Debêntures Incentivadas de Infraestrutura e Transmissoras de Energia

“Por que as Debêntures Incentivadas de Infraestrutura se destacam cada vez mais no mercado financeiro? E qual é a sua relação com as Transmissoras de Energia?”

Recentemente, a dúvida elencada acima foi mencionada por um de nossos seguidores no Instagram (clique aqui para nos seguir).

Tendo em vista que o tema se mostra cada vez mais comentado entre os investidores, criamos um artigo que esclarece o questionamento e também apresenta os diferenciais das Debêntures Incentivadas de Infraestrutura emitidas por Transmissoras de Energia.

Siga a leitura do artigo para entender mais sobre o assunto.

Afinal, o que são Debêntures Incentivadas?

O mercado financeiro possui uma grande gama de produtos e formas de investir. Um dos instrumentos mais utilizados pelas pessoas físicas são as Debêntures Incentivadas de Infraestrutura.

Como citado no artigo “O que são debêntures e quais os seus benefícios ao investidor”, as debêntures são títulos representativos de dívida, que dão a seus detentores um direito de crédito contra as companhias emissoras, crédito esse que será pago no prazo, na forma, e com os juros e garantias que são apresentados aos investidores no momento de aquisição das debêntures.

Em outras palavras, é uma forma de emprestar o seu dinheiro para grandes empresas. Porém, nessa modalidade, o recurso precisará ser direcionado a Infraestrutura.

Um dos principais benefícios das Debêntures Incentivadas de Infraestrutura, é o imposto de renda com alíquota zero sobre os rendimentos de pessoas físicas e investidores estrangeiros.

Normalmente, essas Debêntures remuneram um investidor através de uma taxa pré fixada ajustado pelo IPCA (Índice de Preço ao Consumidor). Lembre-se dessa informação, pois ela é bastante importante para a compreensão deste artigo.

A relação entre Debêntures Incentivadas de Infraestrutura e Transmissoras de Energia

Após a compreensão sobre o que é uma Debênture Incentivada, gostaríamos de falar sobre algo que recorre bastante aos gestores e também às pessoas físicas.

Porque a maioria delas são emitidas por empresas do setor de Energia? E porque existe uma grande concentração em projetos de linhas de transmissão?

As respostas para essas perguntas são bastante interessantes, e de certa forma, muito positivas do ponto de vista dos investidores.

A primeira pergunta é justificada simplesmente por conta da escassez e atraso em nosso país com relação à infraestrutura.

Mas porque o investimento em Debêntures de projetos de linha de transmissão de energia são vantajosos para você?

Alguns pontos simples mostram a eficiência desses papéis. Primeiramente, deve-se entender que o principal risco está na construção do projeto, que inclui obras, contratação de pessoas, planejamento de custos, contratação de fornecedores. Entretanto, quando as empresas líderes do setor emitem as Debêntures para novos projetos, normalmente elas são emitidas com aval da Holding. Com a garantia, esse risco é diminuído consideravelmente, um fato que comprova isso, é que a maioria dessas Debêntures recebem as melhoras notas de crédito pelas agências de risco.

Após a conclusão do projeto, o risco é muito baixo. Diferente de uma geradora de energia, que sua remuneração depende da quantidade de energia gerada, as linhas de Transmissão não precisam da própria energia para começar a receber sua receita. Mesmo que não “passe” energia nos fios, a Transmissora receberá a sua remuneração, conhecida também por RAP (Receita Anual Permitida). Essa receita é ajustada pela inflação a cada ano.

No começo deste artigo, explicamos que as Debênture Incentivadas remuneram o investidor pelo IPCA. Você se recorda?

Como a receita da transmissão também é ajustada pela inflação, é gerada uma previsão de receita positiva para empresa.

Entenda os diferenciais das Debêntures Incentivadas de Transmissoras de Energia

As Debêntures Incentivadas de Transmissoras de Energia apresentam alguns diferenciais em relação a outros tipos de produtos. Entenda:

– Elevadas Margens;

– Baixa Necessidade de Investimento (após a conclusão do projeto);

– Receita ajustada por inflação;

– Arcabouço regulatório robusto;

– As concessões têm prazo maior que o vencimento das Debêntures.

Relembre como investir em Debêntures Incentivadas

As Debêntures Incentivadas são quase sempre distribuídas através de esforços restritos, sujeitas às regras mais simples previstas na Instrução CVM 476. No entanto, nessa modalidade a oferta só pode ser dirigida a, no máximo, 75 investidores profissionais – e subscrita por, no máximo, 50 desses investidores.

Como as ofertas restritas possuem um limite máximo de investidores, os distribuidores costumam dar preferência para gestoras de fundos e carteiras que reúnem, em uma única ordem de investimento, os pedidos de todos os seus clientes interessados, permitindo uma captação mais elevada. É por isso que, em grande parte dos casos, as Debêntures 476 são ofertadas para as gestoras de recursos como a Portofino Investimentos, em vez de serem distribuídas individualmente a cada investidor profissional.

Para o investidor ter acesso às Debêntures Incentivadas, a forma mais fácil e segura é ser cliente de uma gestora de recursos como a Portofino Investimentos, que possui acesso a praticamente todas as ofertas restritas de debêntures disponíveis no mercado e que, após uma análise cuidadosa, oferece aos seus clientes aquelas que apresentem melhor relação risco/retorno.

Quer saber mais sobre Debêntures Incentivadas? Entre em contato conosco clicando aqui.

A importância da educação financeira para as próximas gerações

A busca pela formação de um patrimônio sólido que consiga assegurar uma vida estável para as próximas gerações traz inúmeros desafios. Um deles é justamente a educação financeira para os herdeiros do patrimônio.

No artigo de hoje, traremos diferentes pontos que ressaltam a importância da educação financeira para as próximas gerações, evitando danos ao patrimônio após a sucessão de bens.

Siga a leitura do artigo!

Entenda porque a educação financeira para jovens é essencial para a sucessão de bens

Se você é pai ou mãe de um jovem adulto, sabe que essa fase traz mudanças que impactam toda a família, como por exemplo a conclusão do ensino universitário, a saída de seu filho para o apartamento próprio ou, até mesmo, um período de intercâmbio no exterior para novos aprendizados.

Ao mesmo tempo, entendemos que a fase é também sinônimo da entrada para o mundo das responsabilidades. Para famílias que possuem um planejamento financeiro para a preservação do patrimônio, é geralmente nesse período que os filhos são informados sobre os detalhes relacionados às finanças e sucessão de bens.

No entanto, é justamente nesse processo que costumam haver preocupações. A principal delas se relaciona a falta de confiança dos detentores do patrimônio sobre a responsabilidade financeira dos jovens da família para administrar o capital de maneira apropriada.

Por isso, desde cedo, famílias preocupadas com conservação dos bens devem investir na educação financeira de seus herdeiros. O conhecimento do jovem que irá se tornar responsável pela administração do capital será peça-chave para a preservação do patrimônio.

De fato, é muito comum que as famílias passem a maior parte do seu tempo acumulando riqueza, se esquecendo de preparar os seus filhos para administrar o patrimônio posteriormente. No entanto, quando a transição ocorre de maneira repentina, sem nenhum tipo de preparo por parte dos herdeiros, a tendência é de que o patrimônio seja desperdiçado.

Além da educação financeira: sobre a importância dos valores familiares

De acordo com Roy Williams, co-autor do livro Preparing Heirs: Five Steps to a Successful Transition of Family Wealth and Values, mais atenção deve ser dada aos valores familiares.

Williams diz que as famílias precisam trabalhar juntas para estabelecer o que é importante para elas, tanto individualmente quanto em equipe. Esses valores devem nortear todas as decisões que afetam a família.

De acordo com Williams, “Quando você começa a construir a família como uma equipe – com papéis e padrões de desempenho -, todo esse mistério, o dogma, deixa de se tornar um fator preocupante”.

Apoio de uma gestora de recursos é também necessário

Se você obteve sucesso financeiro em sua vida, é provável que atualmente mantenha o acompanhamento de seu patrimônio com uma equipe qualificada para auxílio em áreas diversas, como investimentos, impostos, legislação e outras questões relacionadas a proteção do capital.

Por isso, além de capacitar seus herdeiros com conhecimentos sobre finanças, é necessário contar com o apoio desses profissionais no momento de transição. Na medida do possível, os herdeiros devem saber quem são esses profissionais e como contatá-los na necessidade dos seus serviços.

Em casos de emergência, saber quem são os profissionais responsáveis pela gestão do patrimônio gera maior tranquilidade aos herdeiros. Em união com a educação financeira, a sucessão ocorre com garantia de segurança ao patrimônio.

Então, gostou da leitura do artigo? Comente!

Entenda como realizar investimentos no exterior

Desde 2014, nosso país sofre com diferentes turbulências no cenário econômico. Assim, muitos investidores buscam posicionar parte de seus recursos em investimentos no exterior.

No entanto, o movimento citado gera inúmeras dúvidas. Por exemplo: será que investir no exterior realmente vale a pena? Como devo realizar aplicações fora do país? Devo declarar meus investimentos no exterior?

Para esclarecer todas essas questões, continue a leitura do artigo!

Afinal, investir no exterior vale a pena?

Antes de aprofundarmos a discussão sobre aplicações fora do país, devemos esclarecer que sim, investir fora do Brasil vale a pena.

Pelo fato de nosso país enfrentar intensas mudanças políticas, os planos econômicos sofrem com a inflação e a Selic. Por isso, investir no exterior com expertise é sinônimo de segurança ao patrimônio, já que entre os seus diferentes benefícios, a alocação de recursos fora do Brasil pode oferecer defesa à inflação.

Entenda como realizar investimentos no exterior

Quando um investidor independente deseja aplicar seus recursos fora do país, geralmente se depara com três dúvidas.

A primeira delas é a escolha de uma corretora no exterior para abertura de conta, o que geralmente ocasiona insegurança, pois o investidor independente nem sempre tem acesso às informações necessárias para a tomada de uma decisão segura.

A segunda se dá através do seguinte questionamento: “em caso de empecilhos, a quem devo recorrer?”. No Brasil, sabemos que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) fiscaliza o mercado de valores mobiliários no Brasil. No entanto, investidores autônomos nem sempre possuem essa informação relacionada a investimentos internacionais.

A terceira dúvida se relaciona a complexidade de investir fora do Brasil. O investidor independente encontra produtos complexos, que não possuem nenhuma similaridade com os brasileiros.

Considerando todos os pontos mencionados, uma das formas mais simples de realizar uma aplicação no exterior se dá através dos ETFs cujo custo é baixo e compete a um excelente profissional gerir de forma eficiente a estratégia do produto.

Através desses fundos, conseguimos investir em ativos internacionais, como ações e títulos do governo americano, ações da União Europeia e até mesmo ativos brasileiros que são negociados fora do país

Para isso, sugerimos a aplicação através de fundos de investimento no exterior. Através desses fundos, conseguimos investir em ativos internacionais, como ações e títulos do governo americano, ações da União Europeia e até mesmo ativos brasileiros que são negociados fora do país

A Portofino traz aos seus clientes a possibilidade de investir no mercado externo de forma simples e segura, uma vez que o controle e o atendimento são feitos por nós. Oferecemos a possibilidade de montar estruturas exclusivas através de carteiras administrada, com as melhores e mais modernas plataformas do mundo.

Devo declarar investimentos no exterior? Entenda a tributação de aplicações internacionais

Como citado no artigo publicado em nosso blog que explica a questão do IR sobre investimentos, se você possui investimentos no exterior, é importante compreender que o Imposto de Renda é isento apenas se o total das operações realizadas fora do Brasil não ultrapassa R$ 35.000,00 de renda líquida ao mês.

Caso contrário, os rendimentos serão tributáveis. Os ganhos líquidos devem ser tributados como ganho de capital à alíquota progressiva.

O pagamento do imposto sobre os ganhos líquidos tributáveis auferidos no mercado de renda variável deve ser feito até o último dia útil do mês seguinte ao da operação, através do pagamento do Documento de Arrecadação da Receita Federal (Darf) com o código 8523.

Vale lembrar que tanto os ganhos relativos a ações no Brasil como no exterior são apurados e tributados mês a mês separadamente, não integrando a base de cálculo do imposto sobre a renda na Declaração de Ajuste Anual. Da mesma maneira, o imposto pago não pode ser deduzido do devido na declaração.

Se você possui dúvidas sobre investimentos no exterior, deixe o seu comentário!

Sucessão patrimonial: a importância de diversificar

Para total efetividade, a sucessão patrimonial deve ser conduzida através de diferentes estratégias. No entanto, a falta de planejamento financeiro dos brasileiros alcança estatísticas alarmantes e, assim, uma série de transtornos podem ser gerados para os detentores do patrimônio e para os seus herdeiros, como por exemplo burocracias e despesas com o recolhimento de impostos.

No artigo de hoje, demonstraremos diferentes pontos sobre a sucessão patrimonial e, além disso, explicaremos a necessidade da diversificação para melhores resultados no processo.

Siga a leitura!

Sucessão patrimonial deve ser executada com expertise

A sucessão patrimonial pode ser definida como a transmissão formal do patrimônio de um detentor aos seus herdeiros, os quais podem ser filhos, pais e irmãos.

A partir de certa idade, algumas pessoas optam por transferir a administração dos bens da família para a propriedade de seus herdeiros, realizando assim a chamada sucessão patrimonial. Através dessa conduta, a posição dos herdeiros é facilitada e os custos de um futuro inventário são diminuídos ou evitados – desde que a transmissão seja articulada com expertise.

A importância da distribuição do patrimônio em diferentes classes de produtos

Quando falamos de sucessão familiar, ou seja, quando o patrimônio é transmitido diretamente para os herdeiros, a delegação pode ser organizada por meio de diferentes estratégias, que visam proteger o patrimônio.

Entre elas, merece destaque a distribuição de riqueza em diferentes classes de produto, que devem ser organizadas de acordo com o perfil de cada cliente.

Através de um planejamento financeiro personalizado, realizado por nossos assessores, direcionamos os investimentos. A riqueza é distribuída em diferentes classes de produto, que vão de acordo com o perfil do cliente, sua atividade profissional e seus objetivos. A adoção de uma estratégia personalizada e efetiva evita brigas e desacordos que podem levar à paralisação de negócios ou a perdas substanciais de patrimônio, garantindo a Jorge e a sua família maior tranquilidade no momento da sucessão.

A Portofino Investimentos possui uma metodologia totalmente personalizada às necessidades de cada cliente, possibilitando melhores retornos e redução de riscos provenientes da sucessão patrimonial.

Para saber mais sobre os nossos serviços, entre em contato conosco através do telefone (11) 2592-4484, (51) 4042-1854 ou pelo e-mail contato@pmfo.com.br

Come-cotas: como funciona a tributação ao longo dos anos?

O come cotas é um imposto que costuma passar despercebido ou sem muita relevância por grande parte dos investidores brasileiros. No entanto, ao longo dos anos, a tributação pode deixar rastros visíveis sobre as aplicações financeiras realizadas em Fundos de Investimentos.

Que saber mais sobre a tributação do come cotas? Siga a leitura do artigo!

Entenda como funciona a tributação do come cotas sobre os Fundos de Investimento

Se você acompanha nossos artigos, sabe que os Fundos de Investimento oferecem vantagens consideráveis aos investidores em relação a outras aplicações financeiras, como a facilidade de diversificação e a gestão profissional da carteira. Atualmente, o mercado financeiro dispõe de diferentes tipos de Fundos e, entre eles, podemos destacar os Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC), Fundos de Investimento no Exterior, Fundos de Investimento Multimercado e Fundos de Ações.

Quando falamos sobre Fundos de Investimentos, o termo “come cotas” se faz muito importante. Por mais engraçado que o nome possa parecer, devemos manter nossa atenção sobre ele.

O come cotas surge para todos os investidores que aplicam em fundos classificados como de longo prazo ou curto prazo, como por exemplo os fundos cambiais, renda fixa e multimercados.

Para compreendermos a incidência do come cotas, devemos nos lembrar que nos fundos de longo ou curto prazo, todos os rendimentos possuem incidência de impostos. Observe:

Fundos de Curto Prazo: 22,5% em aplicações que permanecem por até 180 dias e 20% em aplicações que permanecem 181 dias ou mais.

Fundos de Longo Prazo: 22,5% em aplicações que permanecem por até 180 dias, 20% para aplicações de 181 dias a 360 dias, 17,5% para aplicações de 361 dias a 720 dias e 15% em aplicações de 721 dias ou mais.

O come cotas antecipa o imposto retido na fonte. A cada seis meses, no ultimo dia de maio e no último dia de novembro, ocorre a redução no número de cotas, equivalente ao percentual do imposto sobre os rendimentos. Em fundos de curto prazo a cobrança é de 20% dos ganhos, enquanto nos de longo prazo o valor é de 15%.

É importante ressaltar que o come cotas apenas incide sobre o rendimento no período e não sobre o total investido no fundo.

Entenda os impactos do come cotas ao longo dos anos

Quando não acompanhado cautelosamente, o come cotas pode ocasionar perdas significativas para um investidor.

Uma simulação¹ realizada por nossa equipe técnica trouxe a comparação entre o investimento de 20 milhões de reais em um fundo aberto, que possui incidência do come cotas, e em um fundo fechado, o qual não possui recolhimento de come cotas.

Em 20 semestres, ou seja, ao longo de 10 anos, o Fundo Aberto apresentou o valor total de R$ 45.093.237. Já o Fundo Fechado, que não possui incidência de come cotas, apresentou a quantia de R$ 47.093.622.

Ou seja: o investidor que optou pelo Fundo Fechado, teve um retorno de R$ 2.000.385 a mais em relação àquele que aplicou em um Fundo Aberto.

O come cotas recolhe parte de seus rendimentos semestralmente e, como vimos, depois de alguns anos o rastro deixado pelo imposto em suas aplicações é visível e extremamente considerável.

Desta forma, os Fundos Fechados ou Fundos de Investimento Exclusivos apresentam vantagens aos investidores. Se você deseja entender mais sobre o tema, leia o artigo “Fundos de investimento exclusivos: o que são e como aplicar” publicado em nosso blog.

Então, esclareceu suas dúvidas sobre o come cotas? Deixe o seu comentário!

¹Simulação feita pela Portofino, supondo os parâmetros supracitados, apenas com fins ilustrativos, levando em conta um ganho histórico de 10% a.a.
Obs.: valores estimados; não há garantia de renda, liquidez, retorno ou isenção de risco.

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