Conheça 4 tipos de Fundos de Investimento

Os Fundos de Investimento possuem diferentes tipos de classificações, que vão de acordo com a composição da carteira. Eles oferecem vantagens consideráveis aos investidores em relação a outras aplicações financeiras, como a facilidade de diversificação, a gestão profissional da carteira e benefícios na tributação.

No artigo de hoje, trouxemos 4 tipos de fundos de investimentos e suas características principais.

Siga a leitura!

1) Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC)

Os Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC) são reconhecidos no mercado financeiro pelo excelente retorno que oferecem, podendo alcançar resultados superiores a 150% do CDI.

Para entendermos o funcionamento de FIDC, é preciso compreender o que é o Direito Creditório. Ele se refere ao direito a um crédito originário de operações realizadas nas instituições financeiras, indústrias e serviços.

Quando uma empresa realiza determinada venda a prazo, ela tem o direito de receber o valor. Esse recebível, no caso, pode ser securitizado e transformado em um ativo para ser negociado e vendido para um FIDC. Sendo assim, o FIDC oferece um capital de giro para a empresa e lhe dá garantia de recebimento.

Os Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios fundos possuem regras específicas. Eles se enquadram como fundos de investimento estruturados e devem cumprir Instruções da CVM.

2) Fundos de Investimento Exclusivos

Os Fundos de Investimento Exclusivos são considerados como um instrumento de “holdings financeiras”, já que oferecem ao cliente vantagens como o planejamento sucessório, planejamento tributário, planejamento financeiro e blindagem patrimonial. No entanto, os fundos exclusivos se sobressaem em relação às holdings, pois permitem de fato a redução da carga tributária.

Uma das características que mais chama a atenção de investidores nos Fundos de Investimento Exclusivos é que nesta estrutura financeira o investidor não paga imposto de renda pelas movimentações internas que realiza.

3) Fundos de Investimento no Exterior

De acordo com a Anbima, os Fundos de Investimento no Exterior devem ter no mínimo 40% do patrimônio investido em ativos fora do Brasil, apesar de que, geralmente, sua exposição ultrapassa o índice mencionado.

A Portofino traz aos seus clientes a possibilidade de investir no mercado externo de forma simples e segura, uma vez que o controle e o atendimento são feitos por nossa equipe. Oferecemos a possibilidade de montar Fundos de Investimento no Exterior Exclusivos através das melhores e mais modernas plataformas do mundo, sempre com muita segurança e retornos atrativos. Para saber mais sobre o tema, acesse nosso artigo que explica como investir fora do Brasil com segurança.

4) Fundos de Investimento Multimercado

Os Fundos Multimercados proporcionam ao investidor a oportunidade de combinar ativos de renda fixa, renda variável, derivativos e diversos instrumentos financeiros nas mais variadas proporções da carteira. Assim, este tipo de fundo conta com a variedade dos títulos para conseguir boas rentabilidades e aumentar o ganho de seus cotistas.

 

5) Fundos de Investimento em Participações

Os fundos de investimento em participações, ou FIPs, são uma modalidade de fundo de investimento voltada à aplicação em companhias abertas, fechadas ou sociedades limitadas, em fase de desenvolvimento.

De acordo com a composição de sua carteira, este tipo de investimento em renda variável pode ser classificado nas seguintes categorias:

  • Capital Semente: voltado para a compra de participações em empresas ou sociedades limitadas com receita bruta anual de até R$16 milhões, apurada no exercício social do ano anterior ao primeiro aporte do FIP;
  • Empresas Emergentes: focado na aquisição de participações em companhias ou sociedades limitadas com receita bruta anual de até R$300 milhões, apurada no exercício social do ano anterior ao primeiro aporte do FIP;
  • Infraestrutura (FIP-IE) e Produção Econômica Intensiva em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (FIP-PD&I): voltados ao investimento em títudos de emissão de sociedades anônimas, de capital aberto ou fechado, que desenvolvam projetos de infraestrutura ou de produção econômica intensiva em pesquisa, desenvolvimento e inovação nas áreas de transporte, água, saneamento básico, irrigação, energia e outros setores prioritários para o Poder Executivo Federal;
  • Multiestratégia: admite o investimento em diferentes tipos e portes de sociedades, tendo a possibilidade de investir todo seu capital subscrito em ativos no exterior, por exemplo.

6) Fundos de Private Equity

Os Fundos de Private Equity são uma excelente maneira de os investidores ganharem exposição ao mercado de capital privado.

Afinal, eles se dedicam à compra de participações minoritárias ou majoritárias em empresas que não são negociadas na bolsa de valores.

Neste tipo de fundo de investimento, todos os tipos de investimento podem ser feitos, desde que estejam de acordo com a política estabelecida pela Anbima e CVM.

Isto inclui investimentos tradicionais como ações ordinárias, ações preferenciais, debêntures, fundos de capital de risco, fundos imobiliários, fundos de infra-estrutura e carteiras especializadas.

7) Fundos de Litígios

Os Fundos de Contencioso são um tipo de fundo de investimento que busca financiar procedimentos legais em processos civis, administrativos ou criminais.

Este tipo de fundo é administrado por um gestor de recursos especializado na análise das chances de vitória ou derrota em casos complexos, atuantes no mercado de crédito em geral.

Como citado em nosso artigo sobre Fundos de Litígio, o investidor arca com as taxas, perícias, honorários de advogados e árbitros e demais custos relacionados à disputa.

O retorno surge a partir da troca, em que a parte entrega um percentual sobre o ganho obtido – caso vença no tribunal arbitral.

Para usufruir dos altos retornos dos fundos de litígios, contar com gestores especializados é fundamental, pois somente desta forma é possível obter maior garantia de segurança e consistência nestes êxitos.

Entretanto, é importante lembrar que não há garantia de sucesso em qualquer ação judicial e os investidores devem fazer sua devida diligência antes de investir em fundos litigiosos

8) Fundos de Investimento Imobiliário

Os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) são um tipo de fundo de investimento voltado para a aplicação no setor imobiliário.

Isso inclui desde a aquisição de direitos reais sobre bens imóveis, até o investimento em títulos relacionados ao mercado, como as Letras Hipotecárias (LHs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), cotas de outros FIIs, entre outros.

Através do investimento em FIIs, os investidores conseguem aproveitar o potencial de valorização dos ativos imobiliários e receber pagamentos provenientes do pagamento dos aluguéis.

Os FIIs normalmente compram imóveis e depois os alugam, com a intenção de revendê-los posteriormente, quando estiverem valorizados.

Este tipo de fundo é adequado para aqueles que procuram se beneficiar de ganhos de capital a longo prazo sem ter que gerenciar ou manter o imóvel por conta própria

Ao investir em FIIs, você pode diversificar sua carteira com investimentos em diferentes tipos de imóveis, tais como residenciais, comerciais, industriais ou complexos hoteleiros em diferentes regiões.

9) Fundos Distressed

Também chamados de Distressed Funds, os Fundos Distressed são um tipo de fundo de investimento especializado na compra e venda de ativos em dificuldades, tais como empresas falidas ou inadimplentes ou ativos.

Estes tipos de fundos podem proporcionar altos retornos para investidores dispostos a assumir níveis mais altos de risco.

Isso porque, tipicamente, o fundo adquire ativos em dificuldades com descontos profundos e depois os administra em um esforço para transformá-los em investimentos lucrativos.

Nesse processo, as ações incluem reestruturar dívidas, identificar novas fontes de capital, liquidar ativos ou prosseguir com ações legais contra credores.

Investir em fundos em dificuldades pode ser arriscado, mas pode potencialmente gerar retornos mais altos do que outros tipos de fundos de investimentos.

Sendo assim, reforçamos que é importante ter um amplo conhecimento sobre o ativo e o mercado antes de investir neste tipo de fundo.  

Gostou das informações descritas no artigo? Se você possui interesse em saber mais sobre como montar uma carteira eficaz no cumprimento de seus objetivos, fale conosco clicando aqui!

IR sobre investimentos: como devo declarar minhas aplicações?

Você compreende como funciona a tributação do IR sobre investimentos? Entende quais aplicações financeiras são ou não tributáveis? Sabe como declarar investimentos no exterior?

Em 2019, o prazo de entrega do Imposto de Renda para Pessoas Físicas vai até o dia 30 de abril. Por isso, se você investe e ainda não realizou a sua declaração de IR, é chegada a hora de contratar um profissional especializado no serviço.

Para entender mais sobre como declarar investimentos no Imposto de Renda, sejam eles nacionais ou internacionais, siga a leitura do artigo!

IR sobre investimentos: entenda quais são as aplicações tributáveis e não tributáveis no Imposto de Renda

Uma carteira de investimentos assertiva é composta por diferentes tipos de aplicações, como por exemplo os Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC), Debêntures, Fundos de Investimento Exclusivos, ações na Bolsa de Valores e outros. No entanto, ao falarmos de tributação, precisamos compreender que essas aplicações possuem diferentes características.

Investimentos Isentos de IR devem ser declarados, no entanto, não incidem tributação para quem aplica. Merecem destaque:

– CRIs e CRAs

Debêntures Incentivadas de Infraestrutura

Fundos de investimentos imobiliários

– LCA, LCI e LH

– Mercados à Vista de Ações (dividendos)

– Mercados à Vista (ações com vendas mensais inferior a R$ 20 mil)

– Ouro (com vendas mensais inferior a R$ 20 mil)

Investimentos NÃO isentos de IR devem ser declarados e possuem alíquota de tributação. Merecem destaque:

– CDBs

– COEs

– Debêntures

– ETFs

– Fundos de Investimentos

– Fundos de Investimentos Imobiliários (venda de cotas)

Devo declarar investimentos no exterior?

Se você possui investimentos no exterior, é importante compreender que o Imposto de Renda é isento apenas se o total das operações realizadas fora do Brasil não ultrapassa R$ 35.000,00 de renda líquida ao mês.

Caso contrário, os rendimentos serão tributáveis.

Os ganhos líquidos devem ser tributados como ganho de capital à alíquota progressiva.

O pagamento do imposto sobre os ganhos líquidos tributáveis auferidos no mercado de renda variável deve ser feito até o último dia útil do mês seguinte ao da operação, através do pagamento do Documento de Arrecadação da Receita Federal (Darf) com o código 8523.

Vale lembrar que tanto os ganhos relativos a ações no Brasil como no exterior são apurados e tributados mês a mês separadamente, não integrando a base de cálculo do imposto sobre a renda na Declaração de Ajuste Anual. Da mesma maneira, o imposto pago não pode ser deduzido do devido na declaração.

Ao declarar investimentos no Imposto de Renda, conte com profissionais especializados

Se as aplicações que constam em sua carteira de investimentos não são isentas de IR, você deve realizar a declaração de acordo com todas as normas previstas.

Para isso, a contratação de profissionais especializados na Declaração de Imposto de Renda é fundamental. Para saber como declarar de forma correta todos os seus rendimentos, entre em contato com o seu advogado e com o seu contador de confiança.

Esclareceu as suas dúvidas sobre o tema? Comente!

Fundos de Investimento: como funciona a seleção de produtos na Portofino

Compreender como funciona a seleção dos Fundos de Investimento em uma Gestora de Recursos é uma tarefa importante, que deve ser realizada por investidores preocupados com a excelência da gestão de seu patrimônio.

Pensando nisso, este artigo demonstra aos leitores quais são os critérios durante a seleção dos Fundos de Investimento da Portofino e, além disso, relembra as principais vantagens da aplicação em Fundos de Investimento Exclusivos e Restritos.

Para saber mais, siga a leitura!

Fundos de Investimento: como funciona a seleção de produtos realizada pela Portofino? Entenda!

Os Fundos de Investimento se caracterizam por uma estrutura formal de investimento coletivo, onde diferentes investidores reúnem os seus recursos para aplicar de forma conjunta no mercado financeiro.

Eles devem obedecer às normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a um regulamento próprio que estabelece regras relativas aos objetivos, política de investimento, riscos, ativos negociados, regime de tributação e outras informações relevantes.

Entre todas as classes disponibilizadas pelo mercado financeiro, como Renda Fixa, Multimercado, Renda Variável e Alternativo, por exemplo, a Portofino Investimento aplica principalmente através de Fundos.

Dessa forma, nos dedicamos a conhecer os gestores dos Fundos, mantendo um relacionamento próximo e compreendendo o que cada produto consegue agregar em sua classe, para a montagem de carteiras efetivas, que vão de acordo com as necessidades de cada um de nossos clientes.

As debêntures de companhia aberta podem ser distribuídas publicamente, nos termos da Instrução CVM 400/03, ou com restrição na distribuição, para um número limitado de investidores profissionais, nos termos da Instrução CVM 476/09.

Para aprovação dos Fundos, a Portofino dispõem de alguns pilares. São eles:

1) Universo de Fundos: classificação dos produtos pelo primeiro nível de classe, como Renda Fixa, Multimercado, Renda Variável, Alternativo;

2) Classificar em nosso Perfil Interno: a Portofino Investimentos possui um Perfil Interno para definição de suas estratégias. Por isso, é necessário que o Fundo atenda essas necessidades;

3) Uso de Ferramentas Quantitativas: avaliação da performance histórica dos Fundos em diferentes cenários macroeconômicos, performance ajustada pelo risco e consistência e atribuição de performance entre os instrumentos utilizados;

4) Diligência Qualitativa: qualidade da equipe, diferencial competitivo e expertise na atuação, estrutura societária e capacidade de retenção de talentos, estrutura operacional, controle de risco e código de ética;

5) Fit da Estratégia com Cenário Macroeconômico: compatibilidade do estilo de gestão frente à perspectiva macro; vantagem competitiva do gestor em face ao estágio do ciclo econômico;

6) Alocação na Carteira e Monitoramento: acompanhamento periódico (principais posições, risco, performance, alterações na equipe e sociedade, etc) e análise de correlação entre os gestores e concentração do risco;

7) Monitoramento dos Fundos não Aprovados: acompanhamento periódico de retorno frente aos pares que a Portofino utiliza de fundos não aprovados em um primeiro momento, mas que podem ter potencial futuro.

Conheça os Fundos de Investimento Exclusivos e Restritos

Os Fundos de Investimento Exclusivos e Restritos se caracterizam pela união de recursos de um ou mais condôminos (cotistas) investidos sob cuidados de um gestor qualificado. Este segue uma política de investimento, previamente definida em regulamento, buscando produtos e soluções a obter ganhos financeiros e garantir uma série de benefícios fiscais aos cotistas.

Esses fundos se caracterizam por benefícios como compensação e diferimento fiscal, benefícios no planejamento sucessório, auditoria e triplo controle e, além disso, gestão ativa e customizada dos assessores da Portofino Investimentos.

A Portofino Investimentos oferece aos seus clientes assessoria completa na gestão de recursos financeiros e na escolha de Fundos de Investimento que vão de acordo com os seus objetivos e perfil de investidor.

Para saber mais, entre em contato conosco clicando aqui.

Então, gostou do artigo? Se você esclareceu as suas dúvidas sobre como funciona a seleção dos Fundos de Investimento na Portofino, comente!

O que são debêntures e quais os seus benefícios ao investidor

Você sabe o que são debêntures? Consideradas um dos investimentos mais rentáveis do mercado financeiro, as debêntures são títulos de dívida emitidos por empresas de capital aberto – ou não – a fim de financiarem os seus projetos.

Quer entender melhor o que são debêntures e quais são as vantagens de implementá-las em sua carteira de investimentos?

Siga a leitura!

O que são debêntures? Entenda as características do ativo

Afinal, o que são debêntures? Quais as vantagens do ativo em relação a outros tipos de investimentos?

As debêntures são títulos representativos de dívida, que dão a seus detentores um direito de crédito contra as companhias emissoras, crédito esse que será pago no prazo, na forma, e com os juros e garantias que são apresentados aos investidores no momento de aquisição das debêntures.

Elas são consideradas investimento de renda fixa e, desse modo, podem ter rentabilidade prefixada ou pós-fixada associada a um indicador, como o CDI ou o IPCA. Vale dizer que a rentabilidade das debêntures merece destaque em relação a outros ativos, pois é potencialmente maior do que aqueles emitidos pelo governo e pelos bancos.

Quando emitidas por empresas de capital fechado, as debêntures devem observar as regras previstas na Lei das Sociedades Anônimas (S.A.) e as debêntures não podem ser ofertadas ao público. Se a companhia emissora for de capital aberto, as debêntures devem, além de cumprir a Lei das S.A., observar as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

As debêntures de companhia aberta podem ser distribuídas publicamente, nos termos da Instrução CVM 400/03, ou com restrição na distribuição, para um número limitado de investidores profissionais, nos termos da Instrução CVM 476/09.

No artigo de hoje, traremos mais detalhes sobre as Debêntures emitidas de acordo com a Instrução CVM 476 e conforme a Lei 12.431/11, também conhecidas como Debêntures Incentivadas.

Debêntures incentivadas oferecem isenção do imposto de renda

É cada vez mais recorrente o interesse de pessoas físicas pelas Debêntures Incentivadas, uma vez que uma das principais conveniências desse ativo é o imposto de renda com alíquota zero sobre os rendimentos de pessoas físicas e investidores estrangeiros.

Empresas que desejam realizar projetos de infraestrutura, como construção ou reforma de portos, aeroportos e estradas, podem emitir debêntures incentivadas para facilitar a captação dos recursos. Esses projetos têm como objetivo principal beneficiar a população e, por isso, elas recebem incentivos do governo, que se traduzem na alíquota zero do imposto de renda. Dessa forma, os ganhos obtidos com as debêntures incentivadas não são objeto de cobrança de IR.

Como investir em Debêntures Incentivadas?

Apesar das Debêntures Incentivadas poderem ser distribuídas por meio de oferta com escopo amplo (Instrução CVM 400), quase sempre a sua distribuição ocorre através de esforços restritos, sujeitas às regras mais simples previstas na Instrução CVM 476. No entanto, nessa modalidade a oferta só pode ser dirigida a, no máximo, 75 investidores profissionais – e subscrita por, no máximo, 50 desses investidores.

Como as ofertas restritas possuem um limite máximo de investidores, os distribuidores costumam dar preferência para gestoras de fundos e carteiras que reúnem, em uma única ordem de investimento, os pedidos de todos os seus clientes interessados, permitindo uma captação mais elevada. É por isso que, em grande parte dos casos, as Debêntures 476 são ofertadas para as gestoras de recursos como a Portofino Investimentos, em vez de serem distribuídas individualmente a cada investidor profissional.

Dessa forma, para o investidor ter acesso às Debêntures Incentivadas, a forma mais fácil e segura é ser cliente de uma gestora de recursos como a Portofino Investimentos, que possui acesso a praticamente todas as ofertas restritas de debêntures disponíveis no mercado e que, após uma análise cuidadosa, oferece aos seus clientes aquelas que apresentem melhor relação risco/retorno.

Os clientes da Portofino Investimentos podem investir nas Debêntures Incentivadas através de fundos que apliquem seu dinheiro nas debêntures ou por meio da aquisição direta das Debêntures Incentivadas, através do “espaço” disponibilizado pela gestora a seus clientes.

Ao contar com os serviços de uma gestora de recursos como a Portofino Investimentos, o investidor se beneficia com um processo mais rápido e de amplo acesso a ofertas restritas, viabilizando uma carteira de investimentos diversificada, escolhida por um gestor profissional.

Então, gostou da leitura? Para saber mais sobre o que são debêntures incentivadas, entre em contato conosco!

Simulador para planejamento financeiro: o que é e como ele pode lhe auxiliar

Se você acompanha nossos artigos, provavelmente já sabe o que é planejamento financeiro e qual a sua importância para a concretização de diferentes objetivos. No entanto, como realizar, de fato, um planejamento efetivo?

No artigo de hoje, demonstraremos o simulador para planejamento financeiro utilizado pela Portofino Investimentos, que permite diagnosticar a sua situação de vida atual e traçar planos para que a vida de seus sonhos possa ser alcançada.

Siga a leitura!

Simulador Portofino para Planejamento Financeiro: o que é e como funciona

Abrir a mente para uma vida inteira de possibilidades: em resumo, esse é um dos principais pilares do trabalho de planejamento financeiro realizado pela Portofino Investimentos.

Muitas vezes, consideramos determinados sonhos distantes de nossa realidade. No entanto, por mais que você ainda não saiba, eles podem ser plenamente realizados através do planejamento correto.

A Portofino utiliza um simulador para planejamento financeiro exclusivo, que possibilita o diagnóstico de sua situação de vida atual para que os seus planos futuros possam ser alcançados.

Para lhe mostrar mais sobre o funcionamento da ferramenta, o artigo de hoje realizará um planejamento financeiro fictício.

Acompanhe!

Primeiramente, os seus dados básicos são questionados. Nosso personagem fictício, chamado João da Silva, nasceu no dia 12/08/1965 e deseja tratar a aposentadoria no planejamento financeiro que está sendo realizado.

Posteriormente, João é questionado com qual idade gostaria de parar de trabalhar. Para ele, a idade de aposentadoria ideal seria aos 68 anos da idade.

Logo após, nosso sistema de planejamento financeiro questiona João qual o seu orçamento mensal. Atualmente, ele é remunerado com o valor total de R$ 40,000.00.

Tendo em vista que João possui uma renda atual de R$ 40.000,00, ele estima que, no futuro, seus gastos mensais serão ainda maiores, devido a questões relacionadas à saúde, administração de patrimônios e auxílio financeiro aos seus filhos e netos. Por isso, ele estipula que futuramente terá despesas mensais de R$ 55,000.00.

Depois de responder as questões básicas acima, João responde perguntas que irão determinar o seu perfil de investidor, com base em seu nível de exposição a riscos versus rentabilidade. (Para saber mais sobre como a Portofino define o perfil de seus investidores, acesso nosso artigo Investidor com perfil arrojado, moderado ou conservador: termos que não lhe definem).

Além disso, ele também é questionado sobre as suas despesas atuais mensais (que, atualmente, são de R$ 20.000,00), e suas receitas atuais mensais (que, atualmente, são de R$ 40,000.00).

Sendo assim, João gostaria de aportar mensalmente o valor de R$ 14.500,00.

Vale constar, também, que João possui outros recursos investidos. Dessa forma, ele possui as seguintes economias:

João possui os valores, mas não conta com reservas em fundos de previdência privada ou FGTS.

Após responder as questões mencionadas, João é direcionado para uma nova página. Com base nas respostas fornecidas anteriormente, João demonstra ao planejador financeiro os seus objetivos de vida e verifica a viabilidade de seus planos.

Após fornecer todos os dados necessários para a criação do planejamento financeiro, o assessor de João verifica através do software a viabilidade de seus planos.

No planejamento realizado pela Portofino Investimentos, o índice de 97% de sucesso do Plano Financeiro pode ser interpretado da seguinte forma:

As receitas estão a seu favor, a chance de não realizar seu planejamento é mínima. Você tem margem para ajustar suas retiradas.

Dessa forma, João possui plena capacidade de atingir todos os seus objetivos citados. Ele poderá usufruir de uma aposentadoria confortável, poderá realizar sua viagem dos sonhos anualmente e, claro, terá economizado um valor extra para cuidar de sua família em situações emergenciais.

Como ter acesso ao trabalho de planejamento financeiro realizado pela Portofino Investimentos?

Ao realizar o trabalho de Financial Life Management, as conversas mais importantes que teremos com você não serão sobre estratégias de investimento ou produtos para a previdência.

Na Portofino Investimentos, o foco é VOCÊ: quais os seus objetivos para o futuro, quem são as pessoas mais importantes em sua vida, quais são as suas ambições e sonhos.

Se você deseja saber mais sobre o nosso trabalho de planejamento financeiro, entre em contato conosco clicando aqui. Nossos assessores lhe auxiliarão na montagem de um plano personalizado, para que os seus objetivos possam ser realizados de acordo com a viabilidade dos seus recursos.

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