Nível de exposição da carteira de investimentos

Você compreende qual a relação entre o nível de exposição de uma carteira de investimentos e os riscos ao patrimônio?

No artigo de hoje, esclareceremos as principais dúvidas relacionadas ao nível de exposição de um portfólio e a gestão de riscos nos investimentos.

Siga a leitura!

O que significa exposição e qual a sua relação com a carteira de investimentos?

Quando falamos sobre investimentos, a exposição pode ser compreendida como a quantidade de dinheiro que o investidor pode perder em determinada aplicação, podendo ser expressa em termos monetários (reais, euros, dólares) ou como uma porcentagem da carteira de investimentos.

O termo “exposição” é utilizado de diferentes formas no mercado financeiro. Observe:

  • Exposição financeira: quantia de dinheiro que pode ser potencialmente perdida em determinada aplicação.
  • Exposição à moeda: as moedas – como o real, dólar, euro e libra – sempre flutuam em relação ao valor.
  • Exposição de mercado: a forma como os ativos são divididos dentro de uma carteira de investimentos;
  • Exposição as ações: refere-se a exposição dos investidores em determinada ação.

Para entender qual a relação entre a exposição e os investimentos, siga a leitura.

Nível de exposição e riscos em uma carteira de investimentos

Quanto mais exposta se encontra uma carteira de investimentos, maiores são os riscos ao capital do investidor. Por isso, monitorar a exposição é uma parte importante do gerenciamento de risco em um portfólio de aplicações e que deve ser realizada regularmente.

Algumas estratégias ajudam a compreender os riscos de determinados investimentos. A gestão de riscos em aplicações compreende possíveis turbulências e depois tenta encontrar formas de minimizar as chances de um mal desempenho da carteira.

Quando falamos sobre nível de exposição de uma carteira, é interessante que tenhamos conhecimento sobre os principais riscos ao investir. São eles: risco de mercado, risco de crédito e o risco de liquidez.

O risco de mercado, também conhecido como risco sistêmico, se relaciona às mudanças de preços e variações de indicadores econômicos, como por exemplo a taxa de juros ou a variação cambial.

Já o risco de liquidez se associa a possibilidade de o agente não possuir recursos financeiros suficientes em uma data determinada para efetuar o pagamento ao investidor. Assim, esse risco estima a facilidade em resgatar um investimento – quanto mais fácil for esse resgate, mais alta é a liquidez da aplicação.

A importância de contar com profissionais para a gestão de riscos de investimentos

Como vimos, monitorar a exposição é uma parte importante do gerenciamento de risco em uma carteira de investimentos e que deve ser realizada regularmente por uma gestora de recursos competente.

Na Portofino, o acompanhamento contínuo de profissionais especializados garante uma carteira de investimentos muito mais robusta, como a maximização de ganhos devido ao controle de riscos. Além disso, nossa equipe analisa e estrutura diariamente as carteiras, conforme o perfil e objetivo de investimento do cliente. Assim, a realocação ocorre automaticamente, quando o gestor vislumbra melhores oportunidades de investimento.

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Portofino realiza evento de inauguração em POA e fala sobre cenário macroeconômico

A Portofino Investimentos inaugurou recentemente um novo escritório em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e, para comemorar a conquista, realizou evento com um time de especialistas para falar sobre o cenário macroeconômico.

A escolha pelo local do novo escritório da Portofino – que tem sua matriz na capital paulista – levou em consideração o grande número de clientes localizados no Rio Grande do Sul e, além disso, a capacidade empreendedora dos gaúchos. Carolina Giovanella, sócia da Portofino Investimentos, disse estar muito contente com a inauguração do escritório no estado, que é sua terra natal.

Para saber mais sobre o evento, siga a leitura do artigo!

Convidados da Portofino Investimentos debatem sobre cenário macroeconômico em evento de inauguração em Porto Alegre

Com o objetivo de promover informação de qualidade aos seus clientes, a Portofino, em parceria com a BTG Pactual, realizou um evento com a presença de Roberto Sallouti, presidente do BTG Pactual, Rogério Xavier, sócio-fundador da SPX e André Vainer, sócio-fundador e CIO da Athena Capital.

No primeiro bloco, Sallouti trouxe questionamentos sobre o cenário macroeconômico para Xavier. O sócio-fundador da SPX comentou que estamos vivendo em um mundo desinflacionário, com uma política monetária expansionista.

“Se percebe uma queda generalizada de produtos ao redor do mundo. Para o próximo ano, por exemplo, está previsto um PIB global de 2,5%, o que indica uma sensação de recessão global. As taxas de juros caem drasticamente. Estamos vivendo em um mundo desinflacionário. Política monetária expansionista. Neste mundo, percebemos que este foi o único instrumento que restou”. Rogério Xavier.

Xavier explicou que o cenário externo afeta o Brasil e nós, investidores, não estaremos imunes a um evento maior. Por isso, “é necessário analisar o cenário e o preço” e “contar com o avanço brasileiro nas reformas do Estado.”

“Precisamos recuperar nossa credibilidade, nossas solvências. Avançamos nos juros, mas precisamos também avançar nas outras áreas. O Brasil possui muitas oportunidades pela frente, principalmente no setor privado. Estamos deixando de ser um país hostil aos investimentos e, quando as pessoas perceberem isso, vamos nos sentir incentivados a fazer mais e mais. Mas, para isso, a agenda precisa avançar. ” Rogério Xavier

Andre Vainer, sócio-fundador e CIO da Athena Capital, também trouxe grandes contribuições para a noite, falando sobre o cenário macroeconômico e citando a relevância dos fundos de investimentos, tendo em vista a conjuntura econômica e política do Brasil e do mundo.

“Não apenas o macro está evoluindo – as empresas também. Sobre o cenário atual, o que mais importa é o fato de que o mercado voltou a olhar para empresas e resultados, deixando de operar macro via ações ou cenários binários.” Andre Vainer

Quando questionado sobre onde se encontram grandes oportunidades de investimentos, Vainer explicou que a Athena Capital “não tem como meta investir em uma empresa de um nicho específico. As empresas que têm capital em excesso, boas estratégias e oportunidades de capturar ganho de mercado, podem trazer bons resultados”.

Já em relação ao mercado de capitais, Vainer explicou que “esse movimento tem aumentado. No Brasil, o nível de capitais tem uma movimentação muito baixa. É um caminho sem volta. Com o aumento de empresas no mercado brasileiro, o volume da Bolsa tem aumentado de forma exponencial”.

Para Vainer, quando falamos sobre renda variável, contar um gestor profissional é de suma importância, afinal, “não podemos confundir investimentos de longo prazo com o ato de compra e esquecimento de ações de empresas”.

E você, possui alguma dúvida sobre o cenário macroeconômico do Brasil e do mundo? Comente!

Nervosismo com recessão global cai, Fed ajuda e Bolsa vira; dólar sobe menos

Recentemente, Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, comentou em reportagem para o portal Economia Bárbara, sobre os últimos fatos do cenário econômico americano, que afetam o Brasil e o mundo.

Na entrevista, Cantreva comenta que os últimos acontecimentos “trouxeram ansiedade maior com receio de uma recessão nos EUA e no mundo. Essa recessão ainda não chegou. É que quando os mercados andam com os nervos à flor da pele qualquer novidade estressa.”

Para ler a reportagem na íntegra, clique aqui.

Reforma da Previdência 2019: os impactos no mercado financeiro

A proposta da Reforma da Previdência (2019), recebida pelo Congresso Nacional em 20 de fevereiro e elaborada pela equipe econômica do governo de Jair Bolsonaro, apresenta mudanças para o sistema previdenciário.

Os elevados gastos públicos, aumento da expectativa de vida do brasileiro e crescimento da população idosa no Brasil são alguns dos fatores que justificam a decisão do governo de buscar a aprovação da reforma da previdência em 2019.

Neste artigo, você entenderá quais são os impactos da Reforma da Previdência 2019 no mercado financeiro e como as suas aplicações poderão ser influenciadas com a aprovação da proposta.

Siga a leitura do artigo para entender mais sobre o assunto.

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O que o mercado espera com a Reforma da Previdência 2019

Desde 2014, o Brasil enfrenta dificuldades em sua gestão orçamentária. Devido a baixa arrecadação do Governo Federal e o crescimento das despesas obrigatórias, nosso país conta com uma baixa nos investimentos em infraestrutura e aumento na dívida pública.

Com isso, a tendência foi o aumento da desconfiança dos investidores estrangeiros e a retirada de suas aplicações realizadas em nosso país. Um impacto considerável, resultado da falta de confiança de grandes investidores, foi o aumento dos juros. Com isso, tivemos como resultado o descontrole inflacionário e a degradação da atividade econômica.

Mas, afinal, o que muda com a Reforma da Previdência 2019? Quais são os seus impactos para o mercado financeiro?

O principal objetivo da Reforma da Previdência é a redução do déficit atual e futuro. De acordo com as projeções realizadas pela equipe econômica do governo, a Reforma promete economizar cerca de 1 trilhão de reais em dez anos.

Isso implica no equilíbrio das contas públicas, crescimento do PIB e manutenção dos baixos juros. Além disso, a tendência é que a Reforma aumente a confiança dos empresários brasileiros e estrangeiros, gerando crescimento e atraindo mais investidores ao nosso país.

Reforma da Previdência 2019 e os seus impactos nos investimentos

Se a Reforma da Previdência for aprovada e as contas públicas, juros, câmbio e inflação se mantiverem sob controle, teremos um impacto positivo em relação a Bolsa e em diversos tipos de investimentos.

Analistas prevêem que a melhora na conjuntura representará uma rápida retomada do mercado, o que impactará diretamente no resultado das empresas listadas, e assim elevando o índice Ibovespa.

No cenário mencionado, a Bolsa de Valores tende a apresentar um movimento de alta expressivo. Assim, os investidores com uma carteira diversificada terão mais chances de obter melhores rendimentos.

No entanto, isso não significa que todo o capital deverá ser investido em ações. Atualmente, existem também outras aplicações interessantes aos investidores, como os Fundos de Investimento (Fundo Multimercado, Fundos de Investimentos em Ações, Fundos no Exterior e Fundos Alternativos, por exemplo), Debêntures Incentivadas, entre outros.

Enquanto o cenário não se define, o ideal é diversificar a carteira de investimentos. Assim, você estará preparado caso a reforma seja ou não aprovada – por mais que a sua aprovação seja vista com otimismo pelo mercado financeiro.

Possui alguma dúvida em relação a Reforma da Previdência 2019? Comente!

Cresce aposta em corte da Selic para 6%

Recentemente, o portal Valor Econômico entrevistou diversos especialistas – entre eles, a equipe da Portofino Investimentos – sobre às expectativas em relação ao corte da Selic.

A aprovação da reforma da Previdência em primeiro turno na Câmara dos Deputados tirou da frente do Banco Central (BC) uma das principais fontes de risco, abrindo espaço para que a autoridade inicie já na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) um novo ciclo de corte da Selic. Sem essa incerteza, o BC vai conseguir responder diretamente ao quadro macroeconômico: inflação caminhando para ficar abaixo da meta e a atividade insistentemente fraca.

Para saber mais, leia o artigo sobre o corte da Selic na íntegra clicando neste link.

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