisão de aquisição de um determinado imóvel”.

Além disso, Lucas Reis destaca que a participação em projetos como esse gera a possibilidade de originação de novos negócios, visto a atual base de clientes que temos e a nossa capilaridade para acessar determinadas regiões. 

“Sócio com know-how financeiro para criação de estruturas de capital e network que possibilita angariar novos parceiros que agregam para os projetos”. A oportunidade de ter um sócio com uma marca que agregue na evolução do projeto é visto como um movimento de impacto nos negócios.

O Amyrá Moema é mais um projeto que a Portofino faz parte, colaborando na geração de novos negócios que sejam relevantes e benéficos, sobretudo, para os nossos clientes.

Caso queira mais informações ou tirar dúvidas sobre a área de Real Estate e seus projetos, entre em contato conosco ou fale com o seu Executivo de Relacionamento.

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