Multi Family Office ou Single Family Office? Compreenda a melhor opção

No Brasil, os serviços de single e multi family office demonstram um crescimento relevante, atendendo às necessidades complexas de famílias com grandes patrimônios.

Para saber mais detalhes sobre o multi family office e o single family office, siga a leitura do artigo!

Entenda os conceitos de single family office e multi family office

Os single family offices, também conhecidos pela sigla SFO, consistem em instituições prestadoras de serviços financeiros e de investimentos que existem com o objetivo de gerenciar variadas demandas em nome de uma única família com um grande patrimônio.

Assim, um single family office possui uma estrutura própria de governança e gestão. Através dele, famílias gerenciam os seus patrimônios individualmente, de maneira estratégica e profissional.

Já os multi family offices (MFO) são instituições que oferecem serviços financeiros e de investimentos, focados em atender famílias de alta renda. Nos multi family offices, os colaboradores são responsáveis por gerenciar o patrimônio de diferentes clientes.

Os multi family offices oferecem uma ampla gama de profissionais experientes e metodologias personalizadas para atender as necessidades de múltiplas famílias de alta renda.

Multi family office versus single family office

Como vimos, a principal diferença entre um multi family office e um single family office se refere a quantidade de famílias atendidas. Enquanto os SFO prestam atendimento a uma única família, que possui grande patrimônio e que demanda o atendimento exclusivo dos profissionais, os MFO prestam atendimento para múltiplas famílias de alta renda.

A diferença citada implica, consequentemente, na configuração organizacional desses escritórios. Os multi family offices são geralmente maiores do que os single family offices, com um maior número de funcionários e uma base de clientes em crescimento.

Por que optar por um Multi Family Office?

Os multi family offices oferecem acesso a profissionais experientes e com diferentes competências, processos estruturados e acessibilidade a uma vasta gama de produtos financeiros para a preservação do patrimônio familiar.

Eles estão melhor posicionados para avaliar as necessidades e desejos de uma família, já que oferecem um alto nível de personalização e contam com profissionais e processos específicos.

Os MFOs apostam na evolução da equipe, através do aprimoramento de habilidades de consultoria, atendendo a famílias com necessidades diversificadas. Assim, os multi family offices independentes são os mais adequados para auxiliar famílias a ampliarem os seus horizontes e a reduzir o risco de conflito de interesses.

Multi family office no Brasil: conheça o trabalho da Portofino Investimentos

A Portofino Investimentos é uma multi family office brasileira, que trabalha com o foco principal de oferecer aos seus clientes o melhor retorno com o menor risco possível, garantindo um relacionamento de longo prazo.

Nos preocuparmos com a maximização de ganhos e controle de riscos no portfólio de investimentos de nossos clientes e, além disso, estamos atentos a questões como compensação e diferimento fiscal, planejamento sucessório e auditoria e triplo controle, tudo sob uma perspectiva de gestão ativa e customizada para cada um de nossos clientes.

A Portofino é pautada pela transparência, dessa forma, trabalha com o sistema de remuneração diretamente pelo cliente. Sendo assim, não utilizamos taxas escondidas e devolvemos qualquer valor recebido que não esteja inicialmente previsto em contrato.

Para entrar em contato conosco, clique neste link.

Fundos de Investimentos em Ações: entenda as características

Está pensando em aplicar em Fundos de Investimentos em Ações?

Neste artigo, explicaremos as principais características do produto, como volatilidade, riscos, benefícios e como montar uma carteira de fundos de ações.

Além disso, vamos mostrar como os fundos de ações podem ser uma boa alternativa para quem quer começar a investir na bolsa de valores.

Ficou interessado(a)? Siga a leitura!

O que são Fundos de Investimentos em Ações?

Os Fundos de Investimentos em Ações (FIA) são destinados para os investidores que têm como objetivo a diversificação de sua carteira de investimento, diminuindo assim a suscetibilidade às variações de preços de ações específicas.

De acordo com a BM&FBOVESPA, o Fundo de Investimento em Ações (FIA) tem como principal fator de risco a variação dos preços de ações, admitidas à negociação em mercados organizados, que compõem sua carteira de ativos. Assim, cabe ao administrador do fundo constituir o fundo e realizar o processo de captação de recursos junto aos investidores através da venda de cotas.

Ao investir em Fundos de ações, não existem garantias de que o investidor não perderá dinheiro. O investimento pode trazer volatilidade e perdas ou ganhos no momento que o investir sacar a sua cota.

No entanto, o potencial de aumentar os rendimentos torna o Fundo de Investimento em Ações bastante relevante, especialmente para um percentual pequeno da carteira.

Como as oscilações dos Fundos de Investimento em Ações podem variar de um mês para o outro, a aplicação é interessante para longo prazo, já que a tendência é o incremento do valor aplicado.

Para saber como montar uma carteira de fundos de ações de maneira efetiva, siga a leitura!

Principais estratégias em fundos de ações

A grande vantagem dos Fundos de Investimento em Ações (FIA) é que permitem ao investidor ter uma carteira mais diversificada, com um menor número de ações do que se tivesse que investir diretamente na bolsa de valores.

No entanto, como cada fundo tem a sua própria estratégia e alocação de ativos, é importante que o investidor saiba quais são os seus objetivos antes de investir.

A seguir, vamos explicar quais as principais estratégias utilizadas pelos fundos de ações:

Valor / Crescimento   

As estratégias de valor e crescimento fazem parte dos métodos mais utilizados pelos fundos de ações.

O objetivo é procurar empresas com boas avaliações e perspectivas de crescimento nos seus ganhos.

As ações de valor são aquelas que têm preços baixos em relação ao seu valor intrínseco e, consequentemente, oferecem uma elevada margem de segurança.

Em outras palavras, são ações que caracterizam-se por não serem favorecidas pelo mercado e que podem ser subvalorizadas.

Por outro lado, as ações de crescimento são aquelas que têm um preço mais elevado em comparação com o seu valor intrínseco, mas que apresentam maiores perspectivas de valorização ao longo do tempo.

Estes títulos tendem a ser mais voláteis que os títulos de valor, uma vez que os investidores estão dispostos a pagar um preço mais elevado por ganhos futuros.

Dividendos   

Os fundos de ações para dividendos procuram investir em empresas que têm um histórico de pagamento e aumento dos seus dividendos.

Por esse motivo, são indicados para investidores que procuram estabilidade e rendimento, em vez de ganhos de capital.

Esta estratégia é amplamente utilizada em países como os Estados Unidos, onde as ações que pagam dividendos constituem uma grande parte do índice da bolsa de valores.

Small Caps   

Os fundos de ações small caps investem nas ações de pequenas empresas, que são normalmente definidas como aquelas com uma capitalização de mercado de até R$4,8 milhões.

Esta estratégia é usada em mercados de ações em todo o mundo e pode ser aplicada tanto a ações de valor como a ações de crescimento.

A principal vantagem de investir em fundos de ações small caps é que eles têm mais espaço para crescer do que os chamados “large caps”. E por isso tendem a ter um desempenho superior ao longo do tempo.

No entanto, é importante destacar que esses fundos de ações também são mais voláteis e, portanto, mais arriscados.

Sustentabilidade (ESG)   

Os fundos da ESG são uma nova categoria de fundos de ações que se têm tornado cada vez mais populares nos últimos anos.

Este tipo de fundo investe em empresas que cumprem certos critérios ambientais, sociais e de governação.

O principal objetivo dos fundos de ações da ESG é gerar retornos a longo prazo, tendo ao mesmo tempo um impacto positivo na sociedade e no ambiente.

Como montar uma carteira de fundos de ações?

Os investidores que optam pelos Fundos de Investimentos em Ações tem como benefício o acompanhamento de gestores profissionais, que analisam diariamente o mercado financeiro e buscam retornos superiores a determinadas referências de mercado.

Para montar uma carteira de fundos de ações, a Portofino Investimentos realiza uma análise detalhada com relação ao histórico do gestor, estratégia do fundo e performance.

A análise de estratégia passa por uma classificação interna que fazemos para poder comparar os gestores de cada estratégia e se eles se destacam entre si. 

Temos classificações mais abrangentes e conhecidas como:

1. Long Only: o gestor poderá operar apenas comprando.

2. Long Short: estratégia onde o gestor opera comprado e vendido gerando retorno através de pares de ações que ele entende que irão subir, contra as ações que ele entende que irão cair. Esses pares podem ser IntraCompany (pares de um mesmo grupo econômico), Intra-Setorial (pares do mesmo setor) ou Inter-Setorial (pares de diferentes setores).

3. Long Biased: estratégia onde o gestor deverá operar uma parcela maior comprado, porém podendo ter a flexibilidade de operar vendido quando entender que o cenário é mais desafiador. Hoje é uma estratégia que a Portofino gosta bastante pois os drawdown são menores do que os fundos Long Only.

Entretanto, também são analisadas as subestratégias. Por exemplo: no caso do Long Only temos diferentes estratégias, algumas mais conhecidas como a de Valor, onde o gestor analisa empresas que tenham bons valores agregados para gerar retorno. 

Essa é uma estratégia que normalmente tende a descorrelacionar a carteira do ambiente macroeconômico, se tornando algo no sentido micro.

Na linha ainda dos Long Only, temos a estratégia de Ibovespa Ativo, onde o gestor busca através de alavancagem ou de uma exposição um pouco diferente da carteira do Ibovespa, tentando bater o índice.

Comprar ações ou aplicar em fundos de ações?

Na hora de aplicar em ações, muitos investidores possuem dúvidas relacionadas ao método pelo qual a ação irá ser realizada.

Afinal, qual será a melhor opção: investir através de Fundos de Ações ou aplicar diretamente em ações?

Para as questões elencadas, não existe uma resposta padrão. Tudo irá depender do perfil do investidor em questão e da estratégia adotada na carteira de investimentos. 

Por isso, sempre consulte o seu assessor antes de tomar uma decisão concreta para a sua carteira de investimentos.

Para saber mais sobre os perfis de investidores, acesse nosso artigo “Investidor com perfil arrojado, moderado ou conservador: termos que não lhe definem“.

Então, esclareceu as suas dúvidas sobre o tema? Comente!

Gestora de Investimentos ou Bancos Tradicionais? Entenda a melhor opção

Nos últimos anos, as Gestoras de Investimentos Independentes ganharam destaque no cenário brasileiro. Mesmo assim, muitos ainda possuem dúvidas em relação aos seus benefícios, visto que os grandes bancos foram, por muitos anos, as opções mais convenientes – ao menos, aparentemente – aos investidores.

Com o objetivo de gerar reflexão sobre o trabalho das Gestoras de Investimentos Independentes, o artigo de hoje cita os seus principais benefícios em relação aos grandes bancos tradicionais.

Para entender, siga a leitura!

Entenda os benefícios de uma Gestora de Investimentos Independente em relação aos bancos tradicionais

Muitas vezes, o caminho trilhado pelos investidores brasileiros é o mais confortável, através dos bancos tradicionais.

No entanto, o investimento em grandes bancos deixou de ser uma opção viável para aqueles que desejam preservar o seu patrimônio com resultados efetivos.

Ao contar com essas instituições, quase sempre o cliente é exposto à ofertas restritas de produtos próprios, ocasionando conflito de interesses entre as partes.

No Brasil, essa é uma realidade que está, aos poucos, se modificando. Atualmente, diferentes investidores buscam adequação às suas necessidades pessoais, com mais opções de produtos e clareza em relação aos custos, recorrendo ao trabalho das Gestoras de Investimentos Independentes.

Em países como os Estados Unidos, por exemplo, a contratação de Gestoras de Investimentos Independentes é uma tendência seguida por investidores há muitos anos.

O motivo?

Somente instituições independentes proporcionam um serviço remunerado diretamente pelo cliente, o que permite total transparência. Em junção com a gestão ativa e customizada das carteiras, é possibilitada a maximização de ganhos e controle de riscos do patrimônio dos investidores.

Em outras palavras, o cliente que contrata o serviço de Gestoras de Investimentos Independentes terceiriza a administração de seu patrimônio a um especialista, cuja função é buscar o maior retorno possível, com os menores custos e considerando também os riscos das aplicações. Além disso, o especialista também deve considerar o equilíbrio entre essas variáveis e os objetivos e perfil do cliente, que pode ter mais ou menos aversão aos riscos.

Conheça o trabalho da Portofino, Gestora de Investimentos Independente

A Portofino é uma Gestora de Investimentos Independente. Isso significa que somos apenas os intermediadores dos investimentos de nossos clientes.

Ao investir conosco, você garante segurança ao seu patrimônio e usufrui de benefícios que somente corretoras independentes proporcionam, como a transparência, customização, ética e resultados reais.

Então, gostou da leitura? Se o artigo foi relevante para você, compartilhe em suas redes sociais e demonstre aos seus amigos as vantagens do trabalho de uma Gestora de Investimentos Independente como a Portofino.

Independência financeira: um conceito com múltiplos significados

A maioria de nós, alguma vez na vida, já pensou em alcançar a tão sonhada independência financeira. Muitas pessoas acreditam que conquistar alguns milhões de reais na conta bancária é sinônimo de possuir uma vida financeiramente independente.

Mas será que isso é verdade?

No artigo de hoje, você irá entender porque o conceito de independência financeira varia de pessoa para pessoa. Além disso, demonstraremos a relevância do planejamento financeiro para o alcance de uma vida financeira livre.

Siga a leitura!

Afinal, o que significa ter Independência financeira?

Quanto dinheiro você precisa ter na sua conta bancária para dizer que trabalha apenas porque quer?

Essa é uma forma interessante de definir a independência financeira: ter dinheiro suficiente para manter o trabalho como algo opcional.

Talvez para você a independência financeira possa ser alcançada com 3 milhões de reais bem aplicados em uma carteira administrada. Para outros, pode ser necessário muito mais do que isso.

Podemos dizer, então, que a independência financeira é um conceito que possui múltiplos significados.

Quando falamos de independência financeira, devemos ter em mente que diferentes tipos de estilos de vida diferentes exigem estratégias diversificadas de investimentos.

Por isso, é importante que o seu objetivo seja definido com base naquilo que você e sua família realmente necessitam para viver.

O seu plano financeiro deve ter como base as suas metas pessoais, mas você também deve ter em mente que fatores inesperados podem surgir.

Por isso, montar um planejamento financeiro a longo prazo é uma tarefa destinada a gestoras especializadas no assunto, como a Portofino Investimentos, que compreendem diferentes questões que devem ser levadas em consideração na montagem de um plano financeiro.

Independência financeira: simulador de planejamento financeiro da Portofino Investimentos

A Portofino utiliza um simulador para planejamento financeiro exclusivo, que possibilita o diagnóstico de sua situação de vida atual para que os seus planos futuros possam ser alcançados.

Ao traçar um planejamento financeiro personalizado, você compreenderá quanto dinheiro e quantos anos de investimento serão necessário para uma vida financeira independente, que possibilite a concretização de seus objetivos pessoais e familiares.

No trabalho de planejamento financeiro realizado por nós, da Portofino Investimentos, as conversas mais importantes que teremos com você não serão sobre estratégias de investimento ou produtos para a previdência.

O nosso foco é VOCÊ: quais os seus objetivos para o futuro, quem são as pessoas mais importantes em sua vida, quais são as suas ambições e sonhos.

e você ficou interessado sobre o tema, acesse nosso artigo “Simulador para planejamento financeiro: o que é e como ele pode lhe auxiliar”, onde demonstramos o simulador para planejamento financeiro utilizado pela Portofino Investimentos, que permite diagnosticar a sua situação de vida atual e traçar planos para que a vida de seus sonhos possa ser alcançada.

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Fundos Multimercado Macro: entenda suas características

Entre os diferentes Fundos de Investimentos existentes, a categoria de Fundos Multimercado merece destaque pela variedade que oferece aos investidores.

No artigo de hoje, o leitor compreenderá o que é Fundo Multimercado e quais são as principais estratégias utilizadas pela Portofino Investimentos.

Siga a leitura!

O que são Fundos de Investimento Multimercado?

Diferentemente de outros tipos de Fundos (como o de Renda Fixa e de Ações, por exemplo) o Fundo Multimercado proporciona ao investidor a oportunidade de combinar ativos de renda fixa, renda variável, derivativos e diversos instrumentos financeiros nas mais variadas proporções da carteira.

A Anbima classifica os Fundos Multimercados em 3 categorias distintas: alocação, estratégia e investimento no exterior.

Para compreender a estratégia adotada pela Portofino Investimentos para os Fundos Multimercados, siga a leitura!

Como Fundos Multimercado são classificados?

Nos últimos anos, o desenvolvimento da indústria de fundos de investimento resultou na criação de diversos produtos financeiros.

Avaliando esse cenário, a ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) achou necessário categorizar os fundos para que eles se adequassem melhor à nova realidade.

 A classificação agrupa os fundos de investimento com as mesmas características, identificando-os de acordo com o tipo de ativo e a estratégia adotada pelos gestores do patrimônio do fundo.

 O objetivo é facilitar a comparação da performance financeira entre diferentes fundos e auxiliar no processo de decisão de investimento.

 Veja a seguir mais detalhes sobre as três classificações da ANBIMA sobre os Fundos Multimercado:

Alocação

Os Fundos Multimercado de Alocação são aqueles que buscam retornos de longo prazo principalmente a partir da estratégia de alocação de ativos em várias classes como: renda fixa, ações, divisas e até mesmo ações de fundos de investimento.

Também é importante ressaltar que um Fundo de Alocação pode ser subdividido em duas subcategorias:

Fundo de Alocação Dinâmico

Fundos Dinâmicos buscam retornos de longo prazo com uma estratégia que muda constantemente para se adequar ao mercado.

É válido mencionar que esta classe permite que os investidores usem alavancagem.

Fundo de Alocação Balanceado

Fundos Balanceados são os que visam alcançar retornos de longo prazo através do investimento em um mix diversificado de classes de ativos.

Entretanto, é importante notar que esta estratégia de investimento não permite alavancagem.

Estratégia

Os Fundos de Estratégia Multimercado são fundos que possuem uma variedade de estratégias em sua carteira, sendo as mais comuns: Macro, Long and Short direcional, Long and Short Neutro, juros e moedas e capital protegido.

Os métodos usados pelos Fundos de Multimercado de Estratégia são baseados em cenários de médio e longo prazo, e podem ser alterados quando o gestor do fundo achar necessário. 

No mercado, os Fundos Multimercado de Estratégia ainda podem ser classificados como:

  • Fundos de Capital Protegido;
  • Fundos Livres;
  • Fundos de Juros e Moeda;
  • Fundos Macro;
  • Fundos Long e Short.

Investimento

Os Fundos Multimercados de Investimento Estrangeiro investem pelo menos 40% de seus ativos líquidos em ativos financeiros de outros países e admitem operações alavancadas.

 Além disso, funcionam a partir das determinações do art. 101 da Instrução CVM 555. 

Como funcionam Fundos Multimercados com estratégia Macro?

A estratégia dos fundos Multimercado é bastante ampla e engloba diferentes táticas.

Atualmente, a estratégia mais utilizada pela Portofino Investimentos é a dos Multimercados Macro, que se baseia na operação de ativos através de uma análise macroeconômica, para escolha posterior das melhores teses, utilizando o instrumento mais adequado para conseguir gerar aos clientes o maior retorno possível.

Os Multimercados Macro permitem aos investidores acesso a diferentes classes de ativos em um universo global. Além disso, são ativos líquidos onde o gestor pode zerar suas posições a qualquer momento, proporcionando maior flexibilidade para poder sair de teses quando as julgar sem um retorno efetivo.

A estratégia é interessante pois, historicamente, oferece um retorno bastante superior quando comparada ao CDI.

O trabalho da Portofino Investimentos é acompanhar e identificar os melhores gestores que façam utilizem esse tipo de estratégia, para que possam se descorrelacionar entre eles.

Afinal, por mais que seja um produto que possa operar qualquer mercado, obviamente cada gestor e cada equipe possui um histórico específico. Assim, a PFI busca identificar onde cada um deles consegue extrair melhores resultados em relação aos cenários.

Dividimos os gestores em subclassificações internas para conseguir identificar quem está se destacando entre si.

Por exemplo:

– Gestores com posições mais relevantes no mercado global versus Gestores com posições mais relevantes em ativos brasileiros;

– Gestores com perfil trading, que diversificam mais as suas posições versus Gestores com posições em um universo com características de longo prazo.

Além disso, mantemos proximidade com as gestoras que realizamos aplicações para compreensão de diversos pontos importantes, como por exemplo a administração do risco, o desenvolvimento da empresa em questão, sua retenção de talentos, mudanças no cenário organizacional, entre outros.

Gestão top-down x Gestão bottom-up

Na gestão top down, as decisões sobre a alocação de recursos do Fundo Multimercado são primeiramente baseadas em uma análise ampla do cenário econômico para, só então, levar em conta o setor dos fundos em que estão alocados os investimentos desejados.

Por suas características, o modelo de gestão top down é mais aplicado em Fundos Multimercado de longo prazo, como os fundos de macro carregamento.

Já no modelo de gestão bottom-up, voltado para os fundos de macro trading, o objetivo é fazer aplicações em prazos mais curtos.

Afinal de contas, o modelo de gestão bottom-up para fundos de investimentos busca a identificação de tendências e analisa o comportamento do preço dos ativos no curto prazo.

Vale a pena aplicar em fundos com estratégia macro?

A principal vantagem de um fundo macro é a estratégia de investimento do gestor: eles levam em conta o cenário macroeconômico na tomada de decisões. 

Isto permite que eles encontrem ativos que irão fornecer estabilidade em um cenário mundial incerto.

Outro benefício relacionado aos Fundos Multimercado Macro é que o gestor tem mais liberdade para investir em uma variedade de ativos e produtos financeiros. 

E ao investir em muitas áreas diferentes, sua carteira se torna bastante diversificada e o risco dos investimentos é espalhado e minimizado.

Também é importante ressaltar que o fundo macro é descorrelacionado com outras opções de investimento.

Por esse motivo, investindo através dele, você aumenta suas chances de não apenas tornar sua carteira mais lucrativa a longo prazo, mas também de proteger seu capital.

Se você possui interesse em saber mais sobre a estratégia de alocação em um Fundo Multimercado, entre em contato com a Portofino Investimentos clicando aqui.

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