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Holding familiar ITBI, entenda tudo sobre o assunto!

Holding familiar ITBI, entenda tudo sobre o assunto!

por danielbarbuglio | 12 abr 2023 | Uncategorized

Neste artigo, vamos abordar tudo o que você precisa saber sobre holding familiar e ITBI.

A criação de uma holding familiar pode trazer diversos benefícios, como a proteção patrimonial e a redução da carga tributária.

Além disso, a isenção do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) para holdings familiares pode gerar uma economia significativa na transferência de imóveis para a empresa.

No entanto, é fundamental entender as condições para a obtenção da isenção e os cuidados necessários para a estruturação adequada da holding. Continue lendo para entender tudo sobre o assunto!

Não perca tempo e conte com a expertise da Portofino para a isenção do ITBI na transferência de imóveis!

Holding familiar, o que é?

Uma holding familiar é uma empresa criada para gerenciar e controlar o patrimônio de uma família, consolidando os interesses e bens de seus membros em uma única estrutura empresarial.

De maneira geral, a holding familiar é controlada pelos membros da família, que possuem participações acionárias ou cotas na empresa.

Uma das principais vantagens de uma holding familiar é a possibilidade de organizar e proteger o patrimônio da família, minimizando riscos e garantindo uma gestão mais eficiente e profissional.

Além disso, a holding pode oferecer benefícios fiscais, como a redução de impostos sobre heranças e doações, e facilitar a sucessão patrimonial entre gerações.

Holdings familiares podem ser constituídas sob diversas formas jurídicas, como sociedades anônimas, limitadas ou de responsabilidade limitada, dependendo das preferências e necessidades dos membros da família.

É importante ressaltar que a criação de uma holding familiar deve ser realizada com o auxílio de profissionais especializados em direito empresarial e tributário, a fim de garantir uma estruturação adequada e legalmente segura.

Afinal, o que é ITBI?

O Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) é um tributo de responsabilidade municipal que deve ser pago quando ocorre a transferência onerosa de propriedade de bens imóveis entre pessoas vivas, por qualquer motivo.

A previsão legal para a instituição desse imposto está presente no artigo 156 da Constituição Federal, que determina a competência dos municípios para instituir imposto sobre a transmissão “inter vivos”, por ato oneroso, de bens imóveis e direitos reais sobre imóveis, exceto os de garantia, bem como cessão de direitos a sua aquisição.

Por regra, sempre que ocorre uma transmissão de propriedade de bens imóveis entre pessoas vivas, é necessário pagar o ITBI.

Entretanto, no contexto de holdings familiares, há circunstâncias específicas que podem ser analisadas em conjunto com um advogado especialista em holdings, que podem ensejar a não obrigatoriedade do pagamento desse tributo.

Holding familiar, quais as vantagens e desvantagens?

A holding familiar apresenta diversas vantagens e desvantagens, que devem ser avaliadas pelos membros da família antes de decidir pela criação e estruturação desse tipo de empresa. Confira a seguir as vantagens e desvantagens dessa estratégia:

Vantagens da holding familiar

Veja as vantagens da holding familiar a seguir:

  • Organização patrimonial: a holding permite consolidar os interesses e bens de uma família em uma única estrutura empresarial, facilitando a gestão e proteção do patrimônio familiar;
  • Profissionalização da gestão: a holding pode contar com uma equipe de profissionais especializados em áreas como administração, finanças e contabilidade, garantindo uma gestão mais eficiente e profissional;
  • Planejamento sucessório: a holding possibilita uma melhor organização da sucessão patrimonial entre gerações, evitando conflitos familiares e reduzindo custos com impostos e taxas.
  • Benefícios fiscais: a holding pode oferecer benefícios fiscais, como a redução de impostos sobre heranças e doações, desde que seja estruturada adequadamente.

Desvantagens da holding familiar

Apesar de serem uma ótima forma de gerir o patrimônio de uma família, holdings também podem ter desvantagens. Confira elas a seguir:

  • Custo de estruturação: a criação e estruturação da holding pode ser complexa e envolver altos custos com advogados, contadores e outros profissionais especializados;
  • Formalidades legais: holdings devem seguir diversas formalidades legais, como a elaboração de contratos sociais e estatutos, além de estar em conformidade com as leis e regulamentações aplicáveis;
  • Possibilidade de conflitos: a holding pode ser objeto de disputas e conflitos entre os membros da família, especialmente em caso de divergências quanto à gestão do patrimônio;
  • Limitações na administração do patrimônio: a holding pode limitar a autonomia dos membros da família em relação à administração de seus bens, especialmente se não houver um acordo claro quanto à distribuição de poder e responsabilidades.

Isenção de ITBI em Holding, como funciona?

Isenção de ITBI em Holding, como funciona?

A isenção do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) é um benefício fiscal previsto na Constituição Federal para as holdings familiares que não exerçam atividade preponderante no setor imobiliário.

Isso significa que, quando uma pessoa física transfere seus bens imóveis para uma holding familiar, essa transação não estará sujeita ao pagamento do ITBI, desde que a atividade preponderante da empresa não seja a compra e venda de imóveis, locação de bens imóveis ou arrendamento mercantil.

No entanto, é importante destacar que a isenção do ITBI não se aplica aos bens que excederem o limite do capital social da empresa.

Além disso, caso a atividade preponderante da holding seja a exploração do mercado imobiliário, haverá a incidência do imposto sobre a transmissão dos bens imóveis.

A integralização do capital social da holding com bens imóveis deve ser feita dentro do valor total do capital social, para que a imunidade tributária seja mantida.

No entanto, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no RE 796.376/SC determinou que a imunidade tributária não se aplica aos bens que excederem o limite do capital social da empresa.

Apesar das limitações, a criação de uma holding familiar ainda pode trazer benefícios fiscais significativos, como a redução de impostos sobre heranças e doações, bem como a tributação da renda da empresa em uma alíquota mais baixa do que a da pessoa física.

Entretanto, é fundamental contar com o auxílio de uma equipe especializada para garantir uma estruturação adequada e segura da holding.

Todos os tipos de Holding podem ficar isentos do ITBI?

Não. A isenção do ITBI está prevista na Constituição Federal e se aplica a todos os tipos de holdings, desde que atendam a algumas condições.

A holding deve ser constituída de acordo com a legislação em vigor e sua atividade preponderante não pode ser a compra e venda de imóveis, locação de bens imóveis ou arrendamento mercantil.

Também vale destacar que a imunidade tributária não se aplica aos bens que excederem o limite do capital social da empresa.

Portanto, todos os tipos de holdings familiares podem se beneficiar da isenção do ITBI, desde que atendam às condições previstas na Constituição Federal e na legislação tributária.

Tenha uma transferência de imóveis tranquila e com isenção do ITBI com a Portofino Multi Family Office!

Conclusão

A holding familiar é uma excelente estratégia para manter o patrimônio da família unificado e organizado, além de ser uma opção interessante para a economia de impostos, como o ITBI.

Contudo, é importante ter um planejamento financeiro eficiente para garantir a segurança e a rentabilidade dos investimentos.

Nesse contexto, a Portofino Multi Family Office oferece serviços de Wealth Management personalizados e completos para atender às necessidades de cada família.

Com uma equipe de mais de 40 especialistas alinhados aos objetivos dos clientes, a Portofino proporciona soluções exclusivas de gestão de patrimônio, planejamento financeiro, investimentos e soluções fiscais e tributárias.

Não deixe de conhecer e aproveitar os serviços da Portofino para garantir uma gestão patrimonial eficiente e segura. Entre em contato com a equipe da Portofino para saber mais!

Carta de Intenção de Compra: o que é, importância e como fazer

Carta de Intenção de Compra: o que é, importância e como fazer

por danielbarbuglio | 4 abr 2023 | Uncategorized

A carta de intenção de compra é um documento fundamental em processos de compra e venda, que estabelece o interesse de uma das partes em adquirir determinado produto ou serviço.

Esse documento pode ser utilizado em diversas situações, desde a compra de um imóvel até a aquisição de um carro, passando por serviços e equipamentos em geral.

Neste texto, vamos discutir a importância da carta de intenção de compra, o que ela deve conter e como elaborá-la de forma eficiente. Continue lendo para entender tudo sobre o assunto:

O que é uma Carta de Intenção de Compra?

Uma Carta de Intenção de Compra é um documento que registra a intenção de uma pessoa ou empresa em comprar um bem ou serviço específico.

Este documento é geralmente escrito antes de uma compra ser concluída e inclui informações detalhadas sobre o bem ou serviço em questão, e todos os  termos e condições de compra.

A Carta de Intenção de Compra é usada para estabelecer as bases da negociação e para garantir que ambas as partes estejam de acordo sobre os termos e condições da transação.

Ela pode ser especialmente útil em negociações complexas, como fusões e aquisições de empresas, pois ajuda a evitar mal-entendidos e conflitos futuros.

Embora a Carta de Intenção de Compra não seja obrigatória, ela é amplamente utilizada porque pode ajudar a proteger os interesses de ambas as partes envolvidas na negociação.

Ao registrar por escrito as intenções de compra, os compradores e vendedores podem ter mais clareza sobre as expectativas uns dos outros e garantir que estejam trabalhando juntos em direção a um objetivo comum.

Proteja e amplie seu patrimônio com a Portofino Multi Family Office. Conheça nossas soluções de Wealth Management agora!

Para que serve a Carta de Intenção de Compra?

A Carta de Intenção de Compra é um documento que registra a intenção do comprador em adquirir um bem específico.

Por meio dele, é possível deixar claro os pontos centrais do acordo, oficializar o início das negociações e fornecer salvaguardas para ambas as partes.

Ao assinar a Carta de Intenção, o vendedor concorda em seguir com as negociações, o que dá ao comprador a segurança de que seus esforços não serão em vão.

Isso significa que a Carta de Intenção estabelece um compromisso moral entre as partes, o que ajuda a evitar futuras discordâncias.

Embora a Carta de Intenção de Compra não seja obrigatória, ela pode trazer diversas vantagens para as partes envolvidas.

Afinal, ela permite que as partes negociem seus interesses até chegarem a um consenso final, de forma a conduzir a negociação da melhor maneira possível.

O que esperar de uma Carta de Intenção de Compra

O que esperar de uma Carta de Intenção de Compra

Se você está prestes a negociar a compra de uma empresa, é muito provável que uma Carta de Intenção de Compra seja um dos primeiros documentos que você receberá do potencial comprador.

Mas o que exatamente esta carta inclui? Ela tem cunho contratual? São obrigatórias? Confira a seguir o que esperar de uma Carta de Intenção de Compra: 

O que a carta inclui?

O conteúdo das cartas varia de acordo com cada transação, mas geralmente um documento desses inclui os seguintes termos:

  • Estrutura do negócio: se refere à forma como a transação será realizada, ou seja, se é uma compra de ações da empresa ou de seus ativos. A estrutura pode ter implicações fiscais e legais, por isso é importante que seja especificada na carta;
  • Formas de pagamento: inclui informações sobre como o pagamento será realizado, se será à vista, parcelado ou se haverá algum tipo de financiamento. As formas de pagamento também podem ter implicações fiscais e legais, portanto, é importante que sejam especificadas na carta;
  • Data de fechamento: se refere à data em que a transação será concluída. É importante que ambas as partes concordem com a data de fechamento para evitar qualquer confusão ou atraso;
  • Condições de fechamento: são as condições necessárias para que a transação seja concluída, tais como aprovações regulatórias ou financeiras, e podem incluir outras condições específicas que precisam ser atendidas antes da conclusão da transação;
  • Período de exclusividade: é o tempo que a parte compradora tem para concluir a transação antes que a parte vendedora possa buscar outras opções de compra. Isso pode ser importante para a parte compradora, pois lhe dá tempo para realizar sua due diligence e garantir que a transação seja viável antes de comprometer recursos financeiros;
  • Taxa de rescisão: é um valor que a parte compradora pode ser obrigada a pagar se desistir da transação antes do fechamento, como uma forma de compensar a parte vendedora pelo tempo e esforço dedicados ao processo;
  • Compensação da gerência: refere-se a qualquer compensação que a equipe de gerência da empresa possa receber como parte da transação, como bônus de desempenho ou opções de ações;
  • Due diligence: é a análise detalhada que a parte compradora realiza da empresa antes de fechar o negócio, para garantir que a transação seja viável e que não haja problemas ocultos;
  • Confidencialidade: se refere a um acordo que as partes podem fazer para manter a transação em sigilo, evitando que informações sensíveis sejam divulgadas para terceiros;
  • Aprovações: se refere às aprovações necessárias para que a transação seja concluída, como aprovações regulatórias, de acionistas ou de outros stakeholders relevantes;
  • Escrow: é um acordo entre as partes para reter uma parte do pagamento em uma conta de terceiros até que todas as condições da transação sejam atendidas;
  • Representações: são declarações feitas pela parte vendedora sobre a empresa que está sendo vendida, como a propriedade de ativos, obrigações financeiras e outros aspectos relevantes;
  • Garantias: são promessas feitas pela parte vendedora para compensar a parte compradora caso as representações não sejam precisas ou completas. As garantias podem ser específicas ou abrangentes.

A Carta tem cunho contratual?

Cartas de Intenção de Compra não têm cunho contratual, mas algumas cláusulas específicas podem ser interpretadas dessa forma se assim tratadas pelo investidor ou empresário envolvido na negociação.

O importante é que o empresário não espere que os termos descritos na Carta sejam finais, uma vez que o investidor ainda não conduziu um processo completo de due diligence.

Cartas de Intenção de Compra são obrigatórias?

Não. Cartas de Intenção de Compra não são obrigatórias em transações de aquisição.

Todavia, elas podem ser úteis para acelerar o processo de negociação, pois podem ser usadas para focar nos elementos mais importantes do negócio e para abordar todos os potenciais tópicos de discussão logo na fase inicial.

O que acontece uma vez que a Carta foi assinada?

Uma vez que a Carta de Intenção de Compra foi assinada, o próximo passo é realizar a due diligence, em que o potencial comprador terá a oportunidade de investigar mais detalhadamente a empresa que está sendo adquirida.

Após a due diligence, será redigido um acordo de aquisição final, que incluirá todos os detalhes acordados durante as negociações.

Como fazer uma Carta de Intenção de Compra?

Como fazer uma Carta de Intenção de Compra?

Veja a seguir um passo a passo de como fazer uma Carta de Intenção de Compra:

1. Defina os termos do negócio

Delimitar criteriosamente cada um desses aspectos é fundamental para assegurar que todas as partes envolvidas estejam cientes dos compromissos assumidos e dos benefícios esperados.

Também é uma forma de evitar possíveis disputas ou mal-entendidos no decorrer do processo de negociação.

2. Escreva a carta

Depois de definir os termos do negócio, escreva a carta de intenção de compra.

Comece com uma introdução que explique o motivo da carta e descreva brevemente o negócio. Em seguida, inclua os termos do negócio em detalhes.

3.Revise a carta

Após escrever a carta, revise-a cuidadosamente para garantir que todos os termos estejam claros e corretos.

Certifique-se de que a ela esteja livre de erros ortográficos e gramaticais.

4. Obtenha as assinaturas

Uma vez que a carta esteja pronta, é hora de obter as assinaturas das partes envolvidas.

É importante que as partes compreendam que a carta não é um contrato, mas sim um documento que indica a intenção de fechar um negócio.

5. Encaminhe a carta

Após as assinaturas, o próximo passo é encaminhar a carta para todas as partes envolvidas no negócio.

Lembre-se de que a Carta de Intenção de Compra é um documento importante no processo de aquisição de uma empresa, por isso é importante dedicar tempo e atenção aos detalhes na sua elaboração.

Se necessário, consulte um advogado especializado em transações de compra e venda de empresas para obter orientação sobre a redação da carta.

Como apresentar a Carta de Intenção de Compra?

A Carta de Intenção de Compra é um documento que deve ser apresentado de forma clara e profissional para garantir que as partes envolvidas na transação a compreendam completamente.

Veja a seguir algumas dicas para apresentar este documento::

  • Envie a carta de modo formal: a carta deve ser enviada em papel timbrado da empresa ou em um formato eletrônico com um cabeçalho apropriado;
  • Adicione uma introdução: antes de entrar em detalhes sobre os termos do negócio, faça uma introdução clara e sucinta que descreva o motivo da carta e o objetivo da transação;
  • Organize os termos do negócio de forma clara e ordenada: os termos do negócio devem ser organizados de forma lógica e fácil de seguir. É importante usar títulos e subtítulos para que os termos sejam facilmente identificáveis;
  • Destaque os itens mais importantes: os pontos mais importantes da carta devem ser destacados em negrito ou itálico para que sejam facilmente identificáveis;
  • Use uma linguagem clara e direta: você deve usar uma linguagem clara, concisa e direta ao ponto. Evite jargões técnicos ou palavras complicadas que possam dificultar a compreensão;
  • Revise e corrija erros: antes de apresentar a carta, revise-a cuidadosamente para garantir que não haja erros gramaticais ou de ortografia. Se possível, peça a outra pessoa que revise também;
  • Apresente a carta em pessoa: se possível, é sempre melhor apresentar a Carta de Intenção de Compra em uma reunião presencial. Isso permite que as partes envolvidas discutam os termos em tempo real e esclareçam quaisquer dúvidas ou preocupações.

Fale com nossa equipe de especialistas em gestão de patrimônio e encontre a melhor solução para sua família. Clique aqui e entre em contato com a Portofino!

Conclusão

A carta de intenção de compra é uma ferramenta muito importante para quem busca segurança e transparência em uma transação comercial.

É por meio dela que o comprador pode formalizar o interesse em adquirir um determinado produto ou serviço, estabelecendo condições claras e objetivas para a negociação.

Além disso, a carta de intenção de compra é um documento que pode ser utilizado para comprovar a seriedade e o comprometimento das partes envolvidas na transação.

Para quem busca segurança na gestão patrimonial e soluções personalizadas para sua família, a Portofino Multi Family Office oferece serviços de Wealth Management baseados na transparência, ética e responsabilidade.

Com mais de 40 especialistas alinhados exclusivamente aos seus objetivos, a Portofino é capaz de oferecer soluções que vão desde a gestão de contas até o planejamento sucessório.

Além disso, também oferecemos serviços de investimentos onshore e offshore, soluções fiscais e tributárias, plano de sucessão e educação financeira, entre outros.

Se você procura a melhor solução para o seu patrimônio, conte com a equipe da Portofino Multi Family Office. Entre em contato agora mesmo!

Wealth Planning: entenda como funciona o planejamento e os principais serviços para cuidar do seu patrimônio

Wealth Planning: entenda como funciona o planejamento e os principais serviços para cuidar do seu patrimônio

por danielbarbuglio | 1 fev 2023 | Uncategorized

Wealth planning é planejar como seu patrimônio será construído considerando várias necessidades suas e da sua família.

O conceito é bastante abrangente e pode envolver todos os bens e patrimônio bem como os recursos e investimentos de uma pessoa ou de vários integrantes de uma família.

Para entender melhor como funciona esse planejamento, sua importância e como fazer a gestão dos seus bens e como conservar e até aumentar o seu patrimônio.

Boa leitura.

O que é Wealth Planning?

O planejamento de riqueza ou wealth planning, é um processo importante para aqueles que procuram administrar suas finanças, tanto agora como no futuro. 

É um componente integral da construção da estabilidade financeira e da garantia de que quaisquer recursos que você tenha sejam utilizados ao seu mais alto potencial. 

O planejamento patrimonial pode abranger uma variedade de serviços, tais como consultoria de investimento, gestão de ativos, orçamento, planejamento patrimonial e até mesmo preparação de impostos.

Ou seja, é um serviço que demanda um conhecimento multidisciplinar para que seja feito da maneira mais rentável e segura possível. 

Através do planejamento patrimonial, você pode estabelecer metas para si mesmo ou para sua família e desenvolver estratégias que o ajudem a alcançá-las. 

Quer se trate de aposentadoria, administração de fluxo de caixa ou algo completamente diferente, o planejamento patrimonial pode ajudar a guiá-lo em direção à segurança financeira – embora tenha certeza de contar com a ajuda de profissionais qualificados que possam dar conselhos sólidos.

A especialidade da Porto Fino é justamente o gerenciamento de patrimônio, com equipe multidisciplinar e resultados comprovados, conheça mais sobre nossos serviços.

Importância do wealth planning

Importância do wealth planning

Sem um planejamento, as chances são que um grande patrimônio possa ficar abaixo do seu potencial de crescimento ou mesmo se esvair em uma eventual sucessão.

Proteger os bens que você já possui é uma das funções, contudo, o bom planejamento patrimonial visa buscar estratégias para aumentar os ganhos, diversificando investimentos e otimizando custos.

Essa otimização passa por uma maior eficiência tributária, investimentos mais rentáveis, sucessão tranquila e uma gestão de pessoas para evitar eventuais disputas judiciais.

Documentos como inventário e testamento são itens importantíssimos para a sucessão de uma herança, então o planejamento deve levar em conta também essas questões.

Utilizar as ferramentas para um wealth planning eficiente e garantir que o futuro da sua família seja próspero.

Serviços de Wealth Planning

Como mencionamos, o planejamento patrimonial é multidisciplinar, portanto são necessárias várias ferramentas de gestão para que seja possível garantir a máxima eficiência desse processo.

Confira a seguir os principais serviços que compõem o planejamento patrimonial:

Planejamento de patrimônio

Começando pelo planejamento do patrimônio que, em essência, consiste em organizar tudo que um indivíduo ou família possui de ativos e de passivos.

Muitas famílias não têm noção exata dos seus ativos e nem dos seus passivos e por isso acabam perdendo patrimônio ou deixando de rentabilizar por desconhecimento.

Organizar essas entradas e saídas é o primeiro passo para estruturar o que será necessário para solidificar o patrimônio já conquistado e buscar formas de fazê-lo crescer.

Planejamento sucessório

O patrimônio familiar, mesmo quando bem administrado, eventualmente ele terá que ser passado adiante, afinal, nenhum de nós somos eternos.

Ainda assim, é comum que muitos tendem a deixar essa organização mais para frente, porém o falecimento pode vir antes do esperado.

Tendo herdeiros, é fundamental organizar a sucessão, seja por meio de doações ou por um testamento mais criterioso.

Planejamento de imigração

Enviar um filho para estudar no exterior, por exemplo, é uma tarefa que impacta muito o patrimônio, e por vezes pode ser interessante planejar bem as condições para facilitar essa viagem

Diversificar em investimentos fora do país ou “dolarizar” o patrimônio como muitos dizem, pode ser um caminho para facilitar a imigração de um familiar ou mesmo a repatriação de quem está fora.

Abrir uma conta internacional também pode ser uma ótima maneira de garantir que os custos da viagem serão menos impactantes no patrimônio.

Soluções de Wealth Planning

Soluções de Wealth Planning

Entendendo quais os principais serviços de um bom planejamento patrimonial, agora vamos conferir algumas maneiras de alavancar o patrimônio, em vez de só protegê-lo.

Investimentos

A gestão de patrimônio passa por não deixar o dinheiro parado, então é preciso investir da forma adequada.

Primeiro é preciso considerar o seu perfil investidor, se é mais conservador ou arrojado, para entender quanto do patrimônio pode ser empregado em aumentar a rentabilidade.

Além disso, nos serviços de gestão patrimonial, são designados investidores experientes e qualificados para aumentar o seu capital sem correr muitos riscos.

Investimentos em renda fixa, fundos imobiliários, ativos na Bolsa e etc.., todos são considerados na formulação de uma carteira diversificada. 

A diferença é que os mais arrojados terão mais ativos de renda variável e os conservadores terão renda fixa como base.

Testamento

O testamento é uma parte delicada do planejamento sucessório pois pode gerar conflitos nas relações familiares.

Porém, não fazer um pode gerar ainda mais prejuízos em um eventual falecimento do responsável.

Organizar a sucessão por meio de um testamento criterioso, favorece também a eficiência tributária, garantindo que a maior parte do patrimônio seja passada adiante, sem muitas taxações.

Seguros

Nada protege mais um patrimônio familiar do que os seguros, pois gastos inesperados podem ser muito danosos.

Um acidente de carro por exemplo, pode tanto ser custoso em despesas médicas como também no conserto ou compra de um novo veículo.

Também vale considerar o seguro de vida, que é um dispositivo que facilita muito a passagem dos seus bens para os herdeiros.

Holdings

As holdings são empresas específicas para gerenciar o patrimônio de uma família, sendo uma maneira profissional de alocar seus recursos visando a proteção e também o crescimento.

Também agregam eficiência tributária que pode ser muito importante na hora da sucessão, já que o estado fica, em média, com 10% do patrimônio na forma de tributos.

A Porto Fino Multifamily Office foi criada justamente com essa premissa de gerenciar o patrimônio familiar de forma a garantir que tudo aquilo que você construiu não se perca.

Temos uma junta de profissionais multidisciplinar para atuar na área financeira, jurídica, investimentos e até gestão de crises.

Conheça um pouco mais do que fazemos e como nossos serviços são ideais para o seu wealth planning.

Conclusão

O wealth planning é a forma mais estruturada de garantir a proteção do seu patrimônio e posteriormente uma sucessão menos custosa para os herdeiros.

É preciso fazer isso de uma forma profissional, para não só otimizar os custos como também fazer o patrimônio crescer. Na Porto Fino, temos todas as ferramentas e profissionais para um planejamento patrimonial eficiente e rentável, saiba mais sobre.

Boas Festas!

por danielbarbuglio | 9 dez 2022 | Uncategorized

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