Investidor Não Residente pode ser atendido pela Portofino Investimentos? Entenda

“A Portofino Investimentos presta atendimento para Investidor Não Residente”?

O questionamento elencado acima é um dos que mais recebemos de clientes que pretendem morar fora do país ou então de pessoas que residem no exterior e têm interesse por nossos serviços.

Com o objetivo de esclarecer o questionamento, este artigo explica quais são as características que configuram um Investidor Não Residente e, é claro, se atendemos ou não esse perfil de cliente.

Para saber mais, siga a leitura!

O que diz a CVM sobre o Investidor Não Residente (INR)

De acordo com a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), Investidores Não Residentes (INRs) são pessoas físicas ou jurídicas, inclusive fundos ou outras entidades de investimento coletivo, com residência, sede ou domicílio no exterior e que investem no Brasil.

De acordo com a Resolução 4.373 de 29 de setembro de 2014, o Investidor Não Residente é o brasileiro que se mudou para o exterior e realizou a declaração de saída definitiva para a Receita Federal ou, então, um investidor de outra nacionalidade que não reside no Brasil mas deseja realizar aplicações em nosso país.

De acordo com a legislação, para que um Investidor Não Residente possa realizar aplicações no Brasil, é necessário contar com um representante legal para a realização de um relatório mensal para a CVM.

Entre os diferentes benefícios de ser um Investidor Não Residente, podemos destacar a possibilidade que o investidor tem de obter uma série de benefícios fiscais para investir no mercado brasileiro, como por exemplo o investimento em ações e títulos públicos isentos de IR.

A Portofino atende Investidores Não Residentes? Entenda!

Em geral, a melhor forma de investir no Brasil residindo no exterior é por meio de gestoras independentes como a Portofino Investimentos. Portanto, em resposta ao seu questionamento, saiba que sim, atendemos Investidores Não Residentes.

Contamos com a parceria de instituições de primeira linha – que já prestam atendimento para milhares de Investidores Não Residentes – e, dessa forma, conseguimos realizar esse tipo de serviço, proporcionando oportunidades exclusivas para INRs.

Atendemos diversas famílias que atualmente residem no exterior, como por exemplo nos Estados Unidos e outros países europeus, mas que desejam continuar aplicado seus recursos com profissionais brasileiros.

Através de uma metodologia personalizada, estruturamos carteiras que vão de encontro com os objetivos de cada investidor, seja ele residente brasileiro ou não. Vale lembrar que a tributação para Investidor Não Residente é diferente daquela aplicada aos brasileiros. Dessa forma, montamos o portfólio do cliente estrangeiro utilizando esses benefícios para possibilitar um aumento nos ganhos.

A Portofino Investimentos opera apenas como uma gestora do portfólio, contudo, a figura de uma instituição financeira para a custódia da conta e para reportar para o BACEN e CVM todas as movimentações permanece obrigatória.

E residentes no Brasil, podem investir no exterior através da Portofino?

A Portofino traz aos seus clientes a possibilidade de investir no mercado externo de forma simples e segura, uma vez que o controle e o atendimento são feitos por nós. Oferecemos a possibilidade de montar estruturas exclusivas através de carteiras administradas, com as melhores e mais modernas plataformas do mundo.

Para saber mais sobre a nossa atuação, entre em contato conosco clicando na caixa localizada no canto direito da tela.

Conheça a trajetória de Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos

Jovem e apaixonado por números, Adriano Cantreva decidiu realizar o curso que mais convinha, ao menos aparentemente, com o seu perfil: Engenharia Industrial.

Nada convencional foi a trajetória traçada pelo profissional, que hoje coleciona experiências em grandes bancos de investimentos nacionais e internacionais.

Para saber mais da trajetória de Adriano, siga a leitura do artigo!

Adriano Cantreva e quando tudo começou

Adriano era jovem quando decidiu cursar Engenharia Industrial na Escola Politécnica da USP. Apaixonado por números e aconselhado pelos pais a trilhar a carreira de engenheiro, o jovem de pouca idade entendeu que esse era o melhor caminho a ser percorrido.

No entanto, sabemos que na vida os planos mudam – muitas vezes, para melhor. E com Adriano, também foi assim.

Durante a graduação, mais especificamente em 1988, Cantreva teve a oportunidade de realizar um estágio no Citibank, em São Paulo. O que ele não esperava é que essa chance proporcionaria a ele a realização do seu grande sonho: trilhar uma carreira internacional, mais especificamente nos Estados Unidos. Desde muito jovem, Adriano sempre buscou ir além de seus horizontes e sonhava em morar fora do país.

O que parecia impossível para Adriano, foi tornando-se cada vez mais real. Em 1991, durante o Governo Collor, o Brasil passava por muitas turbulências. Foi nessa época que Adriano recebeu a oportunidade de trabalhar pelo Citibank nos Estados Unidos.

Cantreva passou a viver no país norte-americano e, através da contribuição do Citibank, teve a oportunidade de cursar dois mestrados em instituições de ensino americanas: um mestrado de Relações Internacionais e outro de Administração para Negócios, ambos na Universidade da Pennsylvania.

Uma árdua conquista: sobre o sonho de trabalhar na Goldman Sachs

Próximo de obter a dupla titulação de mestre, novas oportunidades foram surgindo na vida profissional de Adriano – em conjunto com grandes desafios.

Durante os estudos em Wharton na Universidade da Pensilvânia, o jovem tinha o sonho de trabalhar na Goldman Sachs, reconhecida por ser uma das principais empresas globais de gestão de valores mobiliários e de investimentos. Por isso, chegou a enviar mais de 20 cartas para uma possível entrevista.

O resultado? Negativo. Nenhuma das cartas foi respondida pela empresa. O sonho de viver no exterior parecia estar chegando ao fim.

Mas, como costumam dizer, parte de nossa força de vontade tem relação direta com não deixar que os contratempos nos façam desencorajar de nossos sonhos. E, mesmo muito jovem, Cantreva compreendeu essa lição.

Em uma série de entrevistas realizadas pela universidade em que Adriano cursava os seus dois mestrados, a “sorte” mudou. Cantreva apostou todas as suas fichas – literalmente – para ter a chance de realizar uma entrevista com a Goldman Sachs. Não cogitou ser entrevistado por nenhuma outra empresa. Deseja almejar o seu sonho de anos e faria tudo o que fosse possível para isso.

Ao ser questionado pela organização por quais motivos ele deveria ser contratado, a resposta foi a seguinte: “Trabalhar na Goldman Sachs é o meu sonho. Se eu for selecionado, farei de tudo pela empresa”.

Foi em 1994 que Adriano teve a oportunidade de ingressar na Goldman Sachs e vestir a camiseta da organização em seu trabalho dos sonhos. A partir de então, sua trajetória no mercado financeiro passou a ser traçada e novos voos passaram a ser alcançados, alguns deles inimagináveis – até mesmo para um sonhador como Cantreva.

Novos caminhos percorridos

Em 1997, Cantreva tornou-se Director da Bankers Trust Company, uma organização bancária americana histórica fundada em 1903, que surgiu quando um grupo de bancos nacionais de Nova York formou a empresa para fornecer serviços de confiança a clientes de bancos estaduais e nacionais em todo o país, com a premissa de que não atrairia clientes de bancos comerciais.

Em 1999, Adriano lançou novos voos ao se tornar Senior Vice President da Donaldson, Lufkin & Jenrette, uma empresa de investimentos focada em subscrição de valores mobiliários, vendas e negociação, investimento e banco comercial, serviços de assessoria financeira, pesquisa de investimento, capital de risco, serviços de corretagem correspondente, serviços de corretagem on-line e interativos e gerenciamento de ativos.

De 2001 a 2005, Adriano foi Managing Partner da QM Asset Management. Já de 2005 a 2008, ele exerceu o cargo de Managing Director na Dresdner Kleinwort Wasserstein, empresa de investimentos reconhecida por oferecer produtos e serviços do mercado de capitais, incluindo produtos de curto prazo e tesouraria, produtos de ações, taxas, produtos de crédito, originação de dívida em câmbio, vendas e marketing, pesquisa, gerenciamento de riscos e serviços fiscais.

Em 2008, Adriano sai dos Estados Unidos e começa a sua trajetória do Banco Itaú, como Managing Director em Dubai, nos Emirados Árabes. Ele permaneceu na empresa por 2 anos e, posteriormente, decidiu sair e fundar a XP Securities em Nova York, permanecendo na empresa até 2015.

Adriano decide fundar em janeiro de 2015 a Thinq Capital, empresa americana que está no mercado até os dias atuais e que se concentra em auxiliar o investidor a alcançar um crescimento significativo.

Adriano Cantreva torna-se sócio da Portofino Investimentos

Anos depois, Adriano conhece a Portofino Investimentos e se identifica com o seu modelo de atuação. Após conhecer por completo o seu modelo de negócios, ele torna-se sócio do escritório à convite de Carolina Giovanella, contribuindo com a sua expertise e experiência para a gestão de recursos de nossos clientes.

Atualmente, Adriano Cantreva é o responsável pelo gerenciamento de nossa sede em Nova York, nos Estados Unidos.

A trajetória inspiradora de Cantreva nos confirma de que se a sua força de vontade for suficientemente sólida e se você tiver determinação suficiente, praticamente todos os seus objetivos poderão ser cumpridos. Se você realmente deseja ter sucesso em alcançar seus objetivos, precisa continuar tentando. Não aceite nada menos do que você merece.

Com alta do dólar e de ações estrangeiras, fundos de BDR já sobem 30% no ano

Diz a máxima que rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. A forte alta registrada pelos fundos de BDR, no entanto, tem despertado a atenção dos investidores brasileiros.

Os Brazilian Depositary Receipts são recibos de ações negociados no Brasil com lastro em valores mobiliários emitidos por companhias estrangeiras. Assim, um dos caminhos para se investir em uma companhia estrangeira, como Amazon, Apple ou Google, é comprar esses ativos.

Para ler a reportagem completa, com a participação de nosso sócio Adriano Cantreva, clique aqui.

 

Como investir em ouro? Devo considerar a aplicação? Entenda a opinião dos especialistas da Portofino

Em 2019, o valor do ouro chegou ao nível mais alto em seis anos, atingindo em torno de US$ 1.557,11 a onça. Apenas neste ano, o preço do metal precioso subiu mais de 34%. Além disso, economistas preveem que o valor deve continuar crescendo em 2020.

 

 

Por esse motivo, “como investir em ouro?” é um dos principais questionamentos dos investidores.

 

 

Para descobrir a resposta da pergunta citada, siga a leitura do artigo.

 

 

Como investir em ouro? Entenda a alta no preço do metal precioso

 

 

Nos últimos meses, diferentes portais de notícias citaram o ouro como um ativo interessante para variar as aplicações financeiras.

 

 

O aumento do preço do metal precioso entre 2018 e 2019 ocorre por conta do comportamento dos investidores que, com medo de uma nova recessão mundial, derivada pelas mudanças na política e na economia externa, consideram mais seguro investir no ouro do que em outras áreas da economia ou do mercado financeiro.

 

 

A guerra comercial entre EUA e China e a recente explosão da refinaria de petróleo mais importante da Arábia Saudita – por conta do conflito no Iêmen – são alguns dos motivos que causam a incerteza aos investidores.

 

 

Como o valor do ouro está atrelado ao dólar, no momento em que a moeda estadunidense sobe de valor, o preço da onça também apresenta aumento. Sendo assim, como recentemente o valor da moeda tem avançado, o custo do ouro apresenta crescimento.

 

 

Como investir em ouro no Brasil? Devo considerar o metal em minhas aplicações?

 

 

Apesar de uma queda em outubro, a tendência é que o ouro continue como um bom investimento para quem quer segurança em tempos de crise.

 

 

Quem quer investir em ouro possui três opções. Uma delas é comprar ouro físico com vendedores especializados, no entanto, é a opção menos indicada.

 

 

Por meio da B3, o investidor tem outra forma de comprar o metal. Para isso, você deve abrir uma conta em uma corretora que possui aprovação da Bolsa de valores, como a BTG Pactual. Cabe ressaltar que essa forma é a mais segura, já que o investidor não precisa manter as barras físicas consigo.

 

 

A última opção é investir em fundos lastreados em contratos financeiros de ouro.

 

 

Mesmo assim, em tempos de instabilidade global, será que o ouro é realmente a melhor opção aos investidores?

 

 

Em entrevista para o portal Estadão, Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, explicou que o baixo patamar dos juros também contribui para a valorização do ouro.

 

 

“Hoje mais da metade das taxas de juros no mundo está negativa. Um investidor alemão, por exemplo, não vai investir em um título de trinta anos em seu país que vai pagar menos do que ele colocou. Nesse cenário, para preservar valor a pessoa corre para ouro”, explica.

 

 

Entretanto, Cantreva chama atenção que, historicamente, o ouro não tem boa rentabilidade de longo prazo. “De tempos em tempos ele sobe, quando há algum estresse no mercado. É um hedge (proteção financeira) em tempos de medo.”

 

 

De acordo com o time de especialistas da Portofino Investimentos, existem outros recursos mais rentáveis e mais seguros a longo prazo do que o investimento no metal precioso.

 

 

Como explica Mario Kepler, uma das principais sugestões dos gestores é a alocação em ativos de renda variável, como por exemplo os fundos de ações, pois as empresas tendem a se beneficiar nesse cenário de juros baixos, assim tendo uma performance melhor durante esse ciclo. Nós, da Portofino, preferimos fazer esse tipo de alocação direto em fundos com gestores focados no longo prazo, investindo em empresas perenes.

 

 

Outra opção interessante são os fundos imobiliários, que aliam duas estratégias – tanto de ganho de capital como de rendimento. Além disso, os dividendos pagos mensalmente são isentos de IR e geralmente atrelados a contratos atípicos de 5 a 10 anos de duração, trazendo assim maior segurança na hora de investir. Durante o ciclo expansionista, a vacância tende a diminuir e o valor dos imóveis a se apreciar, fazendo com que o valor da cota dos FIIs mantenham sua tendência a subir e ter um retorno maior que a taxa de juros.

 

 

Possui alguma dúvida sobre o tema? Comente!

 

 

 

Apesar da cautela no exterior, Ibovespa passa por ajuste pós-feriado e sobe

Mesmo com os investidores estrangeiros ainda cautelosos diante dos impasses envolvendo o acordo comercial entre China e Estados Unidos, o Ibovespa encontra espaço para subir nesta quinta-feira. Às 10h51, o índice avançava 0,43%, aos 106.315 pontos.

O movimento é, principalmente, um ajuste técnico, já que o mercado ficou fechado na quarta-feira por causa do feriado do Dia da Consciência Negra. No pregão de terça, o Ibovespa tinha encerrado em queda de 0,38%, aos 105.864 pontos, e um giro financeiro fraco de R$ 10,1 bilhões, bastante penalizado pelo cenário internacional.

Para ler a reportagem completa, com a participação de nosso sócio Adriano Cantreva, clique aqui.

 

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