Reforma Tributária do Consumo | Atualizações e possíveis providências para contratos de aluguel

Reforma Tributária do Consumo | Atualizações e possíveis providências para contratos de aluguel

(Tempo de leitura: 1 minuto)

A nossa equipe de Wealth Planning preparou um material exclusivo sobre a Reforma Tributária do Consumo, com foco na parte imobiliária, de imóveis de pessoas físicas e jurídicas. Neste material abaixo, explicamos os impactos significativos dessa medida, especialmente para o mercado financeiro e a atividade imobiliária.

Woven City: a cidade futurista da Toyota aos pés do Monte Fuji

Woven City: a cidade futurista da Toyota aos pés do Monte Fuji

(Tempo de leitura 3 minutos)

O que você precisa saber:
Woven City é a cidade inteligente da Toyota, construída aos pés do Monte Fuji, no Japão, e projetada como um laboratório vivo de inovação tecnológica. Com foco em sustentabilidade, veículos autônomos e robótica, a cidade pretende ser um espaço para testar e desenvolver novas tecnologias voltadas para um futuro mais ecológico e automatizado.


Aos pés do majestoso Monte Fuji, no Japão, a Toyota está transformando uma visão futurista em realidade com a Woven City. Projetada para ser um laboratório vivo, essa cidade inteligente integra tecnologia de ponta com sustentabilidade e inovação. Veículos autônomos, inteligência artificial e robótica fazem parte do cotidiano, redefinindo a interação entre as pessoas e o ambiente urbano. Woven City não é apenas um experimento tecnológico, mas um olhar ousado para o futuro das cidades, onde a conexão entre o homem e a tecnologia promete criar uma nova forma de viver e evoluir.

As obras desse projeto inovador foram concluídas em outubro de 2024, e a partir deste ano os primeiros habitantes devem começar a morar na smart city. O principal objetivo será para testes de produtos da marca, onde a montadora japonesa irá desenvolver novas tecnologias à medida que as mudanças nas regulamentações e nos gostos dos consumidores direcionam a indústria automotiva para um futuro mais ecológico, eficiente e automatizado. Em primeiro momento, o espaço será ocupado por 360 habitantes e depois 2 mil pesquisadores e residentes, quando as fases seguintes forem sendo implementadas.

O termo “Woven”, que significa “tecido”, na tradução para o português, faz referência à história da Toyota na indústria têxtil com os teares automáticos, antes da empresa se tornar uma das maiores fabricantes de automóveis do mundo. Além disso, o termo também busca passar a ideia de entrelaçar novas tecnologias em um ecossistema coeso e sustentável. 

O conceito das cidades inteligentes está ganhando destaque. Ao redor do mundo vemos diversos casos de crescimento desse conceito, como, por exemplo, na Indonésia e na Grécia. O país asiático desenvolveu a smart city Nusantara, que é a sua nova capital, com custo estimado de US$ 32 bilhões. Enquanto na Europa, o projeto Ellinikon disputa para ser a maior cidade inteligente do mundo, com estimativa de provocar grande impacto na economia grega: aumento de 2,5 pontos percentuais do PIB, criar 80 mil novos empregos e gerar mais de 10 bilhões de euros.

Os projetos das cidades conectadas são beneficiados pelos avanços da tecnologia 5G, com o grupo GAFA (Google, Apple, Facebook, Amazon) e gigantes chinesas como Huawei, Tencent e Alibaba participando dos projetos.

Clique neste link e assista ao vídeo abaixo para saber mais detalhes da cidade inteligente da Toyota.

Análise dos mercados internacionais em 2025

Análise dos mercados internacionais em 2025

(Tempo de leitura: 1 minuto)

O nosso sócio e responsável pelas operações internacionais, Adriano Cantreva, participou ao vivo do CNN Money para falar sobre o cenário global.

Confira no vídeo abaixo a sua análise sobre a inflação americana, taxa de juros, o governo Trump e outros assuntos que impactam a economia internacional.

E, neste link, você confere o programa na íntegra.

Se fôssemos ingleses ou parlamentaristas, o Lula já teria caído.

Se fôssemos ingleses ou parlamentaristas, o Lula já teria caído.

Explicação da ascensão e queda de Liz Truss como primeira ministra do Reino Unido.

Liz Truss caiu como primeira ministra do Reino Unido devido a uma combinação de fatores políticos, econômicos e de liderança. Aqui estão as principais razões:

  1. Plano Econômico Mal Recebido

    Liz Truss e seu então Ministro das Finanças, Kwasi Kwarteng, anunciaram um “mini orçamento” em setembro de 2022 que incluía cortes significativos de impostos, especialmente para os mais ricos, sem apresentar um plano claro de como financiar essas medidas. A proposta gerou forte reação negativa nos mercados financeiros, resultando em uma queda acentuada na libra esterlina e no aumento dos juros dos títulos do governo britânico (Gilts).

  2. Perda de Confiança nos Mercados
    O plano foi percebido como fiscalmente irresponsável, especialmente em um momento de alta inflação e incertezas econômicas globais. O Banco da Inglaterra foi forçado a intervir para estabilizar o mercado de títulos e proteger fundos de pensão, o que evidenciou ainda mais a falta de confiança no governo de Truss.

  3. Falta de Apoio Político
    Dentro do Partido Conservador, muitos parlamentares ficaram insatisfeitos com as decisões econômicas de Truss, que contradiziam promessas feitas no manifesto do partido. Sua liderança foi rapidamente enfraquecida, com demissões e renúncias de aliados importantes, incluindo Kwasi Kwarteng, substituído por Jeremy Hunt.

  4. Crise de Liderança
    Truss foi criticada por sua incapacidade de comunicar e defender sua visão econômica, agravando a percepção de falta de preparo para lidar com as crises. Ela recuou em várias das medidas anunciadas, o que minou ainda mais sua credibilidade como líder.

  5. Instabilidade no Partido Conservador
    O Partido Conservador estava dividido e sob intensa pressão após anos de instabilidade política, incluindo o mandato de Boris Johnson. A queda de Truss foi vista como uma tentativa do partido de conter os danos antes das próximas eleições gerais.

Resultado:

Liz Truss anunciou sua renúncia em outubro de 2022, após apenas 44 dias no cargo, tornando-se a primeira ministra com o mandato mais curto da história do Reino Unido. Sua queda simbolizou um colapso da confiança em sua liderança e em sua abordagem econômica, deixando uma tarefa difícil para seu sucessor, Rishi Sunak, que herdou uma economia fragilizada e um partido dividido.

22/09/2022. London, United Kingdom. Official Portrait of Prime Minister Liz Truss in No10 Downing Street.
Picture by Simon Dawson / No 10 Downing Street


Linha do Tempo da Queda de Liz Truss

6 de setembro de 2022: Posse como primeira ministra
Liz Truss é nomeada primeira ministra pelo Rei Charles III após vencer a eleição interna do Partido Conservador, derrotando Rishi Sunak. Promete implementar políticas de cortes de impostos e crescimento econômico, alinhadas à sua visão de “Trussnomics”.

8 de setembro de 2022: Morte da Rainha Elizabeth II
Apenas dois dias após a posse, a Rainha Elizabeth II falece, mergulhando o país em luto nacional. As atividades políticas são adiadas, e Liz Truss faz um discurso de homenagem à monarca.

23 de setembro de 2022: Anúncio do “Mini Orçamento”
O Ministro das Finanças, Kwasi Kwarteng, apresenta um pacote econômico que inclui: cortes de impostos para os mais ricos, cancelamento do aumento de impostos sobre empresas e isenção do teto para bônus de banqueiros. O plano não inclui previsão de custos nem consulta ao Escritório de Responsabilidade Orçamentária (OBR), o que gera incerteza nos mercados financeiros.

26 de setembro de 2022: Crise nos Mercados Financeiros
A libra esterlina cai para uma mínima histórica em relação ao dólar. Os juros dos títulos do governo britânico disparam, aumentando os custos de financiamento. Fundos de pensão enfrentam risco de colapso devido à volatilidade nos mercados.

28 de setembro de 2022: Intervenção do Banco da Inglaterra
O Banco da Inglaterra intervém no mercado de títulos, comprando Gilts para estabilizar o sistema financeiro. A medida reforça a percepção de que o governo de Truss perdeu o controle da economia.

3 de outubro de 2022: Recuo no Corte de Impostos para os Mais Ricos
Liz Truss e Kwasi Kwarteng voltam atrás na proposta de eliminar a alíquota de 45% do imposto de renda para os mais ricos, após forte pressão pública e de parlamentares conservadores. O recuo é visto como uma humilhação para o governo.

14 de outubro de 2022: Demissão de Kwasi Kwarteng
Kwasi Kwarteng é demitido como Ministro das Finanças, tornando-se o segundo a ocupar o cargo em menos de um ano. Jeremy Hunt é nomeado para o cargo e rapidamente desfaz a maior parte das políticas econômicas de Truss.

17 de outubro de 2022: Jeremy Hunt Reverte o Mini Orçamento
Jeremy Hunt anuncia o cancelamento de quase todas as medidas econômicas propostas no “mini orçamento”, incluindo os cortes de impostos e os subsídios de energia a longo prazo. Truss perde ainda mais credibilidade política, com Hunt assumindo, na prática, o controle da política econômica.

19 de outubro de 2022:Caos no Parlamento
Durante uma votação sobre fracking, surgem relatos de que parlamentares conservadores foram coagidos a apoiar o governo. A crise de liderança se aprofunda, com críticas à gestão de Truss.

20 de outubro de 2022: Renúncia
Após apenas 44 dias no cargo, Liz Truss anuncia sua renúncia como primeira ministra, tornando-se a chefe de governo com o mandato mais curto da história do Reino Unido.

25 de outubro de 2022: Rishi Sunak Assume o Cargo
Rishi Sunak é eleito líder do Partido Conservador e se torna o novo primeiro-ministro do Reino Unido.



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Este é um conteúdo Portofino Multi Family Office e não possui nenhuma intenção política ou partidária.

Esfera Brasil | Tarcísio será presidente em 2030, afirma Kassab

Esfera Brasil | Tarcísio será presidente em 2030, afirma Kassab

(Tempo de leitura: 5 minutos)

O que você precisa saber
Gilberto Kassab comentou sobre o cenário para as eleições de 2026 e também analisou o momento de sucessão no Congresso.


Por Esfera Brasil

Em nosso encontro com empresários na terça-feira, 19, Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD e secretário de Governo e Relações Institucionais de São Paulo, voltou sua fala principal ao governador Tarcísio de Freitas, a quem rasgou elogios. Kassab, que tem em seu currículo posições como prefeito de São Paulo e ministro de Estado, afirmou com veemência que “Tarcísio vai se eleger [presidente do Brasil] em 2030”. “E eu não vejo adversário”, acrescentou.

Líder do partido que mais fez prefeitos em 2024, Kassab é um notório cacique da política brasileira. Por seu conhecimento, recebeu perguntas sobre possíveis candidatos diante do cenário ainda nebuloso que se desenha para 2026. Na opinião dele, Tarcísio pode, mas não deve se lançar candidato à Presidência ainda — mesmo diante das incertezas de Lula.

“Ele tem uma pedrinha no caminho chamada ‘Bolsonaro’. Bolsonaro já avisou, nas entrevistas que ele dá, que é candidato de qualquer jeito e que o problema do Tarcísio é São Paulo”, disse. “Tarcísio, para ser candidato, precisa renunciar daqui a um ano. Como ele vai anunciar que vai renunciar com essa postura do Bolsonaro?”, complementou com uma pergunta.

Ainda sobre 2026, Kassab afirmou que, caso Lula e Tarcísio sejam os nomes do pleito, é possível que o PSD não apoie nenhum dos dois e lance um terceiro candidato. “O objetivo do PSD sempre será ter candidato próprio”.

Sucessão no Congresso

O presidente do PSD não vê Lula desgastado no Congresso, pelo contrário: acredita que a escolha de Hugo Motta como principal candidato à sucessão de Arthur Lira na presidência da Câmara só aconteceu porque houve o apoio de Lula.

“Quem está fazendo o Hugo Motta é o Lula. Porque, se Lula apoiasse Elmar [Nascimento], Elmar estaria eleito. Se Lula apoiasse Antonio Brito, Antonio Brito estaria eleito. Então Hugo Motta, com certeza, não vai criar nenhum problema para Lula”, avaliou. Quanto à sucessão no Senado, que tem Davi Alcolumbre como principal nome, Kassab acredita que também há a interferência de Lula, mesmo que, nesse caso, a estratégia tenha sido não fortalecer qualquer alternativa a Alcolumbre.

Na opinião de Kassab, Lula ainda tem força e pode ser reeleito em 2026 — mas isso dependeria de ajustes na economia. “Lula vai ter que definir agora qual é a dele, qual é o caminho dele. É o populismo, é o gasto, ou ele vai querer um país com equilíbrio fiscal e vai se dirigir mais ao centro?”, indagou. “E se ele fizer um pacote razoável — eu torço para que faça —, sinalizando para o equilíbrio fiscal, eu acredito que ele não vai ter problemas no Congresso”.

Segundo declaração dada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na segunda-feira, 18, o tão aguardado pacote de cortes de gastos do governo está definido, mas seu anúncio ainda depende de retorno do Ministério da Defesa. Especialistas estimam que o pacote pode chegar a um valor entre R$ 30 bilhões e R$ 50 bilhões nos orçamentos de 2025 e 2026.

Governador?

Quando questionado se tentaria ser governador de São Paulo, cadeira hoje ocupada por Tarcísio, Kassab respondeu que acha ter preparo para o cargo. “Eu gostaria, sim, de ter essa oportunidade, seria o coroamento de uma carreira. Mas é uma vontade que não pode ser traduzida numa obstinação”, relatou.

Somos parceiros da Esfera BR, uma iniciativa independente e apartidária que fomenta o pensamento e o diálogo sobre o Brasil, um think tank que reúne empresários, empreendedores e a classe produtiva. Todas as opiniões aqui apresentadas são dos participantes do evento. O nosso posicionamento nesta iniciativa é o de ouvir todos os lados, neutro e não partidário.

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